#Assédio #Gay

No Ouvidinho

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Jiulho

O cara entrou no meu corpo e na minha mente. Isso foi a noite passada. Meu primeiro estranho.

Eu estava parado no ponto do ônibus aguardando o meu Uber. O ônibus estava demorando demais e já estava ficando deserta a rua. Então preferi gastar um pouco mais do que ser assaltado. O que eu não sabia era que o destino tinha outros planos para mim. De repente um cara de 34 anos apareceu. Tive medo. Muito medo. Ele perguntou se o mesmo ônibus que eu estava esperando já havia passado e eu disse que não. Nervoso que fiquei acabei acendendo um cigarro. Ainda mais que o merda do Uber ficou parado no mesmo lugar por uns cinco minutos e não respondia as mensagens. Achei mesmo que o carinha poderia ser assaltante. E quando ele me olhou de cima a baixo, como quem reparou que eu sou gay, eu tive vontade de sair correndo. Então ele se aproximou e pediu um cigarro. Dei um pra ele, já tremendo e quando fui entregar o isqueiro, ele disse que preferia acender com o meu, perguntando se eu não me importava. Ele estava tão próximo! Eu só disse que sem problema. Então ele pegou o meu cigarro e acendeu o dele, me olhando nos olhos. Na verdade me comendo com os olhos. Foi quando ele perguntou se eu estava esperando Uber e eu disse que o motorista estava querendo me forçar a cancelar a viagem. Eu tinha acabado de dizer isso e o FDP cancelou.

— Esses caras são uns tremendo de uns viados, ficar enrolando a gente!

Falei como um desabafo de indignação.

— Eu tá indo pra onde?

Ele perguntou quase soltando a fumaça na minha fuça. Tive receio de dizer que ia para Mauá e ele pedir pra dividir a viagem. Então enrolei.

— Puts! Eles fazem isso pra gente cancelar. Se não vai fazer a viagem, por que então aceita?

— É por isso que eu não pego Uber. Nem sei mexer nisso.

Ele disse, olhando para a minha bunda sem nem disfarçar. Depois me encarou e veio com uma que me pegou de surpresa e me deixou indefeso.

— Talvez seja o destino. Porque eu tô muito tempo sem dar uma. Tu gosta? É chegado no lance? Porque se for a gente pode resolver isso agora mesmo. Quer sentir meu leitinho varando pra dentro? Hein?

Eu nem sabia como reagir. Nem disse nada. Só dei um trago no cigarro imaginando como seria. Nunca sai com estranho. E meus colegas dizem que adoram isso. Foi quando eu olhei e vi que ele tinha uma bagagem bem generosa. E eu também sempre tive vontade de meter ao ar livre em cenário urbano, como em alguns filmes. A vontade de dar pra ele dominou o medo. Então eu me permiti ousar. Fui com a mão no piru dele marcado na calça jeans. Ele deu uma risadinha e se aproximou. Então falou ao meu ouvido.

— O que achou? Acha que cabe? Hein?

— Por que você não descobre?

Já respondi com o cuzinho piscando. E era pra coisa que eu nunca tinha feito, dar sem fazer o devido preparo. Sempre achei nojento a prática. Mas eu não sei porque, naquele momento eu queria encher o piru dele de merda. Acho que era como se fosse uma forma de esculachar com ele. Subiu um fogo enorme dentro de mim só de pensar. Ele colocou a mão dele sobre a minha e a apertou em seu piru, sussurrando.

— Meteria nesse cu aqui mesmo no ponto do ônibus, mas pode aparecer alguém. E daquele prédio da visão pra cá. Vamos ali pra trás da baixa de jornal, que eu acabo contigo em dois tempos. Vamos?

Eu olhei para a banca e vi que dava mesmo pra meter lá atrás. Deu tanto calor. Então ele foi me levando com ele, me puxando pelo braço enquanto eu cancelava o pedido de viagem. Assim que chegarmos, ele me colocou de frente para o muro e só puxou minha calça de elástico, dessas soltinhas que evidenciam a bundinha. Eu mesmo lambuzei meu cuzinho com a minha saliva e empinei pra ele meter. E ele soube fazer entrar gostoso, me falando gracinha, com suas mãos nos meus peitos.

— Tá de rabo cheio, né? Hum! Tô sentindo. E tu... Tá sentindo minha pika empurrar sua merda pra dentro, tá?

— Tô! Agora para de falar e só me fode, tá bom?

— O quê? Não gosta de ouvir sacanagem?

— Cala a boca e me come gostoso, vai!

— Aé!? Então toma pika.

Ele ficou roçando o cavanhaque no meu pescoço enquanto me fodia como se deve foder um viado. Que gostoso? O piru dele era bem grosso e tinha uns 19 mais ou menos. Não foi o maior que já tive. Mas foi o mais grosso com certeza. Então, de repente, ele deu sinais de que ia gozar. Na hora eu pensei na falta de responsabilidade que era aquilo. Eu estava dando para um cara que poderia ferrar com a minha vida. Lembrei de um colega que havia contraído AIDS e pensei em evitar receber o esperma dele em meu cu. Então disse pra não gozar. Mas assim que eu acabei de dizer, sentindo aquele gostoso me fazendo arrepiar todinha, então virei o rosto pra ele e disse, tomado de tesão.

— Que saber? Goza, vai! Tá empurrando minha merda porra dentro, tá? Então enche ela de leite, vai?

— Quer? Quer tomar leite no cu, quer?

— Quero? Dá! Dá leitinho, dá! Me goza tudo, vai!

Ele me enfiou tudo e ficou requebrando. Então eu senti aquele arrepio gostoso quando sentimos o esperma espirrando em nosso intestino. O piru latejando no meu cu, no talo, e ele falando gracinha.

— Toma! Toma leite, cú! Toma! Tudinho. Tudinho nesse cu. Cú! Toma, cú! Leite. Leite. Toma! Direto na merda, toma! Assim... Tudinho. Tá gostando, tá?

— Ai, goza! Goza fundo, goza! Assim. É meu. É meu o teu esperma.

— É teu, viado! Tudo teu. Prontinho! Tudo! Do jeito que tu gosta. Viado!

O cara foi retirado. Limpou o piru na minha cueca e depois puxou a minha mão pra eu apertar. Eu puxei a cueca e a calça, me ajeitando com a outra mão e tomado de tesão ainda, me abaixei e fui sentir o cheiro do piru. Era um cheiro bem diferente do costume. E eu achei que fosse feder mais. Não resisti e chupei. E chupei de fazer endurecer muito rápido. Toquei uma outra ele do jeito que gosto e que sei fazer gozar logo. Fiz sucção enquanto punhetava, até ele dar sinais. E quando percebi que o cara ia largar leite na minha boca, parei e punhetar, larguei das mãos e fiquei só com a cabecinha na boca. Ele foi botar a mão, mas eu a expulsei. Então veio o esperma, lento e pulsante. Gostoso. Fiquei passando a língua no orifício pra sentir a acidez e o volume. Não foi muito. Mesmo para uma segunda. Mas eu saciei o desejo. Ele guardou o piru e eu solicitei novamente Uber. Mas antes mesmo de aparecer motorista, veio o ônibus. Parece mesmo que ele só estava esperando eu realizar uma fantasia antiga. Viajamos juntos e trocamos contato. Mas acho que ele deu número errado. Nunca mais nos vimos ou nos falamos. Uma pena. Pois eu ia adorar travar ele pelas costas com as minhas pernas em um frango assado na minha cama.

Comentários (1)

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  • Roberto: Que loucura deliciosa.

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