Ogro torador de novinhos
O dia que botei um aniversariante pra chorar kkkk levou muita porra e ainda teve que beber tudo pra não apanhar.
Meu nome é Ricardo, tenho 27 anos, 1,85 de altura, 84kg bem distribuído no meu corpo, alguns músculos nada exagerado, pelos no peito, saco e axilas. Barba mediana e olhos azuis, cabelo castanho claro. Mãos e pés grandões, é oq mais gosto no meu corpo.
Comedor nato, sempre torei muito passivo novinho desde minha adolescência, então adquiri uma experiência mesmo tendo só 27 anos. Tenho preferência por passivos entre 15 e 22 no máximo. Se for muito próximo da minha idade o tesão diminui, já aconteceu de eu comer caras mais velhos mas não é a mesma coisa pra mim.
Outro detalhe é que sou bem ogro, fodo mesmo até o merdinha chorar e arregar só que comigo não tem arrego, uma vez na minha mão já era. E o codinome ogro não se resume a somente isso, mas tbm a outros detalhes sobre mim, como por exemplo, eu não uso desodorante de forma nenhuma, prefiro ficar com meu cheiro natural de macho, difícil lavo cabelo, escovo os dentes só ao acordar, fora isso não escovo não e tbm não é prioridade, tipo se eu tiver que fazer algo e acordar atrasado eu pulo o banho e não escovo porra de dente nenhum. Em contra partida, unhas sempre limpas e cortadas pq não existe coisa mais desestimulante que homens de unha grande.
Bem, vou relatar o dia que comi um fdp de 17 anos no dia do aniversário dele. Eu tava no grindr de boa, uso muito o app pra grande maioria dos meus encontros principalmente se eu tiver a fim de carne nova ou se eu peguei abuso de algum viadinho fixo. Costumo pegar abuso rápido se começar com muita frescura. Eu tava no app e aí comecei a conversar com um cara, ele se apresentou resumidamente, mandei logo foto do pauzão de 22cm pra ele, ele mandou algumas fts de corpo e no meio disso ele soltou que era o aniversário dele e que tava festejando com alguns amigos. Acabei desanimando e mandei ele procurar outro pra conversar pq eu tava a fim de algo ali naquele momento, então ele disse que topava vir no meu local pela adrenalina de deixar seus colegas esperando enquanto ele inventa alguma mentira pra ficar fora, foi oq ele disse. Em menos de 30 minutos ele tava na minha porta, botei ele pra dentro sem falar nada nem olhar na cara dele. Foquei no corpo, magrinho e saradinho, branco, cabelo preto e curto, corte degradê, 1,65 de altura, 17 anos ele estava completando naquele dia.
Eu já tava só de calção e sem cueca. Olhei bem na cara do moleque e dei uma cuspida cheia na cara dele, ele ficou um pouco tímido. Peguei as mãos e levei até o rosto dele e abri bem sua boca, puxei um escarro e joguei bem no fundo. O viadinho engoliu satisfeito.
— Primeira vez que eu faço essas coisas. Ele falou.
— Calado. Não tô te perguntando nada! Aqui vc fica calado só obedecendo.
Tirei a roupa dele com brutalidade pra ele já ir sentindo oq tava prestes a enfrentar. Deitei no sofá com os braços pra cima e ordenei que ele lambesse meus sovacos. O viadinho começou a lamber e chupar os pelos, caralho tava bem azedo mas ele não reclamou de nada, assim que eu gosto. Ele trabalhava bem!
— Isso, seu puto. Lambe essa porra e sente meu cheiro.
Ele continuou chupando, lambendo e cheirando. O moleque tava indo muito bem.
— Minha língua tá coçando de tão azedo que tua axila tá.
— Continua. Fala menos e faz mais.
Eu ordenei.
Com uma mão fiquei forçando a cabeça dele contra meu sovaco suado, tava muito bom. Fiquei alternando entre as duas axilas fedidas. O nariz do moleque já tava bem vermelho e a boca toda melada do suor azedo que sai. Já tava do jeitinho que eu gosto. Puxei ele pra um beijo, passei a língua branca por toda a boquinha dele, devagar pra ele sentir o mau cheiro. O safado não reclamou e ficou sendo usado pela minha língua. Nisso levantei do sofá e joguei ele de uma vez no sofá, abri a pernas dele na posição frango assado e comecei a forçar a língua no cuzinuo do puto. O rabinho dele não era mais virgem porém bem fechadinho, sinal que levou pouca vara. Eu dava voltas e mais voltas com a língua naquele buraquinho apertado, ele gemia de tesão. Cuspia e dava tapas fortes com os dedos na entradinha daquele merda. Num dos tapas ele gemeu alto de dor. Eu sorri e falei pra ele sustentar que eu só ia parar depois de arrombar aquele cuzinho.
Dei um tapa forte na bunda dele e fiquei de pé ordenando que ele ficasse de joelhos no chão, sentei no sofá e comecei a esfregar meu pezão chulezento no nariz dele. Meu chulé é bem forte e intenso, não uso meias pra aumentar o chulé mais ainda, gosto de ser ogro, esses viadinhos se amarram.
— Língua pra fora.
Mais um comando.
Esfreguei o pezão na língua dele com movimentos circulares e depois pra baixo e pra cima. Nisso ele foi pegando o jeito e passou a controlar a língua deslizando pelas minhas solas, tinha alguns calos nos meus pés, o merdinha passava a língua em todos sem frescura. Parece que eu encontrei minha mulherzinha rs. Tão novinho e já puto assim. É difícil encontrar novinhos tão putos como esse, geralmente são virgens e com pouca experiência, não sabem fazer nada, a maioria acabo dando uma surra e nunca mais voltam. Esse era diferente! Mesmo pela pouca experiência de parceiros ele sabia exatamente oq queria e oq fazer.
— Tá gostando, porquinho?
Perguntei com um sorriso estampado.
— Tô. Teus pés tão fedendo muito mas tá bem gostoso.
— Isso. Chupa meus dedos vai.
Ele ficou ali por um tempão. Eu tava delirando em ser servido por aquele viadinho safado. A sola amarelada subindo e descendo na língua dele. Pra finalizar dei alguns tapas na cara dele com meus pés, bem forte pra ele se orientar. Puxei um escarro e joguei na cara dele. Que delícia o rostinho dele todo melado do meu escarro e os pezões, um de cada lado do rosto, batendo e eu escutando o baralho na pele dele.
Abri as pernas e ordenei pra ele chupar virilha e meu cu. Ele passou a mão no rosto pra limpar o escarro e depois passou os dedos na boca, se aproximou e começou a trabalhar com a língua novamente, primeiro na minha virilha, percorrendo cada centímetro, sentindo o cheiro cru e forte. Foi descendo até o meu cu e começou a linguar, que linguada gostosa daquele moleque.
No meu saco ele engolia todo, sugava e chupava bem gostoso, o sacão peludo e fedido tava todo dentro da boca daquela puta.
— Passa a língua na cabeça do meu pau, tá bem sujo, é pra vc limpar.
Então ele abriu a glande do meu pau, viu que tava bem sujo e fedendo de longe. Pareceu hesitar.
— Tá demorando pq?
Peguei ele pelo pescoço e dei mais um tala forte. Abri a boca dele a força com meus dedos e cuspi duas vezes seguidas.
Voltei pro sofá. Ele agora tava mais tímido depois que viu a minha pegada pesada. Eu abri a glande do meu pau liberando a cabeça rosada, suja e fedida pra ele. Ele foi passando a língua bem devagar, de olhos fechados e com cara de nojo.
— Se tu não fizer direito vai apanhar forte.
O medo tava estampado no rosto do moleque, pra mim essa era a melhor parte. Ele começou a lamber a cabeça suja do meu cassete. Aos poucos foi limpando a mistura de pré gozo com sujeira do dia acumulado por conta do suor. Logo a cabeça do meu pau tava bem limpa e rosada, então ele começou a engolir, ele não conseguia todo, só a metade. Levantei e mandei ele deitar no sofá de boca aberta pra baixo, ele fez, comecei a socar o pau no fundo da garganta dele, com força, sem pausa. O moleque gofou várias vezes, as lágrimas já tavam pingando no chão de cerâmica e no sofá.
— Tá machucando.
Ele disse quase chorando. Fingi que não escutei nada e continuei forçando, metendo e tirando rápido e cada vez mais rápido. O barulho dava pra ser ouvido de longe.
Num momento ele me empurrou e levantou rapidamente.
— Tá doido, moleque? Eu não terminei.
Segurei ele pelo pescoço outra vez.
— Tá machucando muito. Vc pode me mandar pro hospital se continuar forte assim.
Não soltei o pescoço dele, me abaixei pra pegar minha havaianas no chão, somente uma, com ela bati uma única vez no rosto daquele merdinha que rapidamente começou a chorar igual um bebê.
— Bora. Volta pra posição que eu não terminei.
Ele voltou chorando e abriu a boca. Voltei a socar fundo naquela garganta, dessa vez bem mais cruel só pela audácia dele. A vontade que eu tava era de rasgar aquele moleque ao meio.
Parei rápido, peguei ele pelo pescoço e dei dois tapas fortes na cara dele, um de cada lado. Ele reclamou que doeu então dei mais um mais forte ainda.
— Agora tu vai aguentar meu cassete, se quiser chorar é problema teu. Eu só vou parar quando gozar no fundo do teu cuzinho.
Falei. Em seguida joguei ele no sofá como uma cadela. Botei de 4 e cuspi no cuzinho dele.
— Usa lubrificante, por favor. Teu pau é muito grande.
Ele pediu. Eu abri um sorriso.
— Vai no cuspe mesmo. É assim que os homens comem um cuzinho apertado como o teu.
Posicionei a cabeça do meu pau na entrada molhada de saliva e forcei. Bruto, aspero e constante. O cuzinho dele se contraia muito, expulsava meu pau, o choro dele baixo era música pros meus ouvidos, empurrei com mais força, senti as pregas dele latejar. Forcei mais e foi entrando, ele chorando mais alto e eu forçando cada vez mais, com brutalidade empurrei até a metade e ele quase pulou do sofá.
— Já chega. Tá doendo muito. Para!
— Fica todo arreganhadinho pra mim senão vai doer mais.
Não contei conversa. Comecei a empurrar o resto e ele deu um grito, tapei a boca dele por conta de algum vizinho escutar. Empurrei todo, bruto e aspero. Não dei tempo dele relaxar e já comecei a me movimentar. Que cuzinho apertado, tava esmagando meu cassete.
Os movimentos cada vez mais rápidos e constantes, o choro dele ecoando na sala, as batidas da minha virilha com a bundinha dele. Aquilo sim era romântico pra mim.
Plof, plof, plof...!
O som de um lobo devorando uma ovelha.
Fiquei um bom tempo socando fundo nele, tinha momentos que ele cansava de chorar e o corpo relaxava e o cassete entrava bem mais fundo.
Pluf, pluf, pluf, pluf...!
Acelerei os movimentos e comecei a gemer junto com ele. Ele de dor e eu de prazer absoluto.
Gozei muito, todo lá dentro, não contei as jatadas de leite mas sei que sai muito, grosso, branco e bem quente. Principalmente quando tô com tesão que nem hoje.
Eu relaxei por cima dele sem tirar o pau de dentro. O chororô diminuiu bastante, só a respiração dele que tava bem ofegante. Recuperei o fôlego junto com ele e então tirei o pau de uma vez. Ele gemeu, o cuzinho dele não era mais cuzinho, tava bem aberto, melado de porra.
— Vira pra mim. Falei mais manso!
Ele virou e então fui pegar um copo de vidro na cozinha, não muito grande. Comecei a masturbar o pauzinho dele, até que era um cassete bem gostoso.
— Goza aqui no copo.
Posicionei o copo próximo ao pau dele, em poucos minutos ele gozou, nem se comparava com o quantidade de porra que ejaculei nele mas ele gozou bastante. Sinal que curtiu nossa foda.
— Agora senta no copo e relaxa pro meu leite escorrer, seu puto.
Em alguns segundos ele foi enchendo o copo com meu esperma pastoso. O copo ficou pela metade de porra juntando a minha com a dele.
— Bebe aí, moleque.
Ele olhou bem nos meus olhos azuis, pegou o copo e bebeu, me devolveu o copo com cara de nojo mas bebeu tudinho. Gosto assim.
— Agora te veste e rala peito daqui antes que eu te dê logo uma pisa, moleque.
Ele se vestiu rapidamente, em questão de segundos e saiu batendo a porta. Olhei no relógio e era 20h03 da noite. Um sábado pedia cerveja gelada e música pra relaxar. Fui beber num barzinho do bairro, fiquei pensando em como aquele safadinho deve ter chegado lá na festa de aniversário dele e qual desculpa ele inventou pros amigos e será que ele ficou muito marcado no rosto kkkkk.
Fim!
Se algum ativo macho, ogro e sacana se identificar aparece aí nos comentários. E aos passivos, apenas um recado, melhorem mais. Reclamam muito.
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Comentários (1)
Pass Sig Virgem: Meu sonho era ser usado assim qnd tinha 17, nunca encontrei um ativo assim. Continuo virgem pq a vontade é de submisso mesmo, poucos ativos são assim.
Responder↴ • uid:1eiqfp4n5kj9