#Bissexual #Gay #Teen

Guto traçando Mae e filho

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Fabio M.

Guto come a mãe e o filho de 17 anos, guto é boy lixo e sabe disso, e também sabe meter rola como ninguém. O problema é o q Abner causa no boy lixo.

Porra, eu sou aquele cara que as mina chama de boy lixo e os cara olha de canto de olho. Cabelo no grau, tatuagem barata no braço, boné virado pra trás, bermudão folgado e chinelo de dedo. Vivo de bico, fumo um fininho quando dá, bebo cerveja gelada e o que eu mais gosto na vida é meter. Me chamo Guto, 22 anos de pura curtição, amo mina, mas atualmente tem um moleque que me pega diferente, fica martelando na cabeça mesmo depois que eu gozo. O Abner, filho da Márcia.
Naquela sexta-feira quente pra caralho, eu resolvi ir na casa da minha tia que viajou. Ela pediu pra amiga dela, a Márcia, passar lá pra deixar umas compras e uns remédios e cuidar da casa, já que ninguém confia em mim. Márcia era uma puta duma coroa gostosa e foi com o filhinho bixa dela. A Márcia tinha 44 anos, viúva fazia uns tempos, corpo bem conservado de quem malha escondido: peitos grandes e pesados, cintura marcada, bunda empinada e carnuda, coxas grossas que apertavam uma calça jeans de um jeito que dava vontade de rasgar. Rosto bonito, cabelo castanho na altura dos ombros e um sorriso que já entregava que ela ainda curtia uma safadeza pesada.
Eu cheguei por volta das 9 da noite, batendo na porta. Estava só de short preto, sem camisa, corpo suado do calor infernal. Ela abriu a porta e me olhou de cima a baixo, demorando o olhar no volume do short, e deu aquele sorrisinho safado:
— Nossa, Guto... você tá um homem feito hein. Tá grandão onde interessa também?
Eu ri baixo, fechei a porta atrás dela com o pé e já segurei firme na cintura dela, puxando o corpo quente contra o meu.
— Quer conferir, tia Márcia? Cresci bastante desde a última vez que você me viu.
Ela não respondeu com palavra. Mordeu o lábio inferior, apertou meu peito suado com a mão livre e desceu os dedos devagar. O cheiro dela era bom pra caralho — perfume doce misturado com suor leve do dia. Eu não perdi tempo: meti a boca na dela num beijo molhado e bruto, língua entrando fundo, chupando a dela com vontade enquanto apertava aquela bunda carnuda por cima da saia. A Márcia gemeu baixinho na minha boca e já desceu a mão pro meu short, apertando o volume que tava crescendo rápido, latejando.
— Caralho... que rola grossa você tem, garoto. Tá duro assim só de me ver?
— Tô imaginando você engolindo ela inteira — respondi, mordendo o pescoço dela e deixando uma marca vermelha.
Levei ela pro sofá da sala, tirei a sacola da mão e joguei no chão. Arrancamos a roupa um do outro com pressa animal. A blusa dela voou, o sutiã preto caiu, e aqueles peitos grandes e pesados saltaram livres, mamilos marrons grossos já durinhos de tesão. Eu chupei um com força, sugando quase metade do peito, mordiscando o bico enquanto ela gemia e segurava minha cabeça contra ela. Desci a mão pela barriga macia, levantei a saia jeans, enfiei os dedos por baixo da calcinha fina e senti a bucetinha encharcada, quente pra caralho, lábios inchados e melados escorrendo.
— Porra, você tá molhada pra caralho... tá louca pra levar rola né, sua safada?
— Tá... faz tempo que não como um pau bom assim. Me come, Guto... me come direito.
Eu tirei o short, minha rola pulou pra fora: grossa, veias marcadas, cabeça rosada inchada, uns 20cm de puro tesão latejando. A Márcia arregalou os olhos e já se ajoelhou no tapete na frente do sofá. Segurou com as duas mãos, lambeu da base até a cabeça devagar, girando a língua na glande brilhante, depois abriu bem a boca e engoliu metade. Eu segurei o cabelo castanho dela com força e empurrei devagar no começo.
— Isso... engole mais fundo... engasga nessa rola, vai.
Ela tentou, desceu mais, chegou no fundo da garganta e engasgou forte, saliva escorrendo pelo queixo e caindo nos peitos. Olho lacrimejou, mas ela não tirou. Eu comecei a foder a boca dela com ritmo, estocadas médias que viraram fundas, o barulho molhado de gluck-gluck-gluck enchendo a sala inteira. Ela babava tudo, nariz escorrendo, mas gemia de tesão toda vez que eu batia no fundo da garganta.
Depois de uns bons minutos arrombando aquela boca gulosa, puxei ela pra cima, tirei o resto da roupa e joguei no sofá de quatro. Abri aquela bunda carnuda, cuspi direto na buceta rosada e meti tudo de uma vez, até o talo. A Márcia gritou de prazer misturado com dor:
— Ai meu Deus do céu! Que rola grande... tá me rasgando inteira!
Eu segurei firme no quadril largo e comecei a meter forte, estocada atrás de estocada, a barriga batendo na bunda dela fazendo barulho alto de tapa. A buceta apertava gostoso em volta do meu pau, molhada pra caralho, escorrendo pelos meus bagos e coxas. Fiz uns minutos assim, depois mudei: sentei no sofá, puxei ela pra cima de mim de frente. Ela sentou devagar, engolindo minha rola na buceta até o fundo, e começou a cavalgar pesado. Os peitos balançavam na minha cara, eu chupava e mordia os mamilos enquanto ela subia e descia gemendo alto:
— Tá fundo... caralho... tá batendo no fundo da minha buceta...
Rebolei com ela, segurando a bunda, ajudando o movimento. Depois virei ela de lado no sofá, uma perna pra cima, metendo de conchinha. Dava pra ver meu pau entrando e saindo brilhando da lubrificação dela. A Márcia tava louca, mão na buceta se esfregando enquanto eu metia sem parar.
— Quero comer esse cu agora — falei, tirando da buceta e apontando pra roseta rosada piscando.
— Come... mas vai devagar no começo, tá?
Cuspi bastante no cu dela, massageei com o dedo, depois com dois, abrindo bem. Quando tava molhado o suficiente, encostei a cabeça grossa e empurrei devagar. Ela gemeu alto quando entrou, apertando os dentes. Fui fundo aos poucos até a rola toda sumir dentro daquele cu quente e apertado. Comecei a meter, primeiro devagar, depois acelerando. O cuzinho dela abraçava meu pau gostoso pra caralho.
— Porra... que cu apertado... tá me espremendo todo.
Fiz ela de quatro de novo, agora no cu, metendo com força bruta. A bunda dela tremia a cada estocada violenta. Depois coloquei ela por cima, de costas pra mim, cavalgando no cu. Ela rebolava gostoso, subindo e descendo, gemendo sem parar. Troquei mais uma vez pra de lado, perna pra cima, comendo o cu com vontade. A Márcia tava suada, cabelo grudado na testa, gemendo palavras sem nexo de tanto prazer.
Quando senti que tava perto de gozar, tirei do cu e voltei pra buceta. Meti fundo, rápido, segurando a cintura dela com força. Ela gozou primeiro, tremendo inteira, buceta apertando meu pau em espasmos fortes, gritando:
— Tô gozando... ai caralho... tô gozando na sua rola!
Eu não segurei mais: dei umas estocadas finais e gozei tudo dentro da xota dela. Jatos grossos e quentes enchendo ela até transbordar. A porra escorreu pela coxa grossa dela quando eu tirei devagar. A Márcia ficou lá no sofá, deitada de lado, olhos semicerrados, respiração pesada, gozada escorrendo da bucetinha inchada.
— Descansa aí, gostosa... você merece — falei, dando um beijo na testa suada dela.
Fui pro banheiro, me limpei um pouco, bebi água gelada. Meu pau ainda tava meio duro, latejando de tesão. A casa tava silenciosa, só o barulho do ventilador. Aí chegou a vez do filho da Márcia, o Abner, de 17 anos, que tava dormindo no quarto dos fundos. Ele era um garoto magrinho, pele clara, cabelo escuro liso e meio compridinho, cara bonita de menino safado. Eu já tinha pegado ele escondido umas duas vezes antes, e o moleque mexia comigo de um jeito que os outros não mexiam.
Sei lá, Abner tinha um negócio, um jeitinho que me fazia querer protegê-lo.
Entrei no quarto dele sem acender a luz grande, só a luzinha fraca do celular. O Abner tava de barriga pra baixo, só de cueca boxer preta, lençol chutado pros pés. Eu tirei minha cueca, passei um pouco de gel no pau e subi na cama devagar. Encostei meu corpo quente e suado nas costas dele, rola dura esfregando entre as nádegas por cima da cueca.
Ele acordou com um sobressalto, mas quando sentiu meu cheiro e meu pau, relaxou e deu aquele sorrisinho safado por cima do ombro:
— Porra... você de novo, Guto? Minha mãe tá aí na sala...
— Ela tá dormindo no sofá, cheia da minha porra na buceta. Agora abre essa bundinha pra mim.
Ele gemeu baixinho e empinou a bunda. Eu tirei a cueca dele, cuspi bastante na portinha rosada e enfiei dois dedos pra lubrificar e abrir, massageando devagar, sentindo ele relaxar pra mim. O cu dele era apertado, quente, ainda com pouco uso. Eu pretendia mudar isso, tinha fome daquele cu. Depois encostei a cabeça da rola e empurrei devagar no começo. Ele soltou um gemido longo quando entrei.
— Ai caralho... tá grossa hoje... vai devagar...
Eu fui fundo, bruto, até enterrar tudo, sabendo que ele aguentava. Comecei a meter com ritmo pesado, estocadas longas e profundas, pele batendo pele. O Abner enterrava o rosto no travesseiro pra abafar os gemidos, mas empinava mais a bunda pra mim. Eu aumentei o ritmo, metendo mais forte, uma mão segurando firme no quadril dele, a outra no cabelo, puxando a cabeça pra trás de leve.
— Geme pra mim... deixa eu ouvir.
Ele gemeu mais alto, voz rouca:
— Me come... mais forte... enfia tudo, Guto...
Virei ele de lado, uma perna pra cima, metendo de conchinha. Dava pra ver o pauzinho dele duro, vazando pré-gozo na barriga. Ele batia punheta enquanto eu fodia o cu, sincronizando. Depois coloquei ele por cima, sentado na minha rola. O Abner apoiou as mãos no meu peito e começou a cavalgar, subindo e descendo, rebolando no fundo. Eu segurava a cintura dele com força, guiando o movimento, olhos fixos na cara dele suada o tempo todo.
Fiz ele de quatro de novo, soquei sem dó, estocadas rápidas e fundas. O quarto enchia de barulho molhado, gemidos e o som da minha barriga batendo na bunda magrinha dele. Troquei mais uma vez: ele deitado de costas, pernas abertas, eu por cima olhando pra cara dele enquanto metia fundo. Ele gozou primeiro, jatos finos caindo no peito e na barriga. O cu apertou forte em volta do meu pau. Eu tirei rapidinho, fiz ele ajoelhar e segurei a cabeça.
— Abre a boca.
Fodi a boca dele fundo, estocadas na garganta. Ele engasgava, saliva escorrendo, mas chupava com fome. Gozei forte, enchendo a língua. Ele engoliu tudo. Depois, quis provar que ele era meu.
Queria marcar Abner, torná-lo minha propriedade.
Então eu ainda segurei por mais tempo a cabeça dele e mijei devagar na boca, segurando o queixo firme enquanto ele engolia entre ânsias.
Ver ele sofrendo engolindo mijo foi excitante pra caralho.
Quando terminei, deitei do lado dele, puxei o corpo magrinho contra o meu peito suado e passei o braço em volta, mão descansando possessiva na barriga dele, sentindo a respiração acalmar. Fiquei ali um tempo maior, dedos brincando de leve no cu arrombado dele.
A Márcia continuava dormindo no sofá, acho que ela já sabia que eu metia rola no filhinho dela, queria que soubesse mesmo. O Abner dormiu com o cu latejando, um sorrisinho no canto da boca. Eu fechei os olhos pensando que essa noite tinha sido foda pra caralho. No dia seguinte eu ia acordar os dois. Ia comer a mãe de novo e quem sabe fazê-la assistir eu meter rola em Abner, seu filhinho de 17 anos? Porque esse moleque... esse eu não pretendia parar de fuder tão cedo e dividir ele? Só com a maezinha dele.

Faltou mijar na Márcia também, mas isso é fácil. O difícil vai ser controlar a vontade de ficar com esse carinha mais do que eu deveria.
Porque Márcia, igual essa puta, tem várias. Já Abner, só conheço um.

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