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Eu e meu irmão

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Tudo começou quando eu e o meu irmão, o Rafa, passamos a ficar muito mais tempo sozinhos em casa. A nossa idade é bem parecida, só dois anos de diferença: tenho 18 e ele 16 eu sou o Lucas, tenho meu estilo mais parrudinho, nem gordo nem magro, e o Rafa sempre foi aquele moleque mais magro, mas com o corpo um pouco definido. Nós dois somos pardos, de cabelo escuro, e moramos no Rio. Como a gente sempre dividiu o quarto e a nossa mãe passava o dia todo fora trabalhando, era a coisa mais normal do mundo a gente se ver de cueca ou se trocando pela casa. Nunca tinha rolado nada, até aquele dia.
Cheguei da escola de tarde e dei de cara com o Rafa todo largado no sofá, só de cueca box. Ele tava deitado com um braço apoiado na cabeça, deixando a axila peluda bem à mostra, e com a outra mão enfiada direto para dentro da cueca. Achei que ele tava dormindo, mas quando fui chegando perto, vi que o desgraçado tava se punhetando ali mesmo na sala, sem nem tirar o pau para fora. Quando ele abriu o olho e me viu, o susto foi tamanho que ele quase pulou do sofá.
— Lucas? Porra, não achei que tu fosse chegar agora... — ele gaguejou, puxando uma almofada com tudo para cima do colo, tentando esconder a ereção.
— Relaxa, mano, tá de boa — respondi, tentando disfarçar o baque. — O que cê tava fazendo que ficou assustado quando me viu?
O Rafa ficou vermelho igual a um pimentão.
— Não tava fazendo nada, pô... — mentiu, com a voz toda trêmula.
Ele se levantou rápido, tentando segurar a almofada na frente, mas na hora de andar não teve jeito: a cueca box, bem justa nas coxas dele, desenhava perfeitamente o volume rígido, apontado completamente para cima. O tesão dele tava no topo e não ia sumir assim. Segurando a vergonha, ele deu passos largos, quase correndo pelo corredor, e se trancou no banheiro. O som da chave girando na fechadura ecoou pela casa inteira. Eu fiquei parado na sala, com o coração parecendo uma bateria de escola de samba e aquela imagem da axila peluda e da mão na cueca grudada na minha mente.
A noite caiu e o clima na casa mudou de vez. Para melhorar, meu celular vibrou com uma mensagem da nossa mãe avisando que ia dobrar o plantão no hospital e só voltaria na noite seguinte. Ou seja: vinte e quatro horas inteiras sozinhos, com total privacidade.
No quarto, a tensão ainda pairava no ar, mas seguimos o ritual de sempre. Pelo calor do Rio, o normal era dormir só de cueca. Eu já tava deitado na minha cama com uma cueca confortável que marcava meu corpo parrudinho, e o Rafa entrou logo em seguida, vestindo uma cueca slip escura. Ele evitou me olhar nos olhos, deitou na cama dele e ficou encarando o teto, mas a calmaria durou pouco.
O lençol fino que ele jogou por cima sumiu num instante quando ele começou a se mexer, incomodado. Olhando de canto, eu vi que a cueca slip escura não tava dando conta de segurar o rojão: o pau do Rafa foi subindo, esticando o pano, completamente duro e apontado para a barriga. Dava para ver o contorno perfeito da cabeça do bicho marcando o tecido.
Sentindo que o negócio ia ferver, virei de costas rápido e fechei os olhos, fingindo que estava no mais profundo sono, controlando a respiração para parecer uma pedra. No silêncio do quarto, só se ouvia o barulho do ventilador de teto até que a voz do Rafa saiu baixinha, meio rouca:
— Lucas?... Ei, Lucas? Tá dormindo, mano?
Não movi um músculo. Ouvindo que eu não respondi, ele soltou um suspiro pesado, daquele de quem não aguentava mais o sufoco do tesão. Dei uma brecha milimétrica nos olhos, só para espiar.
O Rafa sentou na beirada da cama dele, bem de frente para a minha. Sem perder tempo, enfiou os dedos no elástico da cueca slip e foi descendo o pano devagar pelas coxas magras. Quando a cueca caiu, o pau dele deu um estalo para cima, completamente ereto e latejando.
Caralho, eu quase perdi o fôlego. Era a primeira vez que via o bicho do meu irmão daquele jeito, totalmente descoberto. O pau do Rafa era grande para caralho, grosso e, por causa do contraste com a pele parda do corpo, a pele da pica era bem mais clara, quase branca, cheia de veias grossas e saltadas que subiam até a cabeça, que já tava brilhando de lubrificação na ponta. Para completar, a base do pau e os ovos eram cercados por um pentelho preto, bem cheio e peludo, que subia num rastro até o umbigo dele.
Rafa deu uma olhada rápida para a minha cama para garantir e, achando que eu tava apagadão, fechou a mãozona em volta do pauzão branco e começou a dar as primeiras sarradas no ar. O barulho da mão dele batendo na carne e a respiração dele ficando pesada tomaram conta do quarto. Ele subia e descia a mão apertando bem, fazendo a cabeça do pau estalar vermelha de sangue a cada descida. Meu pau deu um solavanco na cueca na mesma hora, ficando duro feito pedra.
Depois de alguns minutos intensos de safadeza, com o quarto tomado pelo cheiro de tesão, o Rafa deu uma gemida abafada, acelerou a mão com força e jorrou uma porra grossa que voou longe, caindo um pouco na perna dele e o resto no chão. Ele ficou ali, arquejando, tentando recuperar o fôlego com o pauzão branco ainda meio rígido e babando porra.
Lentamente, ele se levantou da cama, completamente nu, com aquele corpo magro e o pauzão balançando cheio de porra, e começou a caminhar em direção ao banheiro do corredor para se limpar no escuro.
Só que, no meio do caminho, ele deu um passo em falso, pisou em falso perto da minha cama e acabou parando bem do meu lado, olhando fixamente para o meu corpo. Foi aí que ele percebeu que o lençol da minha cama tava todo revirado e que a minha cueca tava com uma barraca armada que quase rasgava o pano.
Rafa travou no lugar, com o pau ainda melado de porra, e esticou a mão devagar na direção do meu volume, sem saber se eu tava mesmo dormindo ou só assistindo o show...

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Comentários (2)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Lucas: Show

    Responder↴ • uid:gqbzyy2hi