Banheiro da Balada
Fiz uma loucura no banheiro da balada.
Era noite e eu estava animadíssimo na balada LGBT. O som pulsava ao meu redor, as luzes coloridas piscavam em ritmos alucinantes enquanto o suor escorria pelos corpos que se contorcendo no salão lotado de gente bonita querida demais pra ficar parada.
Eu me sentia livre, leve e solto como só um espaço LGBT pode te deixar. Depois de algum tempo senti meu coração acelerar quando avistei ele: um rapaz moreno, alto que combinavam perfeitamente comigo.
Ele dançava sensual e despretensioso ao mesmo tempo. Seus movimentos eram fluídos como os reflexos na água enquanto ele balançou a cabeça para trás rindo com uma amiga em um grupo colorido.
Decidi ir até lá e puxar assunto: "Oi! Gostei do seu visual. Achei que combina comigo". Ele sorriu de lado exibindo dentes brancos perfeitos enquanto respondia, ainda dançando ao som da música eletrônica que tocava alto no salão lotado:
— Obrigado gato! Também gosto muito desse tanquinho seu...
Conversamos e rimos durante algumas músicas. Ele me encarava fixamente com seus olhos brilhantes, como se estivesse querendo alguma coisa além dos beijos e do papo legal que estávamos tendo, ele simplesmente disse:
— Quer ir no banheiro comigo?
Fiquei surpreso e excitado. Sem pensar duas vezes aceite a proposta sabendo o que iria rolar. Enquanto nos esgueiramos até os fundos da boate, passando pela multidão de gente que se divertia.
Entrando na cabine do banheiro escuro com azulejos brancos meio sujos, ele me prensou na parede enquanto enfiava sua língua quente dentro da minha boca, em beijos intensos.
Nossos corpos se esfregavam cheios de tesão. Ele desceu as mãos por baixo do meu short sentindo os músculos tensões das minhas coxas até chegar no volume que crescia cada vez mais duro entre elas com o desejo crescente pelo sexo gostoso e selvagem dentro daquele banheiro apertado demais, sem janelas nem espaço pra nada além dos corpos quentes em movimento.
Ele tirou meu short rapidamente enquanto eu me despi completamente. Ficamos pelados apenas de cueca que não escondia quase mais a ereção latejando loucamente pelo tesão daquilo tudo.
Sem cerimônia nenhuma ele me virou contra parede fria e úmida do banheiro que cheirava à cigarro velho enquanto pressionava seu pau duro na bunda apertada coberta apenas por uma cueca fininha de algodão. Ele começou a rebolar devagarinho, esfregando gostoso entre as minhas pernas me deixando louco demais com aqueles movimentos sensuais e provocantes.
— Quero te foder bem aqui! — ele sussurrou no meu ouvido enquanto mordia o lóbulo da minha orelha de leve. Eu só pude gemer alto quando senti sua mão escorregar pra dentro do boxe apertando a carne quente latejante, massageando com desejo.
Ele tiro-a cueca pro lado e enfiou dois dedos lubrificados pelo próprio pré-sêmen na bunda virada contra parede enquanto eu sentia meu pau pulsar de tanto tesão. Com mais um beijo gostoso ele penetrou fundo devagarinho me fazendo sentir cada centímetro daquela pica grossa, quente demais dentro do corpo que se contorcia sem pudores em movimentos selvagens.
Eu gemi alto sentindo cada centímetro daquela pica grossa, quente demais dentro do meu corpo que se contorcia sem pudores em movimentos selvagens enquanto ele me fodia gostoso contra a parede úmida daquele banheiro apertado. Ele começou com um ritmo devagarzinho pra depois acelerar e meter mais forte fundo na minha bunda virada pro seu pau latejante de tesão.
— Geme bem alto! — ordenou entre dentes cerrados, suando da transa gostosa que nos consumia completamente ali no escuro do banheiro lotado demais pros nossos corpos quentíssimos se contorcendo em prazer intenso. Eu obedeci e gritei enquanto ele me fodia com força cada vez maior meteu fundo até eu sentir suas bolas batem na minha bunda empinada.
A sensação era incrível, meu pau latejava sem parar só de pensar que tinha um desconhecido gostoso demais dentro do banheiro da baladeira enfiado inteirinho naquela bundinha apertadíssima. Ele começou a me penetrar com força ainda maior enquanto segurava firme em meus quadris pra não escorregar daquele corpo quente e suado pelo tesão.
— Quero gozar bem fundo! — sussurrou rouco no meu ouvido entre uma estocada forte na bundinha que já estava toda molhada de pré-sêmen. Eu só pude gemer alto enquanto sentia cada centímetro daquela pica grossa me fodendo com força total dentro daquele buraco apertadíssimo, louquinho pra gozar gostoso junto.
Ele aumentou mais ainda o ritmo frenético dos movimentos que nos levavam pro clímáx inevitável. Com uma última estocada forte e fundinha ele grunhiu alto enquanto esporrava jatos quentes de porra bem dentro da minha bunda virilha pra cima na parede suja daquele banheiro apertado demais pros nossos corpos tesudos transando loucamente.
Eu gozei junto com aquele pau gostoso enfiado até o talo me fazendo sentir cada centímetro dos espasmos intensos de tanto orgasmo enquanto ele continuava metendo fundo, sem parar um minuto sequer pra descansar daquele sexo selvagem e desvairado que nos tomou completamente ali dentro da balada.
Depois do gozo intenso meu amante desconhecido não parava quieto. Ainda ofegante ele ajoelhou na frente das minhas pernas trêmulas e sem pensar duas vezes começou chupar gostoso meu pau duro latejando de tesão, lambendo cada gota que escorria pra fora da cabecinha inchada.
Eu soltei um gemido alto ao sentir a boca quente envolvida naquela boquinha gulosa. Ele sugava com gosto e habilidade enquanto massageavam as minhas bolas pesadas cheias daquele leitinho gostoso ainda guardado dentro delas, louco pra esguichar tudo em jatos brancos.
Ele chupou meu pau como se não houvesse amanhã metendo a mão na bunda apertada pra fazer umas carícias e apalpar com vontade enquanto me masturbava devagarzinho. Aquilo era demais, eu que já tinha gozado antes sentia que tinha que gozar logo senão iria enloucado de tanto tesão.
Com uma das mãos ele acariciou meu pau latejante do começo até a cabecinha inchada pra depois engolir tudo inteiro numa só vez bem fundo na garganta enquanto metia os dedos no buraquinho ainda sensível. Eu gozei forte em jatos quentes que encheram toda aquela boquinhas gulosa, fazendo ele gemer e sorrir satisfeito.
— Que delícia! — exclamou ao se levantar pra me beijar gostoso na boca misturando nossas saliva com meu próprio gosto de porra.
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