#Estupro #Gay #Sado

Carlos, o ativo homofóbico de São Paulo

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Fabio M.

Carlos mete em viado qdo não encontra mulher, pra ele, buraco é buraco e serve pra ser destruído.

Eu me chamo Carlos, 27 anos, puro macho. Corpo de quem malha pesado na academia e trabalha duro. Ombros largos, braço grosso, barba sempre por fazer e um olhar que a maioria das pessoas baixa na hora.
Sou simples: meto rola no que tiver buraco. Buceta, cu, boca… tanto faz. Sem frescura, sem mimimi, sem papo de “respeito” ou “consentimento demorado”. Se eu tô com tesão, eu como. Ponto final.
Gosto de mulher pra casar, pra mostrar pros amigos e pra foder gostoso quando elas merecem. Mas quando a mina me dá um fora ou me deixa com o pau latejando… aí eu procuro um buraco qualquer. Pode ser um viado, pra mim, nem é gente, viado é buraco. Buraco que existe pra receber rola grossa, pra aguentar estocada sem choramingar, pra usar e descarregar.
Eu não sou gay. Nem fodendo. Eu só uso o que tá disponível. E viado é fácil, silencioso e aguenta porra bem fundo. Perfeito pra descarregar leite acumulado.
O último que comi foi por falta de boceta, eu tava numa festa aqui na zona sul de São Paulo.
A festa estava lotada e quente. O funk pesado saía das caixas de som com aquele grave que vibrava no peito e descia até o saco. O quintal grande da casa no subúrbio cheirava a cigarro, maconha, cerveja derramada e perfume doce de mulher. Eu já tinha virado umas seis latas e o tesão subia junto com o álcool.
Foi quando eu vi ela: Luciana.
Morena de pele macia e brilhante, cabelo preto liso caindo até o meio das costas, olhos grandes e boca carnuda. O short jeans era tão curto e justo que a metade de baixo da bunda empinada ficava à mostra, a barra do tecido marcando a curva perfeita. O cropped branco justo marcava os seios médios e firmes, deixando a barriga lisinha e bronzeada à mostra, com um piercing prateado no umbigo que refletia as luzes coloridas toda vez que ela mexia o quadril.
Eu me aproximei devagar, confiante. Comecei com papo leve, elogiando o jeito que ela dançava, o sorriso, o corpo. Logo ela estava rindo, relaxada. Eu fui colando aos poucos. Primeiro a mão na cintura fina, depois descendo devagar até segurar firme na bunda macia e empinada. Ela não tirou. Pelo contrário: rebolou mais gostoso, esfregando aquela bundinha contra meu pau que já endurecia rápido dentro da calça.
— Caralho, você dança gostoso pra porra — murmurei rouco no ouvido dela, mordendo de leve o lóbulo enquanto apertava a carne macia da bunda com as duas mãos.
Letícia soltou uma risadinha baixa, virou o rosto e me deu um selinho rápido, quase provocante. Ganhei moral. Fiquei mais ousado. Colado atrás dela, meu pau já bem duro roçando no vinco da bunda por cima do short enquanto dançávamos. Deslizei uma mão por baixo do cropped, sentindo a pele quente e macia da barriga, subindo devagar até roçar a base dos seios. Ela respirava mais rápido, o corpo quente contra o meu.
Dançamos umas cinco músicas assim, cada vez mais colados. Eu beijava o pescoço dela, lambia de leve, apertava a bunda com vontade, roçava o pau latejando com força contra ela. Luciana gemia baixinho, quase no meu ouvido, rebolando mais devagar, provocante.
Quando a batida ficou mais lenta e sensual, eu virei ela de frente. Segurei o rosto dela com as duas mãos e meti um beijo profundo. Língua quente, molhada, explorando a boca dela com fome. Ela correspondeu, apertando meu peito, enfiando as unhas de leve na minha camisa. Desci as mãos novamente, apertando a bunda com força, quase enfiando os dedos por baixo do shortinho, sentindo o calor que saía entre as coxas dela.
— Vamos pra um canto mais escuro? — perguntei, voz rouca de tesão, mordendo o lábio inferior dela.
Ela concordou com um sorriso safado. Fomos andando abraçados até o fundo do quintal, atrás de uma árvore grande e velha que dava uma boa privacidade. Lá eu colei ela contra o tronco com meu corpo. Levantei uma das pernas dela, encaixando meu quadril entre as coxas. Meu pau latejava forte, roçando direto na virilha dela. Beijei o pescoço com vontade, chupando a pele, desci beijando até o decote do cropped. Puxei o tecido pra cima com os dentes e chupei um dos mamilos duros, lambendo e mordendo de leve enquanto minha mão entrava por baixo do short, sentindo a bucetinha já molhada por cima da calcinha fina.
— Porra, você tá encharcada... — rosnei, esfregando o dedo médio no clitóris inchado. — Tô doido pra te comer, Lulu. Vou te foder gostoso a noite inteira.
Ela gemeu alto, apertando meus ombros, rebolando contra minha mão. Eu já estava abrindo o botão do short dela quando ouvimos vozes se aproximando.
— Luciana! Lú, cadê você? — chamou uma das amigas, voz alta e urgente.
Duas meninas apareceram no canto da árvore. Uma delas, loira de cabelo cacheado, olhou a cena e fez cara de reprovação.
— Lú, a gente tá te procurando! Vem, a gente vai embora agora.
Luciana ficou vermelha, afastou minha mão rapidamente e ajeitou o cropped e o short, respirando ainda acelerada.
— Meninas... eu...
A outra amiga, morena de piercing no nariz, me olhou de cima a baixo e depois virou pra ela:
— Lembra o que a gente conversou? Você disse que não queria nada hoje. Tá naqueles dias, né? E esse cara aí... melhor não.
Luciana me olhou com cara de quem estava envergonhada, mas aliviada com a interrupção.
— Olha... você é bem legal, bonito, beija pra caralho e dança gostoso... mas eu realmente não tô no clima hoje. Desculpa mesmo. Tô naqueles dias e bebi demais. Valeu pela companhia, de verdade.
Eu ainda estava com o pau latejando, a mão melada do tesão dela, cara de frustração.
— Pô, a gente tava se entendendo tão bem... — tentei.
A loira cortou seco:
— Ela já falou que não quer. Respeita, cara.
Luciana ainda me deu um sorrisinho sem graça e foi embora com as amigas, as três se afastando de braços dados enquanto eu ficava ali, sozinho atrás da árvore, pau duro latejando dentro da calça, tesão travado e ego queimando de raiva.
Fiquei puto da vida atrás daquela árvore, pau latejando, mão ainda cheirando à buceta molhada da Luciana que não quis dar. Acendi um cigarro e fui pro canto mais escuro do quintal. Foi quando notei aquele viadinho magrelo me secando.
Pele clara, cabelo castanho bagunçado, uns 22 anos. Olhos fixos no meu volume na calça, mordendo o lábio, desviando e voltando. Um oferecido de merda.
Fui direto nele:
— Tá me secando faz tempo, né, viadinho? Quer rola?
Ele corou, mas balançou a cabeça que sim. Não perdi tempo com papo. Levei ele pro carro. No caminho, abri o zíper e mandei:
— Chupa, porra.
O viado se inclinou e engoliu meu pau com fome, babando, engasgando enquanto eu dirigia com uma mão na cabeça dele, fodendo sua garganta. No motel, joguei as chaves na cara dele:
— Paga o quarto, viado. É você quem vai levar no cu hoje.
Ele pagou tremendo. Assim que entramos e tranquei a porta, eu já estava cheio de raiva acumulada da Luciana. Joguei ele de bruços na cama, baixei a calça e a cueca até os tornozelos e cuspi grosso bem no cu rosado e apertado.
Segurei a nuca dele com força, prensando o rosto contra o colchão, e alinhei a cabeça grossa do meu pau. Empurrei com raiva. O anel apertado resistiu, queimando quente contra mim. Forcei mais, sentindo a glande larga abrindo ele devagar, centímetro por centímetro. O viado soltou um grito abafado no travesseiro, o corpo inteiro tensionando, pernas tremendo descontroladas.
— Aaaahhh! Tá muito grosso… dói pra caralho! Por favor, devagar!
— Cala a boca, viado de merda. Cu de viado serve pra ser destruído mesmo. Isso é o que vocês merecem.
Meti até o talo. O intestino dele apertava meu pau como um punho quente, molhado e pulsante, cada veia minha sentindo a pressão desesperada. O cheiro de suor fresco e medo subia dele. Comecei a socar com força bruta, estocadas pesadas que faziam minhas bolas baterem contra a bunda branca. Cada pancada funda arrancava um gemido agudo de dor dele, o cu piscando e contraindo ao redor da base grossa do meu pau. O barulho molhado e obsceno ecoava no quarto pequeno.
Eu suava, respirando pesado, metendo com ódio. Raiva da mina que me deixou de pau duro, raiva desse viadinho patético que servia só pra isso.
Puxei ele pelos cabelos e coloquei de quatro, bunda empinada. Segurei o cabelo bagunçado como rédea e meti de uma vez só até o fundo. Ele arqueou o corpo inteiro, gritando:
— Tá rasgando! Tá rasgando meu cu, por favor!
— Sente cada veia, sua puta. Isso aí… cu de viado é pra levar rola sem dó.
Fodia com violência, o corpo magrelo dele balançando pra frente a cada estocada. Estapeava forte a bunda branca, deixando marcas vermelhas que ardiam. O cu dele inchava rápido, ficando vermelho vivo, esticado ao máximo ao redor da minha grossura. Ele chorava, baba escorrendo da boca aberta, o pauzinho mole balançando entre as pernas de tanto sofrimento. O cheiro de sexo bruto, suor e cu preenchia o quarto.
Sem tirar o pau, virei ele de lado, levantei uma perna dele bem alto, quase encostando no ombro. Nessa posição eu via tudo: meu pau grosso entrando e saindo, o buraco inchado se abrindo obscenamente, as bordas vermelhas esticadas. Meti fundo, girando os quadris, sentindo a cabeça do pau pressionar bem lá no fundo, contra as paredes internas quentes. Ele gritava a cada estocada, olhos revirando, lágrimas escorrendo pelo rosto suado.
— Tá muito fundo… tô sentindo no estômago… ai meu Deus, Para! Você está me estuprando!
— Para porra nenhuma. Você vai aguentar tudo que eu quiser.
O cu dele pulsava desesperado ao meu redor, quente e molhado. Gozei a primeira vez assim, jatos grossos e quentes explodindo fundo no intestino dele. Ele gemeu alto, sentindo o volume me enchendo. Mas eu não parei. Continuei socando o cu melado de porra, o som agora ainda mais nojento, molhado, porra branca escorrendo pelas coxas pálidas dele e sujando o lençol.
Puxei ele por cima de mim, deitando de costas. Segurei a cintura fina com as duas mãos e forcei ele a sentar no meu pau.
— Desce tudo, viado. Quero ver você sentar até o saco.
Ele tremia inteiro, rosto contorcido de dor enquanto descia devagar. Eu empurrava os quadris pra cima com força, metendo de baixo, fazendo ele quicar. Cada descida engolia meu pau inteiro, porra da primeira gozada escorrendo pra fora, lambuzando minhas bolas e coxas. As mãos dele tremiam no meu peito, unhas cravando minha pele enquanto ele gemia rouco, sofrendo a cada quicada.
Finalmente joguei ele de costas, levantei as pernas dele até quase dobrar ele ao meio e me deitei por cima com todo meu peso. Peito contra peito, olhando nos olhos lacrimejantes dele. Meti fundo nessa posição, estocadas brutais, o colchão rangendo alto. Nossas peles suadas batiam forte. O cu dele pulsava desesperado, apertando meu pau de dor a cada vez que eu batia fundo.
— Tá me partindo ao meio… dói demais… por favor… — implorava, voz falhando.
— Isso mesmo. Chora, viadinho. Vocês servem pra isso: levar rola e sofrer.
Gozei a segunda vez bem fundo, jatos potentes enchendo ele ainda mais, fazendo a barriguinha dele inchar levemente com o volume de porra. O calor e a pressão eram insanos.
Sem dar descanso, virei ele de bruços novamente, prendi os pulsos nas costas com uma mão e meti com tudo. O cu estava completamente destruído: escancarado, vermelho vivo, bordas inchadas e moles, piscando sem controle. Cada estocada forte fazia grossas golfadas de porra branca jorrarem pra fora ao redor do meu pau, escorrendo quente pelas coxas dele. Ele já não gritava mais — só gemia fraco, corpo mole, tremendo sem parar, completamente quebrado.
Quando finalmente tirei, o buraco ficou horrivelmente aberto, uma cratera vermelha e pulsando, soltando um rio grosso de porra que encharcava o lençol e as coxas dele. O cheiro forte de sêmen, suor e cu arrombado dominava o quarto.
Esfreguei o pau sujo na cara e na boca dele:
— Lambe tudo, seu viado nojento.
Ele lambeu chorando, língua tremendo.
Vesti a calça, estendi a mão e mandei:
— Carteira. Agora.
Ainda de quatro, cu destruído vazando sem parar, ele entregou tudo tremendo. Peguei os quase quinhentos reais e guardei no bolso. Joguei a carteira vazia na cara dele.
— Você pagou o motel, pagou a foda e ainda me deu lucro. Serve exatamente pra isso: levar rola sem dó, sofrer, chorar e bancar a conta. Agora fica aí, cheio de porra no cu, sem um centavo.
Saí do quarto rindo baixo, o pau aliviado e o bolso mais cheio. Aquela frustração da Luciana tinha sido bem descarregada. É pra isso que existe viado, nasceram pra satisfazer machos.

Comentários (3)

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  • Roberto: Porra, bem nojento. Esses "heteros" quando provam uma rola não param nunca mais.

    Responder↴ • uid:1dx884n9b723
    • Fabio M.: A ideia era retratar um tipo bem comum, aquele cara q jura q é hetero pq não dá o cu, só come viado... Eu sei já encontre vários, alguns até sabem meter, mas esse tipo de cara é lixo.

      • uid:1djtx15hgujc
  • Diego: Péssimo!

    Responder↴ • uid:1ea61mhbnlgg