Escravo Familiar: Capítulo 32 (A Alma de Homem Inocente)
Ao chegar em casa, fui tomar um novo banho. Estava exausto, precisava revigorar minhas energias. Separei uma roupa limpa e segui para o banheiro.
Abri a porta e comecei a tirar minhas roupas, meu tênis, minha meia e minha calcinha. Quando já estava pelado, olhei-me no espelho, sentia-me tão bonito, eu via meu reflexo e sentia um desejo diferente, sentia-me mais gostoso, mais sexual do que nunca.
Meu corpo, graças a Deus, não tinha marcas permanentes, e até mesmo a marca da minha cirurgia tinha desaparecido, como se nunca tivesse existido.
Virei-me e fui para a privada, fiz minhas necessidades e, em seguida, abri a porta do box de vidro, entrei e abri o chuveiro, deixando a água quente cair pelo meu corpo cansado.
Cerca de 20 minutos depois desliguei o chuveiro, sequei-me com a toalha de banho e fui cuidar da minha pele do rosto e do corpo com cremes e séruns.
Depois de todo o processo do rosto e do corpo realizados, vesti minhas roupas e saí do banheiro, indo para meu quarto.
Entrei e fui passar um creme nas mãos e nos pés, que estavam extremamente doloridos. Quando terminei, saí do quarto e fui atrás de papai; precisava de novas orientações sobre meu próximo dia.
Subi as escadas indo para o segundo andar da casa. Pela glória divina, meu irmão Thiago não estava em casa, então não iria me pentelhar por um tempo.
Quando cheguei à porta do quarto de papai, entrei pegando-o pelado; seu pau mole balançava livremente no meio das pernas definidas, porém magras.
— Oi, bebê do papai, já tomou banho, querido?
— Sim, papai!
— Que ótimo, querido! O que queres?
— Quero minhas orientações dos próximos dias. Já tem planos para mim?
— Nossa, meu filho, pensei que depois de hoje você gostaria de um descanso; seus últimos dias foram puxados.
— Que nada, papai, já acostumei. Acho que seria mais estranho se eu não tivesse uma maratona de sexo todo dia para correr. Falei, dando uma risadinha.
— Certo, putinha do papai. Na verdade, ainda não sei quem é seu próximo macho, mas até a hora de dormir te falo, ok?
— Sem problemas, papai. Vou então ver mamãe, mas daqui a pouco eu volto para dormir com o senhor!
— Tudo bem, meu docinho!
Sai do quarto de papai, mas antes dei uma boa olhada na sua pica gostosa e na sua bunda branquela, lambendo os beiços. Mas sabia que na hora que deitasse ao seu lado , ele iria dormir dentro de mim, então não passaria tanta vontade.
Sai do quarto, deixando papai para trás, e desci as escadas para poder ir para casa de mamãe. Desci o segundo lance que dá acesso à garagem, depois virei para a esquerda e subi mais dois lances que passavam pelo depósito de material do papai e pelas duas lajes. Subi um terceiro lance de escadas, chegando à porta da casa de mamãe, e bati.
TOC TOC TOC
Pus a mão na maçaneta e a girei.
— Mãe! Chamei.
— Oi, filho, estou na sala!
Entrei e fui até ela.
— Oi, meu amor, tudo bem?
— Está! Vim ver a senhora e comer. Tem comida?
— Claro! Mamãe vai te ajudar, venha!
Ela levantou-se do sofá e veio junto a mim para a cozinha.
— Tem arroz, feijão, peito de frango e salada de repolho. O suco de goiaba está na geladeira, se você quiser!
— Ok.
— Como anda sua rotina, filho? Cansado?
— Um pouco, mãe. Papai disse-me que amanhã vou ter outro macho da família para satisfazer.
— É exaustivo, né, filhote?
— É, mas eu gosto! Faz-me bem e entretém-me de certa forma.
— Que bom! Coma e vá descansar; você tem que ter descanso às vezes!
— Sim, senhora, mamãe!
Fiz meu prato e esquentei no micro-ondas; depois sentei-me à mesa para comer. Cada garfada era uma delícia; meu estômago resmungava de satisfação por finalmente estar sendo alimentado por comida novamente e não só por porra e mijo de macho, que eu amo, porém não me sustenta.
Depois que terminei, lavei meu prato e deixei escorrendo no escorredor de louças. Fui até mamãe e perguntei se ela precisava de algo. Ela disse que não, e eu dei um beijo nela e fui de volta para casa.
Quando cheguei na parte de baixo da casa, papai chamou-me:
— João Pedro, vem cá, princesa!
Subi os dois lances de escada e fui até a sala de estar. Papai estava jogado no sofá, todo arreganhado, seminu, assistindo televisão e mandando mensagem ao mesmo tempo.
— Filhote, amanhã nós vamos para seu tio Chico, mas dessa vez não vamos para o sítio, e sim para a casa dele. Preciso discutir com ele alguns assuntos relacionados ao trabalho e pegar alguns materiais que estou precisando e que meus fornecedores ainda não me enviaram. Vou querer que você vá junto para ajudar a carregar o carro.
Não tem nada marcado com ele no quesito de sexo ou com um dos seus três primos. No entanto, eu conheço bem seu primo Woody e sei que aquele pentelho vai querer algo. Vou deixar você ciente de que tem permissão para satisfazê-lo, ok? Mas vou conversar com ele antes de te liberar.
— Ok, papai! O senhor já vai para a cama agora?
— Não, docinho, só lá pelas 22:30. Por quê?
— Vai querer fazer amor hoje?
— Bebê, papai não está muito na vibe, estou com a cabeça em outro lugar, mas quero pelo menos dormir dentro de você hoje!
— Tá bom então, papai, daqui a pouco eu subo para dormirmos.
— Ok, gatinha! Papai disse-me e deu-me um selinho nos lábios.
Afastei-me dele e fui para meu quarto no andar de baixo.
Era por volta das 22:00 quando escutei meu irmão Thiago chegar. Ele subiu as escadas e veio para meu quarto.
TOC TOC TOC
Ele abriu a porta, que estava somente encostada, e colocou a cabeça para dentro.
— E aí, putinha, cadê o pai?
— Está lá em cima! Respondi.
— Ok! Ele disse, mandando um beijinho para mim, e, como é sem qualquer gota de pudor, tirou sua deliciosa pica para fora da cueca e da calça que ele usava, balançou e expôs a cabeça, rindo com cara de safado.
Eu sorri de volta, lambendo os lábios, e ele saiu do meu quarto.
Quando foi por volta das 22:50, saí do computador, desligando-o, e fui para o banheiro escovar meus dentes e retirar minhas lentes de contato para ir dormir.
Sai do meu quarto, passei pelo corredor e fui para o banheiro. Entrei, retirei minhas lentes e fiz xixi novamente. Sai do banheiro, e meu irmão descia do andar de cima.
— Em breve irei te foder de novo, putinha. Já conversei com papai, mas ele não disse quando.
— Sem problemas! Respondi.
Virei-me para ir para o quarto de papai, e ele veio atrás de mim. Subindo a escada atrás de mim, ele me encoxou, fazendo eu sentir seu pau duro. Dei uma rebolada e desvencilhei-me dele.
Terminei de subir as escadas e abri a porta do quarto de papai e entrei, virei-me para fechar a porta, e ele estava com a pica para fora, batendo punheta e me olhando no corredor. Dei um sorrisinho, lambendo os lábios, e fechei a porta.
Alguns minutos depois, papai entrou no quarto, foi para o banheiro, escovou os dentes, retirou suas roupas e deitou pelado ao meu lado na cama.
Eu aconcheguei-me no seu peito e empinei bem minha bunda. Papai segurou seu cacete que estava endurecendo e expôs a cabeça rosada, abriu minhas nádegas e pincelou meu cuzinho, cuspiu na mão e passou no seu caralho e no meu cuzinho, penetrando-o em seguida.
— huuum! Gemi baixinho.
Ele se acomodou, segurou na minha cintura e enfiou seu pau até bater as bolas na minha bunda, depois enfiou a cara no meu pescoço, deu algumas bombadas leves e relaxou o corpo.
Nossos corpos se aqueceram e, em alguns instantes, depois adormecemos grudados.
Na manhã seguinte, acordei com papai ainda dentro de mim. Espreguicei-me sem sair do lugar e esperei em seus braços, que me envolviam, ele acordar.
Tempos depois, senti-o me beijar, sua barba por fazer furava de leve meu pescoço, sua mão alisava minha barriga, e ele pegava no meu pau às vezes, dando pequenos apertos para excitar-me.
Quando reparou que eu já estava acordado, saudou-me.
— Bom dia, tchutchuco! Dormiu bem?
— Com o senhor sempre!
— Ótimo, papai vai te chupar rapidinho e levantamos, ok? Vamos sair daqui a pouquinho.
— Tá bom!
Papai se enfiou debaixo do cobertor e virou-me de barriga para cima, abriu minhas pernas e foi para o meio delas. Em seguida segurou meu pau com a ereção matinal, bateu uma leve punheta para mim e bateu com meu cacete duro na sua cara; logo depois caiu de boca chupando-me forte.
— Hãããããã, papai, que boquinha gostosa! Huum!
Eu contorcia-me na cama enquanto ele chupava-me, puxando delicadamente meu saco.
— Huuuuuuuuuum.
Glub, glub, glub, glub, glub.
Pffffffffffffffffffffffff!
Gozei, inundando sua boca quente e molhada com minha porra.
Papai retirou meu pau mole da boca e, sem engolir a minha porra, veio para meus lábios e compartilhou comigo, me beijando.
Em seguida, levantamos, fomos para o banheiro e escovamos os dentes. Fizemos nossas necessidades e, logo, nos arrumamos.
Coloquei uma roupa simples, uma calça jeans, uma camiseta e All Star. Papai colocou uma roupa na mesma vibe que eu e saímos do quarto, indo para o andar de baixo.
Tomamos café na cozinha de casa. Enquanto tomava café, mandei mensagem para minha mãe avisando que já havia acordado e que estava prestes a sair com papai. Ela me respondeu com um: "Bom dia, filho! Tá bom, até mais tarde, te amo! "
Mandei um "também te amo" e, logo após o café da manhã, eu e papai fomos para a garagem, entramos dentro do carro e partimos para a casa do meu tio Chico.
Era por volta das 10:00 da manhã, quando papai estacionou o carro de ré na frente do portão que dava acesso ao depósito de materiais da casa do meu tio Chico. Ele desligou o carro e saímos de dentro; fomos até o portão social e tocamos a campainha.
DING DONG!!
AU! AU!
Escutamos o Luke latir do lado de dentro. E, um tempo depois, meu tio veio abrir a porta.
— Bom dia, queridos! Como vocês estão? Meu tio perguntou, dando um beijo e um abraço no meu pai e, em seguida, em mim.
— Bom dia, Chico, estamos bem, obrigado! Disse papai.
— Entrem, vamos lá para o depósito, já estava organizando tudo!
Entramos e fomos direto para o depósito. Meu tio apertou o botão que abriu o portão automático, revelando o carro de papai do outro lado.
Papai entrou no carro e colocou-o para dentro da garagem de ré. Saiu de dentro e abriu as portas traseiras.
Os dois começaram a conversar e selecionar os produtos que iriam ser carregados. Um tempinho depois, meu primo Woody saiu de dentro de casa e veio até nós nos cumprimentar.
— Bom dia, tio! Bom dia, primo!
— Bom dia, Woody, como você está?
— Bem, tio!
— E aí, docinho, como vai? — disse-me, cumprimentando.
— Bem, primo! Respondi — e você?
— Bem, e aí, está dando muito esse cuzinho por aí?
— Ei, respeita seu primo! Meu tio Chico repreendeu-o.
— Calma, pai, nós já o fodemos antes, então só quero saber como andam as coisas. Ele disse.
— Não arrume problemas com seu tio Woody; você viu o que aconteceu comigo.
— Mas também, pai, você foi um jumento fazendo o que você fez. Ele disse para meu tio.
— Garoto, você me respeite, senão eu te quebro na porrada. Não me provoca.
— Blá blá blá! Que saco! Respondeu meu primo.
— Quer saber de uma coisa? Vou lá para dentro. Quer vir, priminho, comigo?
— Vai lá, filho, faz companhia para seu primo enquanto o pai carrega o carro. Se papai precisar de ajuda, o pai chama.
— Tá bom, papai! Respondi e fui indo atrás do meu primo.
Entrei na casa do meu tio e não encontrei meu primo.
— Woody! Chamei.
— Fala, bixinha, estou aqui no meu quarto, vem cá.
Fui até seu quarto e deparei-me com ele só de cueca boxer, mexendo no celular, jogado na sua cama.
Aproximei-me dele e sentei-me ao seu lado. Meu primo atualmente tem 33 anos; desde a adolescência sempre foi arruaceiro, gostava de causar com os primos. Ele, mesmo depois que envelheceu, ganhou mais idade, não perdeu seu jeito de mulecão.
Uma coisa que me intrigava era que ele estava na casa do meu tio, no seu antigo quarto, sendo que ele já é casado e tem a sua própria casa.
Como não sou muito discreto, logo ele me perguntou por que eu estava tão inquieto.
— Que foi, viadinho? O que foi que você não para de me olhar? Quer pica?
— Que isso, primo, só estou me perguntando por que você voltou para a casa do seu pai, se você é casado e tem sua própria casa?!
— Kkk, eu briguei com minha mulher ontem e acabei vindo para casa do meu pai para poder aliviar a tensão em casa. Mas isso não é da sua conta.
— Desculpa aí, então! Só estava curioso.
— Toma cuidado, priminho, não se intrometa no que não é da sua conta, pode te custar as pregas. Ele disse, rindo-se e alisando seu cacete.
— A propósito, estou há tempos sem foder uma bucetinha. Quer aliviar seu primo aqui, não?
— Você sabe que precisa conversar com meu pai antes, não sabe?
— Sei, mas fala aí para mim: se ele permitir, você dá o cuzinho para mim?
— Nesse caso não posso negar! Você sabe muito bem disso.
— Mas você quer?
— Na verdade, não. Faz pouco tempo que eu estava transando, então prefiro ficar quieto na minha.
— Que pena, eu iria amar te foder.
— Fica para uma próxima.
— Ok.
Levantei-me da cama e comecei a sair do seu quarto.
— Ei, putinha, onde você vai?
— Atrás do meu pai! Respondi e saí do quarto dele.
Fui ao depósito do meu tio ver como andavam as coisas. Quando cheguei no fim do depósito, onde dava acesso à rua, o carro do papai estava fechado e, do lado de fora do portão, meu pai e tio não estavam mais ali. Virei-me e estava prestes a sair do depósito quando esbarrei no meu primo.
— Ai! Falei, esbarrando nele.
— Já que nossos pais não estão mais aqui, vem mamar um pouquinho.
— Não, aqui não, e você tem que pedir permissão para meu pai.
— Eu já pedi, putinha, deixa eu foder você de uma vez, anda!
— Nossa, você é chato, hein?
— Vai logo, só uma mamada e te deixo em paz.
Fiquei ali pensando: senhor, para que meu pai foi inventar de me transformar em escravo sexual? Se eu negar muito, vou acabar sendo punido por isso, então é melhor permitir logo.
— Tá, mas não me machuque!
— Sem problemas.
Ele pegou na minha mão e levou-me para uma parte do depósito onde não dava para nos ver quem entrasse ali.
Arrumou o chão, passando uma vassoura e colocando algumas sacolas que meu tio vende para eu poder deitar e ajoelhar. Em seguida, começou a tirar suas roupas.
Primeiro retirou a camiseta, deixando seu peitoral, barriga e braços definidos da academia à minha vista; depois retirou seu chinelão dos grandes pés 43 e arriou a bermuda junto com a cueca, deixando sua bela pica de 20 centímetros já dura e com a cabeça semi coberta pela pele, com o líquido de pré-gozo já escorrendo.
Logo em seguida, ajudou-me a ficar pelado. Levantei meus braços e ele segurou na barra da minha camiseta e puxou-a para cima, passando pela minha cabeça. Quando viu meus peitos, abaixou sua cabeça e abocanhou meu mamilo esquerdo, enquanto com as mãos segurava e apertava meu peito com firmeza.
— Hãããããã! Gemi um pouco alto.
— Shhh! Quieto. Ele pediu para que controlasse o volume dos meus gemidos, voltando a chupar meus mamilos e peitos.
Depois alternou para o peito direito, lambendo-o e brincando com a língua no meu mamilo, apertou forte, fazendo eu gemer, abrindo a boca sem emitir som. Chupou sugando com força, depois mordiscou fazendo eu me agarrar a seus cabelos negros, lisos, cortados em estilo social, e foi descendo, beijando e lambendo minha barriga, que a essa hora já se encontrava quente e suada.
Depois abriu minha calça jeans e a abaixou junto com minha calcinha, libertando meu pau que estourava preso na calcinha e na calça. Pediu, com as mãos batendo de leve no meu tornozelo, que eu levantasse um pé de cada vez para retirar de vez minha calça e calcinha, e logo as jogou para o lado. Em seguida, voltou para minha virilha, deu uma pequena subida com a língua até meu umbigo e desceu lambendo minha virilha. Depois segurou no meu pau com firmeza e passou a me masturbar. — Huuum! — gemi, enfiando os dedos no seu cabelo e jogando minha cabeça para trás em total êxtase.
Logo, senti sua boca se abrir e abocanhar com gosto meu pau duro.
— Hãããããã! Gemi, curvando-me para frente.
Ele sugava forte, parecendo que queria arrancar meu pau com a boca, movimentando sua cabeça com total agilidade de quem já sabia e tinha experiência.
Logo, segurou meu saco enquanto ainda chupava e massageou; depois retirou meu cacete duro da boca e enfiou meus ovos durinhos e raspados, sugando, mordiscando e lambendo.
— Nossa, como você é gostoso, primo! Ele disse, voltando a me chupar.
— Huuuuuuuuuum! Eu só sabia gemer, contorcendo-me todo e segurando no seu cabelo.
Em seguida, ele saiu do meu pau e virou-me de costas para ele, ainda agachado.
Empinou meu rabo e abriu minhas nádegas, e em seguida enfiou a cara no meio delas, espremendo minhas nádegas em volta do seu rosto. Senti-o aspirar meu cu com força.
FSSSSS
Depois, ele soltou minha bunda e, ainda com seu rosto próximo dela, abriu novamente minhas nádegas e meteu sua língua molhada, lambuzando todo meu cuzinho com sua saliva.
Eu piscava meu cuzinho apertado na sua língua, provocando-o e instigando-o ainda mais; rebolava para mostrar para ele que era ali que ele tinha que estar.
Quando cansou, afastou seu rosto e deu-me uma sequência de vários tapas.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
Depois de beijos em toda a minha bunda.
Muá muá muá muá muá muá muá muá muá muá muá muá muá muá muá.
Depois, ele se ergueu e, segurando no meu rosto com as duas mãos, tascou-me um belo beijo de língua molhado, fazendo com que eu perdesse o fôlego. Enquanto nos beijávamos, ele passou a dar inúmeros tapas no meu rabo.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
— Haaaiiinnn! Gemi na sua boca.
Logo após, separou-se de mim e virou-me de costas para ele, direcionou-me para a pilha de sacolinhas e pediu para eu apoiar-me nela.
Em seguida, empinou mais minha bunda, abriu as bandas, deixando o meu cu à mostra, e cuspiu nos dedos, em seguida enfiou um — Huuum! —, dois — Hããã! — e depois três — Aaaaiih! Gemi tentando desviar o rabo.
PLAFT!!
— Aquieta-te, queria pica vai levar PICA!
Logo começou a movimentar os dedos, entrando e saindo, entrando e saindo, rodou um pouco para um lado, depois para o outro. Quando estava satisfeito, virou-se de lado e abaixou-se, pegando sua calça no chão. Dentro dos bolsos, tinha uma camisinha.
Pensei: "O filho da puta é previnidíssimo, com certeza deve estar acostumado a ter alguém para foder em momentos inoportunos.
Logo ele encapou sua deliciosa ferramenta, passou um pouco de cuspe no pau e no meu cuzinho, arrumou melhor nossas posições, abrindo mais minhas pernas e empinando mais minha bunda, separou um pouco elas e, segurando o pau duro com a mão direita, deu aquela pincelada de respeito, arrepiando-me todo. Depois expôs a cabeça e, encostando-a na minha portinha, começou a forçar para entrar.
— Huuuuuuuuuum! Gemi com a força que ele fez para entrar.
— Aaaai, caralho, que cu apertado da porra! Quando eu comi a primeira vez, não era tão apertado assim! Huum! O que aconteceu de lá para cá? Ele perguntou-me, forçando mais a pica para entrar.
— Desde a vez em que meu tio Írio… Aí vai com calma, porra, …meu cu ficou apertado assim depois de eu ter que fazer uma cirurgia nele depois do meu tio Írio destruí-lo, você com certeza sabe da história.
— Huum, caralho, verdade, não pensei que estaria tão apertado depois da cirurgia. Não anda dando mais, não?
— Claro que ando, porém não importa quantas vezes eu foda, bem com o que ou quem, ele fica apertado para sempre, como se eu nunca na vida perdesse a virgindade.
— Aããããh! Esse foi o melhor presente, então, que os médicos deram para nós, machos da família. Aaaaaaaaaaaah! Finalmente entrou!
Caralho, que pica gostosa da porra, não quero nunca mais sair dela.
Quando finalmente senti as bolas baterem na minha bunda, ele esperou um pouco para eu me acostumar. Comecei a piscar meu cu loucamente, fazendo ambos delirarem.
— Não faça isso, eu vou gozar rápido demais — ele disse, mordendo o dorso da mão e com o corpo agitado, contorcendo os deliciosos pezões e tremendo em êxtase.
Esperamos alguns segundos agarrados, e, quando ele conseguiu se controlar, deu início às bombadas.
PLOC,... PLOC..., PLOC..., PLOC... PLOC...
— Ôh! Ôh! Ôh!
Seu ritmo era lento, cadenciado; ele tinha um rebolado especial no meio das estocadas que fazia toda a diferença.
Ele então segurou firme na minha cintura e bombou gostoso, PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC. Seu saco batia forte no meu, fazendo eu gemer mais. Eu sentia uma espécie de fúria correr pelas veias do seu cacete conforme ele aumentava o ritmo e a força das estocadas no meu cu.
Eu urrava de prazer, tentando manter o equilíbrio para não cairmos enquanto ele destruía meu cuzinho. Nossos corpos estavam suados, pegajosos, e a todo momento ele puxava-me para sua boca, dando-me beijos molhados de língua. Ele segurava na minha garganta e apoiava seus pezões na sacola para facilitar a entrada do pau até as bolas.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Minutos depois senti visgadas no meu pau e no dele dentro do meu cu, e ele começou a falar:
— Hãããããã! Vou gozar, primo, vou gozar, viado, vou gozar depósito de leite de macho. Aaaaaaah!
E juntos gozamos, ele dentro de mim e eu nas sacolas, sem ao menos me tocar.
Pffffffffffffffffffffffff!
Pffffffffffffffffffffffff!
Arf Arf Arf Arf Arf Arf
Caímos os dois grudados em cima da pilha de sacolas, exaustos, arfando como se acabássemos de correr um longo período, que na verdade corremos, mas em busca dos nossos orgasmos.
Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf
...
Minutos depois, ele saiu de dentro de mim e retirou a camisinha cheia de porra. Eu a tomei de suas mãos e, antes que ele apertasse o nó, suguei até a última gota de porra presa ao látex do preservativo, e só então eu amarrei o preservativo para jogar fora. Ajoelhei-me aos seus pés e segurei seu pau flácido na boca.
— O que você está fazendo? Ele perguntou - me.
— Quero que você mije na minha boca! Respondi.
— Hahaha, é pra já!
Em segundos, comecei a sentir seu mijo invadir minha boca e eu não desperdicei nenhuma gota, lambendo no final a glande para retirar as últimas gotas de mijo.
Ainda sujos da foda, recolhemos e colocamos as nossas roupas e saímos do depósito do meu tio sem fazer mais barulhos.
Entramos na casa discretamente e fomos para o banheiro. Ele me puxou para debaixo do chuveiro e tomamos um belo banho.
Depois saímos um de cada vez do banheiro, com intervalos, para que ninguém nos flagrasse ou questionasse.
Meu primo saiu primeiro e foi para seu quarto. Minutos depois, saí e fui atrás dele, olhando para ver se meu pai ou meu tio estavam observando algo.
Entrei no seu quarto e nós dois nos trocamos. A todo momento ele beijava-me e dizia:
— Depois vou querer mais.
— Claro, mas acredito que, nas próximas vezes, vamos ter que pedir para meu senhor antes. Por mais que ele saiba de tudo que rolou agora.
— Ué, como assim?
— Meu pai já sabia que você iria tentar me traçar hoje, então, antes de sairmos de casa, ele me deu total permissão para fodermos. Então, não se preocupe, não vai dar nenhum problema.
— Tem certeza?
— Absoluta!
— Ok, então, priminho gostoso! Ele disse-me, apertando minha bunda.
Saímos do quarto um tempo depois e fomos atrás de nossos pais.
— Gostou, Woody, do cu do seu primo? Tá mais apertado agora, né?
— Porra, tio, assim a queima-roupa é tenso!
Meu pai, eu e meu tio explodimos em uma gargalhada.
HAHAHAHAHAHAHA!
— Não se preocupe, sobrinho, eu já tinha liberado meu filho para foder com você, não vou querer te sodomizar ou castigar.
— Que bom para mim!
— Filho, coma alguma coisa, daqui a pouco precisamos ir embora!
— Ok, papai!
Comecei a comer um pão recheado com calabresa que estava em cima da mesa, enquanto papai e titio conversavam animados sobre trabalho.
Por volta das 12:00, fomos embora. Papai deixou-me em casa e partiu para o trabalho.
— Até mais tarde, gatinha do pai!
— Até mais tarde, papai!
Papai foi embora trabalhar e eu fui para dentro de casa.
Mandei mensagem para minha mãe avisando que estava em casa e fui para meu quarto.
Liguei meu computador e voltei para minhas músicas e para as redes sociais, matando o tempo até papai retornar do trabalho e, quem sabe, informar-me quem será o próximo macho que eu tenho que satisfazer.
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