Achei uma camisinha usada na calçada da minha vizinha (Com uma porra Grossa)
Conto erótico voltado para fetichistas em encontrar camisinhas usadas com muita porra por aí! Nem tudo é 100% real. Mas 50%, quem sabe !!!!
Me chamo Maria Estela, tenho 24 anos, e moro numa cidadezinha no interior de São Paulo. Não vou falar muito sobre a minha vida pública, porque não é esse o intuito do conto, então vamos direto ao ponto !
Sempre fui muito fetichista, mas muito reservada em relação a isso, porque não é sempre que encontramos alguém assim também. Um dos meus fetiches sempre foi por encontrar camisinhas usadas. Na minha rua não é tão raro encontrar. Vira e mexe quando estou andando, encontro uma jogada no chão, geralmente em terrenos baldios, mas raramente tenho a oportunidade de pegar, pois sempre que encontro estou em público.
Lembro de uma certa vez onde tive a sorte grande de encontrar uma jogada na calçada da casa da minha vizinha. Era de manhã muito cedo quando estava saindo e vi, o melhor é que não havia ninguém na rua ainda, pois era muito cedo. Voltei pra dentro de casa e peguei uma vassoura e pá. Comecei a varrer minha calçada, pra disfarçar caso alguém passasse na hora, e na primeira oportunidade joguei a camisinha na pá e entrei dentro de casa !
Fui direto para o banheiro. A camisinha estava com um nó, e na ponta tinha uma boa quantidade de porra. Era uma porra grossa e muito branca. Não era fina. Aquilo me deu um tesão muito grande. Fiquei a me perguntar : de quem seria essa porra ? Quem será que ele havia comido na noite passada. Muitas alternativas se passavam pela minha cabeça.
Óbvio que tenho noção que porra de desconhecido pode conter doenças, mas nem por isso me privo de sentir essa sensação deliciosa com cuidado. A primeira coisa que fiz foi lavar a parte de fora da camisinha, sem desatar o nó. Depois de muito bem lavada, coloquei na boca e chupei muito aquela camisinha com a porra na ponta, imaginando ser o pau de quem quer que fosse ali. Bem, como encontrei a camisinha na calçada da vizinha, deixei minha imaginação trabalhar. Então imaginei que aquela porra fosse do filho dela, um moleque de 18 anos, que joga futebol todos os dias, e chega em casa sempre com o suor escorrendo pelo corpo.
Depois de lamber e chupar aquela camisinha, desatei o nó, e senti o cheirão forte daquela porra grossa e branca. Nossa, um cheiro de gala muito forte. Aos poucos fui colocando minha língua ali dentro e melando a pontinha dela para poder sentir o gostinho daquele leite. Meu tesão já estava a mil, e alisei minha bucetinha que já estava bem molhadinha de tesão. Enquanto sentia o sabor maravilhoso daquela gala, eu enfiava dois dedos na minha bucetinha molhada. Aquela sensação estava tão incrível, que nem vi as horas passando.
Aos poucos fui virando a camisinha na minha boca, coloquei só metade. Fiquei com aquela porra grossa passeando pela minha boca, sentindo o gosto forte do macho que havia gozado ali dentro. Era um sabor que dificilmente eu iria esquecer. Não engoli. Tirei minha roupa e cuspi a porra sobre os meus seios, e deixei escorrendo até chegar na minha bucetinha. Quando a porra chegou na minha buceta, usei minha mão para espalhar como se fosse um creme. Espalhei a gala por toda minha buceta e tbm na entrada do meu cuzinho.
E foi justamente nessa hora que não resisti, aproveitei a porra e enfiei meus dedos lubrificados de gala no meu cu. Fiz movimentos deliciosos de vai e vem. Minha buceta tava tão molhada que meu mel começou a pingar no chão. Foi aí que fui revezando, entre dedilhar minha buceta e o meu cuzinho, tudo isso, claro, lubrificado com aquela porra deliciosa. Peguei o restante da porra na camisinha e derramei encima da minha buceta, e novamente espalhei bem gostoso deixando minha xana literalmente coberta de gala. Virei a camisinha ao avesso e chupei muito, me deliciando com cada gotinha que havia restado ali. Foi assim que não resisti e gozei, gozei dedando minha buceta melada do meu próprio mel e da porra da camisinha que eu havia encontrado. QUE DELÍCIA.
Depois disso tomei banho, me limpei, joguei a camisinha, dessa vez vazia, fora, e fui trabalhar. Mas aquilo ficou na minha cabeça demais. Eu só imaginava que eu precisava mais e mais disso. Porém já sabia que outra oportunidade assim seria muito rara. Foi então que pensei : e se eu trabalhasse em um motel ?
Certamente seria mais fácil encontrar caminhas usadas em motel, já que muita gente vai transar lá. Essa ideia ficou na minha cabeça muito fixa ! E então no outro dia comecei a entregar currículos online nos motéis da minha cidade, com o intuito de uma vaga para camareira. Não queria nada de atendimento ou cozinha. Queria poder entrar nos quartos após as transas.
Bom, depois de algumas semanas, eis que chega uma notificação no meu email. SIM, veio aí !!!! Uma entrevista de emprego para um dos motéis que eu havia enviado currículo. Fiquei muito contente e fui muito feliz pra entrevista. Bom, o resultado do que aconteceu daqui em diante irei contar no próximo conto. Mas já adianto que sim, fui contratada. Agora é só se aventurar e tentar encontrar o máximo de porra possível para poder satisfazer esse meu fetiche.
E vc ? Sente esse tesão por camisinha usada ? Já encontrou aí na sua rua ? Ah, outra coisa, sei que é bem fácil encontrar em bailes e boates, mas não me atrai tanto. Gosto de achar em locais onde não são comuns. Tipo, rua, calçada etc. Em relação a motéis é bem comum, eu sei, mas é um local onde geralmente as pessoas vão exclusivamente para isso, fuder e gozar. Enfim, deixem nos comentários se vc tbm curte. Quero conhecer amigos fetichistas nessa área!
Bjs e até a próxima...
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Comentários (3)
Grafit Cacetudo 22cm: Tu e um gay viado que doença e essa de gosta de borra na bolsa eu penso que uma Mulher gosta mais de porra dentro da buceta
Responder↴ • uid:8k40b7yxikt taradobam: Se tivesse deixado o t seria bem mais interessante
Responder↴ • uid:1e1snfhuvh9iJonathas: Nossa que delicia 😏🤤amei
Responder↴ • uid:1eim946jubid