Meu melhor amigo hétero levou uma surra de pica e teve que pedir arrego
Depois de foder o Jonathan gostoso no chuveiro e dormir com ele na cama, descansamos um pouco.
Fui comprar um lanche e comemos no apto.
Chamei ele pra sala, ainda pelados.
Sentamos no sofá. Não demorou nada e já me deu vontade de fazer putaria de novo com ele. Meu amigo Jonathan… novinho, magrinho, branquinho, hétero, ali pelado, com o corpo ainda marcado pelo nosso sexo… puro tesão.
Empurrei ele no sofá, de frango assado.
Fiquei entre as pernas abertas dele.
Beijei sua boca, mordendo de leve seu lábio inferior.
Comecei a beijar seu pescoço e desci para seu peito. Fui lambendo e chupando os mamilos dele… naquele corpo branquinho, iam ficando marcados e vermelhos a cada chupada.
Desci para seu umbigo… e cheguei no pau dele, que pulsava de tesão. Com uma mão, punhetava; com a outra, apertava as bolas.
A “boquinha” do pau dele minava um melzinho transparente. Lambi devagar e provoquei a cabecinha com a língua… Ele foi à loucura de tesão.
Jonathan jogou o rosto pra trás, gemendo baixinho.
Mais melzinho minava da pica dele a cada movimento da minha língua.
Então abri bem suas pernas e passei a língua entre elas, arrancando dele um gemido forte no mesmo instante.
Já sem paciência pra provocar, subi meu corpo sobre o dele e encaixei meu pau na entradinha do cú dele, pincelando devagar pra cima e pra baixo… O melzinho lubrificante ia melando cada vez mais o corpo dele, enquanto eu aproveitava cada reação, cada arrepio e cada gemido baixinho que escapava da boca daquele novinho.
Abre logo esse cuzinho pro teu macho, vai, minha putinha…
— Cadê a camisinha?
— Aaah, Jonathan… cala a boca, né. Tu tá me dando o cu o dia todo sem camisinha, vai querer ela agora? Hoje eu comi teu cu e você vai continuar sentindo minha pica dentro de você, com minha porra escorrendo todas as vezes que eu gozar dentro de você. Confessa logo que curte sentir teu cú sendo invadido pela minha vara…
— Seu tarado fdp… tu decidiu me ter pra puta mesmo.
— Olha como fala com teu macho… Posso te punir, putinho…
— Ah é? O que você vai fazer?
— Posso te arrombar tão forte que você vai implorar pra eu gozar logo e tirar de dentro de você…
— Cala a boca, cara.
— Duvida, é????
— Tá afim de sexo agressivo dessa vez?
— Tô muito afim de ver meu melhor amigo hétero implorando pro comedor dele gozar logo, porque não aguenta mais levar pica no cú, isso sim.
Antes do Jonathan falar qualquer coisa, puxei ele mais contra mim e encaixei de uma vez, arrancando um gemido alto no mesmo instante. O corpo dele reagiu na hora, tenso, tentando se acostumar ao ritmo forte que eu impunha.
— Aai… fdp…
— Relaxa e abre mais pra mim, vai…
— Caralho, mano… tá ardendo…
— Cala a boca patinha… Isso é sexo de macho…
Então tirei tudo de dentro e virei ele de bruços no sofá. Seu corpo estava entregue a mim como um brinquedinho sexual… E o Jonathan estava muito excitado com isso.
Ajoelhei sobre a bunda dele. Posicionei meu corpo contra o dele e, sem avisar, abracei ele por trás, encaixando de novo até nossos corpos ficarem totalmente colados. Ele gemeu gostoso, segurando a respiração. Naquela posição de submisso, ele só conseguia relaxar e me receber, enquanto eu aproveitava cada reação daquele corpo branquinho tremendo embaixo do meu.
A vontade de gozar era enorme vendo ele perder a postura de hétero aos poucos e se entregando a ser minha putinha.
Então puxei ele de volta, virei seu corpo na posição “frango assado” e coloquei uma almofada embaixo da bunda dele.
O pau do safado estava molhado de melzinho… mas por nada abaixava.
Segurei ele pelo ombro e fui encaixando forte, arrancando dele um gemido alto e muito gostoso.
Os peitinhos dele continuavam vermelhos e marcados pelas chupadas. A cada movimento mais intenso, dava pra perceber a vontade dele de gemer alto ou perder completamente o controle, mas ele ainda tentava manter aquela pose de macho hétero, se recusando a a assumir o papel de putinha no cio.
Abaixei o rosto e beijei ele devagar, aprofundando o beijo enquanto nossos corpos se pressionavam cada vez mais. Ele correspondeu num êxtase absoluto. O pau dele não parava de minar melzinho transparente entre nossos corpos colados.
Nosso sexo foi ficando cada vez mais bruto… Eu aumentei o ritmo e, pra minha surpresa, ele fechou as pernas em volta do meu corpo, me puxando ainda mais pra perto. Meu amigo hétero não confessava, mas naquele momento confessava que tinha virado minha putinha particular.
Um arrepio gostoso subiu pelo meu corpo enquanto eu observava ele gemendo sendo enrabado daquele jeito, entregue. Senti jatos de porra vindo forte, dilatando minha pica e invadindo forte o cuzinho dele, mesmo gozando, continuei metendo sem parar, fazendo nossos corpos tremerem colados um no outro, Jonathan sentindo me agarrou com as pernas mais ainda, me puxando como se dissesse sem falar “me fode meu macho”
Logo senti jatos da pica dele sendo expelidos em minha direção, no qual recebi em meu peito e em meu rosto com muito gosto. Com isso, ainda nos beijamos sentindo o gosto dele.
Mesmo exaustos, continuamos abraçados por alguns segundos, tentando recuperar o fôlego. Aos poucos, fomos nos soltando devagar. Ele disse sentir um vazio dentro dele quando me afastei.
Tomamos banho e passei mais pomada nele, para amenizar o estrago que eu tinha feito no cú dele.
Depois, ele ligou pra namorada desmarcando o encontro daquela noite porque estava “passando mal”. Ela nem imaginava a surra de pica que o então namorado hétero dela e meu melhor amigo tinha levado.
Nos despedimos e ele foi em direção ao elevador.
Fiquei observando da porta do apto o Jonathan andando meio estranho pelo corredor do prédio. Meu amigo, estava com o cú literalmente arrombado e vazando porra.
Toda aquela intensidade, mistura de tesão, dominação e entrega, transformou aquele dia em um momento inesquecível pra nós dois.
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