#Incesto #Teen #Traições #Voyeur

Eu vou te dar, mas... antes, quero que coma outra - Parte 03

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Provocadora

Dizem que os homens se excitam e pensam em sexo mais do que as mulheres... Eu acho isso um mito. A verdade é que as mulheres sabem disfarçar e controlar mais seus desejos e libido. Talvez os homens são mais propensos a cometer loucuras, a não pensar duas vezes antes de se jogar numa aventura sexual. E se esses homens forem coagidos por um tipo malicioso de mulher, aquele tipo que sempre consegue o que quer, eles podem se tornar escravos sexuais delas ou até mesmo meras distrações para elas conseguirem algo maior.

Jeferson passou as últimas horas pensando seriamente em desistir de fazer a loucura que a filha caçula da namorada, Liana, lhe pediu... induzir a morena Andreia a levar sua namorada, Luiza, a sapatinha, junto com ela pra cama. Pois achou impossível a possibilidade disso rolar, era coisa de roteiro de filme pornô, surreal demais... ao mesmo tempo, ele sabia que se fizesse isso poderia finalmente comer a própria Liana, e era ela quem mais mexia com os desejos dele, quem mais deixava ele de pau duro dentro da casa e pensando muito em putaria, em pegar ela de jeito e saciar sua vontade. Porém, num ato de consciência, ele andou pensando seriamente se ela valia essa loucura.

O certo é que, mergulhado nessa sua dúvida, ele estava aqui na sala da sua casa, era uma sexta-feira, 13 da tarde. Nisso, Liana aparece, ao seu estilo de ser, na sua essência mais pura, rebolando num shortinho safado aparecendo as loiras bochechas da sua bunda, blusinha tope com decote onde seus fartos peitos sem sutiã balançavam... sentando bem ao lado dele, se agarrando ao braço forte dele e dando um beijo no rosto dele, onde ele até se assustou e olhou para trás, por sobre o sofá no qual estava sentado para ver se a mãe dela não estava por perto.

- Não começa, moleca, te aquieta!

- Tu é medroso, hein?

- Medroso não, só não quero confusão com a tua mãe.

- Então... posso te pedir um favor?

- Quer que eu coma quem, dessa vez?

- kkkkk, relaxa, bobo. É outra coisa... quer dizer... tem a ver com comer... mas é outra coisa.

- O que é?

- Coloca uma bermuda melhor, uma camisa... põe uns tênis... pega a chave do carro da mamãe e me leva pra passear?

Jeferson olhou pra ela com olhos de animação e disse:

- Passear? Quer ir num motel? Decidiu me dar?

- kkkk... Anda, vamo, eu vou colocar uma roupa melhor. Vamo, eu falei pra mamãe e ela deixou já.

Jeferson ficou empolgadaço, pois finalmente ele teria a chance de comer a sua musa, a filha caçula da namorada, afinal, do nada ela decidiu dar pra ele. Que bom, e o melhor, ele não precisaria cumprir mais com o pedido dela de transar com a irmã Luiza e a namorada dela. E assim ele rapidamente se aprontou como ela sugeriu e na sala encontrou ela de short jeans, camisetinha colada e tênis. E com a chave do carro da namorada Laís na mão ele foi deixando a casa junto com ela. E só de pensar que finalmente iria comer ela, seu pau já estava ali trincando de duro em sua bermuda.

No trajeto, enquanto Jeferson dirigia, Liana no banco ao lado era toda alegria, cantando, se remexendo numa dança de ombros diante do som do carro ligado, rebolando sentada, ora abraçando o braço direito dele, passando uma mão no peitoral moreno claro dele entre os botões abertos da sua camisa, colocando sua mão em cima do colo dele, bem no pau dele ali por dentro da sua bermuda e até apalpando... e ele louco, se concentrando na rua, nos carros e motos passando aos lados e atrás, mandando ela ficar quieta... A safada chegou a abrir o zíper da bermuda dele e meteu a mão por dentro da sunga dele... falando:

- Deixa eu ver.

Ele: - Calma. Deixa eu parar o carro.

Ela: - Não, continua dirigindo, eu quero só pegar.

Ela então meteu a mão na sunga azul dele e puxou de dentro o pau dele... que estava aqui durão... ela sentada ao lado dele, segurando a rola dele numa sutil punheta enquanto ele dirigia. E ele ofegante, tarado:

- Cai de boca, anda.

E ela rindo balançou a cabeça falando não, enquanto ainda segurava e punhetava de leve o cacetão dele. E nisso ela falou:

- Entra nessa rua ali.

Ele fez a manobra no carro e obedeceu ela, entrando numa rua mais fechada e ela disse:

- Para ali, ao lado daquela escola.

E ele, estranhando:

- O que diabos tu tá aprontando, hein, menina? Quer parar aqui?

Ela disse enquanto abria a porta do carro ao lado dela:

- Coloca esse pau pra dentro, eu vou pegar minha sobrinha. Ela estuda aqui.

Minutos depois Liana volta ao lado da sobrinha Fernandinha, filha da sua irmã mais velha Lara. Onde elas entraram juntas no banco traseiro, enquanto Jeferson ao volante ficou já meio puto, pois pensou que o tal passeio que a safada falou seria para irem num motel. Ele já estava aqui de pau broxado, levando as duas no banco traseiro como se fosse motorista delas. Enquanto elas conversavam aos risos, brincando uma com a outra, verdadeiras parceiras, a tia Liana com seus 22 aninhos e a sobrinha Fernandinha na flor da idade, aos 17 anos completados recentemente, vestida na sua farda de escola, mochila, tênis, calça jeans surrada colada moldando suas coxas roliças, ressaltando sua bundinha empinada e com uma camiseta de farda tamanho P, que deixava seus peitos avolumados. Nisso, Liana voltou a dar ordem para ele:

- Para naquele shopping ali na frente, vai... Minha sobrinha quer tomar um sorvete.

No shopping, Jeferson sentado na praça de alimentação enquanto as garotas, tia e sobrinha, pareciam duas amigas de colégio, cheias de conversa, risos e empolgação, provando de seus sorvetes com três bolas tanto com colherinhas como com suas línguas, onde Liana meio que lambia o seu sorvete de forma provocativa olhando pra ele... E por falar em provocar, elas eram o tempo todo fofocando entre sorrisos a cada garotão que passava trocando olhares com elas... A sobrinha Fernandinha mostrava ter semelhanças no jeito safado e faceiro de ser com a tia Liana. Jeferson, por sua vez, dedicou-se apenas a se distrair com o seu celular para passar o tempo. Até que ele disse:

- Vamo pra casa?

Elas se levantaram e foram junto com ele deixando o shopping, antes ainda paravam pra comprar picolés... e cada qual com um picolé na mão foi caminhando e devorando à base de lambidinhas. No estacionamento elas entraram no banco da frente. Liana sentada e a sobrinha Fernandinha sentada em seu colo, e ele ao volante mandou uma delas ir pro banco detrás, pois seria perigoso levar elas sentadas juntas desse jeito, mas elas insistiram que queriam assim mesmo. Ele ligou o carro e seguiu de volta pra casa. E durante o trajeto elas rindo, conversando, brincando, ambas ainda com os picolés já bem gastos, onde a ninfeta Fernandinha meteu todo o picolé na sua boca, se exibindo pra tia Liana, que disse:

- Eita, moleca, que habilidade é essa, rsrsr...

A ninfeta puxou o picolé aos sorrisos, de boca melada na cor branca do picolé de coco, que mais parecia esperma escorrendo. Jeferson começou a pensar bobagens enquanto dirigia. E pra mudar completamente o ambiente, eis que Liana disse pra ele:

- Entra naquela rua ali.

Ele: - Não, chega, não vou entrar em lugar nenhum. A gente vai pra casa.

E ela, com a sobrinha no colo, falou pra ela em tom de mimo:

- Ah, que pena, né, amor? A titia prometeu levar você pra conhecer um motel, mas... o tio Jeferson não quer. Que pena.

Jeferson ao volante olhou pra elas, as duas rindo enquanto olhavam pra ele. E nisso ele disse enquanto dava a volta com o carro:

- Ah, suas filhas da puutaa.

Em minutos eles estavam entrando num quarto do tal motel que Liana indicou. Fernandinha estava num misto de tensão e alegria, admirada com o quarto, olhando tudo, mexendo em tudo, aparentando estar debutando no ambiente. Enquanto Jeferson se comportava tal qual um cachorro viçando, olhando pras duas beldades com corpos sutilmente parecidos nos recheios, gostosinhas na mesma proporção.

Liana sentou na beirada da cama enquanto Fernandinha subiu descalça e ficou pulando, pulando, toda moleca, rindo, fazendo seus lisos cabelos pretos mexerem se jogando em seu rosto... Onde então Liana, igualmente rindo do jeito moleque e alegre da sobrinha, disse:

- Vem cá, amor. Senta aqui ao lado da titia, anda.

Fernandinha, com a carinha mais faceira e safada, rindo de um jeito malicioso, sentou ao lado e juntinha a tia Liana enquanto Liana chamou Jeferson com um gesto de cabeça... e ele por sua vez se aproximou delas. Onde então Liana pediu pra ele:

- Mostra pra ela.

Jeferson não estava nem aí se a menina tinha acabado de completar seus 17 anos, ele estava era louco pra comer elas duas, duas beldades novinhas... safadas, e assim ele parou diante delas sentadas ali naquela imensa cama redonda, juntinhas, e foi abrindo sua bermuda e logo desceu com sunga e tudo, fazendo seu cacete enervado saltar diante do rosto delas... pulsando todo duro... Fernandinha de mãozinha na boca riu toda desconfiada abraçada a tia Liana, que agarrou o pau de Jeferson e deu uma puxada nele pra mais junto delas e disse pra sobrinha:

- Pode botar a mãozinha, amor, anda, isso aqui não morde, rsrsrs...

Fernandinha sutilmente colocou sua mão na rola do namorado da sua vó, sendo que ela até se assustou, pois bastou tocar e a rola dele pulsou, ela riu do susto e voltou a tocar... alisando por cima... alisando por baixo... e Liana também segurava, com a mão direita segurando bem rente ao tronco, onde ela ergueu o pau de Jeferson pra cima e disse pra sobrinha:

- Pega nas bolas.

A ninfeta Fernandinha o tempo todo olhando pra rola do namorado da vó com ar de sublimação, tão safada e maliciosa quanto a tia Liana, e assim foi descendo sua mãozinha delicada até o saco dele cheio de pelos pretos e apalpou... Jeferson gemeu de dor, ela gargalhou pedindo desculpas, sempre com a carinha toda faceira, olhos brilhando, exalando excitação tal qual uma criança fazendo traquinagem, e disse:

- Nossa, é grande.

Liana segurando na benga, começou a masturbar. Jeferson em pé gemia, ora olhava pro alto, gemendo, delirando diante das duas molecas, tia e sobrinha brincando com seu cacete. Onde ansioso ele pediu:

- Chupa logo, vai.

Liana deu um beijo ao lado do rosto da sobrinha Fernandinha e sussurrou no ouvidinho direito dela:

- Coloca na boquinha, vai, amor.

Fernandinha deu uma ajeitada em seus lisos cabelos pretos para um lado, debruçou seu rosto para frente e foi lambendo por cima da graúda cabeça rosada da rola de Jeferson, que reagiu gemendo em meio a espasmos involuntários, tamanho o tesão que sentiu com a doce e suave linguinha da netinha da sua namorada tracejando a cabeça do seu pau. E gemeu mais ainda quando a danada abocanhou fazendo:

- rrrhhhhmmmrr...

... e começou a deslizar seus delicados lábios macios encobrindo o falo e os levando até onde conseguia abocanhar... impulsionando sua cabeça com um sutil movimento de rosto para frente, enquanto Liana segurava no pau e o masturbava ao encontro do rosto da sobrinha, falando:

- Que safadinha, tão novinha e já sabe mamar numa rola. Tu já chupou muita pica?

Ela, tirando um pouco sua boca da cabeça da rola de Jeferson:

- algumas, rsrsrs...

Liana: - Safada. Mas foi que nem essa aqui?

E ela respondeu enquanto chupava:

- hhmm-hhmm (balançando sua cabeça de boca no pau)

E Liana, acariciando com uma mão os cabelos pretos e lisos dela e com a outra segurando na rola de Jeferson, dando na boquinha dela:

- Iissooo, iisso... assim mesmo... vai mamando, vai... assimmmrr, mmmrr, aaii que delicia, iisso, não para... desce mais com a boquinha, desce... engole mais... engole... isso, assim... vai comendo a picona, vai, danada. Mostra pra titia que você sabe chupar uma rola, mostra. Aaiiimmrr, que orgulho de você, meu amoorr.

17 aninhos apenas, e embora tímida e discreta em casa, aqui nesse quarto de motel Fernandinha se mostrou bem desinibida e uma experiente devoradora de rola, onde ela sabia perfeitamente como usar sua língua no pau inteirinho, da cabeça ao saco, lambendo aos lados, por baixo... e quando abocanhava a graúda cabeça ela forçava numa socada de boca até onde ela conseguia engolir... chegando a se engasgar e a tossir. Jeferson então tirou um pouco sua rola da boquinha da netinha da sua namorada e deu pra Liana também chupar... Liana tirou o rosto da reta e disse:

- Não, não... Já te falei. O meu momento vai chegar e vai ser quando eu quiser.

Jeferson chamou ela de fresca, e só não ficou tão puto porque a ninfeta Fernandinha estava a fim... Tanto que ela começou a tirar toda a sua roupa da escola, e Jeferson ali em pé diante dela, acompanhando com os olhos enquanto batia uma punheta admirando o corpinho moreno claro dela... A moleca tinha peitos roliços bem gostosos e empinadinhos, toda cheia de curvas, ancas largas e uma bucetinha toda careca no formato de uma boca de golfinho numa virilha morena com marquinha de bronzeado... e a bunda era uma perfeição, redonda e arrebitada, com marquinha de biquíni e duas covinhas sexys acima de cada nádega.

Jeferson pegou essa moleca aos beijos na boquinha dela que ela gemeu... Nisso deitou ela na cama, e ajoelhado ao lado do corpo dela ele ficou embasbacado enquanto admirava cada detalhe, ela ali rindo toda moleca pra ele, e ele passando a mão direita nela, apalpando seus morenos e formosos peitos firmes e macios, com mamilos marrons claro espetadinhos, descendo pela sua trêmula barriguinha, pela sua lisinha virilha até chegar em sua inchada xoxotinha carequinha... Ele ficou acariciando em cima da xoxota dela com as pontas dos seus dedos, e falando:

- Menina, que bucetinha linda você tem.

,,, a qual ele encaixou na palma da sua mão e massageou de leve, apalpando, e perguntou pra ela:

- Você é virgem?

Ela riu pra ele balançando a cabeça negativamente. Liana também riu, e disse pra ele:

- Tu acha mesmo que uma virgem ia te chupar da forma que ela te chupou? Ela só é novinha, mas sabe muito das coisas. Né, amorzinho da titia?

A safadinha da ninfeta apenas ria, enquanto deitada tinha a sua bucetinha bolinada pela grande mão de Jeferson, que foi metendo um dedo e fazendo ela gemer manhosinha... E ele disse:

- Caralho, tu pode não ser mais virgem, mas tua bucetinha é bem apertada, hein, danadinha?

Ele então tirou o dedo da xoxota da ninfeta Fernandinha e deu pra titia Liana chupar... Liana chupou, em seguida ela deu pra ele uma camisinha e disse:

- Coloca logo a pica na bucetinha dela, vai. Eu trouxe ela aqui pra isso.

Jeferson rasgou o envelope da camisinha, pegou, encapou a cabeça rosada da sua rola morena clara e foi desenrolando o preservativo ao puxa-lo pra baixo até o meio da sua rola... enquanto Fernandinha assistia ali deitada... Daí ele foi então ajeitando seu avantajado corpo moreno por sobre o adolescente corpo moreno claro da netinha da sua namorada Laís, onde ela foi abrindo suas pernas pra ele se aconchegar, e ele por cima debruçou seu rosto no dela lhe beijando gostoso a boquinha, ela passando as mãozinhas delicadas no peitoral moreno dele, em seus ombros e braços fortes e ele com a sua mão direita abaixada segurando a sua rola dura por sobre a virilha lisinha dela e assim foi grosando a graúda cabeça no rachadinho melado... e ela gemendo ali por baixo dele e pedindo toda dengosinha:

- aaiiimmm, devagar... põe devagar...

Jeferson por sobre ela, ficou ali segurando sua rola e esfregando o cabeção no rachadinho da xana da ninfeta, com uma certa dificuldade de meter... que buraquinho pequeno a moleca tinha... e ela gemendo ali por baixo dele:

- aaiimmrr, aaiimmrr, aaaiii deevagaaarr...

E Liana, ao lado, só olhando e falando:

- Relaxa, meu amor, quando entrar sua pepekinha vai se acostumar... toda xoxota é elástica, relaxa.

Jeferson deu uma forçada a mais segurando seu pau ali por entre as pernas da ninfeta que ela reagiu se tremendo e gemendo manhosa, sentindo a cabeça da rola dele lhe apartando por dentro da xoxota... onde ele tirou então a sua mão do seu pau e apoiou as duas mãos na cama de um lado e outro do corpo dela deitado por baixo dele e assim foi movimentando seus quadris beeem suave para baixo, forçando a sua rola na bucetinha da danada... que toda agoniada de pernas abertas e mãozinhas apoiadas nos ombros dele gemia toda agoniadinha:

- aaahhhhrrr... aaiiieeeerr, aaii minha peekiiinhaaa... aaiii tiiaa, aaahhhrr...

Jeferson por sobre ela, impressionado, admirado e louco de tesão pelas expressões faciais de dor e agonia no rostinho angelical da ninfeta... ao mesmo tempo sentindo as estreitas paredes quentinhas, macias e meladinhas do canal vaginal da xaninha dela lhe apertando a cabeça da rola, conforme ele ia empurrando mais... mais... mais... até encostar a virilha na dela, por entre as pernas dela. A moleca se tremeu toda... e ele soprando o rostinho dela cheio de expressões de dor... onde ele disse sussurrando pra ela:

- Relaxa, princesa. Vou foder bem devagarzinho pra não doer sua piriquitinha, tá bem?

Ela só gemia de dor e agonia, sentindo aquele homem avantajado por cima dela e por entre suas pernas. E assim ele voltou a mexer seus quadris... num sutil movimento para trás, subindo sua bunda... fazendo os centímetros da sua rola irem saindo da bucetinha dela, sem tirar a ponta... e logo voltou a empurrar mais uma vez, colando a virilha na dela, encostando o cabeção na parede do útero dela, e ela se ardendo toda, se tremendo, revirando os olhos... e a titia Liana sentada ao lado só se deliciando, sentada meio deitada de pernas abertas, com seus peitões loiros para fora da sua blusinha tope erguida e com a mão direita enfiada dentro do seu short jeans aberto, tocando uma siririca na buceta e falando:

- Calma, amorzinho... calmaaa... vai ficar gostosinho já já... Aguenta que agora que ele vai foder... relaxa, vai... aguenta que você vai gostar, amor, aguenta.

Jeferson com as mãos apoiadas na cama de um lado e outro do corpo da ninfeta Fernandinha, começou a mexer mais e mais seus quadris numa sutil bombada no meio das pernas abertas dela, enquanto sentia o seu cacete trincando de tão duro descendo e subindo, indo para baixo e para trás, arregaçando a xoxotinha dela com a cabeçona ali enfiada, a bucetinha da moleca chegou a peidar por conta da compressão de ar, pois a grossura da benga preenchia todo o seu canal vaginal.

Fernandinha era toda agonia ali por baixo do macho da sua avó, sentindo a rola dele se movimentando para trás e para frente entre suas pernas, lhe arregaçando a bucetinha por dentro, sendo que toda vez que o cabeção vinha até encostar no fundo interno da sua prexequinha, ela soltava um:

- aaiimmr... aaiimmrr... aaiimmrr... aaiimmrr...

Gemidos fininhos, falhados por conta da sua respiração ofegante... respirando de boca aberta, olhos ora revirando, ora apertados... numa puta carinha cheia de expressões de dor... E ele louco de tesão foi aumentando o ritmo da socada. E Liana, se acabando na siririca e falando:

- Tá vendo, amor? Tá vendo como é bom sentir uma rola na buceta? Relaxa e aproveita, vaaii... iisso, sente a pica dele se mexendo, seentee... Sente sua pombinha comendo o pirocão dele, seentee... iiissoo... fica assim, não fecha as pernas, deixa ele meter, deixa... iissoo, assiimmrr...

Jeferson maluquinho por sobre a moleca, metendo-lhe a vara, socando, socando, socando... se deliciando com o aperto dessa buceta novinha tão gostosa de meter. E quando então ele sentiu o arregaço, ele começou a bater virilha, e ela começou a se contorcer por baixo dele aos berros, num misto de choro de dor e prazer... e ele já bombando forte no meio dela, e tome rola, tome rola na ninfetinha... que se acabava de gemer:

- rrraaaahhhhrrr... rrraaaahhhhrrr... rrraaaahhhhrrr... rrraaaahhhhrrr...

Liana chegou a acariciar o rostinho dela, soprar, fazer cafunés nos cabelos pretos e lisos dela... pedindo calma a ela, mandando ela curtir... e o colchão da cama trepidando conforme Jeferson bombava tacando virilha no meio da moleca, sapecando a paulada na bucetinha dela sem tirar de dentro... aumentando gradativamente a velocidade do vai e vem, do entra e sai, do desce e sobe... e tome rola, tome rola... Ele gemia mais que um animal, urrava de rosto virado pra cima... mãos apoiadas na cama dos lados do corpo dela e mandando ver virilhadas no meio dela, pau na xana da ninfeta... até que ele gemeu agoniado, falando:

- aaaahhhrr, aaahhh caraalhooo, vô goozaaaarr...

Liana: - Goza na boquinha dela, goozaaa.

Jeferson se ergueu apressado, arrancou a camisinha do seu pau e segurando por sobre a carinha dela, ainda deitada, esguichou jatos e mais jatos de uma branca porra quente... melando o rostinho suado, corado e ofegante de Fernandinha... que ria feito uma moleca travessa enquanto sentia os pingos do esperma lhe caindo no rosto todo. Jeferson segurando seu pau apontado pra carinha dela, se masturbando enquanto gozava... gemia ofegante... e só depois de expelir toda a sua porra, segundos após a leseira do esporro, ele olhou pro seu pau e o viu todo melado de sangue. Ele olhou pra entre as pernas da moleca e viu mais sangue na buceta dela. E disse:

- Caralho, tu era virgem?

E Liana, rindo dele, disse:

- Já era, rsrsrsr...

Ela até se aproximou dele e beijou a boca dele, e ele aproveitou e agarrou ela, falando:

- Vem aqui, sua putinha, agora é você que eu vou meter.

E ela se saiu dele, dando uma outra camisinha pra ele, falando:

- Continua comendo minha princesa, vai.

Fernandinha trocou uns beijos com ele, ele desceu seu rosto mamando nos peitos gostosos dela... e Liana comandando a foda mandou ele deitar e pediu pra ela montar no pau dele. Ele deitou. Fernandinha pegou um travesseiro da cama e passou na buceta, limpando o sangue que ainda tinha entre suas pernas e foi pra cima do colo de Jeferson já deitado na cama e segurando seu pau com camisinha em pé ela foi montando por cima toda jeitosinha, com cuidado, encaixando a racha da sua bucetinha bem na chapeleta rosada do cacete dele... e assim foi sentando e gemendo toda manhosa:

- aaaiimmrrr... aaii que paauu graandeee, rraammmrr...

Ele gemendo de tesão com o aperto da xana dela acolhendo seu pau e ela sentando mais e mais... fazendo sua pererequinha desbeiçada e ainda com filetes de sangue ir engolindo os centímetros da pica dele... a moleca começou movimentar seu corpo para frente e para trás, com as mãos apoiadas no peitoral moreno claro todo suado de Jeferson... e conforme ela ia se jogando nesse balanço de corpo, montada no pau dele, mais ela ia gemendo e ele passando as mãos no corpinho gostoso dela, admirando cada canto, seus peitos formosos super inchadinhos e com mamilos moremos bem estufados de tão durinhos de tesão, começando a trepidar conforme ela ia começando aqui a tacar a bunda na virilha dele, quicando com mais intensidade, fodendo assim o cacete dele com a sua bucetinha numa macetada constante... mexendo sua bunda de cima pra baixo, batendo, batendo, fazendo sua xaninha ir engolindo o cacete dele... ela ficou louquinha:

- aaiimmrr, aaimmrr, rrraahhhhrrr, aaaahhhhrr...

... maluca de tesão, sentada montada na virilha dele, toda empinadinha e assim cavalgou na rola dele maravilhosamente aos olhos dele e da titia Liana, que incitava ela:

- iissoo, amorzinho da titia, pula na pica, puulaa, puulaa, iissoo, assim, mostra pra esse filho da puta que você sabe foder o pau dele, vaaiimmrr, iiissoo, arrebita essa bunda linda, vaaiii... iissoo, não paaraa... bate com força essa bundinha linda, baatee, fode o pau dele, foodeee, dá uma surra de pepekinha na pica desse puto, dááhhh... não paaraa, não paaraa, aassiimmrr, aassiimmrr... aaiii que poderosa você é, coisa linda da tiitiiaaaahhh...

Fernandinha ficou maluca numa disparada cavalgada no pau de Jeferson... onde claramente uma agonia foi crescendo nela, crescendo, crescendo, conforme ela ia acelerando a cavalgada... jogando seus pretos cabelos lisos para um lado e outro, virando seu rosto pra cima, deitando meio curvada para trás, sempre quicando, galopando, indo mais forte, mais, remexendo incrivelmente rápido seus quadris numa malemolência surreal... até que bruscamente ela parou... dando gemidinhos soluçados como se tivesse perdido o ar, chegou a se tremer toda, onde a sua morena bundinha redonda se contraía, com a sua xoxota claramente apertando o pau dele... tudo isso enquanto ela provava de um orgasmo dos mais intensos... e assim foi rebolando ainda sentada nele... aos poucos ela foi desabando de cima dele.

Jeferson louco, todo banhado de suor, ofegando, segurando seu pau e se masturbando deitado na cama, Liana do lado dele, ajoelhada na cama, com sua blusa tope levantada mostrando seus peitões loiros, short jeans aberto meio mostrando a testa da bucetinha... chegou mais perto dele e pegou no pau melado dele, tirou a camisinha e punhetou... falando pra ele:

- Tá doidinho com a minha sobrinha, né, filho da puta? É bom comer uma novinha, né? Quer mais?

E ele: - Eu quero você, sua vagabunda.

E ela: - Vem aqui, Fernandinha, anda, faz uma chupeta nele.

Fernandinha se ajeitou ajoelhada na cama ao lado do corpo dele deitado, debruçou seu rosto segurando a rola dele e caiu de boca engolindo o cabeção e foi deslizando seus lábios abaixo, colocando alguns centímetros ora dentro da sua boquinha pequena conforme ela descia com seu rosto num boquete ritmado. Em alguns momentos ela tirava a boca da rola, cuspia na cabeça e ficava dando lambidas nela toda. E Jeferson se acabando de gemer. Liana falou pra ele então:

- Ensina ela a dar de quatro, vai.

Fernandinha com um sorriso faceiro de menina curiosa em seu rostinho, deu uma jogada com seus cabelos pretos e lisos pra um lado e foi se ajeitando de joelhos e mãos na cama, abrindo a bunda toda arrebitadinha para Jeferson que foi se colocando por trás dela... e claro, encarando a ninfeta nessa posição de cadelinha e assim babou de tesão enquanto vestia a sua rola em mais uma camisinha dada pela tia. Ele mirava aquela bunda morena com marquinha de biquíni, aberta, mostrando um cuzinho fechadinho lindo... e ela toda jeitosinha olhando com aquela sua carinha de moleca por sobre um ombro pra ele, como se pedisse pra ele ir com calma.

Domando ela por trás, a primeira empurrada que ele deu com o cabeção da sua rola no rachado da xoxotinha dela fez a moleca gemer toda manhosa... isso deu mais tesão pra ele. Novinha e manhosa, não tinha coisa mais excitante pra ele enquanto ele ia empurrando mais e mais, aconchegando sua vara dentro dela... e ela de joelhos e mãos na cama, aguentando a fincada:

- aaaiieeeerr...

Jeferson foi sutil ao começar a foda bem devagar, segurando a ninfeta pelos quadris e indo aos poucos, sem pressa, se deliciando com o entra e sai da sua rola dentro da macia e apertada xoxota da netinha da sua namorada. E ela claramente querendo conforme arrebitava ainda mais a rabetinha morena pra ele... que foi puxando mais e mais e aumentando a batida... fazendo ela gemer mais alto... e quando ele percebeu que a danada aguentava uma paulada mais forte na xana, ele começou a puxar ela com mais força e a sapecar a virilha na bundinha dela onde suas nádegas tremiam e ela era arremessada pra frente... fazendo ela se engasgar com seus gemidos ofegados:

- rrraahh, rrraahhrr, rraahhrr, rraahhrr...

E Liana:

- Aguenta, linda. Ele tá com tesão em você, aguenta, aguenta que você vai gostar, vaaii...

Jeferson pegou Fernandinha num puxão de cabelos que a danada subiu ainda mais a bundinha pra ele sentar a madeirada nas nádegas dela causando um puta som de carne batendo ecoando no quarto desse motel, e ao mesmo tempo fodendo a bucetinha dela com socadas frenéticas e aumentando a velocidade... o homem estava tarado pela ninfeta, que gemia chorado, carinha erguida por estar sendo puxada pelos cabelos, peitos balançando por baixo, olhinhos apertados de dor e boquinha aberta soltando e puxando o ar tal qual uma cadelinha cansada... se acabando de sentir a pirocona do namorado da sua avó se mexendo veloz na sua xerequinha para frente e para trás bem rapidão, batendo com o cabeção lá no fundo, socando, socando, socando, e ele louco... tanto por socar como por espiar por cima a rabetinha redonda tão linda, morena e lisinha da ninfeta, toda arrebitada pra ele e tremendo em ondas a cada virilhada desferida com força, ao mesmo tempo se deliciando com a imagem daquele seu cuzinho virado pra cima, estufadinho, piscando... ele não aguentou e parou bruscamente de meter.

Tirou a vara da xaninha dela e já foi agarrando sua bunda, onde caiu de cara, metendo-lhe a boca no meio, dando uma chupada tão voraz e faminta no cuzinho da danada que ela se tremeu agoniada e gemendo num surto de arrepios.

Jeferson de cara enfurnada no rabinho moreno da neta da sua namorada mamou gostoso e empenhado aquele seu pequeno cuzinho lacrado. E ela completamente entregue aos caprichos dele, se sustentando como podia de quatro e mantendo sua bunda na cara dele, chegando a deitar seus peitos e rosto na cama e ficando de bunda erguida pra ele continuar lhe devorando literalmente o cu... ele lambia o rego dela de cima abaixo, dando lambidas da buceta ao cu, do cu a buceta... sem parar, lambidas barulhentas, estaladas, onde a saliva escorria, num constante movimento de rosto para cima e para baixo enfiado no rabo da ninfeta... e ela louca, louca, mordendo a fronha, tremendo seu ventre num puta gelado no estômago... sentindo um tesão tão intenso que era como se ela fosse gozar a qualquer momento... e por ver esse descontrole na sobrinha, Liana chegou junto, ao lado dela, colocou uma mão por baixo dela e siriricou o grelinho da sua xoxota carequinha... a danada se desesperou de vez, cambaleando de quatro, tremendo braços e pernas, até que gemeu alto atingindo um puta orgasmo que lhe arrebentou toda... desabando de rosto na cama aos soluços ofegados.

Já ele, ainda domando a bundinha dela erguida, simplesmente deu uma cusparada no cuzinho dela e encaixou a cabeça da sua rola e assim foi empurrando beeem devagar... Fernandinha assustada disse:

- Nããoo, aí nããooo...

E ele, dominante, segurando a bundinha dela com a esquerda e com a mão direita segurando seu pau de cabeça encaixada em cima do cuzinho cuspido dela, disse:

- Fica quieta.

Jeferson meteu só a cabeça, mas já foi o suficiente pra Fernandinha ir aos céus de dor... dor... dor... muita dor no cu... e ele ali domando ela pelos quadris, mantendo a bunda dele aberta e virada pra ele, enquanto por cima assistia o seu pau sem camisinha ir entrando... pois sim, o safado antes de meter tirou a sua camisinha pra melhor sentir a maciez e a temperatura daquele cuzinho tesudo que a netinha da sua namorada tinha. E assim foi empurrando uns dois centímetros da sua longa rola no cuzinho dela... e deixou parado... Ele não fodeu da mesma forma impetuosa como tinha fodido a bucetinha dela, apenas deixou a ponta da sua rola enfiada no rabicó da safadinha e ficou mexendo o mais lento possível... e ela louca, se vendo de dor, mordendo a fronha, pedindo pra ele tirar, falando até que ia cagar... e ele numa reação de êxtase, gozou... disparando esguichos de esperma bem dentro do cuzinho da ninfeta. Ele deitou de bruços por sobre as costas dela, de quatro por cima dela de quatro, e ficou ali de virilha na bundinha dela enquanto sentia a ponta da sua rola atolada no cu dela, se tremendo, latejando conforme ele dava seus últimos tiros de porra dentro.

E quando ele se ergueu tirando o pau... o esperma veio junto, esperma e sangue misturados, branco e vermelho, onde algumas pregas da ninfeta claramente haviam estourado.

A volta pra casa foi marcada por um silencio dentro do carro, Liana abraçada a sobrinha Fernandinha, dando carinho a ela, as duas rindo, safadas, cochichando coisas entre elas... cúmplices do sexo safado cometido com o namorado da mãe de uma e respectivamente avó da outra. Enquanto ao volante Jeferson as levava, saciado após tamanha tara por elas, embora tenha comido apenas a novinha, e que para ele já foi motivo de total euforia.

Chegando em casa, a dona da casa, Laís, os recebeu no terraço, embora não tenha desconfiado de nada, onde abraçou seu homem, com cheiro do sexo feito com as duas, o beijou no rosto enquanto ele falava estar cansado por conta do trânsito, ao tempo em que tia e sobrinha entravam casa adentro sem nem olhar para Laís, como se tentassem esconder a safadeza exposta em seus rostos e olhares dissimulados depois de usarem e abusarem do homem dela.

Mais tarde, de noite, todos em casa, Luiza de volta do trabalho, no sofá da sala, ao lado da morena Andreia que foi visita-la não só para vê-la, mas também para flertar um pouco com Jeferson, claramente querendo mais uma oportunidade com ele no seu ap... como da mesma forma, Lara, ao lado do marido Arthur, conversando com a sogra do lado de fora, no terraço, aproveitava a porta aberta da sala mostrando ele, assistindo TV, onde toda gulosa e carente ela mandava por meio do seu olhar um convite para que ele fosse na casa dela na manhã seguinte para comê-la outra vez... ou melhor, terminar de comer ela, afinal, ela havia prometido a sua bunda em um novo encontro. E para completar o ambiente de forte tensão sexual, no sofá ao lado e bem mais perto de Jeferson estavam tia e sobrinha, Liana e Fernandinha, ambas trajadas em blusinhas e minissaias, cruzavando e descruzando pernas morenas e loiras numa cena provocativa enquanto cochichavam entre sorrisos, como normalmente elas se comportam, embora aqui e ali Fernandinha deixava escapar por entre pernas a imagem sexy da sua calcinha branquinha em rendinha, Liana por sua vez exibia a ausência da sua... onde bastava Jeferson virar seu rosto e via claramente diante da minissaia erguida nas coxas abertas da filha caçula da sua namorada, o rasgo vermelho da sua rosada xoxotinha.

E claro... isso era apenas a forma mais direta dela de continuar lembrando a ele... que a missão dada ainda tinha que ser cumprida. Assim ele virava seu rosto para o outro lado... e encarava o casal Luiza e Andreia. Imaginando como diabos ele conseguiria tal feito... comer as duas.

Continua...

Obrigada por lerem e comentem por favor.

Comentários (1)

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  • Sabrina: Cada vez melhor t. Sabrina_inc

    Responder↴ • uid:1enwrit5a487