#Gay #Teen #Virgem

O boy lixo e o menino

1.6k palavras | 1 | 4.36 | 👁️
Fabio M.

Ricardo não vale nada, é vai arrombar o viadinho do serviço.

Fala ae parças!
Sou Ricardo, 27 anos, puto, depravado, o que costumam chamar de boy lixo.
Tatuagem pelo corpo malhado, cabelo nevou, 28 anos de pura malandragem.
Eu sou o tipo de cara que consegue pegar qualquer um que eu quiser como cu e xota igual.
Se tem buraco curto meter.
Pra cara, não importa se é o novinho tímido, o casado que finge ser hétero ou o putinho experiente que acha que aguenta tudo. Quando eu decido que quero alguém, ele ou ela acabam cedendo.
Pra mina gosto das que se fazem de santa, mas como puta arrombada também.
Eu tenho paciência, tenho técnica e, principalmente, tenho um pau grosso de 20 cm que faz qualquer um mudar de ideia rapidinho. É assim que funciona pra mim. Eu seduzo, domino e fodo do jeito que eu gosto. E sempre saio no lucro.
Essa história é sobre um dos meus melhores troféus recentes: um novinho virgem que trabalhava como jovem aprendiz no mercado. Tinha acabado de fazer 15 aninhos. Magrinho, cara de santo, daqueles cheios de “não me toques”. Tive que trabalhar ele devagar, dia após dia.
Coçava o saco na frente dele, ia mijar quando via ele entrar no banheiro, aproveitava qualquer oportunidade pra mostrar minha jeba. Ele ficava vermelho na hora, todo tímido. Pegava o mesmo ônibus que ele na volta pra casa, sempre lotado pra caralho. E ali, no meio da multidão suada, eu encoxava aquele rabo virgem sem piedade.
No começo era só roçar de leve. Mas conforme os dias foram passando, eu ficava mais ousado. Apertava meu corpo contra o dele por trás, sentia aquele bundinha pequena e durinha se encaixando perfeitamente na minha virilha. Meu pau já começava a inchar dentro da calça só de sentir o calor do corpo dele. Eu empurrava devagar, esfregando a cabeça grossa do meu cacete bem no meio da fenda do rabinho, por cima da roupa. Ele fingia que não sentia nada, olhava pro celular ou pro chão, mas eu via as orelhas dele ficarem vermelhas e a respiração mudar.
Num dia especialmente lotado, eu tava de pau duro pra caralho. Coloquei a mão no bolso pra disfarçar e puxei o pau pra fora da cueca, só a cabeça pra fora da calça aberta. Encostei direto na bunda dele, só o tecido fino da calça levinha dele separando meu cacete quente e babando de pré-gozo do rabinho virgem. Eu empurrava devagar, sentindo a rola latejar contra o cuzinho apertado. Ele apertava as pernas, mas não saía do lugar. Eu sentia o calor do rabo dele pulsando contra minha glande. Esfreguei mais forte, quase metendo a cabeça do pau entre as nádegas por cima da roupa. Ele deu uma respiradinha rápida, trêmula, mas continuou fingindo que nada acontecia. Meu pau babava tanto que deixou a calça dele toda manchada de mel do meu cacete. Eu quase gozei ali mesmo, no meio do ônibus, só de encoxar aquele viadinho tímido.
Até que eu não aguentei mais.
Num sábado à tarde eu mandei mensagem: “Vem aqui em casa depois do almoço. Preciso falar uma coisa.” Ele veio. Quando abriu a porta, eu atendi só de cueca boxer preta, bem justa, marcando o volume grosso do meu pau semi-duro. Vi o viadinho ficar vermelho na hora, os olhos descendo direto pro meu volume. Sentei no sofá de perna bem aberta, coçando o saco pesado por cima do tecido, puxando a cueca pra cima pra deixar as bolas mais marcadas.
— Tô na seca pra caralho, cara... — falei, olhando bem nos olhos dele. — Tá a fim de me dar uma mamada?
Ele ficou paralisado, gaguejando que não, que nunca tinha feito isso. Eu sorri, levantei, sentei do lado dele e segurei sua mão com firmeza. Levei direto pro meu pau. Coloquei a palma dele por cima da cueca, fazendo ele sentir o calor e o latejar do cacete.
— Só uma punhetinha então... vai...
Ele começou a mexer timidamente. Eu tirei a cueca, liberando meu pau de 20 cm bem grosso, veias saltadas, cabeça rosada e brilhando de pré-gozo. Segurei a nuca dele com carinho primeiro, depois com mais força.
— Dá um beijinho nele... ninguém vai saber...
Ele hesitou, mas cedeu. Quando os lábios rosados encostaram na cabeça do meu pau, eu segurei o cabelo dele e forcei devagar. Meti a rola na boquinha virgem. Ele engasgou forte, os olhos encheram de lágrimas, mas eu não tirei. Fiquei enfiando devagar, sentindo a língua quente e molhada deslizando por baixo da cabeça. Babava tudo, saliva escorrendo pelo meu pau e pelas bolas. Eu fodia a boca dele com calma, segurando a cabeça, empurrando até bater no fundo da garganta. Ele choramingava, mas o pauzinho dele tava duro pra caralho dentro da calça.
Enquanto ele mamava, enfiei a mão dentro da calça dele, passei por baixo da cueca e encontrei aquele cuzinho lisinho, branquinho, virgem. Passei o dedo médio bem devagar no anel apertado, sentindo ele contrair de nervoso. Ele ia perder as pregas hoje.
Levei o viadinho pro quarto. Apaguei todas as luzes, só uma luzinha fraca do corredor. Tirei toda a roupa dele devagar, deixando ele completamente nu. O pauzinho dele era pequeno, duro, pingando. Virei ele de bruços na cama, abri bem aquelas nádegas branquinhas e passei bastante gel frio no cuzinho piscante. Ele tremia inteiro.
Coloquei a cabeça grossa do meu cacete bem no meio do rabinho e empurrei. Porra, como era apertado. O anel resistiu, mas eu forcei mais, sentindo o cuzinho virgem se abrindo devagar ao redor da minha rola. Ele gemeu alto, mordendo o travesseiro. Meti uns 10 cm de uma vez. Fiquei parado um pouco, sentindo o calor apertado pulsando no meu pau. Depois puxei quase tudo e meti de novo, mais fundo.
Puxei ele pra beirada da cama, virei de frente pra mim, levantei as pernas dele nos meus ombros. Queria ver a carinha dele enquanto eu arrebentava aquele rabo. Meti tudo, os 20 cm entrando até o talo. Ele gritou, olhos arregalados, lágrimas escorrendo.
—Tá doendo, tira! - ele implorava.
Fingi Não ouvir, comecei a foder com força, o saco batendo na bunda dele, o quarto cheio do barulho molhado de pau entrando em cu virgem.
Depois de um tempo eu deitei na cama e fiz ele sentar no meu cacete. Segurei a cintura fina e fiz ele quicar, subindo e descendo, engolindo minha rola inteira. O cuzinho dele já tava mais folgado, fazendo barulhinhos molhados toda vez que descia. Ele gemia como uma puta agora, o cu já destruído, sentindo só prazer de ser empalado, o pauzinho balançando, soltando fio de pré-gozo.
Quando eu tava quase gozando, tirei ele do meu pau, virei de quatro e meti com tudo de novo, segurando o quadril e socando forte. Gozei um monte, jatos grossos e quentes enchendo aquele cu virgem até transbordar. Fiquei metendo devagar enquanto gozava, sentindo o cu dele apertar meu pau a cada jato.
Pra terminar, puxei o cacete todo melado de porra e gel e enfiei na boca dele de novo.
— Limpa tudo, vai... chupa meu pau sujo do seu cu.
Ele mamou obediente, chorando baixinho, lambendo cada centímetro, chupando as bolas, limpando tudo com a língua.
Depois ele ficou todo molinho na cama, olhos vidrados, feliz como uma vadia bem comida.
Eu passei a mão no cabelo dele, ainda com o pau meio duro na boca do garoto, e falei bem baixo:
— Agora me escuta. Esse cu é meu. Você vai me mandar uma mensagem marcando o dia que vai voltar aqui pra levar mais rola. Quero você aqui de novo essa semana, entendeu? Vou te foder quantas vezes eu quiser.
Ele tirou o pau da boca devagar, saliva e porra escorrendo no queixo, e respondeu com a voz fraca e rouca:
— Tá bom... eu marco o dia. Vou voltar...
Eu sorri satisfeito e dei um tapinha forte na bunda dele.
— Bom garoto. Agora vai tomar banho, mas antes limpa o banheiro inteiro de quatro, pelado, com minha porra ainda escorrendo do seu cu.
Antes de deixar ele ir embora, ainda comi ele mais uma vez, dessa vez na cozinha, debruçado na pia, metendo enquanto ele lavava a louça, enchendo aquele cu de porra mais uma vez.
Ganhei um cu pra meter quando eu quiser.

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Bigs: Na próxima, fode ele antes de ir pro trabalho, coloca um plug no cuzinho e diz pra ele ficar o dia todo com sua porra no cuzinho

    Responder↴ • uid:v009549j