#Gay

O machão que se apaixonou pelo viadinho...

3.7k palavras | 4 | 4.05 | 👁️
Leandro Silva

O que vou contar hoje é algo 100% verídico, uma situação que ocorreu na minha vida e que talvez sirva de inspiração para homens que estão passando pelo mesmo que passei. Sou um cara de quase 40 anos, solteiro, e que passei toda minha vida achando ser um heterossexual convicto. Iniciei minha vida sexual aos 17 anos. Sempre fui um rapaz bonito e de boa aparência. Moreno, alto, ombros largos, cabelo crespo bem curtinho. Desde a adolescência nunca tive problemas em conquistar mulheres, por isso nunca me casei. Eu era um predador sexual. Gostava de mulheres submissas, que pudesse usar e abusar na cama. Gozava na boca, na cara, comia o cu delas. Por mais recatada que a mulher fosse, elas nunca diziam não pra mim. Vivia minha vida feliz sendo um solteirão comedor, até que um dia as coisas tomaram um outro rumo.

Comecei a trabalhar numa rede de mercado atacadista. Esta empresa tem uma particularidade: eles são adeptos dessa política de "diversidade", e contratam muitas pessoas LGBTs. Foi lá que conheci Gabriel. Ele era um rapaz um pouco mais novo que eu. Moreno jambo, estatura média, barba grande e bem cuidada, corpo estilo "fordo", sendo fortinho e um pouco acima do peso. Assim como muitos caras nessa empresa, ele tinha um jeito meio "suspeito", que me deixava na dúvida se era gay ou não. Mas como lá era algo muito normal, eu nem me ligava muito nisso. Nosso santo bateu logo de cara. Tínhamos uma afinidade incrível, e logo foi-se criando um laço de amizade muito forte entre nós. Trabalhávamos em setores diferentes, mas nosso horário de almoço coincidia, então almoçávamos juntos todos os dias. Pegávamos o mesmo ônibus pra ir pra casa, mas ele descia um pouco antes de mim. E trocávamos mensagens por celular constantemente. Pela primeira vez na vida, tinha uma amizade bacana com alguém. Sempre fui muito reservado quanto a isso, era uma pessoa muito distante e que custava a confiar nas pessoas. Mas com Gabriel era diferente. Éramos como irmãos.

Um belo dia estávamos sentados no pátio do mercado descansando após o almoço, aguardando a hora de voltar ao trabalho. Gabriel se senta ao meu lado de forma que sua perna ficasse bem colada à minha. Geralmente eu não me sinto à vontade com tanta proximidade assim com outro homem, mas com Gabriel era diferente. Estávamos conversando e nem nos demos conta de que estávamos quase sentando um no colo do outro. Entre uma gargalhada e outra, Gabriel encostava sua cabeça no meu ombro como quem procurasse um lugar pra repousar. Entre uma fala e outra, suas mãos alisavam a minha perna. Sem que a gente se desse conta, ele já estava com a cabeça totalmente deitada sobre meu ombro, enquanto sua mão segurava a minha. Foi tão natural! Eu me sentia tão à vontade, que nem percebi que estava começando a ficar excitado. Gabriel falava com a boca bem coladinha no meu ouvido enquanto eu acariciava sua mão. Eu sentia seu cheiro doce, sua respiração, e o calor do seu corpo. Ficamos assim até o sinal tocar pra retornar ao trabalho. Ao se levantar, Gabriel acaba meio que sarrando em mim, dando pra sentir claramente seu pau duro. Ele também estava excitado por estar me tocando. Fiquei pensando nisso o dia todo.
Depois desse dia, comecei a enxergar Gabriel de outra forma. Comecei a reparar mais em seu corpo, em como seu bumbum grande e como suas coxas grossas marcavam sua calça. Como ele era gordinho, suas tetinhas eram salientes e faziam volume em sua camisa. O seu cheiro doce de perfume feminino também me instigava demais. Eu comecei a desenvolver uma tara absurda por ele. Não perdia a oportunidade de tocá-lo. Quando estávamos juntos, minhas mãos estavam sempre tocando ele de alguma forma, seja segurando suas mãos ou alisando sua perna. E Gabriel sempre fazia questão de estar sendo tocado por mim. Sempre que cruzava comigo no trabalho, fazia questão de sarrar a bunda em mim. Bastava eu sentir aquelas nádegas protuberantes encostarem em mim pra que eu ficasse excitado. Eu já não aguentava mais de tesão. Eu precisava fazer algo a respeito.

Um certo dia, ao fim do expediente, pegamos o mesmo ônibus pra voltar pra casa. Nos sentamos sempre no fundo do ônibus, na última fileira. Conversamos durante toda a viagem sobre vários assuntos aleatórios. Conforme foi se aproximando o ponto onde Gabriel desce, ele começa a se ajeitar pra levantar. Ele vira pra mim e diz “Boa noite, até amanhã!” e fica me olhando com a mão estendida esperando uma resposta. Sinceramente, não sei o que deu em mim, mas invés de simplesmente apertar-lhe a mão e responder, eu levo meu rosto em direção ao dele e lhe dou um beijo na boca. Foi apenas um selinho, mas nossos lábios estavam entreabertos, dando pra sentir o sabor de sua saliva. Depois de perceber o que eu fiz, tento disfarçar e respondo “Boa noite pra você também!”. Gabriel dá um sorriso, leva sua mão a meu rosto, e torna a me beijar, dessa vez um beijo de verdade. Foi um beijo rápido, mas muuuuito intenso. Ele me dá mais um selinho de despedida, se levanta e desce do ônibus que acabava de parar. Meu coração estava batendo forte como nunca havia batido antes. Meu pau estava duro feito pedra, eu já o sentia todo melado dentro da cueca. Eu olhava pela janela e via Gabriel caminhando bem devagar se afastando do ônibus. Num impulso rápido, desço e vou correndo até ele, gritando seu nome. Ele para e se vira até mim. Surpreso ao me ver, diz “Ué, o que houve? Por que desceu do ônibus?” Eu não sabia o que responder, apenas o abracei forte. Encaixei sua cabeça bem no meu pescoço. Ele me abraçou forte pela região do tórax, enquanto eu o abraçava por cima de seus ombros. Dava pra sentir seu pau latejar só de encostar na minha perna. Ele fazia questão de sarrar aquilo em mim, parecendo um cachorro no cio. Começamos a nos beijar no meio da rua, sem se importar com nada. Ele interrompe o beijo e me chama pra ir pra sua casa. Gabriel sempre pareceu ser bem resolvido quanto a sua sexualidade, mas também sempre foi muito discreto. Enquanto caminhávamos, não conseguia parar de olhar para o seu bumbum. Ele tem um corpinho até bem feminino pra um homem. Geralmente homens tem ombros largos e quadris estreitos. Gabriel é o oposto. Seu corpo é meio que em formato de Pêra, vai ficando mais largo da cintura pra baixo. Quase não tem pelos no corpo, só mesmo cabelo e barba. Ele tem um traseiro maior do que muita mulher por aí. E eu só conseguia pensar no quanto iria foder aquela bunda nessa noite.

Já na casa dele, a gente volta a se beijar. Eu estava tão afoito pra comer o Gabriel que já ia puxando-o em direção à cama. Mas ele pede calma e sugere que a gente tome um banho antes. Nos dirigimos ao banheiro e começamos a nos despir. Eu tirei a roupa muito rapidamente, pois estava doido pra chegar nos finalmentes. Eu estava excitado como nunca tinha ficado na vida, mal via a hora de ir pra cama com ele. Ele por outro lado, estava bem tranquilo. Foi se despindo devagar, meio que de propósito só pra me provocar. Como eu já disse anteriormente, Gabriel é do tipo fortinho e gordinho. É todo troncudinho, tem mãos grandes e antebraços cheios de veias aparentes. Eu o achava gostoso como nunca tinha achado alguma outra pessoa antes. Eu estava completamente apaixonado por ele. Conforme ele ia tirando as peças de roupa e jogando no chão, meu coração batia mais e mais forte, parecendo que ia saltar pela boca. Na hora em que ele tirou a cueca, eu quase enfartei. Quando ele colocou aquele pau pra fora, eu quase tive um troço. Parecia um pau de um ator de filmes pornô. O bicho nem estava duro e já era muito maior que o meu. Era grosso e com veias salientes. Ele se dirige ao box e me chama pra ir junto. Já debaixo do chuveiro com aquela água quente caindo sobre nós, começamos um a esfregar o corpo do outro. Eu tentava prestar atenção em outra coisa que não fosse aquele pau, mas não tinha como. Conforme a gente ia se esfregando, o pau de Gabriel foi crescendo, crescendo, até ficar totalmente duro. Gabriel leva suas mãos cheias de espuma de sabonete em direção ao meu pau, arregaça ele todo até deixar toda a cabecinha à mostra, e começa a esfregá-lo. Eu não resisto e faço o mesmo. Coloco bastante sabonete líquido nas mãos e começo a esfregar o pirocão de Gabriel. Diferentemente do meu, que dá pra lavar com apenas uma das mãos, a rola dele é tão grande que eu preciso usar as duas pra fazer o trabalho. Enquanto a mão esquerda lava o tronquinho, a mão direita esfrega bem a cabeçorra. Ficamos um lavando a rola do outro por um tempo. Gabriel me olhava nos olhos e sorria pra mim, enquanto ensaboava meu pau. Eu estava me divertindo fazendo o mesmo com o pau dele. Eu nunca pensei que um dia iria tocar no pênis de outro homem, mas aquilo estava sendo bom demais. Eu sentia aquele membro enorme pulsando na minha mão. Dava pra sentir perfeitamente ele latejar de tesão. Depois de nos enxaguarmos, Gabriel se ajoelha lentamente na minha frente e enfia todo o meu pau em sua boca. Eu já tinha ouvido falar que boquete de homem era melhor que o de mulher, mas só naquele instante pude constatar isso. Gabriel mamava de um jeito suave e ao mesmo tempo intenso, de forma como eu me sentisse como se estivesse no paraíso. Ele me olhava diretamente nos olhos enquanto mamava minha rola. Eu estava me segurando ao máximo pra não gozar, mas estava cada vez mais difícil. Quando eu achei que já não ia mais conseguir segurar, Gabriel para de chupar e se levanta. Me beija com aquela boca toda melada de baba de piroca. Dava pra sentir o gosto do meu próprio pau em sua boca. Ele me puxa em direção ao quarto e pede pra mim deitar na cama. E assim eu fiz. Me deito de barriga pra cima, e Gabriel logo vem caindo de boca no meu pau novamente. Ele deita meio de lado debruçado sobre minhas pernas, enquanto mama deliciosamente minha rola. Na posição que ele estava, seu pau enorme e duro aponta diretamente para mim. Não conseguia tirar os olhos daquilo. De tão excitado que ele estava, chegava a escorrer uma babinha do pau indo até o saco. Chegou a me dar água na boca. Eu salivava olhando aquela rola melada. Meu primeiro impulso foi de levar a mão até ela e começar a punhetá-la. Conforme eu ia estimulando aquele pênis, mais baba escorria. Começou a me dar uma vontade louca de chupar aquele pau. Eu sempre amei sexo oral, aliás sempre fui muito bom nisso. Era especialista em chupar buceta, mas nunca tinha tido a experiência de chupar um pau. Gabriel estava tão engajado no boquete que eu fiquei meio sem jeito de pedir pra mamar a rola dele. Mas como eu disse anteriormente, eu e Gabriel temos uma química incrível. Ele logo percebe o que eu queria. Ele sai da posição em que estava, vem se dirigindo de joelhos sobre a cama até mim, e direciona seu pau até minha boca. Eu seguro aquele membro rígido forte e começo passando a língua na cabecinha. Que sabor delicioso tem aquele pau! Aquela babinha tem um sabor azedinho, muito gostoso! Eu enfio o pau na boca, e Gabriel começa a movimentar os quadris lentamente. Como o pau dele é muito grande, e eu não tenho experiência no assunto, só consigo enfiar mais ou menos metade dele na boca. Vou mamando enquanto apalpo o saco dele. Até nisso ele é avantajado. Os bagos de Gabriel são grandes, parecendo ovos de galinha. Fiquei imaginando o tanto de esperma que aqueles bagos deviam produzir. Tiro rapidamente o pau da boca e começo a lamber o saco. Enfio o saco todo na boca e começo a massageá-los com a língua, fazendo Gabriel ir à loucura! Apesar de estar me divertindo muito, a minha necessidade cada vez falava mais alto. Eu precisava gozar! Já não aguentava mais! Eu peço pra Gabriel ficar de quatro e ele obedece como uma putinha submissa. Ele se posiciona à beira da cama, fica de quatro e empina bem aquela bunda enorme e depilada pra cima. Quando me posiciono atrás dele, e vejo aquele cuzinho lindo piscando pra mim, eu não resisto. Adio mais um pouco a penetração e enfio a cara no meio do rabo dele pra dar uma linguada naquele cu. Gabriel começa a gemer alto, pelo visto ele ama esse tipo de coisa. Vou lambendo a entrada daquele cuzinho, hora ou outra enfiando a língua lá dentro. Gabriel estava curtindo tanto que chegava a rebolar na minha cara. Depois de uns minutinhos nessa brincadeirinha, havia chegado a hora.
Gabriel pede pra que eu pegue uma necessaire transparente dentro do criado mudo. Dentro dessa necessaire, tinha um frasco de vaselina e um pacote de camisinha. Eu queria comer aquele cu no pelo mesmo, mas ele insiste que eu use camisinha. E assim eu fiz. Coloquei a camisinha, besuntando-a de vaselina em seguida. Aplico um pouco da vaselina no cuzinho de Gabriel e começo os trabalhos. Aponto meu pau bem na entradinha dele e começo a forçar a entrada com cuidado. O bumbum dele é tão guloso que não faz nem resistência, praticamente começa a sugar meu pau pra dentro! Começo a bombar forte, segurando-o pelos quadris. Pelo reflexo do espelho vejo Gabriel olhando pra mim. Entre gemidos e gritos, ele soltava um “Vai, amor! Me fode gostoso!”. Meu saco batia no dele enquanto eu bombava. Chegava a dar pra ouvir os estalos das minhas coxas batendo na parte traseira das dele. Eu já tinha comido muito cu e muita buceta na minha vida, mas nada tinha sido tão bom quanto aquilo. Eu tentava segurar ao máximo pra não gozar. Gabriel pede pra mim deitar na cama pra ele vir por cima. Eu deito e ele monta em seguida sobre mim. Primeiro ele começa a rebolar bem gostoso e depois começa a quicar forte no meu pau. Conforme ele ia quicando, seu pau duro ficava batendo na minha barriga. Era a cena mais linda que eu já tinha visto na vida. Gabriel com aquele corpinho roliço todo suado sentando em mim, seu suor escorrendo sobre seu corpo e pingando sobre o meu, aquelas tetinhas salientes balançando, e aquele pau apontando bem pra minha cara enquanto ele senta. Não demorou muito até que Gabriel gozasse. Seu orgasmo foi tão intenso, que sua ejaculação saiu feito um tiro. E como eu já imaginava, ele esporrou feito um cavalo. Uma porra grossa, farta e quente, saindo numa pressão tão absurda que chegou a atingir meu rosto. Minha boca estava entreaberta na hora, fazendo com que parte daquele sêmen caísse dentro dela. Era tanta porra que escorria pelo meu peito e pescoço. Quem visse o estado que eu fiquei, pensaria que uns 3 homens haviam ejaculado sobre mim, de tanta porra que saía. Aquilo pra mim foi o ápice, eu já não conseguiria mais segurar. Avisei Gabriel que iria gozar, e ele mais que depressa, saiu de cima de mim, tirou rapidamente a camisinha do meu pau e o apontou pra sua boca, esperando o leite sair. Gabriel era um verdadeiro bezerrinho, tratou de engolir cada gotinha do meu leitinho. Depois de limpar meu pau, ele veio na direção do meu peito e começou a lamber sua própria porra que havia derramado sobre mim. Depois de me limpar por completo, ele veio me beijar com aquela boquinha toda suja de gala. Nos abraçamos e ficamos nos beijando durante vários minutos.

Não demorou muito até Gabriel ficar de pau duro de novo. Eu mal tinha me recuperado da primeira foda e ele já queria a segunda. Deitou sobre mim me beijando sem parar. Eu sentia a rola dele pulsando bem na minha perna. Pedi pra que ele deitasse na cama de barriga pra cima. Deitei no meio de suas pernas e voltei a mamar a sua rola. Tinha um sabor que misturava esperma e suor, estava uma delícia. Ele me fazia um cafuné no rosto enquanto eu me acabava de chupar seu pau. Hora ou outra, tirava o pau da boca pra chupar seus bagos. Como eu gostava de fazer aquilo! Deixava o saco dele todo babado e depois tornava a mamar a rola. A minha intenção era ganhar tempo até minha ereção retornar novamente, mas olhando aquele mastro em riste na minha frente, resolvi tomar outra atitude. Peguei uma das camisinhas e coloquei no pau dele. Melei toda a rola com a vaselina. Gabriel apenas observava com um sorriso no rosto. Ele não estava acreditando que eu iria fazer aquilo. Eu nunca sequer tinha tocado em outro pau que não fosse o meu, como iria aguentar um daquele tamanho dentro de mim? Depois de preparar tudo, montei sobre Gabriel, segurei forte sua rola com uma das mãos, apontei na direção do meu ânus e comecei a sentar. Fui descendo bem devagar, tentando colocá-lo pra dentro, mas estava bem complicado. Meu cuzinho era virgem e Gabriel era muito dotado. Mas eu não desistia facilmente. Conforme ia entrando, começava a doer, daí eu tirava. Ia de pouquinho em pouquinho enfiando ele pra dentro, até que finalmente a cabeça encaixou. Gabriel era mais experiente nisso, então pediu pra eu esperar um pouco até minhas pregas se acostumarem com o volume. Aguardei um pouquinho e continuei sentando bem devagar, tirando e colocando, até finalmente agasalhar toda aquela rola. Como continuava doendo, invés de movimento de sentada, eu ia apenas mexendo os quadris em movimentos circulares. Imagina só, um cara conhecido na cidade como um “comedor” estava rebolando no pau de outro homem? Pior que eu estava gostando muito! Era ainda melhor do que comer, sério mesmo! Eu sentia a cabeça daquela rola esfregar bem na minha próstata. Eu já tinha ouvido falar que a próstata era o “Ponto G” do homem, mas não imaginava que seria daquela forma. Em poucos minutos, a dor cessou completamente, e só sentia um prazer incrível. A essa altura, meu pau já estava completamente duro de novo! Gabriel me segurava forte pela cintura me puxando pra baixo, quase como quem quisesse me partir ao meio. Eu estava com as mãos bem nas suas tetinhas, apalpando e às vezes beliscando seus mamilos. Hora ou outra, me deitava sobre ele pra poder beijar sua boca. Não demorou muito até que eu gozasse de novo. Dessa vez, fui eu que sujei Gabriel com minha gala. Mas nada que se comparasse ao que ele tinha feito antes, eu nem de longe esporrava a quantidade de sémen que ele. Já exausto de tanto rebolar naquela caceta, eu saio de cima de Gabriel, sentindo aquela rola escorregar toda pra fora de mim. Me deito sobre a cama pra pegar um fôlego, mas esqueço que Gabriel ainda não gozou. E é lógico que ele não vai esperar por mim de novo. Ele monta sobre mim e coloca aquele pau enorme todo pra dentro de novo. Ele se deita completamente sobre meu corpo e fica apenas mexendo os quadris pra cima e pra baixo, fazendo com que seu pau entrasse e saísse de mim violentamente. Como eu já tinha gozado, a sensação de prazer já tinha ido embora. Mas eu tinha que deixá-lo se aliviar, então empinei bem a bunda e deixei ele terminar o serviço. Quanto mais eu gemia de dor, mas forte ele socava. A gente se olhava pelo reflexo do espelho enquanto ele me macetava sem dó. Ele foi imprimindo um ritmo forte e cadenciado, acelerando aos pouquinhos. Eu sentia o suor dele pingando nas minhas costas. Quando eu achei que não ia aguentar mais, ele finalmente gozou. Depois de esvaziar o saco, deitou-se sobre mim e ficamos nessa posição durante um bom tempo, até adormecer. Ele totalmente deitado sobre minhas costas, com o pau amolecendo aos poucos ainda dentro de mim. No dia seguinte, acordamos quase na hora de ir trabalhar. Depois desse dia, eu e Gabriel engatamos num relacionamento e fomos muito felizes por um bom tempo!

Comentários (4)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Coroa60comtesãonorabo: Leandro eu relato gostoso, nada mais satisfativo do que a química e a sintonia sexual em duas pessoas, independente do sexo. Com certeza este momento entra ambos foi encantador e mágico, onde duas pessoas do mesmo sexo não transaram, mas sim fizeram amor bem gostoso, numa entrega sensual e apaixonante. Felicidades para ambos.

    Responder↴ • uid:xqegs2vhygg
  • P Cunha: Muito bom seu conto, também gosto de comer e dá é uma sensação única.

    Responder↴ • uid:gsuz4jmm3
  • Leosbaldo: A julgar pelo relato, dá a impressão que esse Gabriel é quase um femboyzinho. Adoro comer cuzinho de femboy. Você é muito sortudo, amigo! Quisera eu ter um Gabriel só pra mim!!!

    Responder↴ • uid:1edl21wwwlwa
  • Roberto: Show, que delícia. Bem contado e com detalhes minuciosos que despertam muito tesão. É sempre assim quando um macho prova uma rola, ai quer sempre mais.

    Responder↴ • uid:r7dwknhi