#Teen #Virgem

Pegando a novinha virgem na expo

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Akira 23cm

Meu nome é Alex. Isso aconteceu em julho de 2017, na 37ª Expo Macaé, no Rio de Janeiro. Eu tinha acabado de fazer 19 anos e já era um monstro: 2 metros de altura, pele parda brilhando de suor, 120 kg de massa muscular pesada (quase 100 kg de músculo puro e só 7% de gordura). Cabelo preto cacheado no estilo 3C, volumoso e bagunçado, olhos castanhos escuros penetrantes. Meu pau circuncidado era uma arma: 23 cm ereto, grosso pra caralho, com 12,7 cm de circunferência. As mina olhavam e já ficavam molhadas só de imaginar.

A Expo tava lotada. Cheiro de terra, cavalo, churrasco e cerveja no ar. Boiadeiros gritando, música sertaneja alta, cavalos relinchando nos currais e poeira subindo com os cascos. Foi lá que eu vi ela: Paula, 18 anos recém-completos. Morena clara, pele lisa e macia com tom dourado de sol, sem tatuagem, sem cicatrizes, sem sardas. Cabelo castanho escuro liso caindo até o meio das costas, olhos castanhos claros grandes e assustados. 1,65 m de pura tentação: busto 88 cm (peitos firmes e redondos com mamilos rosadinhos), cintura fina de 62 cm, quadril 94 cm, bunda empinada e grossa que balançava dentro do shortinho jeans rasgado. Blusa cropped jeans clara marcando os peitos, botas de vaqueira marrons e chapéu de palha na mão.

Ela era virgem. Eu senti no jeito tímido que ela me olhou quando trombei com ela perto da arena de montaria. Conversamos pouco. Eu fui direto, voz grossa:

— Tu é gostosa pra caralho, Paula. Quer sair dessa multidão e ver algo bem maior que esses touros?

Ela riu nervosa, mas topou. Fomos pra trás de um galpão velho de madeira, longe das luzes principais, só a lua e uma lâmpada fraca iluminando. O lugar tinha feno no chão, cheiro de animal e madeira úmida. Alguns cavalos resmungavam perto.

Eu encostei ela na parede áspera e já meti a mão grande dentro do shortinho. Puxei o short e a calcinha de renda preta de uma vez. A bucetinha dela era depilada, rosada, lábios carnudos e apertadinha, brilhando de tesão mesmo ela tremendo.

— Alex... eu sou virgem... nunca fiz nada... e eu não tomo pílula... tô com medo de engravidar... — ela falou com a voz tremendo, olhos castanhos claros cheios de medo.

Eu sorri, tirando a camisa e mostrando o peito tanquinho, ombros largos e braços veiosos. Abri a calça e tirei meu pauzão latejando, cabeça grossa roxa babando pré-gozo.

— Relaxa, novinha. Eu não sei se vou te ver de novo depois dessa Expo. Hoje eu vou aproveitar cada buraco teu. Buceta, cu e boca vão levar porra minha.

Ela tentou recuar, mas eu segurei firme pelos quadris. Forcei ela a ajoelhar no feno. Segurei o cabelo liso dela e esfreguei o pau na cara:

— Chupa, Paula. Mama esse pauzão.

Ela abriu a boquinha tímida, lágrimas nos olhos. Mal cabia a cabeça. Eu empurrei, sentindo a garganta virgem apertar. Fodi a boca dela com força, bolas batendo no queixo, saliva escorrendo nos peitos dela. Segurei a cabeça com as duas mãos e gozei fundo na garganta — jatos grossos e quentes enchendo a boca virgem. Ela engasgou, tossiu, mas engoliu boa parte, lágrimas escorrendo.

— Boa putinha... primeira carga foi na boca.

Levantei ela, rasguei o cropped e chupei aqueles peitos firmes enquanto enfiava dois dedos grossos na bucetinha apertada. Ela gemia misturando medo e tesão. Deitei ela no feno, abri as pernas e posicionei o pau na entradinha rosada.

— Não... Alex... vai doer... e eu posso engravidar! — implorou.

Eu empurrei. O hímen rasgou e meu pauzão entrou rasgando tudo. Sangue virgem misturado com tesão escorreu pelas coxas dela. Paula gritou alto, unhas cravando nas minhas costas. Eu meti fundo, 23 cm inteiros batendo no fundo da buceta virgem.

— Caralho, que buceta apertada da porra! Tá me espremendo inteiro, vadia!

Meti forte, estocadas brutas, bolas estalando na bunda empinada. Os peitos dela pulavam. Ela chorava e gemia, até o corpo trair e começar a rebolar contra mim. Virei ela de quatro, bunda grossa pra cima, e cuspi no cuzinho virgem rosado. Forcei a cabeça do pau e fui abrindo o cu apertado.

— Não aí! Vai me rasgar! — gritou ela.

Entrei devagar, depois meti fundo. O cu dela apertava meu pau como um punho quente. Fodi o cuzinho com força, dando tapas na bunda que ficava vermelha. Gozei pela segunda vez — porra grossa jorrando fundo dentro do intestino dela, enchendo o cu virgem até transbordar.

Ainda duro, tirei do cu e voltei pra buceta. Meti de novo, socando sem pena, sentindo a mistura de sangue, tesão e porra. Paula gozava tremendo, gritando meu nome. No final, deitei ela de costas, pernas abertas, e meti na buceta mais uma vez, bem fundo.

— Vou gozar dentro, Paula. Toma toda essa porra quente.

Ela tentou empurrar:

— Não... por favor... eu não tomo remédio... vou engravidar!

Eu não liguei. Segurei os quadris e descarreguei a terceira carga — jatos pesados enchendo a bucetinha virgem até escorrer pelos lábios inchados. Porra branca grossa vazando enquanto eu ainda metia devagar.

Ficamos lá suados, ela com porra escorrendo da boca, da buceta e do cu. Peitos marcados pelas minhas mãos, cabelo bagunçado, olhos vermelhos de choro e prazer. Eu limpei o pau na coxa dela e falei:

— Nunca mais vou esquecer essa noite na Expo Macaé. Tu perdeu os três virginidades hoje, novinha.

Paula ficou quieta, respirando pesado, com medo da gravidez mas o corpo ainda tremendo de tanto gozo.

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