#Incesto #Teen #Virgem

Comecei a desejar o meu filho (parte 1)

1.4k palavras | 3 | 4.00 | 👁️
Ghostwritter

Depois do falecimento do meu marido, meu filho assumiu boa parte do sustento da casa. E isso fez eu desejar ele sexualmente.

Meu nome é Maria, atualmente tenho 41 anos. Moro em um apartamento pequeno com meu filho Lucas de 16 anos. Há um ano atrás o meu marido veio a falecer por conta de um acidente, eu fiquei devastada, mas felizmente eu tinha meu filho para me dar apoio.

Alguns dias após o enterro, começamos a reorganizar a nossa vida, Lucas arrumou um emprego de meio período para ajudar nas contas de casa. Ele estudava, trabalhava e à noite treinava em uma academia local.

Eu entrei na academia também, tanto para apoiar, quanto para ajustar meu peso.

Os meses se passaram e eu comecei a perceber certos comportamentos da minha parte que não sabia explicar na época. Quando meu filho chegava da academia e passava por mim, eu sentia um cheiro forte de suor vindo dele, logo vinha flashes na minha cabeça das vezes que transei com meu marido e logo em seguida ficava com nojo de mim mesma por associar o cheiro dele a esse ato, passei a ignorar isso.

Com o tempo o corpo dele foi mudando, as mãos ficaram maiores, os ombros e as costas ficaram largas. Eu o admirava e logo em seguida falava "que nojo" pra mim mesma, balançava a cabeça em negação.

Devido ao treino que fazia, eu sempre ficava com a libido muito alta, e por estar solteira eu lidava com minha frustração me tocando. Mas certa vez enquanto me masturbava eu pensei em meu filho por um segundo, parei na mesma hora e fiquei com vontade de vomitar, naquela noite eu não terminei.

As semanas foram passando e eu evitava olhar ou chegar perto dele. No entanto, o cheiro do suor dele após a academia me deixava tonta, os bíceps na dobra da camisa me hipnotizavam e vê-lo pagando as contas tão jovem, me fazia o ver como um homem.

Contudo eu pensava “para com isso, ele é meu filho. Isso é nojento.” mas toda vez que eu me tocava, vinha imagens do corpo dele na minha mente, ele me chupando e me comendo de todas as formas.

— Lucas… — Eu sussurrava o nome dele enquanto colocava meus dedos dentro de mim. Só pra chorar e logo em seguida e gozar, sentindo que sou uma mãe terrível.

Certo dia, eu e Lucas estávamos assistindo um filme no sofá, e devido ao calor ele tirou a camisa e ficou apenas de short. Eu fiquei nervosa, não conseguia me concentrar no filme e sempre dava uma espiadinha no abdômen dele. O silêncio estava insuportável, então eu disse sem pensar:

—Lucas, você pode me dar um abraço? — enquanto eu dizia eu pensava “calma, é só um abraço. Não tem nada demais.”

—tá bom. — disse com um rosto confuso.

Nos levantamos e ficamos de frente um para o outro. Ele chegou perto e eu me inclinei com os braços abertos. Seus braços me apertaram e meus seios pressionaram o peito dele. Acabei soltando um gemido que deixou o clima desconfortável.

— Mãe, você está sentindo alguma coisa?

— Eu... eu só queria um abraço seu. — gaguejei.

Após alguns segundos ele me soltou e ficamos em silêncio, mas eu não estava satisfeita.

— Filho, me abraça de novo?

— hum... — ele hesitou. — Tá bem.

Dessa vez eu fiquei de costas para que ele me abraçasse por trás. Percebi o desconforto em seus olhos. Ao chegar perto, Lucas envolveu os braços na minha barriga abaixo do meu busto.

— Pode apertar um pouco mais? — Eu pedi com a voz baixa.

Ele apertou mais e eu comecei a sentir minha calcinha umedecer.

— Já chega. — Eu disse, me soltando do abraço dele.

— Tá tudo bem?

—Sim. — eu digo caminhando na direção do quarto. —Terminamos o filme outro dia, boa noite. — Fechei a porta sem esperar resposta.

A calcinha estava pingando de tanto tesão que eu fiquei. Sai de lá antes que fizesse alguma besteira. Terminei a noite gozando e pensando no meu filho.

No dia seguinte eu fiquei pensando no que tinha acontecido e me senti horrível. "Meu deus, eu sou doente" pensei pondo a mão no rosto.
“Não, foi só um abraço, eu não fiz nada demais." Eu tentava me enganar, dizia pra mim mesma que não tinha feito incesto de verdade. Durante os dias eu fui pensando isso, virou rotina. Eu me masturbava pensando nele e inventava uma desculpa “são os hormônios, é o estresse, é só desejo carnal”

Contudo, outro dia em outra sessão de filmes, eu pedi mais um abraço por trás. E logo após ele me envolver em seus braços, eu perguntei:

—Lucas, você me acha bonita?

—ah… eu acho a senhora bonita sim... — disse com hesitação.

— Bonita como?

— Bonita, ué. Sei lá…— ele não quis ou não soube elaborar.

Eu arrisquei: — Você acha que alguém me acharia gostosa?

Ele me largou do abraço e eu me virei para ver a reação dele, seus olhos desviavam dos meus.

— Que pergunta estranha mãe. — disse tentando manter a calma.

O clima da sala era de enterro: — É verdade, desculpa perguntar isso, esquece.

Ficamos quietos durante o resto do filme, depois disso nos despedimos e fui tomar um banho. “que merda” eu pensava no chuveiro. Quando terminei, pus a toalha em meu corpo e fui em direção ao meu quarto.

De repente escutei um gemido baixo vindo do quarto de Lucas. Eu me assustei e andei na ponta do pé até a porta, encostei o rosto e pude ouvir claramente os gemidos dele e de uma mulher. "Ele tá vendo porno?" pensei.
Minha buceta começou a molhar e escorrer pela minha virilha ouvindo ele gemendo baixinho. Eu respirei fundo e finalmente bati na porta.

Toc toc: —Lucas, você está bem? Eu vou entrar.

—Mãe, não entr…

Antes dele terminar eu abri a porta e o vi puxando o lençol até a altura da cintura.

— Mãe, não era pra você…" — Ele não soube terminar a frase.

Minha mente ficou em branco, entrei e fechei a porta.

—Tá tudo bem Lucas, na sua idade, isso é… normal.

Caminhei até o lado da cama e fiquei de pé. O cheiro de suor e pré gozo no ar inundavam meu cérebro. Meus mamilos endureceram e minha vagina apertava por dentro.

—Eu... Posso ver você?

—Nã...quer dizer...não sei, isso seria…

Antes que ele terminasse eu removi a toalha ficando completamente nua. Meus peitos sentiram o vento frio misturado com o calor abafado do quarto.

Lucas encarou meus seios e instintivamente virou o rosto envergonhado.

—mãe, o que é isso?

—Tá tudo bem, não tem nada de errado. É só… meu corpo.

Eu caminhei até o outro lado da cama, peguei o celular dele e dei play no vídeo porno. Aumentei o volume e os gemidos ecoaram pelo quarto.
Ao me afastar, me apoiei de costas em uma parede e pus a minha mão esquerda na minha buceta e a direita no meu seio.

Meus dedos deslizavam para dentro de mim e saíam lentamente. "Meu deus, que vergonha" eu pensei fechando os olhos. Às vezes eu espiava e o via devorando meu corpo com os olhos. Me senti tão vulnerável e isso fazia minha vulva latejar ainda mais.

Lucas pôs a mão por baixo do lençol e começou a se masturbar. Uns minutos se passaram com nós dois nos encarando. Finalmente ele chegou ao orgasmo e eu também logo em seguida. Ficamos em silêncio só respirando fundo e ele desviou o olhar para o lado. Então eu peguei minha toalha e saí do quarto sem dizer nada.

552988

Comentários (3)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Yamder: Bem foi uma história perfeita não acho q a senhora deveria se segurar e se culpar pensando q isso é errado apenas aproveite os momentos eu adoraria ter um mãe como vc

    Responder↴ • uid:g3jqenyv1
  • Yamder: Bem foi uma história perfeita não acho q a senhora deveria se segurar e se culpar pensando q isso é errado apenas aproveite os momentos eu adoraria ter um mãe como vc

    Responder↴ • uid:g3jqenyv1
  • José Carlos: Que buceta linda adorei

    Responder↴ • uid:46kphpcet0b