#Coroa #Estupro #Gay #Teen

O jogo de Igor com o tio

1.7k palavras | 0 | 3.67 | 👁️
Fabio M.

Igor, 16 anos, provoca o tio cinquentão até levar rola.

Tudo começou num almoço de domingo comum na casa da minha irmã. Eu estava na edícula, cortando maionese na tábua, quando o Igor apareceu. Aos dezesseis anos, ele já tinha um corpo que chamava atenção: regata branca cavada, short de tactel curto, pele dourada de sol. Ele se encostou bem ao meu lado na mesa, perto demais.
— Benção, tio — disse com aquela voz macia.
— Deus te abençoe — respondi, tentando manter o tom normal.
Ele não se afastou. Pelo contrário, inclinou o corpo para frente enquanto falava:
— O senhor precisa de ajuda com essa faca grande? Eu sou bom em manejar coisas pesadas… se o senhor não estiver dando conta, eu assumo o controle.
O duplo sentido foi tão claro que senti um calor subir pelo pescoço. Tentei responder algo, mas ele continuou, baixando a voz:
— Meu pai não sabe lidar com o fogo direito. Eu gosto quando a carne fica sangrando no meio… quente por dentro.
Quando ele se mexeu, o quadril dele encostou no meu braço com intenção. Fiquei paralisado, sentindo o corpo jovem e firme contra o meu. Olhei ao redor desesperado — minha irmã estava de costas na cozinha, meu cunhado longe, na churrasqueira. Ninguém viu. Meu rosto ardia. O Igor sorriu de canto, como quem sabia exatamente o efeito que causava, e se afastou devagar, deixando-me ali com a faca tremendo na mão.
Duas semanas depois, na casa da minha mãe, um sábado chuvoso prendeu todo mundo dentro de casa. Eu estava sentado no sofá da sala, assistindo ao jogo de truco no chão, quando o Igor desceu do banho. Cabelo molhado, camisa polo vermelha com botões abertos, calção de moletom cinza que não escondia nada. Em vez de sentar com os primos, ele veio direto e se apertou no espaço mínimo ao meu lado.
— Tá apertado aí, tio? — perguntou, já se acomodando.
A coxa dele, quente e lisa colou na minha. Ele esticou o braço por trás de mim, praticamente me abraçando por trás do sofá. O cheiro de sabonete e pele jovem invadiu meu espaço. Quando ele se ajeitou, a perna pressionou mais contra a minha. Tentei cruzar as pernas para disfarçar minha reação, mas ele percebeu.
— O senhor tá jogando o que? — sussurrou, aproximando o rosto do meu para ver as cartas. O hálito quente bateu na minha bochecha. — Eu sou bom no blefe… sei quando o outro tá escondendo o jogo. Dá pra ver na respiração… no jeito que fica duro tentando disfarçar.
Eu engoli em seco, o suor brotando na testa. Ele riu baixinho, o peito vibrando contra meu ombro. Tentei me levantar, mas ao passar por cima dele, minha mão acabou tocando sua coxa firme. Ele não facilitou o movimento — deixou que eu roçasse nele inteiro. Quando finalmente fiquei de pé, ouvi sua voz baixa atrás de mim:
— Bebe bastante água, tio. O senhor vai precisar se hidratar pro que tá por vir.
O terceiro momento foi no mutirão da laje, num sábado de sol forte. Eu estava sem camisa, suado, descansando na sombra da mangueira quando o Igor desceu. Também sem camisa, calção preto colado no corpo molhado de suor. Ele trouxe suco e se aproximou demais.
— Trouxe pra refrescar o senhor — disse, passando um cubo de gelo no próprio pescoço, deixando a água escorrer pelo peito magro.
Ele deu mais um passo. De repente, seu peito suado colou no meu. O contato pele com pele foi elétrico. Senti o volume firme do quadril dele contra minha coxa. Meu coração disparou.
— O trabalho é duro, né, tio? Exige pegada forte… O senhor tem pegada boa? — murmurou, os olhos brilhando.
Eu tentei empurrá-lo, mas minha mão acabou espalmada no peito dele, sentindo o coração acelerado. Ele inclinou o rosto, boca quase encostando na minha orelha:
— Se quiser, a gente pode ir no quartinho das ferramentas. Lá eu mostro tudo que aprendi… sem ninguém pra atrapalhar.
Consegui me soltar, trêmulo, e voltei para o trabalho com as pernas moles e o rosto queimando de vergonha.
Tudo isso culminou na festa de aniversário do meu cunhado. O salão estava lotado, música alta, luzes coloridas. Eu tentava me manter na mesa dos mais velhos quando o Igor entrou na pista. Camisa preta aberta até o umbigo, calça jeans justa. Ele dançava, mas seus olhos não saíam de mim.
Em certo momento, fui buscar gelo na cozinha dos fundos. Estava sozinho quando a porta se fechou atrás de mim. Antes que eu pudesse reagir, o corpo dele colou, de costas para mim, me prensando contra o balcão de inox.
— Desculpa, tio… a pista tá cheia — sussurrou no meu pescoço, meu pau duro pressionando sua bunda por cima da calça.
Ele girou o corpo, ficando de frente para mim, me encurralando. O quadril dele roçou no meu, a ereção evidente contra a minha. Senti meu próprio pau responder, latejando de forma vergonhosa.
— O senhor tá tenso… — murmurou, olhos escuros fixos nos meus. — Eu sei como aliviar essa pressão. Posso te mostrar uma coisa que entra fácil e deixa tudo bem solto…
Minha respiração estava curta, o rosto pegando fogo. Eu, um homem de cinquenta anos, respeitado na família, estava ali, encurralado por um sobrinho de dezesseis, completamente dominado pelo jogo dele. O pior é que, no fundo, eu já não sabia mais se queria que ele parasse.
A festa seguia alta, mas eu não aguentava mais. O Igor tinha passado a noite inteira me provocando — olhares, roçadas “acidentais”, sussurros no ouvido. Meu pau estava latejando dolorosamente dentro da calça desde o momento em que ele me prensou na cozinha. Eu precisava dele. Agora.
Quando vi que ele subiu para o segundo andar do salão, eu o segui. Havia um quarto de despejo nos fundos, usado para guardar cadeiras e enfeites. Entrei logo depois dele e tranquei a porta.
— Tio…? — ele começou, virando-se com um sorriso safado.
Não dei tempo. Agarrei ele pela gola da camisa preta e o empurrei com força contra a parede. O sorriso dele vacilou quando viu a expressão no meu rosto.
— Tio, espera… — murmurou, mas eu já estava abrindo o cinto dele.
— Você pediu isso a festa inteira, seu putinho — rosnei, baixando a calça jeans dele junto com a cueca de uma vez.
O pau adolescente dele pulou para fora, meio duro, bonito e rosado. Igor tentou me empurrar, os olhos arregalados.
— Tio, não… por favor… alguém pode ouvir… — a voz dele falhou, um tom de choro verdadeiro aparecendo.
Eu não respondi. Virei ele de frente para a parede, abaixei minha própria calça e cuspi na mão. Esfreguei saliva no meu pau grosso e duro e pressionei a cabeça contra o cuzinho virgem e apertado dele.
— Não! Tio, tá doendo! — ele choramingou alto quando eu forcei a entrada.
Empurrei com força. O anel dele resistiu, mas eu meti uns 10 centímetros de uma vez. Igor soltou um grito abafado, o corpo inteiro tremendo, lágrimas escorrendo pelo rosto.
— Ai meu Deus… tá rasgando… tira, por favor… — ele soluçava, as mãos espalmadas na parede.
Eu segurei a cintura fina dele e meti mais fundo, até sentir minhas bolas encostarem na bunda dele. O cu dele era absurdamente apertado, queimando em volta da minha rola. Comecei a foder com estocadas brutais, o som molhado de pele contra pele ecoando no quarto pequeno.
— Você queria isso, né? Passou meses me atiçando, seu safado — grunhi, socando cada vez mais forte.
Igor chorava, gemendo de dor, mas o pau dele estava duro pra caralho, batendo contra a parede a cada estocada. Eu metia sem piedade, sentindo o cu dele se abrindo à força ao meu redor.
Puxei ele pelo cabelo, virei de frente e forcei ele a ajoelhar. Segurei o rosto dele com as duas mãos e enfiei meu pau sujo do cu dele direto na boca.
— Chupa. Limpa tudo.
Ele engasgou forte, lágrimas escorrendo, baba saindo pelos cantos da boca enquanto eu fodia sua garganta. O som gorgolejante era obsceno. Ele tossia, sufocava, mas eu segurava a cabeça dele firme, metendo até o fundo.
Depois de um tempo eu o levantei, joguei de bruços numa pilha de cadeiras e voltei a meter no cu dele. Agora ele gemia mais de prazer do que de dor, empinando a bunda contra mim.
— Eu sabia… você queria ser estuprado pelo tio, né? — rosnei, socando fundo.
Ele só choramingava, o corpo tremendo.
Quando senti que ia gozar, tirei do cu e enfiei de novo na boca dele. Meti fundo e descarreguei jatos grossos direto na garganta. Ele engoliu o que conseguiu, o resto escorrendo pelo queixo.
Ainda ofegante, eu me ajoelhei na frente dele, segurei o pauzinho duro do Igor e coloquei na boca. Chupei com vontade, passando a língua na cabeça, sugando as bolas lisas enquanto ele gemia alto, as mãos no meu cabelo.
Não demorou muito. Igor tremeu inteiro e gozou na minha boca, jatos quentes e doces que engoli tudo.
Ele ficou ali, ofegante, lágrimas ainda escorrendo, mas com um sorriso fraco e satisfeito no rosto.
— Eu sempre quis isso, tio… — murmurou, a voz rouca.
Eu passei a mão no cabelo dele, ainda sentindo o gosto dele na boca.
— Agora você é meu, da próxima, quero vc bem menininha usando calcinha.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos