#Coroa #Gay

Perdendo a virgindade com um mendigo

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Leandro Silva

Quando era adolescente, achava que era assexuado pois não me interessava muito por sexo. Até que um belo dia entendi qual era a minha sexualidade de fato. Era Carnaval e pela primeira vez tive a permissão da minha mãe pra sair e curtir a folia. Éramos somente nós dois em casa, pois meu pai havia falecido há um certo tempo, e minhas irmãs mais velhas já eram casadas. Eu era o caçula e o único filho homem, então era compreensível que minha mãe fosse superprotetora. Mas ao completar 18, ela finalmente percebeu que era a hora de me “deixar voar sozinho”. Minha cidade é muito tranquila também, então ela não viu problema em me deixar sair sem hora pra voltar. Me arrumei todo, peguei a grana que tinha guardado, e saí de casa por volta das 20:00. Eu e meus amigos ficamos sentados na pracinha bebendo perto de onde estava o palco onde os artistas estavam se apresentando. Chegou uma hora, eu já estava entediado. Resolvi levantar e dar uma volta, mas nenhum deles quis vir comigo, então resolvi ir sozinho.

Havia bebido muita cerveja, e acabei ficando bem apertado pra mijar. Tinha uns banheiros químicos espalhados por todo o local, mas todos tinham filas enormes e eu já não podia mais esperar. Resolvi ir numa rua deserta e sem saída próximo dali. Conforme vou chegando no finalzinho da rua, ouço uns gemidos bem baixinhos, surgindo de trás de uma Van. Como sou muito curioso, vou me aproximando bem devagar pra ver o que é. Espreito a cabeça bem devagar pra olhar de trás da Van e me deparo com 2 homens transando. Um deles, um gordinho baixinho, estava debruçado sobre o capo da Van com as calças abaixadas até os joelhos, e a bunda bem empinada pra trás. O outro, um magrelo alto, fodia o gordinho por trás. Quando vi aquilo, fiquei maravilhado! Meu cu começou a piscar, e meu pau ficou duro feito pedra na hora, me fazendo até esquecer a vontade de mijar. Fiquei parado ali, curtindo aquela cena. O magrelo dava estocadas fortes no cu do gordinho, fazendo a Van balançar. Enquanto isso, o gordinho gemia bem baixinho, e fazia uma cara como se estivesse no paraíso. Enquanto observava essa cena, comecei a fantasiar como seria estar no lugar do gordinho. Sentir aquela rola grande e grossa do magrelo entrar e sair do meu ânus apertado. Então do nada, meu celular começa a tocar num volume alto, assustando os dois rapazes, que interromperam a brotheragem na hora. Ao ouvir o toque do meu celular, o magrinho tira aquela tromba enorme de dentro do gordinho e tenta escondê-la dentro das calças. O gordinho levantas as calças e se apruma, como se nada tivesse acontecido. Eu peço desculpas aos dois e saio andando de volta pela rua. Os dois rapazes entram dentro da Van e ficam por lá mesmo. Eu lembro que estava com vontade de mijar, e como a rua estava deserta mesmo, coloco o pau pra fora pra fazer ali mesmo. Quando faço isso, percebo que meu pau ainda tá duro feito pedra, o que dificulta um pouco a saída da urina. Além disso, estava todo melado, chegando a escorrer aquela baba. O pouco tempo que fiquei olhando aqueles rapazes fodendo já me deixaram mais excitado do que qualquer coisa que já havia visto na vida. Naquele momento, eu descobri minha verdadeira sexualidade. Eu definitivamente era viado!! E precisava dar o cu urgentemente!! Voltei pra casa, e ainda muito excitado, tive que me masturbar pra dormir. Eu nunca tinha transado na vida, mas já tinha me masturbado algumas vezes. Mas dessa vez era diferente. Eu não queria estimular meu pau. Eu precisava sentir algo no cu. Necessitava sentir algo entrando e saindo de dentro de mim. Depois de rolar de um lado a outro na cama, finalmente consegui dormir.

No dia seguinte, depois de tanto pensar a respeito, resolvi sair de novo pro Carnaval, mas dessa vez sozinho. Imaginei que talvez pudesse encontrar alguém como aquele magrelo pra fazer comigo o que ele fez com o gordinho. Fiquei rodando sozinho a noite toda e nada! Eu não tinha experiência nenhuma nessas coisas. Não sabia como funcionava. Então, já frustrado, resolvi voltar pra casa, mas dessa vez fui a pé mesmo. Não morava muito longe de onde as festas de Carnaval da cidade aconteciam, então resolvi economizar o dinheiro do taxi pra gastar com bebida. Comprei uma garrafa de 51 e fui bebendo pelo caminho. Quando já estava quase chegando em casa, passo por um casarão antigo abandonado, onde vivia um mendigo que é conhecido por todos ali no bairro. Era um sujeito de meia idade, que passava o dia catando recicláveis pra vender no intuito de arrumar dinheiro pra tomar cachaça. Era inofensivo, por isso ninguém se incomodava com ele. Quando ele me viu passando com uma garrafa de 51 na mão, me pediu pra dar um gole. Eu já estava meio bêbado, e precisava me recompor antes de chegar em casa. Não podia chegar naquele estado em casa logo na primeira vez que minha mãe me deixou sair. Então deixei ele dar uns goles na cachaça enquanto me sentei pra descansar num banco de um ponto de ônibus desativado que ficava em frente. O mendigo deu uns goles na cachaça e me devolveu. Daí ele cismou de urinar bem atrás desse ponto de ônibus. Colocou o pau pra fora e começou a mijar. Quando olho pra trás, vejo ele com aquele pau enorme nas mãos, jorrando urina feito um cavalo. Que pau grande que esse cara tinha! A rola dele mole era maior do que a minha dura. Fiquei manjando a rola dele enquanto ele se aliviava. Acho que fiquei tão hipnotizado com aquela rola que acabei pensando em voz alta. Sem perceber, soltei um “Que pirocão!!” bem alto. Ele olhou pra trás e disse “Qual é, menor? Tá manjando minha rola?”. Fiquei sem graça e virei pra frente, sem dizer nada. Ele sai de trás do banco e vem andando até mim. Para bem na minha frente e torna a me perguntar “Cê é viado? Tava manjando minha rola?”. Continuo sem responder. Ele insiste “Pode falar, cê é viado? Quer olhar meu pau? Pode olhar!” e coloca de novo a rola pra fora. Eu tento não olhar, mas é mais forte que eu. Ele para bem na minha frente, deixando seu pau a centímetros do meu rosto, e fica repetindo “Cê quer? Gostou? Pode pegar! Eu deixo você pegar!”. Eu olho bem nos olhos dele e percebo que ele tá falando sério. Ele continua me mandando pegar na rola dele. Eu fico meio relutante no começo, mas chegou uma hora que eu não me aguentei. Levei minha mão em direção a ele e segurei forte em seu pau. Estava meio envergonhado, por isso evitava contato visual com ele. Apenas olhava fixamente pra aquela rola enquanto segurava ela. O mendigo me pede pra dar mais uma golada na cachaça. Eu pego a garrafa com uma das mãos e entrego a ele, enquanto seguro o pau dele com a outra. Entre uma golada e outra, ele diz “Pode brincar com ele, fica à vontade!”. De início eu apenas o segurava, mas depois comecei a punhetar o pau dele. Conforme ia estimulando, o pau dele ia crescendo, crescendo, até ficar totalmente duro. Era um belo pau, vocês não têm ideia! Era grande, grosso e cheio de veias aparentes. Era do tipo que era mais grosso no tronco com a cabecinha um pouco menor. Acho lindo esse formato de pau. Eu admirava aquela rola enquanto masturbava ela. Eu pouco tempo, ela começa a escorrer um melado pela cabecinha. O mendigo continuava bebendo a cachaça e me incentivando a brincar com seu pau. Num dado momento, o mendigo diz “Quer mamar? Pode mamar, se quiser, eu deixo!”. Eu já estava doido pra abocanhar aquela rola, só precisava de um empurrãozinho. Ele nem precisou oferecer duas vezes. Aproximo um pouco mais a cabeça e coloco todo aquele pau na boca.

O gosto salgado daquele pau sujo me agradou o paladar logo de cara. Eu sugava a cabecinha, fazendo com que minha boca se enchesse daquela babinha azeda que sai do pau durante a ereção. Eu sentia o pulsar da rola dele nos meus lábios. O mendigo fazia movimentos de vai e vem com os quadris pra facilitar a entrada do pau na minha boca. Enquanto chupava o pau, ia massageando seu saco. Até os bagos dele eram avantajados. Fiquei imaginando o quanto de porra aqueles culhões conseguiam produzir. Depois de um tempinho mamando, acabei tendo a resposta. Senti aquele líquido quente e abundante invadir minha boca. O filho da puta ejaculou sem sequer me avisar. Num impulso, fui tentando engolir o máximo de porra que conseguisse, mas não tinha como. O volume era muito grande. Acabei engasgando com todo aquele mingau. O mendigo tirou o pau da minha boca e eu fiquei ali tossindo depois de engasgar com o esperma. Depois de se aliviar, ele guarda a rola dentro das calças e vai andando tranquilamente pra dentro do casarão abandonado onde ele fica. E eu fico ali, sentado no banco do ponto de ônibus, com a boca toda suja de porra. Fiquei um tempinho refletindo sobre o que acabei de fazer. Parando pra pensar, era mó loucura deixar um completo desconhecido, um morador de rua, ejacular na minha boca. Foi muita doideira, mas ao mesmo tempo muito bom. Volto pra casa e vou direto ao banheiro pra lavar a boca e escovar os dentes. Antes de dormir, fico lembrando do que tinha acabado de fazer. Estava tão excitado que custei a dormir.

Já no dia seguinte, continuei pensando na noite anterior. Na minha cabeça, eu ficava remoendo o que aconteceu, e o que eu poderia ter feito de diferente. Eu tinha gostado muito de mamar aquele homem, mas o que eu queria mesmo era ter dado o cu pra ele. Fiquei pensando em cada detalhe, de como poderia ter sido. Passei o dia inteiro com isso na cabeça. Chegando à noite, tentei dormir, mas não conseguia. Meu cu latejava de tesão, eu precisava me aliviar. Me masturbar no pau já não resolveria a situação. Eu necessitava de uma rola no cu, e tinha que ser pra já! Sem pensar muito, levantei da cama e saí de casa. Resolvi ir até onde o mendigo ficava. Ao chegar lá, não o vejo do lado de fora do casarão. Fico meio receoso de entrar lá pois não sabia o que poderia acontecer comigo. Mas o tesão falava mais alto. Entrei no casarão, e em um dos cômodos e vejo ele deitado num colchão velho. Me aproximo bem devagar pra não o assustar e coloco minha mão sobre ele. Ele acorda meio assustado e ainda meio zonzo de sono. De cara, ele me reconhece da noite anterior, e logo pergunta “O que você quer, menor? Quer mamar de novo, quer?”. Eu respondo que sim com a cabeça e ele logo questiona “Trouxe o que pra mim hoje?”. O filho da puta queria outra garrafa de cachaça pra me deixar mamar a rola dele, é mole? Mas dessa vez eu não tinha comprado nada. Mas eu tinha dinheiro na carteira, então tirei 50 reais e dei na mão dele. Ele de imediato, levantou e colocou o pau pra fora de novo. Eu tratei de ajoelhar na frente dele e comecei a mamar. O pau dele parecia ainda estar sujo do que na noite anterior. Tinha resíduos de sêmen nele. Mas eu não estava nem aí, continuei mamando como se não houvesse amanhã. Eu enfiava e tirava o pau todo da boca, enquanto apalpava seu saco. Aqueles culhões grandes e inchados já estavam preparando outra leva de sémen pra jorrar em mim. Quando a brincadeira estava ficando boa, me aparece outra pessoa. Era um outro morador de rua que também ficava por ali. Esse eu quase não via, pois ele rodava por todo o bairro e não tinha um lugar fixo pra ficar. Eu levo um susto ao ouvir sua voz, paro de chupar na hora, e me levanto tentando disfarçar. O outro mendigo pergunta o que estava acontecendo, e o primeiro responde “Esse menor aqui me deu 50 conto pra deixar ele mamar meu piru!”. O outro se anima com a ideia, logo vem pra cima de mim e diz “Ah, é? Se me der 50 conto, eu deixo você mamar meu pau também!”. Logo após dizer isso, ele abaixa as calças e coloca a rola pra fora também. O filho da puta também era bem dotado. Não sei o que acontecia com esses mendigos, que todos tinham pau grande. O segundo mendigo se aproxima de mim, exibindo sua bela ferramenta. Eu tiro mais 50 reais da carteira e entrego a ele. Me ajoelho na sua frente e começo a chupar seu pau. Aos pouquinhos, seu pau vai ficando cada vez mais e mais duro. Eu me empolgo tanto com o pau desse carinha que acabo esquecendo do primeiro. O segundo mendigo foi se sentando e eu fui acompanhando com a cabeça, ficando praticamente de quatro pra continuar mamando sua rola. Ele puxava minha cabeça pra baixo pra tentar enfiar o máximo do pau dentro da minha garganta. Depois de uns segundos, eu sinto uma mão me segurando pela cintura enquanto algo puxa meus shorts pra baixo. Quando olho pra trás, percebo que o primeiro mendigo tenta baixar minhas calças. Empino minha bunda mais pra trás e volto a mamar o outro mendigo. Depois que meus shorts já estavam no meio das coxas, sinto algo úmido e quente tocando a entradinha do meu ânus. Aos pouquinhos, sinto aquilo deslizar lentamente pra dentro de mim. O primeiro mendigo estava agora com o pau todo enfiado no meu rabo. No início, senti muita dor. Nunca tinha sido penetrado antes, e o mendigo tinha uma rola mais grossa do que o normal. Mas com o tempo, fui acostumando com aquele volume dentro de mim, e começou a ficar gostosinho. Ele socava não muito forte. Dava pra sentir cada centímetro de sua rola entrando e saindo de mim. Enquanto isso, eu ia me acabando de tanto chupar o pau do segundo mendigo. Ao contrário do primeiro, esse parecia ter uma higiene íntima um pouco melhor. Seu pau não era salgado, e não tinha tanto odor de urina quanto o primeiro. Só sentia o sabor azedinho do melado que saía da cabecinha. Hora ou outra, parava de mamar pra passar a língua no seu saco. Ele estava curtindo muito, eu já sabia que não ia demorar muito pro champagne estourar. Enquanto isso, o primeiro mendigo continuava me macetando sem dó. Eu sentia a cabeça de sua rola esfregar bem na minha próstata. Do jeito que estava, eu também não ia demorar muito pra gozar. Os 3 estávamos curtindo muito, não dava pra saber qual dos 3 gozaria primeiro. O segundo mendigo não aguentou a mamada e foi o primeiro, mas invés de derramar na minha boca, ele puxou o pau pra fora e deu umas jatadas fortes de esperma no meu rosto. Me sujou todo. A cara e os cabelos, tudo ficou sujo de porra. Achei aquilo o máximo, fiquei me sentindo uma putinha. E do jeito que o primeiro mendigo socava no meu traseiro, não tinha como dar em outra coisa, acabei gozando logo em seguida também. Foi o melhor e mais intenso orgasmo que já tive na vida. Nada se compara a um orgasmo 100% anal. Depois de me aliviar, tive que esperar até o primeiro mendigo gozar também. Demorou uns poucos minutos até ele derramar seu mingau todo dentro de mim. Logo após gozar, ele já se levanta, guarda o pau dentro da calça e sai pra fumar um cigarro. O segundo mendigo se levanta também e vai atrás. Eu fico ali de quatro por uns segundos até recobrar as forças. Levanto, me recomponho, e volto pra casa naquele estado deplorável. A cara e o ânus todos sujos de porra. Vou direto pro banheiro pra que minha mãe não me veja naquele estado, e entro no chuveiro pra me lavar. Sinto aquele esperma escorrer de dentro do meu cu pelas minhas pernas. Fico pensando na loucura que fiz naquela noite e me vem um sorriso bobo no rosto. Pela primeira vez na vida, estava feliz e realizado sexualmente!!

Comentários (2)

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  • Roberto: Conheci um mendigo que só vivia bêbado e vi ele se masturbando diversas vezes, tesão alto me aproximei cheio de boas intenções só que em vez de dar tive que comer ele. Pirocudo mas era mais viado do que eu.

    Responder↴ • uid:r7dwknhi
  • P Cunha: Delícia de conto , também já dei pra um mendigo o cara tinha uma pica descomunal foi bom d+.

    Responder↴ • uid:gsuz4jmm3