Juninho apanhando de chicote
Juninho procurou E encontrou alguém pra dominá-lo e ele virar a puta que nasceu pra ser
Juninho tinha 20 anos, corpo magro e delicado, pele clara e um rosto quase angelical. Seu pau era normal, ficava bem duro quando ele se entregava ao desejo de ser completamente dominado. Ele sabia exatamente o que queria: ser usado, humilhado e transformado em escravo sexual de verdade. Tinha pouca experiência — apenas algumas fodas rápidas e tímidas Com rapazes também pouco experientes —, mas no fundo sonhava em ser quebrado sem limites.
Do outro lado do Grindr, Rafael, 42 anos, homem maduro, alto, forte, com barba cerrada e olhar penetrante, procurava exatamente isso: um rapaz delicado e submisso que se entregasse sem reservas. Ele gostava de quebrar garotos como Juninho. Quando viu o perfil com a legenda “procuro dono”, Rafael mandou mensagem direta:
“Gosta de apanhar de verdade? De ser aberto até o limite? Quero um escravo obediente.”
Juninho respondeu quase imediatamente, o coração acelerado. Depois de algumas trocas quentes de mensagens, combinaram de se encontrar na casa de Rafael naquela mesma noite.
Quando Juninho chegou, Rafael o recebeu na porta com um sorriso predatório.
— Entra, garoto. Tire toda a roupa e fique de joelhos no meio da sala.
Juninho obedeceu, tremendo de excitação e medo. Assim que ficou nu, Rafael circulou em volta dele, avaliando o corpo delicado.
— Bonito… perfeito pra eu quebrar hoje.
Ele levou Juninho para o quarto e o posicionou de quatro na cama, mãos amarradas nas costas com uma gravata. O chicote de couro preto já esperava.
O primeiro golpe veio forte. O chicote cortou o ar e acertou as nádegas firmes de Juninho com um estalo seco. Ele gritou, o corpo sacudindo. Rafael não teve piedade. Golpe após golpe, as tiras marcaram a pele clara, deixando vergões vermelhos e inchados nas costas, na bunda e nas coxas. A dor queimava.
Em um dos golpes mais fortes, quando o chicote acertou em cheio a bunda já sensível, Juninho soltou um grito agudo e gozou sem nem tocar no pau. O sêmen jorrou no lençol enquanto o corpo dele tremia violentamente, as marcas do chicote ardendo ainda mais com o orgasmo.
Rafael sorriu satisfeito.
— Gozou só de apanhar? Que puto delicioso.
Quando parou de chicotear, a pele de Juninho estava toda vermelha e quente. Rafael largou o chicote e passou as mãos grandes sobre os vergões.
— Olha como ficou sensível… Apanhar deixa a pele assim, toda dolorida e receptiva. Qualquer toque agora é muito mais gostoso.
Ele deslizou os dedos devagar sobre as marcas, apertando levemente. Juninho gemeu alto, o corpo ainda sensível do orgasmo. Rafael beijou as nádegas marcadas, lambendo a pele quente, prolongando o prazer dolorido.
Depois, Rafael pegou o lubrificante e encharcou a mão inteira.
— Agora vou arrombar esse cu. Vai doer pra caralho, escravo.
Começou com dois dedos, depois três. Quando forçou quatro, Juninho já gritava de dor. Rafael não parou. Empurrou devagar, girando a mão, abrindo o buraco apertado à força. No quinto dedo, Juninho soluçava. Quando o punho inteiro começou a entrar, a dor foi brutal — uma queimação intensa, esticando tudo ao limite. Juninho chorava alto, o corpo tenso, mas Rafael continuou implacável, forçando até que o punho deslizasse completamente para dentro, até o pulso. O cu de Juninho estava sendo destruído de verdade, o braço de Rafael enterrado fundo, o punho fechado dentro dele.
Rafael fodeu o garoto com o punho por longos minutos, entrando e saindo devagar, abrindo cada vez mais, o pulso desaparecendo e reaparecendo no buraco esticado. Juninho tremia incontrolavelmente, a dor lancinante misturada com um prazer profundo que mantinha seu pau duro.
Quando finalmente tirou a mão, o buraco ficou grotescamente aberto, vermelho, inchado e piscando.
— Agora pro banheiro, escravo.
Rafael puxou Juninho pelos cabelos e o arrastou até o banheiro. Empurrou o garoto de joelhos diante do vaso sanitário, abriu a tampa e pressionou o rosto dele contra a porcelana fria.
— Antes de te foder, prova que é escravo de verdade. Lambe o vaso.
Juninho esticou a língua e começou a lamber a borda do vaso sanitário, o gosto frio e ligeiramente amargo enchendo sua boca. Rafael segurava seus cabelos, guiando a cabeça.
— Isso… lambe direitinho, puto. Mostra que serve pra qualquer coisa.
Depois de ver o garoto lamber obedientemente por alguns segundos, Rafael ordenou com voz grave:
— Agora bebe. Bebe a água do vaso pra eu ver até onde vai sua submissão.
Juninho hesitou por um instante, o rosto queimando de humilhação, mas o desejo de servir foi maior. Ele abaixou a cabeça, encostou os lábios na água e começou a beber, engolindo alguns goles da água do vaso sanitário enquanto Rafael assistia com um sorriso satisfeito.
— Bom escravo… agora você é meu de verdade.
Rafael cuspiu no cu arrombado e enfiou o pau grosso de uma vez, fundo. Começou a foder com força brutal, as bolas batendo contra a bunda marcada. Cada estocada empurrava o rosto de Juninho contra o vaso sanitário.
— Cara no vaso enquanto eu uso esse cu destruído — grunhia Rafael.
Juninho gemia abafado, o rosto pressionado contra a porcelana. A humilhação, a dor na bunda e o pau grosso socando fundo foram demais. Enquanto Rafael metia sem piedade, Juninho gozou pela segunda vez, o sêmen espirrando no chão do banheiro, o corpo convulsionando enquanto o rosto continuava enfiado no vaso.
Rafael não parou. Segurou os cabelos de Juninho com mais força e fodeu ainda mais bruto, até gozar com um rugido profundo, enchendo o cu arrombado de porra quente.
Quando finalmente saiu, Juninho estava destruído, ofegante, a bunda vermelha e aberta, o rosto marcado pela porcelana e sujo de saliva.
Rafael o puxou para cima devagar, com um carinho surpreendente. Sentou-se na borda da banheira e colocou Juninho no colo, abraçando-o contra o peito largo. Suas mãos grandes deslizavam suavemente sobre as costas marcadas, traçando cada vergão com toques leves como pluma.
— Shhh… você foi incrível hoje, garoto — murmurou Rafael, beijando a testa suada de Juninho. — Aguentou o chicote, o punho até o pulso, a humilhação… bebeu da água do vaso como um bom escravo. Estou orgulhoso de você.
Juninho tremia ainda, o corpo exausto, mas se derreteu no abraço. Rafael continuou acariciando devagar: os dedos descendo pela coluna, massageando suavemente as nádegas doloridas, contornando os vergões inchados com cuidado para não machucar mais. Ele beijava o pescoço, os ombros, limpava as lágrimas do rosto do garoto com os polegares.
— Sente como sua pele está sensível agora? — sussurrou Rafael, a voz mais suave. — Cada toque meu parece eletricidade, né? Isso é o que acontece quando você se entrega de verdade. Amanhã vai sentir essas marcas por dias… e toda vez que tocar nelas, vai lembrar que é meu.
Rafael pegou uma toalha úmida e limpou delicadamente o rosto e a boca de Juninho, depois o abraçou mais forte, balançando-o devagar no colo como se acalmasse uma criança. Suas mãos grandes massageavam os ombros tensos, desciam pelas coxas, voltavam para as costas, sempre com carinho e paciência. Ele beijava devagar os vergões mais vermelhos, soprando ar fresco sobre a pele ardida.
— Você é meu escravo agora. Vamos devagar, mas vamos fundo. Quero ver até onde consigo te levar. Mas hoje… hoje você merece esse carinho. Relaxa. Respira. Eu cuido de você.
Juninho fechou os olhos, sentindo o calor do peito de Rafael, o cheiro dele, a voz grave e protetora. Pela primeira vez em muito tempo, a humilhação extrema misturava-se com uma sensação estranha de segurança. Ele ficou ali, no colo do homem mais velho, por longos minutos, apenas sendo acariciado, beijado e embalado suavemente enquanto o corpo dolorido se acalmava devagar.
— Bom menino… meu bom escravo — repetia Rafael baixinho, sem parar de fazer carinho, as mãos grandes percorrendo o corpo marcado com ternura possessiva.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (2)
MaferDam: Não sou muito ligado ao sadismo, mas me excitou embora ache que um garoto virgem não aguentaria uma foda como essa...
Responder↴ • uid:1duzzymy4gwjThiago puta: No começo do conto digo q ele não é virgem
• uid:h28tm2voq3y