#Gay #Teen #Virgem

jogo de segredos e trocas

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O sol de meio-dia castigava a areia, criando aquele efeito de ar tremeluzente que só vemos nos dias mais quentes de verão. A praia estava lotada; o som das ondas quebrando se misturava às vozes das crianças brincando e ao barulho dos guarda-sóis batendo com o vento. Eu estava dentro d’água, sentindo o sal secar na pele, enquanto me divertia com um bodyboard que eu tinha levado. Poucos metros atrás, na areia, minha tia e a mãe do meu vizinho conversavam animadas, sem fazer ideia do que estava prestes a acontecer a poucos metros delas.

O meu vizinho, que estava ali comigo, não conseguia disfarçar a vontade de pegar a prancha. Ele ficava circulando, tentando pegar o equipamento, querendo surfar um pouco. Eu, num impulso travesso e sentindo uma adrenalina diferente, decidi brincar com a situação. Parei de remar por um momento, me apoiei na prancha e olhei para ele com um sorriso desafiador.

— Você quer tanto esse bodyboard, né? — provoquei, mantendo o tom baixo para que ninguém próximo escutasse.

Ele parou, com a água batendo na altura da cintura, e confirmou com a cabeça. Foi aí que, sem pensar muito nas consequências, deixei a frase escapar:

— Eu deixo você usar, mas só se você me fizer um favor. Você tem que tocar no meu pau.

O silêncio dele foi imediato. Ele congelou. Pensei que ele fosse rir ou achar ruim, mas o olhar dele mudou rapidamente de curioso para tenso. Ele olhou para a direção das nossas mães na areia, conferindo se estávamos sendo observados, e respondeu num sussurro quase inaudível, com a voz um pouco falha:

— Eu faço, mas tem que ser rápido. Não quero que ninguém veja a gente aqui no meio do povo.

Aquelas palavras tiveram um efeito imediato em mim. O choque de ver que ele tinha aceitado aquilo fez o meu corpo reagir na hora; eu senti meu coração bater mais forte e, instantaneamente, meu corpo respondeu à excitação.

Nós nos aproximamos mais, usando o bodyboard como uma barreira física entre nós e o restante da praia. A água era a nossa única proteção. Com o coração saindo pela boca e as mãos um pouco trêmulas, abaixei o calção o suficiente para que ele pudesse alcançar. O toque dele foi hesitante, cuidadoso, como se ele estivesse descobrindo um terreno desconhecido. Ele batia devagar, olhando o tempo todo para os lados, assustado com a possibilidade de alguém notar o que estávamos fazendo.

— Está bom, está bom — ele murmurou rapidamente, afastando a mão pouco tempo depois, o medo de ser descoberto vencendo a vontade do momento.

Eu respirei fundo, tentando disfarçar a euforia. Deixei ele usar o bodyboard por uns cinco minutos, como havíamos combinado. Aquilo era uma mistura estranha de prazer e medo. Quando vi que ele estava aproveitando demais, chamei ele de volta para perto.

— Já deu por hoje — disse, pegando a prancha de volta. — Você já brincou bastante. Se quiser continuar usando a prancha, vai ter que me ajudar de novo.

Ele me olhou, hesitou por um segundo, mas a vontade de brincar com a prancha falou mais alto. Ele voltou a bater mais um pouco e passamos um bom tempo ali, naquele jogo de "esconde-esconde" dentro da água. Era um ciclo: ele usava a prancha, a gente se escondia, ele me tocava, e a gente repetia tudo de novo. A sensação da água fresca, o sol forte e a tensão daquele segredo compartilhado criaram uma atmosfera que eu nunca tinha sentido antes.

Sem que ninguém desconfiasse de nada, à vista de todos, vivi ali a minha primeira experiência sexual. Foi um dia que começou como um passeio comum de praia e terminou como uma lembrança que, até hoje, permanece clara na minha mente.

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