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O Dia em que Todos os Colhões Foram Cortados: A Capadura Coletiva dos Escravos da Fazenda

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Capador

O sol mal havia nascido e o cheiro de medo já enchia o curral. Seu Rogério, o chefe, tinha reunido todos os machos da fazenda — quinze escravos, todos nus, amarrados em postes de madeira com as pernas bem abertas, sacos esticados pra frente como animais no abate. Ele andava devagar entre eles, faca de esfolar na mão direita, um maçarico aceso na esquerda.

— Chega de porra nessa fazenda — rosnou ele, voz grossa e calma. — Mulher grávida atrapalha o trabalho. Cria até virar escravo custa dinheiro. Então hoje eu acabo com isso de uma vez. Todos vocês vão perder os colhões. Sem exceção.

Ele parou na frente do primeiro escravo, um mulato forte de 28 anos. Segurou o saco pesado com a mão calejada, apertou até o homem gritar, e cortou fora os dois ovos num golpe só. O sangue jorrou quente no chão de terra. O escravo urrou como um porco sendo degolado, o corpo convulsionando, o pau mole balançando enquanto ele via seus próprios colhões caídos na poeira.

Um por um eles foram capados. Gritos ecoavam. Alguns desmaiavam. Outros mijavam de pavor antes da faca tocar.

Até chegar em você.

Você, o branquelo peludinho de 20 anos, o mais novo da leva. Seu pau — aquele 15,5 cm grosso que você tanto mediu — estava mole de puro terror, encolhido, cabeça rosada tremendo. O saco pequeno, enrugadinho, peludo, já suado de medo.

Seu Rogério parou na sua frente e sorriu com crueldade pura.

— Olha só o menino da cidade… Peludinho, branquelo, com esse pauzinho que ainda parece de adolescente. 15 e meio de comprimento, 12 e meio de grossura quando duro, né? Pois hoje ele vai virar enfeite inútil.

Ele segurou seu saco com força, apertando os colhões até você sentir como se fossem explodir. Você gritou, o corpo inteiro se debatendo contra as cordas.

— Por favor, chefe… não… eu faço qualquer coisa… eu chupo todo mundo todo dia… eu dou o cu seco se o senhor quiser… só não corta meus colhões!

Rogério riu alto.

— Tarde demais, escravo. Você já gozou demais nessa vida. Agora vai aprender o que é ser nada.

Ele pegou o elástico grosso e apertou na raiz do seu saco, cortando a circulação. Seus colhões ficaram roxos em segundos, inchados, brilhando. A dor era lancinante. Você chorava, baba escorrendo, mijo quente descendo pelas coxas peludas.

Então veio a faca.

Primeiro corte: lento, serrando o saco de um lado. Você sentiu a pele rasgar, o tecido quente se abrindo. Gritou até a garganta arder. O sangue escorreu quente pela sua perna. Rogério puxou o primeiro colhão pra fora, mostrou pra você:

— Olha aqui seu ovinho esquerdo… ainda quentinho. Cheio de porra que nunca mais vai sair.

Ele cortou o cordão. O colhão caiu no chão com um barulho molhado. Você soluçava, o corpo em choque, visão embaçada.

Segundo corte ainda mais devagar. Ele queria que você sentisse cada milímetro. A faca quente queimava a pele enquanto serrava o outro lado. Você urrou, o pau dando espasmos inúteis, soltando uma última gota de pré-gozo misturada com sangue.

Quando o segundo colhão foi arrancado, você quase desmaiou. Seus colhões estavam lá no chão, misturados com os dos outros escravos. Dois cachorros já brigavam por eles.

Rogério limpou a faca na sua barriga peludinha e falou bem perto do seu ouvido:

— Agora você não é mais macho. É só um eunuco peludinho. Esse pau grosso vai murchar, vai ficar mole pra sempre, vai encolher uns 3 cm e virar um penduricalho inútil. Você nunca mais vai gozar de verdade. Só vai sentir dor e vergonha quando eu enfiar meu pau no seu cu.

Ele cuspiu na sua cara e deu um tapa forte no seu pau mole, agora sujo de sangue.

— Amanhã começo a foder todos vocês sem parar. Sem colhões, vocês vão virar os melhores buracos da fazenda. Mais calmos. Mais obedientes. Mais úteis.

Você ficou ali, pendurado nas cordas, sangue escorrendo das coxas, olhando pro vazio onde antes estavam seus colhões. O cheiro de carne queimada e sangue enchia o ar. Ao seu lado, os outros escravos gemiam, sacos costurados grosseiramente, paus moles balançando como trapos.

A fazenda agora era silenciosa. Sem tesão. Sem futuro. Só trabalho, dor e cu disponível 24 horas por dia.

E você, o menino branquelo peludinho de 20 anos, era agora só mais um eunuco sem colhões na coleção do chefe.

Quer falar com o capador? Mande seu número no telegram @snbomn

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