Como um Massoterapeuta Despertou um Gigante
Como massoterapeuta, minha vida é um equilíbrio delicado entre o toque profissional e a tentação que, por vezes, se insinua. Juro que minhas massagens são "sem putaria", mas a realidade, ah, a realidade tem seus próprios roteiros. Sou formado, com foco em dor muscular e acupuntura, um moreno de 1,70m, com um corpo levemente macio e um pau... bem, um pau normal. Atendo com seriedade, mas confesso que, de vez em quando, a sessão toma um rumo inesperado.
Depois de algumas experiências mais ousadas, confesso que fiquei com o pé atrás. A discrição é fundamental, e o risco de ser descoberto pelos vizinhos de sala comercial me fez dar uma pausa nesses atendimentos mais... quentes. Até que ele apareceu. Roberto (nome fictício, claro), um professor que, em época de provas, acumulava tensão e dores musculares. Era mais ou menos da minha altura, um pouco mais cheinho que eu, e com um detalhe que logo se revelaria: um pau descomunal, grande e grosso. Mas chegaremos a essa parte.
Comecei a massagem com ele de bruços. Geralmente, é assim que prefiro; quem sente dor gosta de ter a região afetada trabalhada primeiro, o que ajuda a relaxar a mente. Fui descendo pelos pés, panturrilhas, até as coxas. Ah, aquelas coxas grossas! Não por gordura, mas por pura massa muscular. E, enquanto minhas mãos deslizavam, inevitavelmente esbarravam em algo que estava entre as pernas dele. Algo que já prometia ser... interessante. Continuei pelas costas, sentindo cada nó, cada ponto de tensão. A sala estava silenciosa, apenas o som suave da música ambiente e o deslizar das minhas mãos.
Quando pedi para ele virar de barriga para cima, meu coração deu um salto. E ali estava ele: aquele monstro. Devia ter uns 20 centímetros, mas a espessura o fazia parecer ainda maior, uma verdadeira obra da natureza. Mantive a compostura, ou tentei. Fui para os pés, canelas, coxas, e então cheguei à barriga. Não havia como evitar. Minhas mãos roçavam naquele pau que já babava, o óleo da massagem misturando-se com a lubrificação natural. A cena era um delírio silencioso, e eu, por um instante, me perdi naquilo. O receio de ser descoberto ainda me freava, então me mantive na minha, focado no profissionalismo, ou quase.
Ele se levantou para vestir a roupa, e aquele mastro, agora completamente ereto, apontava para o céu, ou melhor, para o meu rosto. Me contive, sentado no mocho (aquele banquinho branco sem encosto), e perguntei se estava tudo bem. Eu esperava que ele dissesse que sim, para que eu pudesse finalmente dar uma pegada naquele membro. Mas ele disse que ainda sentia o músculo perto da virilha, o iliopsoas – aquele músculo que sai da lombar, dá uma volta na bacia e liga na coxa, responsável pela elevação da perna. Uma desculpa perfeita, um convite irrecusável
Eu, sentado, ele em pé. Desabotoei a calça dele, e então a cueca, deixando aquele mastro apontando, quase na minha cara. Comecei a massagear, sentindo o cheiro dele, o cheiro da excitação. Tomei coragem e peguei. "É aqui?", perguntei, e ele respondeu com um "É sim" ofegante. Comecei a masturbá-lo, com calma, sentindo cada centímetro daquele pau. Ele puxou minha cabeça, e eu, sem hesitar, mamei até ele gozar. Ele se limpou, vestiu-se e foi embora, feliz.
Essas coisas acontecem. Nunca houve penetração com os clientes, mas as brincadeiras, as mamadas que recebo ou que faço, as massagens pelado... tudo isso faz parte do meu universo. E para mim, já está de bom tamanho. Dá para me divertir, o cliente sai feliz, e todo mundo com o saco vazio. E você, o que mais quer ver?
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