#Gay #Teen #Virgem

Seminário sexual

1.7k palavras | 5 | 4.82 | 👁️
Garoto seminarista

seminário da igreja é uma instituição educacional e de formação vocacional dedicada a preparar futuros líderes religiosos, mas eu aprendi outra coisa.

Meu nome é Gabriel, garoto branco, magro, de 1,70 alt, corpo liso, bunda grande, cuzinho lisinho e rosinha, cinturinha fina e coxas grossas, tudo começou quando eu tinha 14 anos, meu pai morreu eu ainda era criança, fui criada apenas pela minha mãe, uma senhora muito evangélica, o que minha mãe não sabia até então era que eu era um viadinho, adorava assistir pornô e até chupava uns colegas na escola, até que uma vez o faxineiro me pegou com um menino e minha mãe foi chamada na diretoria e descobriu tudo, ficou arrasada, e ela teve a reação que todo crente tem quando o filho é gay, manda falar com o pastor.

O pastor Arnaldo e a esposa dele foram na minha casa e oraram por mim, mas o pastor sugeriu que eu fosse mandado para a escola VASOS DE HONRA, era um colégio/seminário evangélico para garotos.

Minha mãe amou a ideia e lá foi eu estudar no bendito seminário, o colégio era integral e ficava em um sítio bem afastado da cidade, mas era um local bem grande, o pastor Arnaldo ficou de me levar e me deixou na sala do diretor Daniel.

Meu primeiro contato com alguém dal foi com o pastor Daniel, ele era bem musculoso, um quarentão, cabelo preto curto e sem barba, era umas nove da manhã, pastor Daniel vestindo calça e camisa sociais, e eu já percebendo que se todos os homens ali fossem assim, eu nunca deixaria de ser gay.

O diretor se mostrou surpreso, e um pouco receoso, ao ver que o pastor Arnaldo me deixou e foi embora e o local onde ficaria a sós comigo.

— Então você é o Gabriel! — disse ele, retirando da pasta uma folha com meus dados.

Uma empregada varria o pátio. Sentado de frente pra mim, seus olhos iam da folha onde estavam meus dados e eu confirmava olhando para ele com desejo. Eu estava devidamente preparado para seduzi-lo.
— Sou eu sim, o pastor Arnaldo falou de mim?
— Ele falou muito de você, eu sei o que te trouxe aqui, e não se preocupe, você não é o primeiro e único aqui!

Pela janela, podíamos ver a entrada, a rua e alguns locais do sítio. O contrário não acontecia. O único local da propriedade de onde se podiam perceber, no máximo, as duas cabeças era o portão principal.

Quando, então, ele me pede para tirar minha roupa, percebi que o pastor Daniel queria tanto quanto eu, então comecei a tirar minha roupa e sua mão pousou em minha pica.
E lá se foi a ética.
— Deixa eu analisar seu corpinho? — pediu ele, vendo a faxineira entrar no colégio, onde ficaria ocupada até a hora do almoço.

Impossível descrever meu semblante. Havia em meus olhos incredulidade e surpresa, permiti que sua mão se aprofundasse entre minhas coxas e ele começou a me masturbar e logo em seguida chupou.

Mais rápido do que eu poderia imaginar, ele levou as mãos à minha cintura, e eu parei para que ele admirasse a minha bundinha, permiti que ele a apalpasse, eu sem imaginar que ele estava me preparando para me dar o prazer do sexo anal.
— Fica de 4 na mesa... por favor...
A primeira surpresa, ao me virar, foi constatar que ele havia aberto a calça, sem que eu o percebesse, e exibia sua excitação na forma de um pênis ereto de dimensões bem aceitáveis.
— O quê que é isso, pastor? — exclamei dando um passo para trás. — Eu sou virgem!

Vem aqui, gatinho — disse ele puxando-me pelo braço. — Eu não vou te fazer mal. Eu só quero ver o cuzinho.
Então, com a satisfação, eu lhe mostrei um lindo cuzinho rosinha e lisinho que o fez arregalar os olhos e lamber os lábios.
— Sabe o que eu queria? — disse eu quando ele começou a me apalpar. — Eu queria saber como é quando alguém chupa.

Eu me empinei na mesa e ele caiu de boca, ele abriu bem minhas pernas e se dedicou a lamber o cuzinho, ora com vigor, ora com delicadeza; ora lentamente, ora freneticamente. E o tesão começou a subir, a subir, eu tentava não gemer, mas não conseguia.

Me colocou de joelhos no chão e ele já estava totalmente sem roupa, passando um dedo por meus lábios grossos, elogiou minha boca e perguntou, sem meias palavras:
— Você já chupou pau alguma vez?
— Já — respondi.
Homens como ele se excitam com histórias de meninos precoces que se iniciaram cedo no sexo.
— Faz muito tempo? — interessou-se ele.
— Já tem um tempinho.
— Eu chupava na escola — contei. — Mas os deles não era tão grande quanto o do senhor.

A gente brincava de “mostrar”. Eu gostava de ver os pauss deles. Já tinha pelos. Então um dia, um me pediu pra chupar. Eu não sabia. Aí ele me explicou como devia fazer. Aí, quando eu estava chupando, ele disse que ia sair leite, como ele disse que era leite, eu tomei.”
— E gostou? — perguntou o pastor, cuja ereção ficava cada vez mais visível.

— Eu gostei, mas ele gostou muito, então, todo dia ele me pedia pra chupar e eu chupava. E ele gozava na minha boca. Ele dizia que cada dia eu chupava melhor.

— Mas hoje você vai chupar o meu — disse ele esperançoso.
— Não sei… O senhor tem o pau muito grande.

Chupa, Gabriel— disse ele. — Chupa a pica do pastor.

Era tanta a tesão, que, ao segurar seu pênis, senti como que uma descarga elétrica. Era tanta, que atraiu minha outra mão. E foi com as duas que eu o acariciei, antes de colocá-lo na boca.
— Ai, que gostoso! — exclamou o pastor Daniel.
Eu não via mais nada, apenas sentia o pau deslizar em minha boca levemente e chupava.

Ora somente a glande, ora tudo que conseguia engolir. E o pastor Daniel gemia, possuído pela excitação que crescia, alimentada pela visão de seu pau entre os lábios de um aluninho nu de joelhos.

Ele gemia e me passava suas sensações. E eu sugava, lambia e mamava, sentindo o calor com que minha boca envolvia seu pau.

depois na mesa, de quatro, expondo meu orifício aos seus olhos e língua, elee abria minhas nádegas, lambia, e suas linguadas me causavam arrepios de excitação que deram sinal verde para sua solicitação.
— Será que vai doer?
— Não vai doer — disse ele retirando um tubo de lubrificante do bolso da bermuda, vi o pastor passar o lubrificante em seu pau ereto antes de colocar meu bumbum na posição apropriada.
— Vou botar devagarinho — disse ele.
Senti um arrepio na barriga ao contado de seu pau, que começou a fazer pressão, forçando lentamente a abertura de meu buraquinho. E este foi cedendo, cedendo, e se abriu para dar passagem à glande. Doeu. Eu gritei, com a cabeça afundada na mesa, mas não desisti.
— Relaxa, lindinho — disse ele. — O pior já passou.
Ele veio por cima de mim, passou os braços sob minhas axilas, flexionou-os para ter apoio e deu o impulso final. Bem lubrificado, o pênis deslizou para dentro do meu cuzinho, em busca do prazer que (isso ele não sabia) eu também comecei a sentir. No princípio, misturado com dor.

Depois, foi prazer puro.
Com o pau enfiado no meu cu, ele dizia em meu ouvido frases de excitação.
— Tá doendo, pastor — balbuciei.
Eram palavras destinadas tão somente a ilustrar o papel submisso e dócil que eu desempenhava naquela conjunção carnal pela qual ele tanto ansiava. E conhecia todo o prazer que meu cuzinho lhe proporcionava.
E o prazer que eu senti? Incrível. Levando a mão por baixo do corpo, peguei meu pau, enquanto meu cuzinho estava a receber a carga erótica que o pau de Daniel transmitia, movimentando-se lentamente em meu buraquinho.
— Aaaai…. aaaiiii… aaaiii… — gemia eu baixinho ao ritmo do vaivém de seu pênis.
— Aguenta só mais um pouquinho, lindinhalo — disse ele. — Estou quase gozando.
Ele não sabia que meus gemidos eram de prazer. Um prazer que só fazia aumentar à medida que se aproximava o momento da ejaculação. Quando, com um fundo suspiro, ele gozou, meu orgasmo veio em ondas que se prolongaram enquanto seu pênis permaneceu dentro de mim, imóvel e latejando.

Nunca provei um cuzinho tão gostoso — disse ele.
Com certeza, não. Todo ânus, por apertado que seja no início, acaba afrouxando, no decorrer das idas e vindas do pênis, e assim se mantém até o final. Comigo isso não acontece. Após se abrir, com dor ou sem dor, sob a pressão da glande, meu anelzinho se contrai, cada vez com mais força, à medida que o prazer toma conta de mim.
Isso ele percebeu.
Também percebeu a força de meu cuzinho que abraçava seu pênis como que para impedi-lo de sair. Mas não havia como prosseguir. Exaurido e saciado, seu membro deslizou para fora, deixando-me a sensação de vazio, mas, também, satisfação pelo prazer obtido.

Rapidamente nos vestimos e o pastor pediu segredo, mas que assim eu teria mais momentos com ele, e assim me levou até meu dormitório e pelo caminho fui conhecendo alguns funcionários e alunos que também terei chance de ficar

Comentários (5)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Kaike: Isso que chamo de ótima recepção.

    Responder↴ • uid:1ed2cqe7hymt
  • Luiz: O pastor vai ser mais um a comer esse viadinho vai ser muito usado no seminario

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic
  • Pai de menino: Sou separado e com um.garoto delicado tb e surpreendi ele mamando um.coleguinha estou confuso não quero reprimir ele talvez precise de ajuda para conversar com ele

    Responder↴ • uid:g61zb738m
    • Kaike: O importante é você estar preparado para conversar com ele, já, que não o repreende. Você sente algo por ele? Sexualmente falando. Se não, seja o amigo dele para não se perder.

      • uid:1ed2cqe7hymt
    • Pai de menino: Não tenho interesse nele apenas penso que talvez um amigo junto comigo conversando com ele para deixar ele mais a vontade talvez somos só eu e ele . Estou errado? Tô confuso

      • uid:g61zb738m