Capacho, escravo de mijo e zoo 3 final
O grande finalle na chácara sendo privada humana e cadela do tiao, Meu cu foi totalmente destruído
Parte 3
O sol já descia no horizonte, tingindo o quintal de tons alaranjados e dourados, mas o ar na chácara continuava carregado de tesão bruto e cheiro de suor masculino. Meu corpo estava no limite. As pernas mal me sustentavam, o cu latejava como se tivesse sido rasgado por dentro, e a barriga inchada de mijo e porra fazia barulhos molhados a cada respiração curta.
Eu ainda estava de quatro na grama, babando, o fio-dental preto encharcado grudado na carne sensível.
Roberto se aproximou com o celular em punho, já filmando em close. O sorriso cruel no rosto não deixava dúvida: o pior ainda estava por vir.
— Levanta, seu capacho de merda. Hoje vamos gravar direitinho pra todo mundo ver como um viadinho magrinho vira privada viva e cadela de cachorro.
Ele me puxou pelos cabelos molhados de suor, me obrigando a ficar em pé. Meus joelhos tremiam. Dois caras trouxeram cordas grossas e me levaram até o canto do quintal, onde um poste robusto de madeira — daqueles usados pra amarrar cavalo — estava fincado firme no chão. Ao lado havia uma mesa baixa.
— Vamos te prender direito dessa vez, pra você sentir que não tem escapatória — rosnou Paulão, cuspindo no chão.
Eles me posicionaram de costas contra o poste. Amarraram meus pulsos com corda grossa, esticando os braços pra cima e prendendo-os alto na madeira áspera, mas deixando uns quinze centímetros de folga pra eu conseguir dobrar um pouco os cotovelos. Depois separaram minhas pernas e fixaram cada tornozelo em argolas de ferro na base do poste, usando cordas que permitiam flexionar os joelhos e mexer o quadril alguns centímetros pra frente e pra trás. Meu peito colava na superfície quente e rugosa do poste, o rosto virado de lado com a bochecha pressionada contra a madeira. Eu não conseguia fechar as pernas nem soltar os braços, mas tinha mobilidade suficiente pra balançar o corpo como um pêndulo, empinar o rabo e receber as penetrações por baixo ou por trás. Estava completamente exposto, preso como um brinquedo vivo.
Roberto aproximou o celular, gravando meu rosto suado e corado.
— Fala pra câmera, cadela. Diz exatamente o que você é.
Engoli seco, voz rouca:
— Eu sou o capacho de vocês… um viadinho safado que adora ser destruído por machos e por cachorro…
— Mais alto, porra. E confessa o que você ama.
— Eu amo mijo quente descendo pela garganta… amo porra de cachorro enchendo minhas tripas… sou a privada e a cadela de todo mundo aqui.
Os homens explodiram em risadas. Um deles, Zé, deu um tapa forte na minha bunda, fazendo o fio-dental afundar dolorosamente na carne inchada. Quase ao mesmo tempo, Roberto estalou um tapa seco no meu rosto, virando minha cabeça pro lado.
— Boa putinha obediente — riu Roberto, vendo minha bochecha ficar vermelha na hora.
Não perderam tempo. Marcos se deitou no chão bem debaixo de mim, entre minhas pernas abertas. Segurou meus quadris e me puxou ligeiramente pra baixo, forçando meu cu dilatado a engolir seu pau grosso. O membro deslizou fácil no buraco já destruído e escorregadio. Eu soltei um gemido rouco, sentindo ele me invadir fundo.
Logo em seguida Paulão se posicionou atrás. Alinhou o pau volumoso ao lado do primeiro e começou a pressionar. Meu cu se esticou violentamente, ardendo como se estivesse sendo aberto ao meio. Eu gemia alto, o corpo balançando preso nas cordas, enquanto os dois paus forçavam caminho juntos, esfregando um contra o outro nas minhas entranhas quentes.
— Caralho… ainda tá molhado e quente por dentro… aguenta firme, viado — grunhiu Paulão, começando devagar e depois acelerando o ritmo.
O duplo penetração era selvagem. Meu corpo oscilava como um pêndulo contra o poste, braços doendo nos pulsos, pernas tensionadas. Cada estocada dupla produzia sons molhados e indecentes, enquanto porra velha e nova escorria pelas minhas coxas. Roberto filmava tudo de perto: o cu esticado ao limite, os dois paus entrando e saindo, meu rosto contorcido entre dor e tesão doentio.
Enquanto me arrombavam, um terceiro homem se aproximou pela frente e enfiou o pau semi-ereto na minha boca.
— Tá com sede, privada humana? Bebe mais.
Ele soltou um jato forte e quente de mijo direto na minha garganta. O líquido amargo desceu queimando. Eu engolia freneticamente, engasgando, parte da urina escapando pelos cantos dos lábios e escorrendo pelo queixo e peito. Quando ele terminou, outro tomou o lugar, depois mais um. Quatro jatos seguidos. Minha barriga inchava ainda mais, pesada e distendida, fazendo ruídos gorgolejantes a cada estocada dupla. Eu me sentia reduzido a um buraco que só servia pra receber porra e mijo.
Depois que Marcos e Paulão gozaram quase ao mesmo tempo, jorrando mais sêmen quente nas minhas profundezas, eles se retiraram devagar. Meu cu ficou escancarado — uma cavidade vermelha, pulsante, vazando um rio espesso de porra misturada com urina.
Roberto interrompeu a gravação por um segundo e sorriu com malícia:
— Agora vem a parte que você realmente merece, sua cadelinha. Chama o Tião.
Meu coração disparou. Ouvi o rosnado grave e o som de patas pesadas se aproximando na grama. O cachorro grande, peludo, com o pau vermelho já meio fora da bainha, foi trazido até mim. Alguém segurou o membro quente e babado do animal, alinhando-o com precisão na minha entrada dilatada.
— Abre bem esse rabo pro seu macho de verdade, viadinho.
O peso do Tião subiu nas minhas costas. As patas dianteiras arranharam meus ombros e costelas, deixando marcas vermelhas ardentes. O pau canino, quente, viscoso e latejante, cutucou meu buraco aberto. Com uma estocada inicial poderosa, ele me invadiu fundo, arrancando um berro abafado de mim contra o poste. O membro era grosso, ardente, pulsando com força animal. Ele começou a bombear com fúria selvagem, os quadris batendo contra minha bunda com impactos pesados. Os pelos da barriga dele roçavam minhas costas suadas, e o cheiro forte, almiscarado de cachorro invadia minhas narinas.
Eu gemia alto, o corpo oscilando preso nas cordas, saliva escorrendo livremente da boca. Cada investida fazia o pau do Tião alcançar o fundo das minhas entranhas já abarrotadas.
Então o nó começou a se formar.
Bem devagar.
Primeiro senti apenas uma saliência grossa que esfregava intensamente ao entrar e sair. Aos poucos ela foi inchando, tornando-se mais rígida, dilatando meu cu centímetro por centímetro doloroso. A pressão crescia implacavelmente. Ardência. Queimação. Meu buraco queimava, sendo forçado a se expandir além do suportável.
— Devagar… deixa o nó entrar bem devagarzinho pra câmera pegar tudo — ordenou alguém, segurando minhas nádegas bem abertas.
O Tião reduziu o ritmo das estocadas, mas não parou. Empurrava mais fundo, o nó agora do tamanho aproximado de uma bola de tênis, pressionando, forçando, abrindo. Eu sentia cada detalhe com clareza torturante: a pele do meu cu esticando ao limite, as paredes internas sendo empurradas violentamente, o calor pulsante do pau dele latejando contra minhas vísceras. Lágrimas rolavam pelo meu rosto. Choraminguei, voz falha:
— Tá… tá enorme demais… ai, caralho…
Eles apenas riam e continuavam filmando.
— Aguenta, sua puta. Você nasceu pra carregar o nó do seu dono.
Com uma pressão lenta e inexorável, o nó ultrapassou o ponto de resistência máxima. Meu cu se dilatou ao extremo, ardendo como brasa, e engoliu toda a protuberância com um som úmido e obsceno. Estávamos completamente travados. O pau do Tião pulsava violentamente dentro de mim, o nó inchado bloqueando tudo, comprimindo cada terminação nervosa. Eu sentia o volume monstruoso preso nas minhas entranhas, impossível de expelir, me preenchendo por completo.
O Tião soltou um gemido gutural grave, as patas apertando mais forte minhas costas. Então veio o jorro: jatos longos, quentes e densos de porra canina explodindo fundo dentro de mim. Muita porra. Quente. Pressionando minha barriga já distendida. O líquido viscoso se misturava ao mijo e ao sêmen humano que já habitavam minhas tripas. A pressão era insuportável. Meu buraco latejava em torno do nó, preso e dilatado ao máximo.
Ficamos assim por vários minutos longos. Eu amarrado ao poste, o cachorro engatado em mim, o nó pulsando, o sêmen jorrando devagar. Roberto registrava de todos os ângulos: meu rosto deformado, o cu esticado ao redor do nó vermelho e inchado, a barriga protuberante.
Quando o Tião finalmente tentou se soltar, puxou com força. O nó pressionou de dentro pra fora contra meu buraco, dilatando tudo novamente. A dor foi lancinante. Eu gritei, o corpo convulsionando contra as cordas. Com um “ploc” molhado e sonoro, o nó saiu de repente, seguido por um jato grosso de porra canina branca que escorreu pelas minhas coxas como uma cachoeira quente.
Meu cu ficou completamente destruído: escancarado como um túnel, vermelho intenso, pulsando descontroladamente, incapaz de se fechar. Porra escorria sem parar.
Os homens aplaudiram e gargalharam.
— Olha o estrago que o Tião causou de novo… esse rabo tá mais largo que boca de vadia agora.
Eles me mantiveram amarrado ao poste por mais algum tempo, filmando enquanto outro cara direcionava um jato forte de mijo diretamente no meu buraco aberto, lavando as entranhas com urina quente. O líquido entrava fundo, misturava-se a tudo e saía em golfadas sujas a cada contração involuntária.
Roberto se aproximou, ainda gravando, e acariciou meu cabelo encharcado com falsa ternura.
— Boa cadela… amanhã vamos soltar uns trechos editados. Você vai ficar famosa entre os machos que curtem capacho de verdade.
Eu só conseguia gemer baixinho, o corpo arrasado, a mente fragmentada entre humilhação profunda e um desejo doentio que não se apagava.
Mas eles ainda não tinham terminado.
Roberto fez um sinal. Marcos deitou-se novamente no chão sob mim. Paulão posicionou-se atrás. Enquanto eu tentava recuperar o fôlego, os dois alinharam os paus grossos na minha entrada já devastada e empurraram juntos. Meu cu se abriu mais uma vez, aceitando os dois membros com um som obsceno.
Antes que eu pudesse processar, Roberto pegou um vibrador grosso e preto — grande, mas não exagerado — e pressionou a ponta contra o meu buraco já ocupado. Ligou no modo mais forte e começou a forçar devagar.
— Vamos ver até onde essa cadela aguenta hoje…
O vibrador foi entrando centímetro por centímetro ao lado dos dois paus, esticando meu cu ainda mais. A vibração intensa reverberava por todo o meu corpo. Dor lancinante misturada a um prazer insano me fazia tremer violentamente contra as cordas. Os três objetos — dois paus humanos e o vibrador potente — moviam-se dentro de mim, esfregando-se uns contra os outros, revirando minhas entranhas de forma brutal.
Os caras pararam por um segundo, olhos arregalados de espanto.
— Porra… ele tá aguentando os dois paus e o vibrador junto… olha o tamanho disso esticando o rabo dele!
— Caralho, nunca vi um cu aguentar tanto… esse viadinho tá realmente destruído de vez.
Eles continuaram fodendo assim por longos minutos, o vibrador zumbindo forte, os paus socando sem piedade, meu corpo balançando preso ao poste, gemendo e babando sem controle. Meu cu estava completamente regaçado, uma ruína latejante que nunca mais voltaria ao normal.
Quando finalmente gozaram, enchendo-me mais uma vez enquanto o vibrador ainda zumbia fundo, eles se afastaram devagar.
Me largaram ali, ainda amarrado ao poste, vazando sem parar por todos os buracos. Meu corpo pendia frouxo contra a madeira áspera, coberto de suor, marcas de patas, tapas e arranhões. Fechei os olhos, exausto demais pra pensar em qualquer coisa. O mundo escureceu. Acho que desmaiei por alguns minutos.
Quando voltei a mim, Roberto estava me desamarrando com cuidado, quase carinhoso. Ele sorria enquanto soltava as cordas dos meus pulsos e tornozelos.
— Você aguentou pra caralho hoje, capacho. Tá orgulhoso de você? Se topar, a gente marca outro dia. Tem uns caras que querem trazer um cavalo pra te experimentar… e os vídeos que a gente fez hoje vão fazer um sucesso do caralho. Você vai virar estrela entre quem gosta de puta sem limite.
Eu mal conseguia ficar em pé. Meu corpo estava todo marcado — arranhado, vermelho, em frangalhos. As pernas tremiam tanto que precisei me apoiar nele. Eles estavam todos mais alegres agora, me dando tapinhas leves nas costas e elogiando como eu tinha sido obediente. Falavam de mim como se eu fosse uma conquista coletiva.
Disse que sim, que toparia voltar, mas na verdade estava anestesiado. Mal ouvia direito o que diziam. Minha mente ainda flutuava entre dor, humilhação profunda e aquele tesão doentio que não passava.
Eles me ajudaram a vestir as roupas. Um deles, o Marcos, se ofereceu pra me levar de volta pra casa. Aceitei na hora — nem conseguia andar direito sozinho.
Quando saímos de perto dos outros e estávamos já longe na estrada, ele parou o carro num acostamento deserto. Segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou na boca, profundo e possessivo. No meio do beijo, ele cuspiu direto na minha língua, forte, sem aviso.
— Porra… eu quero uma puta igual você todo dia — murmurou contra meus lábios, ainda segurando meu queixo. — Magrinho, safado, que aguenta tudo sem reclamar.
Eu sorri fraco, ainda zonzo, sentindo o gosto dele misturado com a saliva dele na boca.
No fundo, mesmo completamente destruído, eu já imaginava a próxima vez que voltaria pra aquela chácara isolada. Imaginava sendo usado ainda mais pesado, mais tempo, sem limite. E só de pensar nisso, mesmo exausto, meu pau latejava de leve dentro da roupa.
Isso me deixava excitado de novo.
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