Firmando o dois em um
Na calada da noite e no quarto eu refletia sobre os acontecimentos na casa do Betinho. Sorri enquanto lia uma revista e meu foco nela sumiu ao pensar aquilo que havia feito poucas horas antes. Levantei e fui ao banheiro para bater uma e soltar a tara para só tentar aliviar pois o tesão subiu rápido e fiquei excitado. Aquela parceria do Betinho com o Valdir, dois paus pretos, deu muito certo e melhor: meu prazer foi ao teto! Novo e branco, sabendo que tudo era proibido, dei para ser feliz e foda-se. Um cara de trinta e cinco e outro cinquentão resolveram o meu problema e uma gozada do meu pau mostrava que eu havia aprovado tudo.
Este ato colocou novo patamar no meu corpo e mais desejos por novas relações com dois caras. Abrir a bunda para levar pica preta foi bom demais e com duas gozadas dentro eu saí convicto que minha tara era a culpada de tudo. Ele só fizeram pois dei liberdade e sou chegado na coisa. Aos dezesseis, o corpo pedia além da conta e temi um pouco pela audácia. Não há o quê fazer. Pintou a vontade, o cu manifesta e eu sabia que controlar é impossível. A coisa era tão tensa que se um macho desconhecido convidasse, eu daria. Meus pais nada desconfiaram das minhas saídas aos finais de semana crendo que eu ia em algum lugar e voltava normalmente.
Nesta daí, Betinho começou a dar apoio para a tara daquele coroa que encontrara uma raridade. Abrindo minha bunda para o seu amigo, o pau preto tirava gemidos e caretas da minha boca para logo em seguida cair de boca na outra pica preta. A vontade em dar era tanta que eu abria a minha bunda com as mãos facilitando tudo e meu metedor aproveitava para iniciar um sexo bem erótico e safado na casa do Betinho. Fui adquirindo certezas que dar para dois era a minha cara e isto eu inseri nas minhas relações futuras.
A tara daquele coroa pelo meu cu branco novo chamava a minha atenção e chamá-lo de tarado era força de expressão pois sua pica não dava tréguas apara arrombar e abrir minha bunda já piscando e cheia de vontade de mais caralho. Ele penetrava sem precisar impor dificuldade e meu tesão subia ao babar na rola do Betinho naquele sofá.
- AI, AI CARALHO, AI, AI, AINNNN, OHHHH!
Minha boca era calada pelo eletricista Betinho que mandava gemer baixo e eu cheguei a gaguejar em alguns momentos com a boca aberta e aguentar surra de pau forte no cu levando cabeçadas. O bom que o vai e vem excitava esquentando a entrada.
- AI, CARALHO DA PORRA.
Segurando o pau preto, mamei forte e sorri elogiando o cacete para levar surra forte e gaguejar mais no pau do Valdir.
- AI, AI, NOSSA, CARALHO, AI, HUMM!
Quinze minutos de sexo com enterradas e reboladas, o vovô não aguentou e segurando minha cintura deu uma leve inclinadinha para jogar jatos de porra dentro do meu cu. Paguei boquete forte no meu macho fixo, o Betinho, ele segurou e abri a boca mostrando a língua para receber leitada na boca! Meu cu melado escorria porra e minha língua foi contemplada com leite de pica preta para engolir um pouco, fechar, receber na face e deixar babar pelo queixo. Sorri e mamei mais um pouco para chamá-lo de gostoso. Uma piscada com passada do indicador, experimentei mais e dissolvi para engolir. Humm! Adoro. O cu aberto, latejando, quente, foi um excitante a mais.
Levantei e aguardei cada um tomar banho, cu grudando, após estarmos vestidos, batemos um papo e ganhei carona do Valdir para chegar logo em casa. Entrei numa boa e fui para meu quarto curtir o cu dolorido e realizado. O gosto por esta prática chegou e sexo só com um não era tão interessante assim. O Betinho que entendesse a situação.
Continua.
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