#Estupro #Incesto #Sado #Traições

Cuidando da Cunhada - Pt 2

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pedro_

Esse conto começa na Pt 1 - /2026/02/conto-127315 -

No segundo dia as coisas amanheceram estranhas. Minha cunhada demorou para sair do quarto e quando saiu estava calada. Um contraste enorme com o dia anterior. Eu não conseguia entender por que desta mudança, mas como tinha várias coisas para fazer segui minha rotina. Ao longo do dia mandei algumas mensagens e nada dela responder. Tentava criar oportunidades de ficarmos só os dois juntos mas ela sempre estava evasiva. Aquilo foi me deixando irritado. A noite fiquei esperando alguma mensagem e nada, quando fui mandar mensagem descobri que ela havia me bloqueado. Eu me enfureci, toda a raiva que eu sentia antes voltou e eu decidi que ia descobrir as coisas de um jeito ou de outro.

No dia seguinte, tínhamos um passeio em família. Logo cedo avisei minha esposa que achava que estava com uma infecção intestinal, mas que acreditava conseguir sair. Eu suspeitava o que ocorreria... Minutos antes de sairmos minha cunhada começou a passar mal, outra crise de ansiedade forte, dessa vez não socorri. Minha esposa foi, viu que era grave e pediu para eu ajudar com a medicação. Separei uma medicação suficiente para fazê-la dormir, mas não por muitas horas. O efeito foi rápido. Assim que ela dormiu decidimos sair também, qualquer coisa ela ligaria.

15 minutos que saímos, falei para minha esposa que não estava me sentindo bem, que toda aquela agitação me deu dor de barriga (mentira) e que era melhor eu voltar, algo que ela não negou porque juntaria o útil ao agradável, eu ficaria em casa e alguém olharia a irmã dela. Voltei, entrei em casa fazendo o mínimo de barulho, me troquei no quarto ficando somente de cueca, peguei um lubrificante e fui para o quarto da minha cunhada. Ela dormia, pijama de verão, pela clara, estava de lado, com aquela bundinha virada para mim. Deitei com calma ao lado dela e abracei de conchinha. Num primeiro momento ela reagiu positivamente se aninhando nos meus braços, mas no momento seguinte ela sonolenta se desvencilhou e vou para o outro lado da cama. No processo, acertou meu peito e me unhou. Eu fiquei sem entender e perguntei assustado: “Você está maluca? Sou eu? Por que me machucar assim?”

- É errado, é errado, você tá abusando de mim... ela respondeu meio grogue do remédio
- Abusando de você? Tá maluco? Não vi você pedir para eu parar em nenhum momento? Até me chamou para o banheiro para continuar o que comecei na cama... respondi com firmeza.
- Eu estava medicada, é errado, é errado com minha irmã... ela balbuciava entre choro. Você me estuprou, é foi isso.
- Estuprei? Estuprei no banheiro também? Estuprador recebe mensagem da vítima pedindo rola é? – falei com ódio... – Agora você vai se arrepender de ter me acusado disso, fui super carinhoso com você, tanto que você pediu mais, agora você vai ter o que merece. – Meu sangue ferveu e eu fiquei cego.

Ela arregalou os olhos, cambaleou, mesmo em condições normais ela não teria chance contra minha força, naquele estado então, ela assinou a sentença dela. Fui em sua direção, ela tentou passar pela cama e caiu, segurei seu braço e ela me arranhou de novo, imediatamente dei um tapa em seu rosto e falei: “Se me machucar de novo ou gritar apanha mais”. Silêncio e pavor no seu semblante. Comecei a tirar sua roupa, primeiro a parte de cima do pijama, com essa peça amarrei sua boca como uma mordaça porque a vagabunda ia gritar de um jeito ou de outro. Virei ela de costas e empurrei na cama deitada de barriga para baixo. Puxei seu shorts com sua calcinha de uma vez. Coloquei seus braços atrás das costas e deitei sobre ela, cheguei no seu ouvido e falei: “Toda vez que ficava com ódio de você na minha casa me imaginava te fodendo assim com raiva para mostrar a vadia que você é, ontem te tratei como princesa e você me chamou de estuprador, hoje vou te tratar como a puta de merda que você é e puta tem que aguentar tudo.” Cuspi na sua cara e ela ficou sem reação, certamente nunca passou por isso.

Saí de cima dela, tirei minha cueca, meu pau já estava explodindo. Virei ela de barriga para cima, apertei seus seios com força e ela gemeu, na sequência apertei seus 2 mamilos e ela gritou abafado com a mordaça, um tapa ardido em cada seio e os olhos arregalaram: “Mandei não gritar sua puta, se não apanha”... Desci a mão até sua boceta e já estava molhada e dei uns bons tapas na boceta e nas coxas e começaram a ficar vermelhas como os seios e falei: “Engraçado né, você tá bem molhada para quem tá sendo estuprada né? É uma puta mesmo!” Abri suas pernas, me posicionei num papai e mamãe e enfiei meu pau de uma vez, entrou fácil e ela deu um gemido abafado me olhando com medo de apanhar. Eu só pensei em meter com mais força que eu pudesse, em menos de um minuto ela começou a gozar, tremer, virar o olho, as pernas tremiam sem parar e ela caiu o rosto para o lado. Eu não parei, continuei fui perto do ouvido dela e mesmo com ela desacordada xingava. Me cansei daquela posição, virei ela de lado, dobrei uma perna dela, deixei a outra esticada e assim poderia meter mais fundo, foram mais uns 10 minutos assim. Até que nesta posição podia ver seu cuzinho e comecei a fazer carinho nele com o dedão, ela deu um sinal de vida e eu enfiei o dedo. Ela tentou gritar e imediatamente levou na cara de novo. Conforme eu enfiava o dedão fundo e continuava a meter ela começou a gozar de novo. Tanto sua boceta quanto seu cu se contraiam.

Virei ela de costas, segurei seus braços para trás e metia nela com força, envergando aquele corpo magro entregue ao prazer. Seu cuzinho estava vermelho das dedas, soltei seus braços e com uma mão puxei seus cabelos longos e com a outra dava tapas na sua bunda até ela gozar de novo. Nesse ponto eu estava cansado, mas um estuprado nunca termina assim não é verdade?

Deitei ao lado dela, mandei ela virar o rosto pra mim, sua mente estava totalmente quebrada de tanto gozar e também pelos efeitos do remédio: “Agora sim você tá sendo estuprada, mas pelo tanto que gozando parece que tá gostando”. Ela resmungou algo com a mordaça. Fui com uma mão por baixo do seu corpo até sua boceta e com a outra até seu cu, ela tentou sair e levou mais um tapa na cara e outro na bunda, o da bunda até minha mão ardeu. Seus olhos encheram de lágrimas. Voltei com o dedo no seu cu, primeiro circular, relaxando o anel, peguei o lubrificante e coloquei uma dose farta no seu cu, ela olhou com receio mas acho que entendeu, enfiei o dedo e esperei, mandei ela rebolar, ela começou a se mover, como da primeira vez que a toquei, mandei levantar o quadril para meu dedo ir fundo, ela obedeceu entre lágrimas. Com a outra mão a dedilhava e sua boceta escorria. Na sequência outro dedo, e mais outro, 4 dedos e ia fundo. Quando percebi seu cu largo tirei a mão e mostrei para ela: “A vagabunda aguenta 4 dedos no estupro pelo visto, hoje seu remédio vai ser aplicado de outro jeito, intra retal”. Ela tentou falar algo e se calou fechando os olhos com medo se levar outro na cara.

Coloquei um travesseiro embaixo da sua barriga para aquele cu ficar bem empinado e me posicionei atrás delas. Coloquei a cabeça e enfiei de uma vez só, ela gemeu de dor e prazer e enfiou a cara no travesseiro. Senti meu pau se acomodar naquele cu e sem perder tempo comecei a meter com força. Com meus pés abri as pernas dela e a deixei arreganhada. Tirei sua mordaça e liberei ela pra falar. Perguntei “Quem é minha puta do cu arrombado?”... ela não respondeu, estava totalmente humilhada e absorta em prazer... seus olhos viravam, ela mordia os lábios e começou a gemer baixo no ritmo das bombadas. Acelerei e meti cada vez mais fundo até gozar farto nas suas entranhas. Dei um urro de prazer, esperei toda porra sair do meu pau e só então deitei ao seu lado. Ela ficou naquela posição respirando fundo.

Eu falei: -“Pronto, agora sim foi estuprada, pode fugir, pode me bater, não vou fazer nada, pode até me denunciar, agora sou o que você me acusou sua vagabunda”.
-“Por favor para”... ela respondeu...
-“Para o que sua vadia? Já terminei de te arrombar não tá vendo”...
-“Por favor para de me xingar assim”... ela disse de novo
-“O que você tá falando agora sua louca?”
-“Para de me tratar assim, eu só tava com peso na consciência, não queria te ofender ou falar que você me estuprou”...
-“Bem feito, aprendeu da pior forma como não falar comigo”.

Ela se virou, deitou do meu peito, me abraçou e pediu para eu fazer carinho nela. Ela era mesmo uma fudida da cabeça. Uma hora me acusando e na outra pedindo carinho. Para falar a verdade fiquei com pena e fiz carinho nela. Naquela posição via todas as marcas no seu corpo. O cheiro de sexo estava fortíssimo no quarto. Ficamos assim uns 20 minutos e perguntei se ela queria tomar um banho.

Fomos para o banho. Ela pediu para me lavar, lavou todo meu corpo e ia me beijando no processo. Depois pediu para eu lavá-la. Lavei seu corpo todo com carinho e com um pouco de peso ao ver as marcas naquele corpo frágil mas ela parecia estar com tesão. Ela virou de costas e falou para eu lavar a bunda dela que tinha muita porra. Esfreguei bem e enfiei meu dedo no seu cu com carinho porque agora estava inchado. Ela se virou e falou: “Não precisa mais me tratar assim tá bom? Pode me comer como você quiser, só não me machuca mais tá? Eu faço tudo que você mandar e eu quero também fazer isso”... Aquilo me deixou com tesão... Perguntei: “Tudo que eu mandar é? Então ajoelha...” Ela ajoelhou e foi indo chupar meu pau, e eu falei: “Não, fecha os olhos, eu quero mijar na sua cara”. Ela nem se moveu, eu só deixei o mijo pós foda quente sair. Mijei em todo seu rosto até acabar. Quando acabou ela abriu apenas um olho e riu com cara de safada falando: ”Agora vai ter que lavar meu rosto e meus seios de novo...”. Nos beijamos longamente em baixo da água por um tempo e depois fomos nos secar.

Fizemos uns lanches e fomos ver um pouco de tv na sala. Ficamos agarrados como casal um fazendo carinho no outro, ela com aquele cheiro de banho me deixava com mais vontade de ficar agarrado. Recebi uma mensagem da minha esposa que eles chegariam em 30min. Avisei a ela e falei: “Hoje teve remédio intra retal mas falta o via oral né”. Ela foi direto para meu pau e começou a me chupar, lambia a cabeça, as bolas e estava de quarto ao meu lado. Levei minha mão para sua boceta e comecei a dedilhar. Como sempre encharcada... Quando percebi que ia gozar mandei ela engolir meu pau, ingênua... quando engoliu, travei sua nuca com minha mão e comecei a gozar fundo na sua garganta. Ela tentou sair em vão. Quando terminei ela saiu sem ar, respirou fundo e falou: “Direto no estômago rrssss”. No que respondi “Assim o remédio faz mais efeito”.

Antes de todos chegarem ela foi para o quarto e dormiu até o dia seguinte. Eu fiz uma média na sala para falar como foi a tarde. Contei que passei a tarde no banheiro mas que já estava começando a melhorar. Essa noite dormi cedo pois toda essa aventura a tarde me deixou exausto.
Continua...

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Comentários (1)

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  • DomLobo75: Tirou a sorte grande a cunhada é uma cadelinha obediente que só precisa de rola e uns tapas na cara.

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