A nova realidade que mudou o mundo parte 154 - Competitividade
Com a estabilização do novo regime, o Conselho Militar implementou um sistema de classificação oficial para todas as escravas: o Ranking de Mérito Sexual.
Cada escrava recebeu uma tatuagem de código de barras logo acima da nádega direita, logo abaixo da cintura, visível e fácil de escanear. Ao usar uma escrava, o homem podia abrir um aplicativo no celular, escanear o código e atribuir cinco notas distintas, cada uma de 1 a 10:
Nota de Beleza Facial: avaliava o rosto, traços, olhos, boca e expressão geral.
Nota de Qualidade Corporal: considerava proporções, curvas, tonalidade muscular, pele e harmonia do corpo.
Nota de Formato dos Seios: julgava tamanho, forma, firmeza, cor dos mamilos e simetria.
Nota de Beleza da Buceta: analisava aparência dos lábios, cor, simetria, depilação e estética geral.
Nota de Qualidade Sexual: a mais importante, avaliava desempenho real, quão apertada era a buceta e o cu, habilidade oral, intensidade ao cavalgar, capacidade de esguichar, dedicação aparente e quanto prazer o homem sentia.
As notas eram públicas, e cada escrava tinha um perfil digital acessível a qualquer homem com autoridade. As médias eram atualizadas em tempo real e exibidas em telas espalhadas pela cidade e no aplicativo. As que mantinham médias altas recebiam pequenas vantagens, refeições ligeiramente melhores, menos horas de trabalho pesado ou permissão para dormir algumas horas a mais. As que ficavam abaixo da média 6,0 eram punidas com maior frequência.
O sistema transformou as escravas em produtos avaliados constantemente. Quando um homem usava Julie, por exemplo, ele terminava, pegava o celular, escaneava o código tatuado logo acima da bunda dela e atribuía as notas friamente:
- Beleza Facial: 9.2
- Qualidade Corporal: 8.7
- Formato dos Seios: 8.9
- Beleza da Buceta: 9.0
- Qualidade Sexual: 9.4 (principalmente pela forma como ela apertava o cu e rebolava com desespero)
Depois, ele confirmava e seguia em frente, sem dizer uma palavra.
As gêmeas Clara e Luísa tinham notas muito altas em Beleza Facial e Formato dos Seios, mas caíam um pouco em Qualidade Sexual por ainda demonstrarem resistência e nojo em alguns momentos. Já Caroline, mesmo grávida, mantinha notas altas em Qualidade Corporal, mas sua média geral era prejudicada pela proibição de atos sexuais devido à gestação.
O ranking criava uma competição silenciosa e desesperada entre as escravas. Elas sabiam que uma nota baixa significava mais dor, mais humilhação e menos chances de sobrevivência. Por isso, muitas forçavam sorrisos, rebolavam com mais intensidade, apertavam o cu com mais força, gemiam mais alto, tudo para tentar subir alguns décimos na média. O sistema era frio, eficiente e profundamente humilhante.
Cada escrava era reduzida a números. Cada foda era uma avaliação. E cada nota baixa era um passo mais perto de um castigo ainda pior. O novo mundo não queria apenas possuir os corpos das mulheres. Ele queria classificá-los, ranqueá-los e monetizá-los até o último detalhe.
Todas as noites, no grande salão do antigo hotel, por exemplo, realizavam-se as Competições de Mérito Sexual. As escravas eram obrigadas a se apresentar, nuas e perfumadas, para serem avaliadas por jurados masculinos que atribuíam notas de 1 a 10 em diferentes categorias: habilidade oral, intensidade anal, sensualidade ao cavalgar, capacidade de esguichar, resistência e “dedicação aparente”.
As performances eram feitas com capricho forçado, pois as que recebiam as melhores notas ganhavam pequenas vantagens, uma refeição melhor no dia seguinte, menos horas de trabalho pesado pelos próximos três dias, ou um dia sem chicote. As que tiravam notas baixas eram punidas publicamente.
Algumas escravas se destacavam pela excelência cruel.
Uma loira alta e magra, de quadris estreitos, mas movimentos precisos, era famosa por sua forma de cavalgar. Ela subia no pau do homem com lentidão torturante, descia engolindo cada centímetro, e então rebolava em círculos perfeitos, contraindo a buceta em ondas ritmadas e poderosas, como se massageasse o pau com um punho quente e molhado. Seus músculos internos apertavam e soltavam em sequência, ordenhando a glande e a haste com uma precisão que fazia os homens gemerem e gozarem em menos de quatro minutos. Ela mantinha o olhar fixo neles, mordendo o lábio, fingindo luxúria enquanto seu quadril girava e subia e descia com velocidade controlada, extraindo até a última gota de prazer.
Outra, uma morena de seios grandes e pesados, era imbatível na arte oral. Ela engolia o pau inteiro até as bolas tocarem seu queixo, a garganta apertando a cabeça grossa em pulsos ritmados. Sua língua trabalhava sem parar, lambendo a veia inferior, circulando a glande, sugando as bolas com delicadeza enquanto a garganta massageava. Poucos homens duravam mais de dois minutos. Quando sentiam o orgasmo se aproximar, ela acelerava, chupando com fome, olhando para cima com olhos úmidos, até receber a porra quente direto no fundo da garganta, engolindo tudo sem desperdiçar uma gota.
A mais admirada na penetração anal era uma ruiva de corpo curvilíneo. Quando recebia um pau no cu, ela apertava com uma força impressionante, contraindo o anel muscular em espasmos rápidos e fortes, como se quisesse ordenhar o homem. Ela rebolava para trás com maestria, girando os quadris enquanto o cu pulsava, sugando o pau para dentro. Os homens gozavam em menos de três minutos, gemendo alto, as pernas tremendo, enquanto ela mantinha o ritmo perfeito, apertando e soltando, até extrair cada gota.
Havia também as que se destacavam no estupro coletivo. Uma morena clara de corpo escultural e pele brilhante era capaz de receber dez, quinze, vinte homens seguidos sem demonstrar exaustão. Ela sorria , um sorriso treinado, sensual e provocante, enquanto era penetrada em todos os buracos. Rebolava contra os paus, apertava a buceta e o cu com maestria, gemia alto como se estivesse em êxtase, mesmo quando a dor era evidente. Ela recebia gozadas na cara, nos seios, dentro de todos os orifícios, e ainda assim mantinha o olhar sedutor, lambendo os lábios sujos de porra como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo.
As competições eram brutais e exaustivas. Algumas escravas eram usadas por mais de vinte homens numa única noite. Seus corpos ficavam vermelhos, inchados, escorrendo sêmen de todos os buracos. O cheiro de sexo e porra velha dominava o salão, misturando-se ao suor feminino e aos gemidos forçados.
E enquanto os homens avaliavam, pontuavam e aplaudiam as melhores performances, as escravas sabiam que cada gemido, cada rebolada, cada contração era uma atuação para sobreviver mais um dia.
O prazer era falso, a dor era real, e a humilhação era absoluta.
Todos os sábados, ao meio-dia, a praça central da cidade se transformava em um palco de humilhação pública.
Milhares de pessoas, homens livres, soldados, civis, se reuniam para o anúncio do Ranking de Putas. Uma enorme tela digital era ativada, exibindo os nomes, fotos e médias das duas mil escravas em ordem decrescente. O silêncio caía quando o locutor oficial começava a leitura das posições mais altas e, especialmente, das mais baixas.
As cinco escravas com as melhores médias eram anunciadas primeiro. Seus nomes ecoavam pelos alto-falantes, acompanhados de aplausos e assobios. Elas recebiam a Semana Dourada, que são sete dias sem trabalho forçado, apenas servindo sexualmente quem desejasse, com direito a refeições completas, água à vontade e proibição de castigos físicos. Eram as elites das putas, exibidas como troféus, vestidas com uma coleira dourada e levadas para os melhores quartos do centro masculino onde podem ser usadas a vontade.
Mas o verdadeiro espetáculo eram as punições para as vinte piores notas.
As cinco com as notas mais baixas eram arrastadas para o centro da praça, nuas e acorrentadas. Ali, os homens do público votavam em tempo real pelo aplicativo, cada uma recebem a punição mais votada, e saberão se seria empalada em uma one bar prison, pendurada em um tronco ou crucificada. A multidão escolhia com entusiasmo. As escolhidas eram presas imediatamente, algumas com a barra de metal enfiada fundo na buceta, outras amarradas em cruzes de madeira, expostas para todos verem. Ficariam ali a semana inteira, sem comida, recebendo apenas água suficiente para não morrer, servindo de advertência pública.
As cinco notas seguintes do, 6º ao 10º lugar em ordem decrescente, eram condenadas a servir como iluminação pública. Eram penduradas de cabeça para baixo em postes ao longo da praça principal, com velas grossas enfiadas profundamente no cu. As velas eram acesas ao entardecer e mantidas queimando a noite inteira. O calor da chama queimava o interior sensível, a cera quente escorria pelas costas e barriga, enquanto elas ficavam invertidas, o sangue descendo para a cabeça, o corpo tremendo de dor e exaustão. Passavam as noites assim, gemendo, chorando, servindo de postes vivos para iluminar as ruas.
As dez notas logo acima delas, do 11º ao 20º lugar, de baixo para cima recebiam o castigo mais prolongado, cento e cinquenta chibatadas cada uma, distribuídas ao longo da semana. Eram espancadas publicamente três vezes, com cinquenta chibatadas cada vez, segunda, quarta e sexta-feira, com um chicote de couro cru reforçado. Cada golpe era forte, deixando vergões profundos. Elas eram obrigadas a contar em voz alta e agradecer após cada batida. E se errassem a contagem, gaguejassem ou não agradecessem com entusiasmo suficiente, a punição recomeçava do zero. Muitas desmaiavam no meio, sendo acordadas com água fria para continuar. Seus corpos ficavam cobertos de marcas roxas e feridas abertas, sangrando enquanto trabalhavam durante o dia.
O sistema era cruelmente eficiente. As escravas viviam obcecadas com suas notas. Muitas treinavam em segredo à noite, apertando os músculos internos, praticando expressões sensuais, aperfeiçoando o rebolado, não por desejo, mas por puro terror das consequências de uma nota baixa. A competição destruía qualquer resquício de solidariedade. Antigas amigas se sabotavam, espalhavam boatos ou tentavam seduzir jurados para subir na classificação.
Julie assistia a tudo com um misto de nojo e alívio. Sua média estava razoável, o suficiente para não entrar no grupo das punidas, mas longe das cinco melhores. Ela via as mulheres ao seu redor se esforçando cada vez mais, sorrindo mais abertamente, gemendo mais alto, apertando o cu com mais força, apenas para evitar os castigos públicos.
O ranking não apenas controlava os corpos, ele controlava as mentes. E lentamente, inexoravelmente, transformava cada escrava em uma competidora desesperada pela própria sobrevivência dentro do sistema que as escravizava.
O sistema de ranking e recompensa implantado pelo Conselho Militar não apenas organizou o abuso, ele o aprofundou de forma psicológica, transformando as escravas em participantes ativas da própria degradação.
A princípio, as pequenas vantagens, uma refeição melhor, uma hora a mais de sono, menos chicotadas, pareciam insignificantes. Mas com o tempo, elas se tornaram o centro da existência de muitas. A nota média de cada escrava era exibida publicamente, e as diferenças de décimos geravam consequências reais. Uma média acima de 8,5 garantia menos trabalho pesado. Abaixo de 6,0 significava punições extras e maior exposição a abusos.
Isso gerou uma competição silenciosa e venenosa. Mulheres que antes se apoiavam nos galpões agora se observavam com desconfiança. As que recebiam notas mais altas eram olhadas com inveja e ressentimento. As que caíam nas médias baixas eram evitadas, como se o fracasso fosse contagioso. A solidariedade feminina, já frágil, foi quase completamente destruída. Em vez de resistir juntas, muitas começaram a se sabotar sutilmente, espalhando boatos sobre o desempenho ruim de outra para baixar sua nota, ou se esforçando para destacar-se às custas das outras. A objetificação tornou-se internalizada.
Muitas escravas passaram a se ver apenas através das cinco categorias. Elas se olhavam no reflexo de poças d’água ou em vidros quebrados, avaliando o próprio rosto, o formato dos seios, a aparência da buceta. Algumas começaram a treinar sozinhas à noite, apertando os músculos do cu e da buceta, praticando expressões sensuais, aperfeiçoando o rebolado, não por prazer, mas por sobrevivência. O corpo deixou de ser seu e passou a ser um produto que precisava ser otimizado.
A ansiedade tornou-se crônica. Cada vez que um homem as usava, elas sabiam que estavam sendo avaliadas. Isso gerava uma pressão constante: gemer no momento certo, apertar os músculos internos com precisão, fingir desejo mesmo sentindo dor ou nojo. Algumas desenvolviam um tipo de dissociação performática, sorriam, rebolavam, gemiam alto, enquanto por dentro se sentiam mortas. Outras caíam em depressão profunda ao verem suas notas baixarem, sentindo que até como objeto sexual estavam falhando.
Julie observava tudo isso com um misto de nojo e compreensão. Ela via escravas antes digna agora competindo ferozmente por uma nota 0,3 mais alta. Via mulheres que um dia se ajudavam agora se delatando por pequenas vantagens. Via a si mesma, cada vez mais consciente de como mexia o quadril, de como apertava o cu, de como fingia prazer para não cair na média baixa.
Caroline, grávida e com notas medianas, prejudicada pela limitação sexual, sofria de forma diferente. Ela não via sua própria filha se esforçando para subir no ranking, rebolando com mais força, chupando com mais dedicação, e sentia uma dor profunda, mas ouvia sobre a dor de ser um objeto quando outras falavam, e queria ver a filha internalizando a própria objetificação.
As gêmeas Clara e Luísa, ainda muito jovens, foram as que mais sofreram psicologicamente. Elas passaram a se comparar obsessivamente, chorando quando uma recebia nota mais alta que a outra, sentindo que até como putas eram inferiores.
O sistema de recompensa conseguiu o que a violência pura não havia conseguido completamente, transformou as escravas em cúmplices da própria escravidão. Elas não lutavam mais contra o sistema, lutavam entre si para serem as melhores dentro dele. E o mais perigoso, muitas começaram a sentir um estranho orgulho ao receberem notas altas. Um orgulho doentio, quebrado, mas real. Porque, nesse mundo, ser uma boa puta era a única forma de valor que ainda lhes restava.
O ranking não apenas classificava corpos, ele classificava almas. E lentamente, uma a uma, as escravas iam perdendo o que ainda restava delas.
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Comentários (1)
Estuprador de jovens: Com essa competição vai ter muita desunião entre as putas, e vai ser difícil ter outra rebelião. Já pensou que quando nascer a filha da Caroline, ela pode ser assada pra Julie e as outras comerem em comemoração? Outra coisa. Essas putas nunca morrem no meio das torturas?
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