Estuprada no carnaval até desmaiar
Depois da semana de carnaval, trouxe uma história real da minha vida de como fui estuprada no carnaval e virei uma putinha masoquista desde então.
Depois que o Carnaval passa o site enche de relatos que aconteceram nesse feriado. Eu esperei um pouco para trazer minha história, mas ela se passa no mesmo período, porém aconteceu há 2 anos atrás. Hoje em dia eu tenho 18 anos e sou uma enorme putinha, mas na época eu tinha só 16, e basicamente tudo aconteceu simplesmente porque fui MUITO burra. Vocês vão entender ao ler, então boa leitura para todos.
Era meu primeiro carnaval indo sozinha sem nenhum parente por perto. Eu ia com duas amigas, Maria e Isabel. Nós combinamos de ir com uma roupa curta por conta do calor, mas quem escolheu e comprou as roupas foi a Isabel. A ideia era nos vestir com as cores de meninas super-poderosas. Eu fiquei com a rosa. A Isabel mostrou uma foto exemplo alguns dias antes de comprar as roupas, nós gostamos e confiamos nela. Quando chegou a hora, era basicamente três biquínis das respectivas cores, e uma mini saia também com a cor. Basicamente íamos com uma roupa extremamente curta e chamativa. Na hora eu xinguei ela, mas quando me vi no espelho, me senti uma deusa antes mesmo de me maquear. Eu tenho 1.58, sou magrinha, peitos médios e bunda média, branquela e extremamente rosinha, o sonho de todos os homens. Quando me maquiei, estava extremamente linda. Mas bom, uma morena branquela com pouca roupa em uma festa cheia de homens tarados não tinha como dar bom. O resultado foi: no segundo dia de carnaval eu passei o dia todo rejeitando homens de tudo quanto é tipo, desde novinhos da minha idade até homens extremamente velhos que queriam me pegar por dinheiro. Bom, no fim do dia foi quando tudo aconteceu. Eu me separei das minhas amigas, as duas foram embora e eu decidi ficar até o finalzinho. Não estava bêbada, mas tinha bebido o suficiente pra me deixar com aquele ar de felicidade. Era umas 16h e eu decidi ir comer na hambúrgueria que eu gostava. Pra ir lá eu precisava andar mais ou menos 20 minutinhos, então decidi ir logo porque estava com muita fome. No caminho, passei por uma rua deserta que ficava quase dois quarteirões longe de onde estava tendo o bloco de carnaval. Eu digo rua deserta porque as casas normalmente são abandonadas ou estão vendendo, então tem pouco ou quase não tem morador. Perto dela tem uma quadra de futebol, e dentro da quadra de futebol, um banheiro onde normalmente os jogadores se vestem, o vestiário, que tinha o tamanho de uma kitnet grande para comportar dois times diferentes. Assim que eu passei lá, me bateu uma vontade de fazer xixi. A quadra era abandonada, o vestiário parecia estar abandonado também, então provavelmente o banheiro estaria quebrado ou interditado. Bom, minha curiosidade foi maior, não sei se por conta da bebida ou algo assim, mas eu quis ir lá dentro olhar como estava a situação daquele vestiário. Para entrar no vestiário precisava dar a volta na quadra, um matagal enorme que fazia tempo que não era cortado. Fui chegando perto e sentindo um cheiro estranho, que não conseguia identificar, mas só de sentir o cheiro me sentia um pouco relaxada. Assim que cheguei na porta, entrei sem pensar. Tinha um mini corredor de uns dois metros que tinha que andar para virar para a direita e entrar de fato no vestiário. Assim que entrei no corredor, ouvi um barulho. Na hora gelei, pensei em correr, mas continuei andando por conta da curiosidade, se fosse uma cobra eu saia, mas vai que eram cachorros ou algo do tipo. Assim que virei o corredor, fiquei congelada: era uma boca de fumo. Na hora todos os homens que estavam lá dentro (parecia ter uns 8 ou 9 batendo o olho rápido) me olharam. Minha primeira reação foi pedir desculpas e virar as costas, mas assim que virei, um deles gritou.
— Tu vai pra onde porra? Tá achando que é só entrar e sair fácil assim? Entra aqui se não nós te mata vagabunda.
Eu me virei de novo, tremendo de medo. Quem tinha gritado era o dono dali, que logo puxou uma arma e apontou para mim. Ele me mandou entrar e ir no meio deles todos, me ajoelhar no chão e responder o porque eu estava ali.
Chorando, quase sem conseguir me mexer de tanto medo, obedeci. Assim que fiz, comecei a falar gaguejando:
— E-Eu queria fazer xixi e vim ver se o banheiro daqui funcionava. Eu juro que não sabia que vocês estavam aqui, foi um engano meu, me desculpa.
Enquanto eu ia falando eles iam me cercando, até que tamparam totalmente a saída e me cercaram de vez. Foi então que eles começaram a se movimentar na minha direção.
— O-O que vocês vão fazer comigo?!
— O preço pra você sair daqui é dar pra todos daqui, sua puta. - Disse o dono.
Eu ouvia comentários deles falando do meu corpo, da minha beleza, diziam que eu era uma patricinha e que iam me arrombar, coisas pesadas de todos os tipos. Bom, não tive nem o que fazer, quando percebi já estava pelada no meio deles, e eles passando a mão em todo o meu corpo. Pegaram minha bolsa e jogaram no canto, tiraram minha saia e meu biquíni e jogaram no chão. Conforme eles tiravam a roupa ia subindo o cheiro podre de pica suja misturado com cheiro suor e droga. Eu olhava para os lados e só conseguia chorar. Fui sentindo as picas encostando no meu corpo, na minha boca, raspando em mim. Quando eles começaram a me estuprar, aconteceu tudo de uma vez. Senti um pau raspando na minha buceta e depois entrando, uma rola grande e suja na minha boca, uma mão na minha bunda outra nos meus seios, um dedo entrando no meu cu com tudo, tudo ao mesmo tempo. Sei que meu corpo rejeitou tudo, e quando sentiram dificuldade em meter em mim, começaram a ser brutos. Em menos de um minuto, eu já estava desmontada completamente. Acho que foi por causa do álcool, mas eu não senti tanta dor e minha buceta e meu cu se relaxaram minimamente, o suficiente para eu não ser quebrada no meio, porque eles começaram a me penetrar sem nenhum dó. Quando me dei conta, já estava com um pau batendo no meu útero, dois dedos no meu cu, as mãos de todos passando pelo meu corpo, me dando tapas fortes e violentos, apanhava até no rosto enquanto fodiam minha garganta. Meu corpo ia se quebrando a cada segundo que passava, eu não conseguia respirar. Todos aqueles homens estavam me comendo como se eles estivessem morrendo de fome e eu fosse um prato saboroso. De repente, senti um gozando na minha buceta, e não deu nem 10 segundos veio outro metendo. Quando decidiram me trocar de posição e começar a DP, colocaram um pauzudo pra comer meu cu. Não deu 30 segundos sendo fodida na buceta e no cu ao mesmo tempo, senti meu corpo perdendo as forças e minha visão foi ficando turva. A dor foi surgindo, crescendo e aumentando, somada com as dores dos tapas e humilhações que estava sentindo, quando percebi, apaguei como se tivessem desligado um interruptor. Depois disso, não lembro de mais nada, nada mesmo. Tive um sonho, e nesse sonho eu estava sendo torturada fisicamente por algum crime que eu tinha cometido, e quando eu acordei, estava jogada pelada no chão, no mesmo lugar. Os homens ainda estavam lá, parecia que tinha passado uma ou duas horas. Quando retomei a consciência, tinha somente um dos homens comendo minha buceta. Quando acordei de verdade, todas as sensações, dores e agressões que sofri enquanto estava desmaiada vieram de uma vez. Minha garganta doía tanto, mas tanto que parecia que eu estava engolindo uma faca só tentando respirar. O pior nem era isso, minha bunda sangrava de tantos tapas que tomei, minha buceta estava sendo penetrada ferozmente por aquele homem e meu cuzinho pulsava e latejava porque estava totalmente aberto, acho que caberia todos os dedos de uma mão fechados no buraco. Eu estava com uma dificuldade enorme pra respirar, toda baqueada e tonta, olhava para os lados e ouvia os homens conversando sem parar enquanto fumavam. Basicamente todos eles já tinham me destruído e geral já tinha ficado satisfeito. Quem me comia era só quem queria mais e ainda não estava satisfeito. Minha situação estava critica, tinha porra no meu cabelo, no meu rosto, na minha barriga, na minha perna, nos meus lábios, tinha ferimentos de tapas por todo o meu corpo com maior foco na minha bunda que estava roxa e sangrando de tanto apanhar. Depois de acordar, eu passei mais três horas imóvel sendo fodida por todos eles, um atrás do outro. Já estava de noite, quase madrugada, a maioria já tinha ido embora, só ficou eu, o dono e mais um que estava me comendo ali. Depois que ele gozou, se despediu e foi embora também, e só sobrou eu e o dono. Foi quando ele começou a conversar comigo.
— Tu deu sorte de estar viva vagabunda. Serve como lição para não entrar onde não deve. Agora vou te jogar pra fora. Vou te dar só seu sutiã e sua saia, vai voltar sem calcinha pra sua casa só pra aprender. Vendi teu celular por 200 conto pro cara (ele falou o nome do homem mas eu não lembro, então fica como cara). Vai falar que foi assaltada, e é bom fazer de tudo pra esconder que foi puta, porque se der algum problema pra algum de nós, pode ter certeza que sua família não vai ficar viva pra contar história.
Depois de falar tudo isso e mais um pouco, alguns minutos me ameaçando, ele me levantou pelo braço e me jogou de costas no mato, junto com as poucas peças de roupa que tinha. Eu levantei, destruída, e fui me vestir. Estava impossível de andar e de me mexer, mas eu tinha que fazer aquilo pra voltar embora. Vesti a minha saia e a parte de cima do meu biquíni. A saia era meio transparente, então dava pra ver tudo. Devia ser umas 2h da manhã. Eu fui caminhando pela rua na direção da minha casa que não ficava muito longe dali. Eu estava mancando, inteira dolorida, estava sendo uma tortura mas eu tinha que fazer. No caminho, um carro parou do meu lado e perguntou se eu estava fazendo programa, e me viu naquele estado, sem roupa, inteira gozada e agredida, minha maquiagem toda borrada e toda destruída. Perguntou se eu estava bem e se precisava de um médico, eu disse que estava bem e que tinha transado hardcore, ele deu risada, me ofereceu mais dinheiro e depois que eu recusei, seguiu viagem. No resto do caminho não tinha quase ninguém, só um ou outro homem mendigo que ficava me encarando enquanto eu andava. Quando cheguei em casa, meus pais não estavam em casa, fui direto para o banheiro, liguei o chuveiro e fiquei sentada enquanto a água quente caia em mim. Demorei umas duas horas em baixo do chuveiro, tentando raciocinar tudo que aconteceu comigo. Depois que saí, fui me olhar no espelho, meu corpo magrinho e perfeito estava todo destruído, minha bunda inteira roxa, tinha marcas de agressões no meu corpo todo, marcas de mordidas socos arranhões etc, meu cu estava inchado, minha buceta dolorida. Eu estava bem faminta, mas na hora nem liguei. Tranquei meu quarto, deitei na minha cama, pelada mesmo, e apaguei. Acordei no dia seguinte, 13h da tarde, meus pais ainda não tinham chegado em casa. A dor tinha passado um pouco, mas ainda estava presente. Foi difícil me vestir, mas por sorte as feridas estavam concentradas em locais que eu conseguia tampar facilmente com roupas normais. No mesmo dia, fui correndo na farmácia comprar a pílula para não engravidar, chamei a farmacêutica em um canto, menti dizendo que fiz sexo com um amigo e o que poderia acontecer, ela me guiou e me ajudou em tudo. Quando meus pais chegaram, avisei eles que fui assaltada e que roubaram minha bolsa e meu celular. Eles me xingaram, disseram que era pra eu ter tomado cuidado, que no carnaval tem muito ladrão mas não suspeitaram de nada. Depois de todas os efeitos colaterais do remédio, por sorte, não engravidei. Uma semana depois do ocorrido, eu já estava no meu quarto siriricando e lembrando daquele dia. Ser humilhada à nível extremo e sentir dores que nunca tinha sentido antes despertaram meu espírito masoquista, e depois disso, nunca mais fui a mesma. Hoje em dia permaneço a mesma gata de sempre, mas agora, como uma putinha masoquista e submissa, e me entrego totalmente aos homens. Antes mesmo de completar 18, já tinha feito várias putarias, gangbang, sexo sem limites, hardcore, suruba, etc. Minhas amigas nunca souberam do ocorrido. Também nunca mais voltei lá naquele lugar por medo, mas sonho um dia voltar de novo. Ultimamente meu tesão está sendo tanto, que cogito isso toda hora. Só de escrever esse conto toquei duas siriricas, e quero a opinião de vocês, devo voltar lá?
Obrigada por lerem.
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Comentários (1)
T mbamm: Gostei só deveria deixar seu T pra poder saber mas
Responder↴ • uid:gz5ckz8s3fd