#Assédio #Teen #Virgem

Comi Minha Vizinha Autista

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Comi Minha Vizinha de 18 Anos Autista

Nunca troquei palavra com Lavínia. Ela morava na casa ao lado em Londrina, 18 anos recém-completados, autista leve – daqueles casos em que o mundo parece distante demais pra alcançar. Sempre a vi pelos muros baixos: magra franzina, corpo de adolescente tardio, pele branca leitosa quase transparente, seios pequenos apontando pro alto como botõezinhos desafiadores sob camisetas largas, boca pequena lábios finos sempre entreaberta num silêncio vazio, olhos grandes amendoados perdidos no horizonte nunca cruzando o meu. Braços e pernas compridos desengonçados, quadril largo inesperado prometendo curvas que o corpo esquálido negava, bunda pequena mas atraente tremendo ao andar desajeitado. Jeito estranho: ria sozinha com folhas, repetia frases de novela em loop, evitava contato visual como se eu fosse fantasma. Pra mim, parecia idiota lesada – inofensiva, ignorável.

Até aquele dia. Janela da cozinha aberta pro quintal vizinho, sol das 3h batendo forte. Lá estava ela atravessando o terreno descalça, só de calcinha branca infantil subindo nas coxas finas longas – corpo branco franzino exposto sem pudor, seios minúsculos balançando livres, quadril largo ondulando desengonçado, bunda pequena empinada cativante. Passou rápido, pegou roupa no varal, varou de volta pra casa sem notar meu olhar faminto. Pau endureceu instantâneo. Dali pra frente, obsessão: penetrar aquele corpo virgem distante, abrir aquelas pernas compridas, fazer aqueles olhos amendoados me encararem gozando.

Comecei devagar, tensão no ar como eletricidade. "Oi, Lavínia!", gritava do muro quando a via no quintal, voz casual. Ela parava, cabeça inclinada estranho, sem olhar: "Oi... oi..." Repetia 3x, mãos mexendo bolsos invisíveis, virava desengonçada. Nervoso, eu insistia: "Gosta de bolo? Fiz um." Dia 4, aceitou pedaço sem contato visual, dedos finos tremendo na mão morena minha. Tensão erótica crescia – eu fantasiava mão na nuca dela forçando boquinha fina no pau.

Semanas: convites "inocentes". "Vem ver filme na varanda?" Ela aparecia desengonçada, sentava longe, pernas compridas cruzadas, olhos desviados. Toquei joelho "sem querer" – corpo magro enrijeceu, olhos amendoados piscaram rápido assustados: "Não... não gosto." Recuava, mas voltava dias depois. Aos poucos aceitava: mão no ombro, ela rígida mas imóvel; abraço "amigável", corpo franzino tremendo contra peito meu. Tensão insuportável – pau latejando só de ver quadril largo dela se mexer desajeitado.

Esposa viajou pra Porto Alegre, trabalho. Dia perfeito. "Lavínia, entra pra ver desenho na TV?" Ela veio, desengonçada tropeçando na soleira, corpo adolescente branco brilhando luz sala. Deitei-a no sofá, pernas compridas desengonçadas abertas em ângulo estranho, quadril largo convidativo contrastando corpo magro franzino brilhando suor. Buceta virgem lisa piscava rosada, lábios minúsculos brilhando nervosa. Pau veiudo latejante, cabeça roxa escorrendo pré-gozo, pressionei entrada – apertada demais, ela gemeu estranho "Dói... dói...", corpo esquelético arqueando involuntário, olhos amendoados fixos parede, nunca cruzando meu olhar culpado. Cuspi na mão, lubrifiquei fundo, empurrei devagar rasgando resistência – "Relaxa, Lavínia... papai te faz mulher." Sangue leve misturou mel transparente, ela repetia "Dói... mulher... dói mulher", voz monótona autista virando gemido fino.

Estocadas iniciais tensas, lentas, bunda pequena ossuda batendo almofada suja, seios minúsculos quicando quase imperceptível, pele branca veias azuis pulsando loucas braços finos cravados sofá. Tensão insana: "52 anos, ela 16 autista... corpo frágil, não olha pra mim, mas engole meu pau." Crise moral gritava ("Monstro!), mas tesão vencia, quadril largo ondulando desengonçado, buceta dela era quente , sugava o meu pau, parecia ter vida própria.

Ela virou cabeça brusca, olhos amendoados finalmente cruzando 2 segundos: "Mais... mais." Voz fina repetitiva, mãos finas puxando meus quadris tatuados. "Mais o quê?", grunhi tenso. "Mais pau... mais pau dentro." Pediu sexo, ela era direta sem filtro. Acelerei selvagem – PLAC PLAC coxas finas minhas batendo quadril largo dela, pau atolando fundo útero virgem, bolas batendo clitóris minúsculo. "Toma, sua putinha esquisita!" Ela gemia loop "Pau dentro... pau dentro...", boca fina babando saliva, pernas compridas tremendo espasmo orgasmo primeiro – corpo magro convulsionou inteiro, buceta sugando jatos quentes meu gozo prematuro.

"Porra, Lavínia..." Gozei forte, 5 pulsos espessos enchendo, transbordando coxas brancas manchando sofá. Ela ficou imóvel pós-orgasmo, pernas abertas desengonçadas, sêmen escorrendo quadril largo pro chão taco gasto, olhos vagos repetindo "Mais pau... mais pau."

Mas tensão explodiu real. Olhei relógio – 17h45. Esposa chegava 18h do salão, mãe dela (viúva rabugenta) na casa ao lado provavelmente espiando janela. "Levanta, filhinha... tua mãe tá em casa, minha esposa logo chega." Ela não reagiu, corpo magro deitado mole, pernas finas abertas, porra pingando bunda pequena atraente. "Lavínia, levanta!" Sacudi ombro fino – ela sentou devagar desengonçada, olhos desviados: "Mais pau... esposa?"

Coração disparado, pau meia-bomba pingando, vesti cueca rápido enquanto ela procurava calcinha fio branca no chão, desajeitada tropeçando própria perna comprida. "Veste logo!" Sussurrei nervoso, ouvindo carro vizinho, mãe dela estava regando plantas, ouvindo sertanejo alto. Ajudei calcinha subindo coxas finas meladas, ela murmurando "Pau gostoso... pau gostoso." Camiseta larga embolada cabeça, saia jeans curta tremendo mãos.

Porta lateral casa, 17h58. Esposa mensagem "Chego 18h05". Lavínia saiu desengonçada pro quintal vizinho, bunda pequena balançando sem pudor, sêmen escorrendo interna coxa – mãe dela gritou lá de dentro "Entra, sua lesada!". Fechei portão suando frio, pau endurecendo memória, esposa chegando chave girando 2min depois: "Oi amor, cheguei!"

Tensão virou vício. Lavínia pedia "mais pau" varanda dias seguintes. Família duas casas – segredo sujo meu.

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