Fatinha - A Última Tarde na Escola
Devido a una erros, que contei numa outra conta, vou começar tudo de novo. Este conto aconteceu e é real
O corredor estava deserto, o eco dos passos apressados era o único som antes de o Diogo sentir a mão pequena da Fatinha a puxá-lo para dentro da casa de banho masculina. O som metálico da fechadura a correr foi o sinal de que o mundo lá fora, com as suas regras e aulas, já não importava. Ele ia embora daquela cidade, e ela não o deixaria ir sem uma marca profunda.
Encostados à porta, a respiração de ambos já estava pesada. O Diogo puxou-a para um beijo urgente, enquanto as mãos dela subiam pela t-shirt dele, despindo-o com uma pressa que vinha de meses de desejo contido. Ele retribuiu, deslizando as mãos pela pele lisa da Fatinha. Quando a roupa caiu, o corpo dela revelou-se: o peito pequeno e firme, a pele sem pelos e a delicadeza de quem estava a entregar algo precioso
O Diogo e a Fatinha mal conseguiam mexer-se entre a sanita e a porta de metal. O calor ali dentro era abafado, e o cheiro do perfume dela misturava-se com a adrenalina do momento.
Como o espaço era curto, a Fatinha apoiou as mãos diretamente na porta gelada. O Diogo, posicionado logo atrás dela, puxou-a pela cintura. Nesta posição de Doggy, mas feita de pé para ganhar ângulo, a penetração era profunda e urgente. O som rítmico dela a bater contra a porta e os gemidos abafados pelo barulho do corredor criavam um clima de perigo constante.
Para mudarem o ritmo e conseguirem olhar-se nos olhos, o Diogo sentou-se na tampa da sanita, A Fatinha, com a sua buceta sem pelos e o peito pequeno a subir e descer com a respiração curta, sentou-se por cima dele em Cowgirl. Ali, ela tinha o controlo total. Ela agarrou-se aos ombros do Diogo, cavalgando com força, enquanto ele a puxava para perto, sentindo cada centímetro daquela entrega final.
O cubículo parecia estar a ficar sem oxigénio. O Diogo sentia os músculos das pernas a tremer sob o peso e a intensidade da Fatinha. Ele sabia que o momento estava a chegar. Num último esforço, ele segurou-lhe as ancas com firmeza, cravando os dedos na pele suave dela. Quando o prazer explodiu, ele não hesitou: manteve-se colado a ela, deixando que toda a foda acontecesse dentro da vagina dela, um selo quente e íntimo que marcava o fim daquela história de escola.
Eles ficaram ali, testas coladas, a ouvir o silêncio que se seguiu. A Fatinha limpou o suor da testa dele, com um sorriso triste de quem sabia que aquele era o melhor "adeus" que poderiam ter tido.
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Comentários (1)
Nathalia (NATY): É ... as despedidas são cruéis , mesmo sendo de forma tão gostosa
Responder↴ • uid:w733w2qj