O cliente me fodeu
O cliente pauzudo me fudeu dentro da loja
Fala, eu sou a Emilly, tenho 20 anos e trampo numa assistência técnica de celular. Vou mandar o real do meu primeiro conto pra vocês. Tudo começou com um cliente que colou na loja com o aparelho todo ferrado. No começo foi tudo no profissional, sem gracinha, peguei a senha dele pra testar as peças novas e vida que segue.
Ele deixou o celular num dia pra buscar no outro, mas terminei o serviço rapidinho. Eu nunca fui de fuçar em galeria de cliente, sempre fico só no básico — câmera, calculadora e tal — mas esse cara me despertou uma curiosidade do caralho. O maluco tinha uns 25 anos, se vestia igual um marginal, mas falava bem pra cacete, todo educado.
Abri a galeria dele e, de cara, só vi foto padrão com a esposa no shopping, coisa de casal normal. Mas aí eu dei aquela rolada pra baixo e o bicho pegou: achei uns três vídeos deles transando. O cara fodia bem demais, dava pra ver que tinha pegada. E tinha uma foto específica, ele peladão, mostrando o rosto e segurando um cacete enorme, grosso e cheio de veia. Na hora me deu um tesão absurdo; não resisti, mandei a foto pro meu celular e apaguei todos os rastros pra não dar ruim.
No dia seguinte, quando ele veio buscar, eu atendi o cara já imaginando aquela pica de cano de PVC que ele escondia na calça. Enquanto ele testava o celular, me mandou na lata: "Você mexeu na minha galeria?". Gelei. Respondi gaguejando que não, que a gente não fazia isso. Ele deu um sorriso de aliviado e foi embora. Sumiu por uns quatro meses.
Depois desse tempo, ele apareceu com a mulher pra comprar um fone. Mantive a pose de profissional, ainda mais com a patroa do lado. Fiz a venda, dei o cartão da loja e salvei o número dele. De vez em quando eu dava uma espiada nos status, mas era só coisa de família, almoço, jantar... até que um dia, lá pelas seis da tarde, ele me chamou no WhatsApp perguntando de teclado.
Ele tava na correria do trampo, tentou pedir Uber, mas como a loja já tava quase fechando, ele falou: "Moça, me espera cinco minutos? Vou de moto buscar". Eu disse que esperava, que ia fechar a porta mas que era só ele bater que eu entregava. Passou dez minutos e nada, eu tava no banheiro quando ele começou a ligar. Gritei de lá: "Pode entrar, a porta tá só encostada, tô no estoque e já te atendo!".
Quando ouvi ele entrando, subiu um frio na barriga e uma vontade louca de provocar, mas o cara nunca tinha dado sinal de nada. Terminei de mijar, saí do banheiro e já mandei a real: "Não acostuma não, hein? Não deixo ninguém me fazendo esperar e muito menos entrar aqui de porta fechada". Ele riu e soltou: "É, se minha mulher descobre que eu tô trancado numa loja com uma morena dessas, ela me mata".
"Morena como?", perguntei rindo, já querendo ver onde ia dar. Ele só deu aquela risadinha de canto de boca, pegou o teclado e se despediu. Eu fiquei ali, só no sorrisinho tímido, lembrando daquele pauzão da foto e me segurando pra não parecer uma puta desesperada logo de cara.
No dia seguinte, no finzinho do expediente, o Lucas apareceu na loja de novo. Fui atender e ele já mandou que não queria comprar nada, que passou só pra agradecer pelo esquema do teclado, porque tinha trabalhado até tarde e eu tinha "salvado a vida" dele. Já era quase seis da tarde e eu brinquei que precisava fechar logo pra não dar B.O. com o horário de novo. Ele deu uma risadinha e soltou que não queria causar briga, porque a mulher dele já tava com o rabo cheio de ciúmes de mim. Aquilo me deixou encanada, porque eu nunca tinha dado abertura, por mais que estivesse doida pra dar pra ele. Perguntei qual era a da mulher, e ele mandou a real: como ele veio aqui três vezes e viu que eu trabalhava sozinha, ela encanou que ele não podia vir sem ela porque eu ia acabar "confundindo as coisas".
Mandei um sarcasmo na hora: "Pelo jeito o ciúmes da sua mulher só te deu foi mais tesão de vir aqui sozinho, né? Não quero você vindo me agradecer e ela achando que eu tô me oferecendo". Ele deu um migué dizendo que ela nem ia saber, que moravam a vinte minutos dali e ele só queria agradecer mesmo. Quando ele virou as costas pra ir embora, eu soltei bem baixinho: "Foi só pra isso mesmo?". O cara travou, ficou vermelho e perguntou: "Sim... foi, por quê?". Eu não perdi tempo, saí de trás do balcão, fui até a porta e bati a chave. Olhei bem na cara dele e manduei a real: "Eu sei o que você quer, e eu também quero".
O Lucas ficou todo sem jeito, todo desconcertado. Por trás daquela pose de maloqueiro tinha um cara travado que não ia ter iniciativa nunca, então eu colei nele e dei um beijão. No começo ele tava duro, mas depois foi se soltando. Ele ficou preocupado com as câmeras, mas eu tranquilizei ele dizendo que a loja era minha e só eu via aquela porra. Aí o bicho pegou. Ele me agarrou com força, arrancou minha blusa parecendo que ia me engolir viva. Quando viu meus peitos, ele já foi com tudo, abocanhando e passando aquela língua quente nos meus mamilos enquanto eu puxava o cabelo dele. Ele me puxou pra perto, baixou minha calça e eu ajudei a tirar tudo. Me ajoelhei na frente dele e abri o zíper; o volume naquela cueca já tava de assustar, mas eu tava cheia de vontade. Quando puxei a cueca, o pau dele pulou na minha cara e eu já caí de boca. O negócio era gigante, mal cabia, muito maior do que eu imaginava, e conforme eu chupava ele ia gemendo alto, segurando meu cabelo com força. Naquele aperto da loja, me levantei e ele me escorou de costas num balcão de vidro. Ele abaixou e deu uma linguada inesquecível na minha buceta e no meu cu, tudo de uma vez. De repente, ele se posicionou atrás de mim e me meteu com tudo; o pau dele era tão grosso que chegava a incomodar, preenchendo cada espaço de um jeito absurdo.
O incômodo durou só uns segundos, porque logo o tesão atropelou tudo. Ele segurou minha cintura com as mãos pesadas, aquelas mãos de quem trabalha duro, e começou a socar com vontade. A cada estocada, o balcão de vidro chegava a estalar, e eu só conseguia morder o lábio pra não gritar e chamar atenção de quem passava na rua. O Lucas parecia outro bicho; aquela timidez de antes sumiu e ele começou a falar no meu ouvido, umas putarias bem baixinhas, dizendo que aquela bunda tava deixando ele louco desde a primeira vez que me viu.
Eu sentia aquele pau latejando dentro de mim, raspando em tudo, e a sensação era muito melhor do que eu tinha imaginado vendo aquela foto meses atrás. O cara tinha um ritmo frenético, não parava um segundo. Eu apoiei as mãos no vidro, empinando bem pra ele entrar ainda mais fundo. Ele me puxou pelo cabelo, colando nossas costas, e começou a dar uns tapas secos na minha bunda que estalavam no silêncio da loja. Aquilo me deu um gás absurdo.
Quando eu senti que ia chegar lá, ele me virou de frente, me levantou no colo e eu entrelacei as pernas na cintura dele. Ele me prensou contra a parede do estoque, me beijando com uma sede desesperada enquanto continuava o movimento, sem dó. Eu sentia o suor dele pingando no meu peito, o cheiro de homem misturado com o perfume dele, e a cada metida parecia que ele ia encostar lá no meu útero.
Eu não aguentava mais, meu corpo tava todo tremendo. Ele acelerou o máximo que podia, os olhos dele tavam vidrados, e quando ele sentiu que eu tava gozando, ele deu as últimas três estocadas mais fortes da vida e despejou tudo dentro de mim. A gente ficou ali, ofegante, abraçados por um tempo, o silêncio da loja só sendo quebrado pela nossa respiração pesada.
Ele se separou devagar, todo desconcertado de novo, limpando o suor da testa e arrumando a roupa como se nada tivesse acontecido. Me deu um selinho demorado, agradeceu "pelo teclado e por tudo" com aquele sorriso de canto de boca e saiu da loja rapidinho, sumindo na noite com a moto. Eu fiquei ali, encostada no balcão, com as pernas bambas e a certeza de que aquela foto na galeria dele tinha sido o melhor spoiler da minha vida.
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Comentários (3)
Bibi: Oioi
Responder↴ • uid:830y6q06i9Tarado: Oiiii Tmbamm chá má
• uid:gz5ckz8s3fdAnônimo: Delícia, como e gostoso regaçar essas putinhas
Responder↴ • uid:1d7gqdeknlwd