#Assédio #Incesto #Teen #Virgem

Comi minha filha na Disney

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Contador Incestuoso

Gozei forte na garganta dela, ela engolindo com tosse leve, sorrindo orgulhosa. Virei-a de costas, pijama arriado, e comi minha filhinha pela primeira vez

Eu mal via Clara há anos. Aos 40, meu corpo era obsessão de academia – 1,85m de músculos definidos, peito largo com veias saltando sob a camisa polo slim, braços de 42cm com tatuagem discreta de âncora, tanquinho visível a cada respiração funda, pau grosso e sempre marcado no short tactel. Separei-me quando ela tinha 4 anos; a ex ficou com a guarda exclusiva em São Paulo, e minhas visitas viraram mensagens secas no WhatsApp. "Disney vai compensar tudo", pensei, marcando 12 dias em Orlando para o aniversário de 15 dela – voo business, All-Star Movies Resort, parques ilimitados. "Agora você é grande, filhinha, pai te leva pro mundo mágico."

No voo de 9h de Miami a Orlando, Clara adormeceu no meu colo. Sua coxa grossa e suculenta esmagava meu pau semi-ereto, a bunda grande e redonda roçando meu braço tatuado. "Para com isso, Rafael", sussurrei para mim mesmo, suor frio escorrendo pela testa. "É tua filha... anos longe, mas sangue teu. Esse corpo de mulher não é pra ti." Desviei o olhar para as nuvens, o pau latejando na cueca apertada, culpa católica me corroendo por dentro.

No resort Toy Story, fomos pra piscina. O biquíni verde fio-dental dela me acertou forte: triângulo minúsculo deixando auréolas rosadas escaparem, fio perdido na bunda empinada e insana. Meu short preto não escondia nada: "Clara, cobre isso um pouco... pai tá ficando louco." Ela riu ingênua, olhos verdes felinos brilhando puros: "Que isso, pai? Tá bonita minha roupa?" A moral rachou devagar, mas ela era ingênua demais pra notar o fogo que acendia.
Dia 3, Typhoon Lagoon sob sol de 35°C. Ela passava óleo nas coxas grossas, brilhando lento, bunda empinada com óleo escorrendo pelo vale. "Pai, costas?" Minhas mãos desceram da lombar pras nádegas carnudas – dedo roçando o fio enfiado. Ela gemeu baixinho, pele arrepiada. "Escorregou", menti rouco, pau duro latejando, crise moral me sufocando: "Ela tem 14 anos, é pura..."

Na piscina de ondas, colados na água: coxas esmagando minha cintura, bunda roçando meu pau rígido. "Segura forte!" Mãos espalmadas nas nádegas tremendo. "Teu corpo é lindo demais", sussurrei. Ela corou ingênua: "Obrigada, pai... mas não fala assim." Resistência tímida, mas o ar crepitava.

Noite 4, suíte abafada. Clara saiu de toalha curta, coxas pingando: "Creme nas costas?" Sentou na cama king, toalha subindo pro fio vermelho. Massageei barriguinha bronzeada, lombar, depois nádegas devagar, polegar pressionando o ânus. Ela gelou, olhos arregalados: "Pai... para! Isso é errado!" Voz trêmula, empurrando minha mão.

Culpa me engoliu: "Pecado mortal... assediando minha inocente." Insisti suave: "Só carinho, filhinha." Ela balançou a cabeça, corando: "Não pode... é pecado." Mas coxas se abriram um pouco, respiração ofegante. "Por favor, para", sussurrou, olhos traíndo prazer confuso. Recuei: "Desculpa, amor."

No dia seguinte, Magic Kingdom: comprei colar de ouro com Mickey. "Pra minha princesa." Ela abraçou forte, ingênua: "Obrigada, pai!" Em Epcot, iPhone top: "Pra você se sentir rainha." Olhos brilhando: "É muito... mas amei." O gelo derretia com ouro e prata.
A Queda na Primeira Noite Íntima

Aquela noite no quarto dia, depois dos parques, Clara veio de pijama soltinho – sem calcinha, o tecido fino marcando a buceta depilada, lábios carnudos delineados de leve. Deitou do meu lado na cama king, abraçando meu peito largo: "Pai, adorei o dia hoje." Colocou uma perna grossa e suculenta sobre meu corpo, coxa roçando direto no meu pau, que enrijeceu na hora, o volume cutucando a carne macia dela. Ela percebeu, corpo tenso por um segundo, mas ficou quieta, respiração acelerando.

Tasquei a pergunta, voz rouca: "Filhinha, já tens namoradinho?" Ela corou tímida, ingênua: "Que pergunta, pai... já, sim." Sorri, tesão vencendo: "Queres ser a namoradinha do papai nessa viagem?" Ela tirou a perna devagar, olhos verdes arregalados: "Que isso, pai? Sou tua filha!" Insisti suave, mão na coxa dela: "Ninguém precisa saber, filha. Será nosso segredo... e olha os presentes que pai te deu."

Ficou em silêncio, mordendo o lábio carnudo, conflito nos olhos – resistência ingênua lutando contra o mimo e o toque. Então, sussurrou: "Tá, pai." Seu rosto se aproximou do meu, e iniciamos um longo beijo delicado. Línguas se tocaram devagar, calmo, molhado e delicioso, ela sem parar, gemendo baixinho no ritmo. Subiu em cima de mim, pijama subindo, descendo pelo meu corpo até a bermuda. Tirou o calção com mãos trêmulas, viu meu pau grosso pulsando, deu um sorrisinho tímido e começou a chupar – boca carnuda envolvendo devagar, língua rodando a glande, descendo até a garganta com baba escorrendo pras bolas.

Uma crise de consciência veio como facada: "Pecado eterno... ela ingênua, convencida por presentes. Monstro!" Mas passou rápido, tesão animalesco dominando. Falei surpreso: "Filha, já fizeste isso antes?" Ela ergueu os olhos verdes submissos, pau na boca: "A, pai... já tenho 14 anos." Continuou ritmada, chupando gulosa agora, mãos nas minhas coxas tatuadas.

Gozei forte na garganta dela, ela engolindo com tosse leve, sorrindo orgulhosa. Virei-a de costas, pijama arriado, e comi minha filhinha pela primeira vez – penetrei a buceta virgem devagar, apertada e quentinha mamando cada centímetro. "Dói gostoso, pai... vai devagar", gemeu ingênua, bunda grande empinada contra mim. Estocadas crescentes, ela rebolando tímida, seios pequenos quicando livres, unhas cravando minhas costas tatuadas. Gozei dentro dela, enchendo o útero com jatos quentes – uma vez. Não paramos; trocamos posições a noite toda, ela cavalgando devagar, eu de lado apertando as coxas grossas, de quatro com a bunda batendo PLAC nas minhas coxas. Gozei mais três vezes, sempre fundo dentro, sêmen transbordando pelas coxas suculentas dela, misturado ao mel dela. Transamos até o cansaço, ela insaciável como toda adolescente, gemendo "Mais, pai... não para", e eu, perdido no tesão mais feroz que sentira por qualquer mulher em anos.

Acordamos ao meio-dia, suados e grudados. Pedi room service pro hotel – frutas, sucos, panquecas –, mas mal tocamos na comida. Voltei pra cima dela na cama king, comendo minha pequena e desejada filha de novo: missionário lento, beijos molhados, depois de lado com mão na bunda grande. Passamos o dia inteiro transando, cortinas fechadas, só pausas pra hidratar e ela chupando meu pau de novo, olhos verdes famintos. "Pai, isso é tão errado... mas eu amo", sussurrava ingênua entre gemidos. Meu pau não amolecia – há anos não sentia esse fogo por ninguém.
Dias de Prazer e o Retorno

Os dias seguintes foram equilíbrio perfeito: parques de dia, aproveitando o passeio – Typhoon Lagoon, Epcot fogos, Magic Kingdom –, e sexo voraz à noite nos hotéis, trilhas vazias ou carro alugado. Ela pedia mais a cada presente – pulseira de diamante, bolsa de grife , nesse dia com muita insistencia comi o cuzinho virgem no motel Cinderela com grito abafado "Devagar, papai... ".

Retornando ao Brasil, ainda no avião: mão na coxa grossa dela sob a manta, ela punhetando discreto. Ela passou a me visitar todo final de semana em Campinas, dormindo na minha cama, transando o dia todo. Nas férias escolares, viajava comigo – praias nordestinas, hotéis fazenda –, nossas aventuras continuando em segredo. "Sou tua namoradinha eterna, pai", sussurrava, bunda empinada pra mim. Família proibida, selada no Mickey Mouse, eu, o pai que a despertou, e ela, a insaciável que me reviveu.

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Comentários (5)

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  • Yasmin s2: Gostei muito.. Escreve mais :3 T Yass17B

    Responder↴ • uid:mt9564l0h
  • José: Gue pai sortudo eu gueria uma filha assim porque eu figuei no maior tezao nesse conto

    Responder↴ • uid:13rydhvscbq3
  • Futchamp122: Delicia o conto , já ouvi falar sobre isso , até mais novas , acontece muito por ai rsrs , T futchamp122 papai etc

    Responder↴ • uid:1dfb2n5mpu1m
  • Haras: Muita tesão neste conto. 5 estrelas

    Responder↴ • uid:dloya65d1
  • Paugrosso_de_minas: Que delícia de conto, na verdade elas servem para isso. Uma realidade que ninguém quer aceitar. Mas que todos gostariam de experimentar.

    Responder↴ • uid:1dn6eaicnm60