Papai sortudo arrombou suas 2 filhinhas
Reconheço que, no começo, meu pai deve ter penado pra criar praticamente sozinho duas filhas depois que nossa mãe foi embora. Mesmo assim, a gente sempre foi uma família grudada, cheia de carinho e risada alta pela casa.
Quando eu e minha irmã mais nova entramos na faculdade aqui em Recife, as coisas mudaram um pouco. Meu pai, já com quase sessenta anos, contratou uma moça chamada Valéria pra dormir em casa de segunda a sábado e cuidar da bagunça. Ele começou a sumir bastante, às vezes nem aparecia pra dormir. A gente desconfiava que tinha rolado uma mulher por aí — ele voltava cheirando a perfume diferente, sorriso bobo no rosto —, mas nunca falava nada. Só que, mesmo ainda nos enchendo de mimos, dava pra sentir que ele tava ficando mais distante. Eu e Janaína ficávamos preocupadas: e se ele resolvesse morar com alguém e nos deixar só com a empregada?
A gente sempre foi muito unida e, pra ser sincera, bem safadinha desde novinha. Namorava bastante os meninos da rua, da praia de Boa Viagem, da pracinha do Pina… Mas quando percebemos que o pai tava voltando mais cedo pra casa e ficando meio cabisbaixo, a gente combinou: tinha que fazer ele sorrir de novo. E aí veio a ideia mais louca e mais gostosa da nossa vida: provocar ele até não aguentar mais.
Não foi difícil. Começamos a andar pela casa só de calcinha e top bem curtinho, ou então só de calcinha mesmo, fingindo que tava um calor danado (e em Recife no verão, realmente tá). Ele sentava no sofá da sala, ligava a televisão, e os olhos grudavam na gente. A gente passava devagar, rebolando um pouquinho a mais, sentindo o olhar dele queimar na pele.
Uma tarde ele chegou do trabalho suado, tirou a camisa, jogou no encosto da cadeira e se jogou no sofá. Eu, que tava só de calcinha preta fio-dental, resolvi ser a primeira a atacar. Fui até lá, sentei de lado no colo dele, passei os braços no pescoço e dei um beijo demorado na bochecha.
— Tá muito cansado hoje, né, pai?
Ele me apertou num abraço forte, o peito largo e peludo roçando nos meus peitinhos quase nus. Olhou fixo pros meus mamilos endurecidos.
— Um pouco, minha filha… Mas um banho gelado resolve.
— E se eu e a Janaína te ajudarmos no banho? — falei baixinho, roçando os lábios na orelha dele.
Ele arregalou os olhos, ficou vermelho.
— Que isso, menina? Não fala besteira…
Eu sorri, passei a mão devagar nos pelos do peito dele, desci até a barriga.
— Vamos, pai… Você vai gostar. Prometo.
Não demorou nem dois minutos pra mão dele começar a subir pelas minhas coxas, apertando devagar. Senti o volume crescendo debaixo da minha bunda, cutucando forte.
— Vocês duas… eu amo demais vocês… — murmurou, voz rouca.
Eu me encostei mais, esfregando os peitinhos no peito dele.
— A gente sente falta de quando você ficava grudado na gente o dia todo…
— Sua irmã também pensa assim?
— Pensa. Deixa a gente te dar um banho gostoso, vai?
Quando ele apertou meu peito e começou a beliscar o bico devagar, o pau dele já pulsava forte contra minha calcinha. Ele respirou fundo.
— Tá bom, sua endiabrada… Vamos.
Levantei correndo, chamei Janaína no quarto. Ela deu gritinhos abafados de animação, já tirando a roupa. Saímos as duas peladinhas pro corredor. Quando chegamos no banheiro, ele já tava nu debaixo do chuveiro, o pau enorme apontado pro teto, grosso, veias saltadas, cabeça brilhando.
Janaína, sem nenhuma vergonha, entrou primeiro no box, segurou firme na rola dele.
— Caramba, pai… que pauzão é esse?
Ele nos puxou as duas num abraço apertado. O pau ficou preso entre nossas barrigas, quente, latejando.
— Minhas meninas… já viraram mulheres lindas demais…
Ele se abaixou um pouco — é muito alto — e começou a mamar nos nossos peitos, alternando. Primeiro no meu, depois no dela. Chupava com vontade, língua rodando no bico, puxando devagar.
— Hummmm… que delícia… que tesão gostoso…
As mãos dele desceram: uma apertando minha bunda, dedos brincando na entrada da minha buceta; a outra já roçando a xota lisinha da Janaína.
— Façam carinho no meu pau, minhas filhas… vai…
A gente obedeceu. Duas mãos pequenas subindo e descendo naquele cacete duro, pele quente, latejando. Ele gemia alto.
— Aaaah… isso… isso mesmo… minhas putinhas…
Janaína, mais safada, não aguentou: ajoelhou e meteu a boca. Chupou a cabeça primeiro, depois engoliu metade, babando bastante.
— Caralhoooo… que boca gostosa… chupa, filha… chupa!
Eu fiquei olhando, coração na boca. Nunca tinha chupado um pau tão grande. Meu namorado da época tinha um bem menor. Janaína tirou da boca, babando.
— Vem, mana… experimenta.
Meu pai olhou pra mim, olhos brilhando.
— Pode, filha. Faz igual sua irmã.
Tremendo um pouco, me ajoelhei. Coloquei a cabeça na boca, senti o gosto salgado, quente. Chupei devagar, lambi em volta. Adorei a sensação de ter aquilo pulsando na língua. De repente ele gemeu alto e gozou. Uma golfada grossa bateu no fundo da minha garganta. Tirei rápido, tossindo. Janaína voltou na hora, engoliu tudo, lambendo os beiços.
Depois do susto, continuamos o banho. Ele ensaboou nossos corpos inteiros: passou espuma nos peitos, na bunda, enfiou dedo devagar na buceta das duas. Eu tava molhadíssima, escorrendo pelas coxas.
Janaína pediu primeiro:
— Pai… leva a gente pra sua cama?
Ele passou o dedo na minha entrada, sentindo o mel.
— Você também quer, filha?
Eu assenti, voz saindo rouca.
— Quero muito… tô louca de tesão.
Secamos rápido e fomos os três pelados pro quarto dele. Deitamos na cama king size. Ele no meio, mamando nos peitos, alternando. Depois se ajoelhou, abriu minhas pernas devagar, olhou minha bucetinha depilada, inchada de tesão.
— Já transa com seu namorado, né?
Fiquei vermelha.
— Transo, sim…
Ele se deitou entre minhas coxas, encostou a cabeça grossa na entrada.
— Então aguenta, porque eu sou bem maior…
Quando começou a entrar, senti minha buceta se abrir toda. Doeu gostoso, ardeu um pouco no começo.
— Aaaaiiii… pai… devagar… tá muito grosso…
Ele segurou firme nos meus quadris e foi empurrando devagar. Cinco, seis estocadas e eu já tava gozando forte, corpo tremendo.
— Aaaaah… tô gozando… paiiii!
Ele beijou minha boca, tirou devagar e foi pra Janaína. Enfiou tudo de uma vez. Ela urrou de prazer, pernas abertas, unhas cravadas nas costas dele.
— Mete, pai! Mete forte! Aaaaah… isso!
Ele bombava rápido, o saco batendo na bunda dela. Ela gozou gritando, ele tirou na hora H e jorrou porra quente nos peitinhos e na barriga dela.
Enquanto Janaína correu pro banheiro limpar, ele deitou em cima de mim de novo, beijando devagar.
— Sua bucetinha é apertadinha demais… parece virgem ainda…
Eu ri, sem vergonha.
— Seu pau é que é gigante, pai… meu namorado não chega nem perto.
Janaína voltou rindo.
— Normal, mana. Você que é mimada.
Daquele dia em diante virou rotina. Todo dia banho junto, mão boba, chupada, metida. Às vezes ele colocava a gente de quatro no sofá da sala, enfiava na minha buceta, tirava, enfiava na da Janaína, alternando. Eu gozava toda vez que sentia ele pulsar dentro.
Terminei com meu namorado rapidinho. Janaína continuou saindo com o dela, mas sempre voltava pra chupar o pau do pai e engolir tudo. Ela tá noiva agora, casamento marcado pro fim do ano, mas ainda vem aqui em casa e senta na cara dele pra ele chupar enquanto eu monto.
Eu? Decidi que não quero mais ninguém. Quero ser só do meu pai. Peladinha na cama dele, ele me beijando inteiro, chupando minha bucetinha até eu gozar na boca dele, dizendo que ama meu caldinho docinho. Às vezes ele enfia devagar no meu cuzinho — dói pra caralho no começo, mas depois eu peço mais, gemendo rouco.
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Comentários (1)
Papai do Recife: Adorei o conto
Responder↴ • uid:1e5y4v23fpcv