#Estupro #Grupal #Sado #Travesti/Trans

Trans estuprada violentamente na prisão

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Rabo de Seta

uma mulher trans etjogada numa cela masculina e sofre na nossa mão

Eu tava lá na cela, fedendo a mijo e suor velho, paredes sujas com rachaduras e o chão coberto de sujeira endurecida. A prisão era um buraco do inferno, todo mundo cheio de raiva e tesão represado. Meu nome é João, 35 anos, corpo todo marcado de brigas antigas e tatuagens tortas. Os outros eram o Pedro, magro mas com força de touro, o Carlos, gordo e bruto como um porco, e mais uns quatro ou cinco safados que apertavam no mesmo espaço minúsculo. A gente vivia no fio da navalha, se estapeando por um trago de cigarro ou um naco de pão mofado, mas quando pintava algo fresco, a gente se juntava pra demolir tudo.

Aí rolou o dia que bagunçou a porra toda. Os guardas tavam gargalhando enquanto empurravam ela pra dentro da cela. Uma mulher trans, Maria, 28 anos, magra mas com curvas artificiais que chamavam o olho, cabelo preto desgrenhado, olhos arregalados de pavor. Ela vestia o uniforme fino de presidiária, que marcava os peitos de silicone apertados na blusa e a bunda empinada. Os guardas sabiam no que tavam metendo ela, jogando pros abutres. 'Boa sorte aí, frescurenta', berrou um deles antes de bater a grade e trancar.

Maria congelou no centro da cela, o corpo tremendo que nem vara verde, olhando pra nós como se fôssemos monstros saídos do filme. 'Por favor... isso tem que ser engano', ela sussurrou, voz aguda e trêmula. A gente explodiu em risada. Pedro avançou primeiro, cravando os dedos no braço dela com tanta força que deixou hematoma na hora. 'Engano? Aqui não tem engano, bonequinha. Você é brinquedo nosso agora.' Ele a arremessou contra a parede de concreto, e ela gritou, debatendo os braços pra se livrar. Mas Carlos já tava no outro flanco, arrancando a blusa dela com as patas grossas. Os peitos de silicone saltaram livres, firmes e falsos, mamilos enrijecidos pelo terror puro.

Eu observei por um instante, o pau já inchando na cueca imunda. 'Deixa ela em paz, Pedro', eu falei, mas era conversa fiada, eu tava louco pra entrar na roda. Maria choramingava, 'Não, por favor, me larguem! Eu sou mulher, isso é crime!' Ninguém dava bola. Zé, o grandalhão careca, agarrou as tetas dela e espremeu com violência, os dedos afundando na carne falsa até a pele ficar roxa. 'Mulher? Aqui você é só um buraco, caralho.' Ele cuspiu no rosto dela, um escarro grosso escorrendo pela bochecha, e chupou o pescoço com força, já deixando roxo.

Eles a jogaram no chão, no colchão rasgado e manchado que servia de cama pra todo mundo. Maria se contorceu, unhas cravando no colchão, mas Pedro montou no peito dela, prendendo os braços com o peso do corpo. Carlos rasgou a calça dela de uma vez, expondo o pauzinho mole e pequeno dela, encolhido de medo, e o cu apertado entre as nádegas. 'Olha aí, ideal pra nós', zombou Carlos, dando um tapa forte na cara dela que fez a cabeça virar pro lado, bochecha inchando vermelha. Maria uivou de dor, 'Aaaah! Para com isso, dói pra caralho!' Ele riu e enfiou dois dedos no cu dela sem piedade, seco e forçado, esticando o anel muscular.

Eu não esperei mais. Desabotoei a calça, meu pau grosso e duro pulsando, veias inchadas de excitação. Me posicionei atrás dela, enquanto Zé a rolava de lado. 'Abre essas pernas, sua vagabunda', eu rosnei, separando as coxas dela com joelhadas brutas que deixaram marcas roxas na pele. Ela soluçava, 'Não... por favor.. me ajuda...' Ajuda? Aqui dentro isso não existia. Cuspi na palma da mão e esfreguei no cu dela, que piscava de pavor. Sem mais delongas, empurrei a cabeça do pau contra a entrada, forçando devagar mas implacável. Maria berrou como se a estivessem partindo, 'Não! Meu cu... tá rasgando tudo! Aiii, que dor insuportável!' O cu dela lutou, o músculo apertando, mas eu avancei, sentindo a carne se romper, sangue escorrendo pra lubrificar o caminho.

Enquanto eu metia no cu dela, devagar no início pra saborear cada aperto doloroso se abrindo, Pedro enfiou o pau na boca dela. 'Mama isso, puta, senão eu te arrebento.' Ela engasgou, lágrimas jorrando, tentando fechar os dentes mas ele deu um soco no estômago dela, fazendo o ar sair num gemido abafado. O pau dele afundou na garganta, batendo fundo e provocando vômito ácido. 'Engole, sua nojenta', ele grunhiu, estocando rápido e selvagem. Carlos, sem paciência, pegou o pauzinho dela e apertou com raiva, masturbando forçado enquanto dava tapas nas coxas. 'Teu pintinho aí não serve pra nada. Toma tapa pra crescer.' Cada tapa ecoava, a pele avermelhando, e Maria se debatia, o corpo convulsionando de agonia. 'Mmmph! Solta... tá queimando... me machucando toda!'

A gente ria alto, o ar quente e podre da cela cheirando a suor e sangue fresco. Zé e os outros se alternavam nas tetas, socando os lados do corpo dela com punhos cerrados, deixando costelas doendo e hematomas florescendo. Eu acelerava no cu, o pau deslizando no sangue morno, cada investida fazendo ela se arquear em dor lancinante. 'Tá apertadinho demais, Maria. Você adora isso, hein? Grita mais.' Ela não conseguia falar, só gemia rouca e chorava, o corpo se rendendo, exausto. Pedro explodiu primeiro, jorrando porra quente e espessa na boca dela, apertando o nariz até ela engolir aos engasgos. 'Bebe tudo, trans de merda.' Ela tossiu violentamente, sêmen vazando pelo canto da boca, misturado com sangue da garganta irritada.

Carlos largou o pauzinho dela, que agora tava roxo de tanto apertão, e se posicionou pro cu já esticado. 'Minha vez no teu rabo.' Ele deu um tapa forte na bunda, deixando a marca da mão queimando, e enfiou o pau gordo dele de supetão, estourando o que restava de resistência. Maria convulsionou toda, gritos abafados virando urros mudos, o corpo tremendo incontrolável. 'Meu cu... tá destruído... para pelo amor de deus!' Ele bombava louco, o peso dele esmagando as costas dela no colchão, punhos chovendo em ombros e nuca pra mantê-la quieta. Eu assistia, pau endurecendo outra vez, enquanto Zé pegava a cabeça dela e socava o pau na boca, alternando com tapas no rosto que faziam sangue pingar do nariz.

Não parou por aí. Os outros entraram na fila. Zé a virou de bruços, metendo no cu sangrento sem dó, cada estocada acompanhada de um soco nas costas que ecoava na cela. 'Abre mais, vadia, ou eu te quebro.' Ela implorava fraco, voz sumindo, 'Não aguento mais... me mata logo por favor.' Ele fodia com fúria, palmadas na bunda deixando a pele em carne viva, o corpo dela quicando a cada impacto. Rico, o magrelo sádico, pegou o pau dela de novo e torceu com maldade, dando chutes leves nas bolas pra aumentar a dor. Maria soluçava sem parar, o rosto inchado de tapas e socos, corpo coberto de vergões, hematomas e fluidos viscosos.

Eu voltei pra segunda rodada, enfiando no cu dela agora largo e latejante, enquanto Pedro e Carlos seguravam os braços e pernas, esticando ela como um pano. Dava pra ver os músculos dela se contraindo em espasmos de dor pura, cada movimento meu arrancando gemidos quebrados. Outro detento, o Manoel, magro e nervoso, forçou o pau na boca ao lado do de Zé, esticando os lábios dela até rachar. Ela mal respirava, olhos revirando de asfixia e sofrimento. O cu dela pulsava em contrações agonizantes, e eu gozei fundo de novo, enchendo o interior com porra quente, puxando pra fora e vendo o buraco prolapsado, vermelho e escorrendo sangue misturado com sêmen.

Eles a passavam de um pro outro como um trapo. Dois paus no cu de uma vez, esticando além do limite, fazendo ela urinar de dor incontrolável. Socos no ventre pra forçar mais gemidos, tapas nas tetas até os silicones doerem como se fossem explodir. No fim, Maria tava largada no chão, corpo trêmulo e mole, olhos vazios de trauma e exaustão. Rostos inchados, costelas latejando, cu destruído e sangrando, pauzinho machucado e roxo. 'Por quê... isso comigo..', ela murmurou, voz quase um sussurro rouco.

A gente deu risada, acendendo um cigarro contrabandeado. 'Bem-vinda ao clã, Maria. O dia seguinte vai ser pior.' E foi assim a primeira noite dela na cela. Selvagem, sangrenta, sem misericórdia nenhuma.

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