Amor de Filha (Parte 18)
Relatos de como vivi um relacionamento incestuoso com meu pai, parte 18.
ESTE RELATO É UMA CONTINUAÇÃO! SE NÃO LER AS PARTES ANTERIORES , FICARÁ PERDIDO.
Recado: Antes de dar continuidade, preciso avisar aqui que sei que este é um site de conteúdo adulto, e com muitas histórias que alimentam todos os gostos. Eu senti liberdade de escrever aqui, exatamente porque me senti em um lugar onde eu seria menos julgada. Onde eu pudesse desabafar muitas coisas. Mas, vou pedir que não leiam mais, caso este relato esteja muito pesado. Eu engravidei do meu próprio pai, e as coisas que detalho daqui em diante, apesar de alimentar minhas lembranças mais sentimentais, podem gerar desconforto para quem tem opiniões diferentes. Este relato é um incesto real e sujo, muito além de um simples prazer momentâneo. Sei que desde o começo eu tenho avisado sobre como a minha vida foi suja e pesada, mas esta é a hora de abandonar estes relatos e partir para algo que alimente melhor seu interesse. Daqui em diante, o que era sujo fica ainda pior.
Continuando:
O último relato, foi o primeiro ato sexual perigoso que tive com meu pai. Até aquele momento tomávamos muito cuidado com nossa aproximação, mas chegamos ao ponto de fazer sexo com a minha mãe e minha avó, dormindo no quarto ao lado. Sei que existem situações muito piores para se praticar sexo, mas aquela foi a primeira vez, literalmente, que ele não havia se importado com isso.
E tentando seguir a linha de acontecimentos, decidi não citar as entrelinhas até minha festa de quinze anos. Muitas coisas aconteceram, fiz sim sexo com meu pai e até mal passei. Eu não estava seguindo minha dieta salina por conta da minha rotina, e acabei sofrendo as consequências. Lembra daqueles apagões, né? Mas enfim, voltei para casa.
O clima estava uma merda, a Sara estava de mau humor comigo, mas ninguém tentou nada contra ninguém. Voltei pra escola e na primeira semana foi só ocupação. Lá estava meu pai de novo sempre ocupado, Sara sempre marcando em cima… Eu até deixava a porta do meu quarto destrancada achando que ele ia fazer igual fez na casa da minha mãe. Só rolaram alguns beijinhos e passadas de mão, mas na primeira semana não fizemos sexo. Naquela paranóia de querer engravidar, eu já achava que não ia dar certo.
O que ocorreu na volta da escola, foi encontrar a Larissa. Ela voltou e por conta da saúde, os avós dela vieram pra São Paulo ficar com a mãe dela. Nessa brincadeira, ela voltou para São Paulo, e foi morar com o Luiz. Pelo que entendi, a mãe dela ficou puta por ela não detonar com o pai na separação e aí a Larissa foi morar com o Luiz.
Foi com isso que percebi que eu havia me afastado do Luiz de vez, até o dia que fiquei com ela na porta da escola e ele apareceu lá, pra buscar ela. Foi super constrangedor. Eu basicamente sumi depois de ter feito meu primeiro sexo anal com ele. Eu tentei a todo custo disfarçar meu desconforto, até a Larissa entrar no carro e ir embora. Meu pai chegou logo depois, conversamos um pouco e ele só me deixou em casa e foi trabalhar.
Naquele dia fui correndo pegar meu celular e ver minhas redes sociais. Luiz tinha mandado mensagem novamente. Eu desbloquei ele em tudo, vi que ele estava de namorada nova e tentei me atualizar. Assim que eu passei meu número novo pra ele, a mensagem veio em seguida. Conversamos um pouco, ele não julgou meu sumiço, mas disse que queria me ver de novo. Eu falei que ainda não dava, mas lá no fundo eu só não queria decepcionar meu pai. Mas, naquele momento, foi só isso.
Enfim, depois da primeira semana de correria com o meu pai, as coisas ficaram diferentes. A Sara virava as costas, e ele me beijava. Se ela estava longe, ele passava a mão em mim. Tinha muitos sussurros no ouvido, beijos escondidos e pegação… Era difícil, mas assim que ele via uma oportunidade, nós fazíamos algo de errado.
Às vezes, para não abusar da sorte, ele saía comigo depois da escola. Se ele não tinha um compromisso importante, ele dava um jeito. Tive muitas primeiras vezes com meu pai. Carro estacionado na rua, motel… Meus quinze anos foi rodeado de surpresas e experiências. E acabei descobrindo que meu pai era bem mais pervertido do que eu esperava.
Até o dia do aniversário dele, um mês depois do meu aniversário.
Como havíamos decidido, ele não estava mais gozando dentro da minha boceta quando fazíamos sexo. Ele só ia fazer isso quando eu estivesse na casa da minha mãe. Já que eu era uma adolescente, ia pegar mal na responsabilidade dele, ter uma adoslecente grávida e minha mãe ia surtar. Então, ela ia sentir mais raiva se eu tivesse engravidado lá com ela, e ia ficar menos no pé do meu pai.
Eu sei, era um plano pervertido demais. Sem contar a Sara. Eu adorava fazer aquela mulher de trouxa. Adorava ter a atenção do meu pai e ver aquela desgraçada sofrendo sozinha. E sim, era errado. Eu fiz aquela maluca sofrer com tudo isso, afinal, toda mulher merece apoio com seus filhos, mas eu não ligava. Eu era muito ruim e queria meu pai só para mim.
Inclusive, meu pai pagou uma viagem pra ela ir visitar os parentes dela, bem no fim de semana do aniversário dele. E foi de propósito. Assim que aquela maluca pegou o avião e meu pai voltou pra casa, fui logo dormir com ele. Fizemos amor, ele não gozou lá dentro, eu choraminguei… Mas o sábado chegou.
Trinta e oito anos. Tínhamos a piscina da casa só pra gente, sol e o churrasco que ele adorava. E foi a primeira vez que ele me deixou beber abertamente. Ele fez vinho, batidas e montou coquetéis doces. Eu dei pra ele um presente de relógio e gravata. Ele tinha aos montes, mas eu sabia que ele gostava.
Foi uma tarde incrível. Beijos, amor, carinho. Pulamos na piscina, ele me comeu na água, e até se esqueceu da promessa dele de não gozar na minha boceta. Sua desculpa era que no dia do aniversário, boceta também era presente. Para mim foi perfeito.
Ao final da tarde, ele precisou pegar o computador e eu fui arrumar as coisas da área de lazer. Eu fiquei de regata livre, quase mostrando os peitos e usava a calcinha do biquíni. Limpei o balcão, lavei a louça e coloquei as bebidas e os petiscos na mesa de apoio entre as cadeiras da piscina. Deitei, tirei a regata, peguei meu celular e fiquei bebendo.
Tava começando a anoitecer quando ele saiu do computador, ele puxou a outra cadeira, deixou bem do meu lado e deitou se espreguiçando. Eu me acomodei no seu braço, beijei ele, ele beijou meu ombro, falou que eu era linda e a gente até conversou um pouquinho.
Devagar, ele foi me tocando, mexendo no meu cabelo e eu fui beijando ele. De repente, estávamos no clima. Meus peitos não eram tão grandes, mas meu pai adorava peitos. Ele sempre tocava nos meus, independente da situação. Foi assim que ele saiu da minha boca, pros meus peitinhos.
Eu estava deitadinha, olhava a barba dele encostando e ele brincando com a língua no biquinho. Ele tinha a mão grande e eu era bem magrinha, e enquanto brincava com meu peitinho, ele começou a roçar os dedos dele por cima da minha calcinha.
Estávamos sozinhos em casa, uma raridade, e aquilo para mim era perfeito. Muito melhor que as escapadas escondidas. O meu sonho era viver abertamente com o meu pai, mas eu sabia que era impossível. Mas só de ter ele daquele jeito, chupando meu biquinho e roçando minha calcinha, já me deixava me sentir bem.
Quando ele soltou meu peito, ele empurrou a cadeira para trás e se levantou. Ele estava bem duro, abaixou parte da sunga, colocou o pau dele pra fora e massageou enquanto eu me ajeitava na curva da cadeira. Fiquei em cima das minhas pernas, olhei pra cima e ele mesmo encaixou o pau dele na minha boca.
— Ah.. porra… quem tem uma putinha em casa, tem tudo… — soltou gemendo, mexeu no meu cabelo, eu mexi a língua e ele empurrou o pau dele pra dentro. — Que tesão que dá nessa merda, neném… Que tesão do caralho…
Eu usei uma das mãos e sorri com o comentário, porque eu gostava daquilo. Eu gostava de ouvir ele falando que ficava com um tesão fora do comum. Sei que já repeti isso, mas veja bem, não é a mesma coisa do que sexo comum. Não é, nunca foi. O que eu sentia em fazer sexo com meu pai, era totalmente fora do comum, de um jeito que nunca conseguirei explicar.
Minha boca era fina, minha pele era branca, e qualquer forçada eu ficava vermelha. Meus lábios inchavam e eu tinha que abrir bastante, porque meu pai ficava bem duro quando eu mamava ele. E ele gostava. Foi meu pai quem me ensinou a chupar o pau dele, e eu sei que ele gostava.
No começo ele me falava o que fazer, como usar a língua, lamber a cabeça, molhar suas bolas… Mas naquele dia eu já sabia o que fazer. E eu também gostava. Ele não tinha vergonha, mexia a virilha, jogava a cabeça para trás e gemia de boca aberta. Porque era bom. Eu gostava de ter o pau dele na minha boca e ver as reações que eu causava nele.
— Papai gosta da sua mamada, neném… Ahh caralho…
Eu não tinha mais vergonha. Olhava pra ele, mexia a língua, lambia, usava as mãos. Era o aniversário dele, e eu queria sim deixar ele satisfeito e feliz. Não só pelo amor que eu sentia, mas por saber que ele tinha se esforçado pra ficar o sábado comigo. Só comigo.
Foi aí que ele se abaixou, segurou meu cabelo, me deu um baita de um beijo e depois foi me fazendo virar. Eu deitei de barriga pra baixo, olhei pra trás e abri um sorriso quando ele bateu na minha bunda. Ele puxou a cordinha do biquíni, tirou o pano e me fez arrebitar a bunda.
Eu mordi os lábios, esperei ele se ajeitar e fiquei esperando ele se posicionar na minha bocetinha, mas quase tive um treco quando senti o cheiro de azeite e o óleo viscoso na porta do meu cuzinho. Eu olhei para trás, meu pai deixou o vidro no chão, segurou a minha bunda e enfiou um dedo.
— Pai…?
— Cê acha que eu esqueci quando você falou que aquele mané desgraçado gostava da sua bunda? — Ele meteu um tapa, tirou o dedo e eu senti meu coração disparando. — E eu achando que cê tinha que crescer mais um pouquinho pra aguentar pau nesse cuzinho… — Ele mirou a cabeça dele, puxou o ar nos dentes, eu espremi o olho e ele forçou.
Eu era magrinha, minha bunda era bonitinha, mas meu cuzinho era só um buraquinho fechado que fazia uma marca rosada pra minha boceta. Meu pai era mais grosso que o Luiz, e bem cabeçudo. Forçando abertura, deu uma doída, eu senti a pele arder, mas a entrada foi mais lisa. Doeu, e eu logo senti os músculos da coxa ficarem firmes, enquanto meu pai escorregava o pau dele inteiro lá dentro.
Eu abri a boca, baixei as costas, segurei na beirada da cadeira e tentei esconder meu rosto. Minhas pregas estavam se esticando.
— Pai…
Ele alisou minha bunda, alisou minhas costas, ficou paradinho e só depois mexeu pra trás. Minha boceta piscava, ele puxou o pau dele e eu senti vontade de fazer xixi. Ele respirou fundo de novo, segurou minha cintura e eu senti a carne grossa, relaxando meu cuzinho e entrando com mais facilidade.
Os músculos da coxa já não estavam tão duros, a passagem estava bem lisa e eu sentia a estrutura inteira escorregar pra fora, chegar perto da minha portinha e deslizar pra dentro de novo. Mas era uma sensação bem diferente do que fazer sexo convencional. Quando ele entrava, eu sentia uma pressão na frente, como se o pau dele empurrasse algo por dentro, e quando ele encostava a virilha na bunda, eu sentia que ia fazer xixi a qualquer momento.
— Que cuzinho gostoso, neném…
Não estava doendo, não além do desconforto. Meu pai me tocando, gemendo… Eu pisquei devagar, senti o pau dele escorregando e a mão dele alisando minha espinha. Ele chegou com a mão nos ombros, me segurou forte e engatou pra me fudê.
— Pai…
Ele começou a fudê, me segurou, sentiu que minha bunda já estava mais aberta e meteu no meu cuzinho. Eu sentia minha boceta piscando, sentia minhas pernas tremendo, meu cuzinho queria fechar e o pau do meu pai não deixava. Minha bunda mexia cada vez que ele encostava nela, a cadeira começou a fazer barulho e minha boceta piscando cada vez mais.
— Que cuzinho gostoso, neném… — Ele soltou meu ombro, segurou minha cintura, olhou ele metendo e me abrindo, gemeu e me fez gemer. — Papai vai ser bonzinho, bebê. Vou fudê seu cuzinho, mas vou gozar na sua buceta. E vou esporrar na sua bucetinha, Priscila.
Eu mordi os lábios, fechei os olhos e senti um pouquinho do xixi escapar.
— Ainnn pai… pai…
— Vou encher sua buceta de leite. Você ficou falando tanto aquelas merdas pra mim, que eu quero te ver grávida, Priscila.
Eu não me segurei mais, deixei o mijo vazar, aumentei o som da garganta e senti o olho ardendo.
— Goza pai… na minha buceta. — Eu já estava de rosto vermelho.
Ele tirou o pau dele de uma vez, punhetou ele fortemente e simplesmente enfiou na minha boceta. Ele segurou minha cintura, eu senti meu buraquinho piscando várias e meu pai urrando alto, enquanto segurava o pau dele lá dentro. Ele até jogou a cabeça dele pra trás, soltou a garganta e eu gemi na mesma altura.
Ele começou a se mexer, eu senti a boceta cheia e quente, mas ele meteu bem devagar e pouquinho. Foi só pra puxar o restinho do gozo, segurou mais um pouco e esperou pingar lá dentro. Quando ele saiu, ainda alisou minha bunda e beijou um lado.
— Gostosa.
Eu mal respirava, e igual uma maluca, fechei as pernas. Ele tomou ar, foi na ducha na beirada da piscina e passou uma água, porque já estava suado. Eu fechei as pernas e fiquei de lado, e fui tomando ar até ele chegar de novo.
Eu estava pelada, ele sentou na cadeira me olhando, pegou uma bebida, mexeu e viu que eu não mexia as pernas. Ele sorriu, passou a mão na minha coxa, nos meus peitos e eu mordi os lábios.
— Eu te amo, pai. Obrigada por ter separado seu aniversário pra mim.
— Se o presente for sempre esse… — Eu dei risada e ele massageou de novo. — Você tá linda. Você vai ficar uma grávida linda, Priscila.
— O senhor não tinha feito uma regra pra não fazer isso agora? E se eu engravidar fora do prazo que a gente planejou?
— Já faz um mês, neném. Cê já deve tá grávida. Estamos desde aquele tempo fudendo e você ainda não falou de menstruação.
Eu me sentei, olhei pra ele toda esperançosa e senti até o coração palpitar.
— O senhor acha mesmo? Mas eu não estou sentindo nada de diferente.
— Quer ir lá ver?
Eu concordei imediatamente. E logo estava sentada no vaso, segurando um potinho de xixi. Meu pai pegou, colocou em cima da pia do banheiro, eu levantei, me limpei e dei descarga. Ele colocou o palito do teste dentro do pote e cruzou os braços. Eu me pendurei nele, ele me abraçou e nós dois ficamos quietinhos. Foram os meninos mais silenciosos da minha vida.
Uns minutinhos depois ele pegou o palito, limpou o excesso e sorriu. Eu fiquei olhando pra cara dele e ele apontou o palito com dois risquinhos rosa.
— Você tá gravidinha, neném… Agora fudeu de vez.
Eu nem sabia o que fazer. Eu simplesmente abracei ele, chorei um pouquinho, falei que o amava. Ele passou a mão na minha cabeça e ficou todo atencioso.
— Eu te amo, pai. Eu juro que não vou contar pra ninguém, eu juro. — Ele me beijou devagar, me abraçou e beijou o topo da minha cabeça. — Eu te amo tanto, pai. Tanto… Agora eu tenho um pedacinho do senhor comigo. Um pedacinho que ninguém vai tirar.
Eu sei que é errado. Eu sei. Eu sei que este não é o amor natural de um pai e de uma filha, eu sei. Mas este era o amor que eu sentia pelo meu pai. Quando soube daquela gravidez, mesmo ciente de que ainda haveria transtornos, eu me senti tão feliz. E quando penso em boas lembranças, ainda me recordo da cena e do meu choro nos braços do meu pai.
E não, não tirei esse bebê. Eu criei esse bebê. Eu dei para ele todo o meu amor e dedicação. E mais ainda, tive meu pai acompanhando tudo, de pertinho, guardando o nosso segredo mais proibido. Mas eu conto isso mais pra frente.
OBS.: Feliz ano novo e carnaval. Sumi, fui festar e viajar. Fui espairecer, levar meus filhos pra passear. Lá na frente, na conclusão, conto como tudo isso está. Logo isso vai acabar e a encheção de saco também. Mas, obrigada por estar aqui. Escrever tem me ajudado muito. E me desculpe por ter deixado esse relato muito grande.
VOU CONTINUAR NA PRÓXIMA POSTAGEM PORQUE ESTA JÁ ESTÁ MUITO GRANDE.
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Comentários (8)
Sofiiizinha: Amo muito conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Sofirsk
Responder↴ • uid:7btejnnthjLancellotti: Primeiro lugar relato sensacional, segundo lugar é que você pode desabafar o quanto você quiser, continue com seus relatos maravilhosos a gente já estava com saudade.
Responder↴ • uid:gqbjxsg8iLancellotti: A parte ruim é que está acabando.
Responder↴ • uid:gqbjxsg8iFutchamp122: Caralho que delícia irmão , já ouvi falar sobre isso até com mais novas , acontece muito por aí rsrs , T futchamp122 , papais etc
Responder↴ • uid:1ctgroxdytsaLordDevil: Ansioso pela continuação!!
Responder↴ • uid:81rfgbx6iiacontecimentos: Continua, Priscila
Responder↴ • uid:1edthtf7xq9aLordDevil: Oh, ela voltou!! Juro que reli várias vezes seus contos e queria mais!! Que bom que veio dar sequência!
Responder↴ • uid:81rfgbx6iiCarioca Safado: Essa sua história com seu pai teve muitas emoções e cada uma vivida intensamente, mesmo sendo ruins e boas teve mais boas que ruins, pena estar acabando pois é uma delícia ler cada palavra e poder imaginar tudo que aconteceu.
Responder↴ • uid:1dr4zpkbvgz4