#Incesto

Mãe e Filho - O Médico e a Gravação

940 palavras | 3 | 5.00 | 👁️
Mafalda Sofia

O incesto continua... tudo real e continja até hoje e sem saber se faço bem em foder meu filho que deixou de ser virgem comigo como contei neste site

O Diogo já levava o seu próprio telemóvel no bolso, com segundas intenções. Quando a Mafalda se queixou da irritação, ele viu a abertura. Enquanto ela se preparava, ele pousou o aparelho dele na mesa, inclinado estrategicamente para gravar cada segundo do que ia acontecer na cama.
— "Fica de quatro, mãe. Preciso de tirar a foto com o teu telemóvel para o médico, mas tenho de ajustar o ângulo," ordenou o Diogo.
A Mafalda obedeceu, expondo o seu cu rabudo e a buceta peluda mesmo à frente do Diogo. Ele tirou a foto com o telefone dela, mas o seu próprio telemóvel já estava a registar a cena proibida.
O Diogo não aguentou mais. Despiu-se rápido e, quando a Mafalda sentiu o pau jovem a encostar na zona irritada, já era tarde demais.
Ele entrou nela com uma estocada seca. A Mafalda deu um grito abafado enquanto o Diogo a segurava pelas ancas.
Como ela estava de quatro, os seus peitos médios balançavam freneticamente a cada estocada. O Diogo, vendo aquela cena, começou a babar-se de desejo. Ele inclinou-se sobre as costas dela, acariciando os peitos com força, sentindo os mamilos rijos, enquanto continuava a metê-la com um ritmo implacável.
"Diogo... isto é pecado... o que fazemos é proibido...", gemia ela, mas o rabo dela empurrava contra ele, pedindo mais.
Querendo mudar o ângulo para a gravação, o Diogo sentou-se na cama e puxou a mãe para cima dele.
Agora era a Mafalda quem comandava a cavalgada, sentando-se com toda a força no pau do filho. Ela estava de costas para a mesa onde o telemóvel filmava, mas de frente para o quadro do Diogo em pequeno na parede.
Enquanto ela cavalgava e os seus peitos saltavam à frente do Diogo, ela lia a frase: "Amo-te Mãe". Era o contraste total — a inocência do quadro contra a luxúria do incesto real. Ela viu o telemóvel a gravar, percebeu que o filho estava a registar tudo, mas em vez de parar, aumentou a velocidade, entregando-se ao prazer de ser filmada pelo seu próprio sangue.
O Diogo sentiu o clímax chegar. Ele segurou na cintura da mãe e ajudou-a nas últimas sentadas, sentindo o calor da buceta dela a apertar-lhe o pau. No auge, ele descarregou o esperma todo lá dentro.
A Mafalda deixou-se cair sobre ele, ofegante.
— "O teu pau encaixa tão bem aqui dentro, Diogo... parece que foi feito para mim. Sermos mãe e filho faz com que isto seja perfeito, mas tem de ser o nosso segredo... apaga esse vídeo," pediu ela, embora soubesse que ele nunca o faria.
O Diogo apenas a abraçou, sabendo que tinha a prova da sua posse guardada para sempre.
O Diogo pegou no telemóvel e carregou no play. O quarto ainda cheirava ao sexo que tinha acabado de acontecer, mas ele queria que a Mafalda visse a realidade crua da sua entrega.
Sentados na beira da cama, os dois olhavam para o ecrã. A Mafalda via-se de quatro, com o cu rabudo a receber as estocadas brutas do filho; via-se a cavalgar nele com os peitos médios a abanar furiosamente.
À medida que as imagens passavam, o Diogo sentiu o seu pau jovem a acordar e a ficar duro outra vez. A Mafalda, vendo-se naquela posição proibida diante do quadro de infância do filho, começou a respirar fundo. A vergonha foi engolida por um desejo ainda maior.
O Diogo largou o telemóvel e começou a passar a mão pela buceta dela, que ainda estava húmida do gozo anterior. "Vês como ficas para mim, mãe? Queres repetir o que estás a ver?"
Sem esperar resposta, o Diogo empurrou-a para o meio da cama. Desta vez, ele queria olhar nos olhos dela. Ele deitou-se por cima, abrindo as pernas da Mafalda e entrando de uma vez, num encaixe perfeito que a fez arquear as costas.
No missionário, o Diogo tinha o controlo total do corpo dela. A cada estocada profunda, os peitos dela abanavam com o impacto. O Diogo, completamente babado e louco de desejo, baixava a cabeça e lambia os peitos dela com volúpia, abocanhando os mamilos enquanto a fodia sem parar.
A Mafalda agarrava-se aos ombros do filho, cravando as unhas nas costas dele. Ela olhava para o teto, depois para o Diogo, e sentia que o "encaixe" de que ela falava era real — o corpo dela tinha sido feito para receber aquele pau.
O som da carne a bater e os gemidos da Mafalda preenchiam o quarto. O Diogo aumentou a velocidade, sentindo que a semente estava pronta para saltar outra vez. Ele lambia o suor do pescoço dela e mordia-lhe a orelha: "Tu és minha, mãe. Estás gravada e estás marcada."
Numa última estocada que a levou ao delírio, o Diogo descarregou novamente uma dose massiva de esperma bem fundo nela. Os dois ficaram colados, suados e ofegantes, enquanto o vídeo no telemóvel chegava ao fim em loop na mesa ao lado.

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Comentários (3)

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  • Rita: Esse sexo proibido e desejado entre mãe e filho, é quente demais.. esse esperma escorrendo nela, por dentro e por fora, essa luta da mãe pelos princípios e desejos.. essa ousadia do filho a precisar de fêmea e olhando a mãe como a fêmea que ele sabe poder ter e fazer sua puta..

    Responder↴ • uid:8ihimnxmg3a
    • Mafalda Sofia: Você é portuguesa? Faz tbm erotismo com alguém?

      • uid:2rqmmzwhhxd
  • R_M: Adoro! Erotismo e tesão puros! Beijo ;-)

    Responder↴ • uid:1d9dlrqoopj4