#Incesto #Teen

Desejos proibidos com a irmã durante a pandemia

1.4k palavras | 8 | 4.88 | 👁️
Rabo de Seta

História Veridiana de como irmãos cederam aos desejos ao ficarem isolados juntos

Eu me lembro como tudo começou. Era março de 2020, e o lockdown por causa da COVID-19 estava batendo forte em Brasília. Eu tinha 22 anos, morava em um apêzinho apertado no Plano Piloto, mas com as restrições, o trampo remoto virou bagunça, e minha família achou melhor eu me mudar pra casa da minha irmã mais velha. Ela, a Ana (nome fictício) tinha 30 anos, morava sozinha em uma quitinete na Ceilândia. Oito anos de diferença entre a gente, mas a gente sempre se deu bem, tipo amigos mais que irmãos. Ela trabalhava como designer gráfica, também em home office, e eu era programador júnior, então a gente se virou pra sobreviver isolados.

No começo, era só rotina: acordar, café da manhã juntos na mesinha da cozinha minúscula, trabalhar no sofá ou na mesa improvisada. A TV ligada o dia todo com notícias sobre o vírus, máscaras na porta pra quando saíssemos pra comprar comida no mercadinho da quadra. A Ana era solteira, tinha terminado um namoro ruim uns meses antes, e eu... bom, eu tava na seca total, sem graça pra sair e paquerar.

Os dias foram se arrastando. A gente cozinhava junto, assistia Netflix à noite, rindo de séries bobas. Ela usava shortinho e camiseta folgada, não se preocupada em usar sutiã em casa, o cabelo castanho solto, e eu via como ela tava gostosa, mas tentava não pensar nisso. Irmã, né? Mas o isolamento mexe com a cabeça, quem viveu sabe. Uma noite, depois de umas cervejas que a gente comprou no delivery, a conversa rolou solta.

'E aí, mano, como você tá aguentando essa merda toda?', ela perguntou, deitada no sofá com as pernas pro alto, o short subindo um pouco na coxa.

'Tô de boa, mas putz, sinto falta de uma pegar alguém, eu soltei, sem pensar, rindo pra disfarçar.

Ela riu alto, me dando um tapa no braço. 'Seu safado! Eu também, viu? Esse lockdown tá me deixando louca. Meu vibrador já tá pedindo arrego.' Falou meio que brincando.

Eu corei, mas ri junto. A partir daí, as conversas ficaram mais leves, mais íntimas. Ela contava sobre os dates ruins, eu sobre as minas que eu paquerava online mas nunca rolava. Aos poucos, as brincadeiras viraram toques: ela me abraçando por trás na cozinha, eu massageando os ombros dela depois de um dia estressante de deadline. O ar ficava pesado, tipo uma eletricidade que a gente ignorava.

Uma tarde chuvosa, Brasília é assim, temporal do nada, a gente tava no sofá assistindo um filme de terror. Ela se encostou em mim, a cabeça no meu ombro, e eu senti o cheiro do shampoo dela. Minha mão escorregou pro braço dela, e em vez de afastar, ela entrelaçou os dedos nos meus.

'Você é um cara legal, sabia irmãozinho? Ela murmurou, virando o rosto pra mim.

'E você é a melhor irmã do mundo', eu disse, mas minha voz saiu rouca. Nossos olhos se encontraram, e foi aí que rolou. Ela se aproximou devagar, os lábios roçando os meus, hesitante no começo.

'Eu tava pensando..e se a gente... só por agora? Ninguém vai saber, sei que é doido mas..' ela sussurrou, o hálito quente no meu pescoço.

Eu não pensei duas vezes. Puxei ela pro meu colo, beijando forte, a língua dela na minha boca, salgada e urgente. As mãos dela subiram pela minha camisa, arranhando levemente as costas, enquanto eu apertava a bunda dela por cima do short, sentindo a carne macia e quente.

A gente se beijava como se o mundo acabasse ali, as respirações ofegantes misturando com o som da chuva batendo na janela. Eu tirei a camiseta dela, revelando os seios médios, os mamilos rosados já duros. Chupei um deles, lambendo devagar, sentindo ela gemer baixo, as unhas cravando no meu cabelo.

'Porra, isso é errado, mas foda-se', ela disse, rindo entre os gemidos, enquanto desabotoava minha calça.

Meu pau já tava duro pra caralho, latejando quando ela o pegou na mão, masturbando devagar, o polegar roçando a cabeça sensível. Eu gemi, inclinando a cabeça pra trás, e ela desceu, ajoelhando no tapete entre minhas pernas. Olhou pra mim com um sorriso safado, daqueles que só irmãos compartilham, e engoliu meu pau inteiro, a boca quente e úmida me envolvendo.

Ela chupava com vontade, a língua rodando na glande, sugando as bolas de leve, enquanto uma mão massageava a base. Eu segurei o cabelo dela, não pra forçar, mas pra sentir o movimento, os lábios esticados ao redor do meu pau, saliva escorrendo pelo queixo. 'caralho, você é boa nisso', eu soltei, e ela riu com a boca cheia, vibrando em mim.

Não aguentei muito, puxei ela pra cima, virando-a no sofá. Tirei o short dela, a calcinha preta já molhada no meio. Passei os dedos por cima do tecido, sentindo o calor da buceta dela, e ela arqueou as costas, pedindo mais. 'Vai, me come, irmão. Eu quero você dentro de mim.'

Eu puxei a calcinha de lado, sem paciência, e abri as pernas dela. A buceta era raspada, os lábios inchados e rosados, brilhando de umidade. Lambi devagar, a língua achatada no clitóris, chupando os lábios, enfiando um dedo pra dentro, sentindo ela apertar em volta. Ela gemia alto agora, as coxas tremendo, 'Isso, lambe minha xoxota, porra, não para'.

Quando ela tava no limite, eu me posicionei, a cabeça do pau roçando a entrada dela. Entrei devagar no começo, sentindo o calor apertado me engolir centímetro por centímetro. Ela era molhada pra caralho, facilitando, mas o aperto era insano, como se fosse a primeira vez. 'Devagar' , ela pediu, mas logo depois: 'Mais fundo, me fode direito'.

Eu comecei a meter, devagar no início, sentindo cada veia do pau roçando as paredes dela, o som molhado da penetração ecoando na sala. Ela envolvia as pernas na minha cintura, puxando pra mais perto, os seios balançando a cada estocada. Acelerei, batendo forte, a pélvis dela contra a minha, o clitóris roçando no meu corpo.

Viramos de lado no sofá, eu por trás, uma perna dela levantada. Enfiei de novo, uma mão no seio, apertando o mamilo, a outra no clitóris, esfregando em círculos. Ela se contorcia, gemendo meu nome, 'Vem, me faz gozar, irmão, porra'. Eu sentia o pau inchando mais, o orgasmo se aproximando, mas segurei, querendo ela primeiro.

Ela gozou forte, a buceta pulsando em volta do meu pau, esguichando um pouco no sofá, o corpo tremendo inteiro. 'Caralho, que delícia', ela ofegou, e isso me levou pro limite. Saí de dentro dela, gozando na barriga dela, jatos quentes e grossos caindo na pele suada.

A gente ficou ali por uns minutos, ofegantes, rindo da bagunça. 'Isso foi loucura, mas... a gente podia repetir..' ela disse, se limpando com um pano de prato.

'Com certeza', eu respondi, beijando ela de novo. O lockdown continuou, mas agora a gente tinha um segredo pra tornar tudo suportável.

Quem quiser continuação, ou ler outras história minhas, só comentar aqui embaixo! E se quiser conversar sobre contos sem limites ou tabus, vamos conversar nos comentários!

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (8)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Sofiiizinha: Amo muito conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Sofirsk

    Responder↴ • uid:7btejnnthj
  • Futchamp122: Caralho que delícia , já ouvi falar sobre isso até com mais novas , acontece muito por aí rsrs , T futchamp122 , papais etc

    Responder↴ • uid:1ctgroxdytsa
    • Rabo de Seta: em breve vou postar histórias com mais novas, valeu!

      • uid:2tcl1ltnl4y
  • Euzinha19: Na pandemia muita gnt começou com isso kk E eu tô

    Responder↴ • uid:19fpby973k8a
  • Euzinha19: Na pandemia muita gnt começou com isso kk E eu tô amando

    Responder↴ • uid:19fpby973k8a
    • Rabo de Seta: ainda bem que não fui o único kk quer conversar mais sobre?

      • uid:2tcl1ltnl4y
  • Carioca Safado: Tudo é válido quando se tem química, tesão e amor(mesmo que seja amor de irmãos) isso que faz ser mais gostoso e muito melhor.

    Responder↴ • uid:1dr4zpkbvgz4
    • Rabo de Seta: isso mesmo! Obrigado pelo comentário

      • uid:w71num99