#Incesto #Teen

Comendo minha mãe na punheta

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Fabinho

Se ainda ficava só na vontade, fantasiando sem parar com a minha mãe, na minha cabeça já tinha fodido ela em todas as posições

Eu sempre fui bom com as palavras, mesmo que nem sempre tivesse a palavra certa na hora certa, como no incidente da toalha com a minha mãe. Se tivesse sido esperto, eu aproveitava a chance e comi ela naquele mesmo dia.

Mas passou, as coisas meio que se acertaram, dentro do meu plano, e ficamos mais próximos. Faltava agora uma coisinha que servisse como uma isca, pra deixar mais fogosa.

E, se eu era bom com as palavras, era porque eu vivia fantasiando. O objeto do meu desejo, claro, era a minha mãe. Então sentei no computador e comecei a escrever.

Se tinha alguma coisa que podia deixar minha mãe maluquinha de tesão, eu tinha as palavras certas pra isso. Era só abrir o meu coração... e botar o pau pra fora!

Meia hora depois, eu já tinha gozado umas duas vezes, fantasiando com a minha mãe na punheta. E, no computador, eu tinha exatamente o que precisava pra fazer abrir o coraçãozinho dela pra mim... e também aquela sua bucetona peluda!

Aqui está a carta que eu escrevi pra ela. E no dia seguinte, coloquei na caixa de correio, do lado do portão, como se fosse um admirador secreto, que passou e deixou.

Eu te vejo caminhando. O tempo parece parar enquanto você joga o cabelo para trás, revelando em seu rosto o frescor do seu corpo molhado, saído do banho e cheirando bem. Seus dentes brilham enquanto você sorri. Seus olhos se iluminam quando nossos olhos se cruzam. Meus olhos descem, observando seus seios sob o relevo generoso.

Em seguida, meu olhar desliza pelo seu corpo. Entre as suas pernas, se revela uma promessa luxuriante. Suas coxas parecem tão sensuais, como se feitas à mão. Continuo descendo e meus olhos descrevem suas pernas como esculpidas em alabastro, e seus pés, banhados a leite fresco.

Olho de volta para o seu rosto. Você começa a morder o lábio inferior e começa a gemer baixinho. Você ergue as sobrancelhas enquanto começa a desaparecer de vista, mantendo contato visual comigo até que seus olhos finalmente somem de vista.

Mas continuo a segui-la, quase como se meu pau estivesse me levando em sua direção, já completamente ereto. Sinto meu pau pulsando enquanto penso em como você está sexy hoje. Atravesso as paredes da sua intimidade. Vejo você deitada na cama, com os braços apoiando o corpo, de costas.

Suas pernas estão viradas para mim e você levanta uma delas. Vejo sua vagina escondida atrás da sua perna enquanto você se move suavemente, me provocando o suficiente para eu vê-la, meio coberta de pêlos. Mordo meu lábio enquanto fico cada vez mais excitado.

Você então se vira e consegue ver o quanto estou duro, pela forma como meu pau está marcando minha calça. Você levanta a perna mais próxima e começa a sentir meu pau através da calça com o pé. Envolvo sua panturrilha nua com as duas mãos, deslizando-as para cima, até o seu pé.

Acaricio sua perna suavemente com as mãos. Enquanto esfrega meu pau duro delicadamente com o pé, você consegue senti-lo pulsando. Começo a gemer enquanto você me faz sentir tão bem. Tento dar uma espiada na sua vagina encoberta, enquanto você esfrega o meu pau com o pé estendido. Você fica tão sexy mordendo o lábio. Adoro o jeito como você me olha quando está excitada, e parece irresistível quando me olha assim. Você me deixa com tanta vontade de te foder, que me esqueço de quem somos.

Deslizo minhas mãos pelas suas coxas. Começo a acariciá-las lentamente, sentindo você por todo o corpo com minhas mãos e dedos. Aperto suas coxas. Sua pele é tão macia. Você me excita cada vez mais enquanto te acaricio. Meus dedos começam a roçar sua vagina delicadamente enquanto subo pelas suas coxas. Meus dedos se aproximam da sua vagina e deslizam suavemente entre os seus lábios.

Você já está molhada, fazendo meu pau pulsar ainda mais. Desamarro todas as amarras que aprisionam a minha ereção, libertando meu pau duro. Então subo na cama, abrindo suas pernas enquanto me aproximo. Seguro suas pernas e puxo seus quadris para perto dos meus. Você sorri, mordendo o lábio inferior e se deixando tocar, expondo seus seios.

Enquanto os seguro, acariciando seus mamilos eriçados, você começa gemer baixinho. Seus seios são firmes e incrivelmente macios. Então começo a apertar seus seios. Eles se encaixam tão bem nas minhas mãos enquanto os aperto suavemente, subindo lentamente até seus mamilos.

Deslizo minhas mãos das suas coxas até seus quadris. Sinto os contorno da sua bunda, enquanto subo pelas suas laterais. Deslizo minhas mãos sobre seus seios, até seu pescoço e de volta aos seus mamilos, provocando-os e fazendo ficarem mais firmes.

Enquanto deslizo minhas mãos até a sua nuca, sinto meu pau pressionado contra a sua vagina, deslizando por fora. Sua vagina está deixando meu pau tão molhado enquanto nos esfregamos. Você estende a mão e começa a senti-lo roçando em você, e então estende a mão por baixo e começa a brincar com meus testículos. Você os aperta suavemente e desliza suas mãos por todo o meu sexo.

Começo a deslizar com mais força para cima e para baixo na parte externa da sua vagina. Suas mãos ficam molhadas enquanto envolvem meu pau. Ele pulsa intensamente enquanto me inclino sobre você e olho nos seus olhos. Contemplo seus lábios macios e rosados; eles parecem tão sensuais enquanto você os lambe delicadamente com a ponta da língua e os passa pelos dentes, com o lábio superior molhado.

Então beijo seus lábios, mantendo-os contra os meus. Deslizo minha língua entre os seus lábios, abrindo-os suavemente, depois a retiro lentamente e volto dessa vez a investir com minha língua. E você se enche de coragem e faz o mesmo. Sinto sua língua abrir meus lábios, de encontro à minha, enquanto abro um pouco a boca. Brinco com sua língua enquanto você a desliza mais para dentro, em sua respiração quente na minha boca.

Suas mãos ainda deslizam pelo meu pau enquanto eu o roço na entrada da sua buceta molhada. Minhas mãos acariciam e apertam seus seios. Seus mamilos estão duros enquanto os aperto com firmeza. Você geme alto enquanto eu os pressiono. Você empurra seus quadris com mais força contra meu pau enquanto o pega nas mãos e o desliza em direção à entrada da sua buceta, que se abre enquanto você guia meu o pau para dentro de você.

Pulsando, meu pau duro abre sua buceta cada vez mais. Você agarra meus quadris e começa a me puxar para dentro de você. Meu pau pulsante abre sua buceta cada vez mais enquanto eu deslizo cada vez mais fundo dentro de você. Num movimento sinuoso, você se ajusta e me puxa ainda mais para dentro. E enquanto faz isso, você grita, me puxando com força, cada vez mais fundo.

Seu corpo se curva enquanto sua buceta se contrai no meu pau. Então empurra sua cabeça contra o meu peito enquanto geme, movendo os quadris e fazendo meu pau deslizar para dentro e para fora da sua buceta. Sinto como se você me puxasse cada vez mais para dentro a cada estocada.

Sua vagina é tão gostosa, e me faz vibrar cada vez mais, enquanto estou todo dentro de você. Uma das minhas mãos está em suas costas, te segurando contra o meu peito. A outra continua apertando seus seios, alternando entre eles, com o polegar brincando com seu mamilo.

Enquanto te seguro firmemente pelas costas, suas mãos se agarram aos meus quadris, começo a te foder com mais força. Tiro meu pau quase todo da sua buceta molhada. Antes de sair, deslizo-o de volta para dentro, fundo e com força. Continuo tirando meu pau até a ponta e empurrando-o de volta, sem pressa, sentindo a cada vez o quanto molhada você está.

Empurrando cada vez mais fundo, com mais força, eu penetro em você como nenhum outro fez. E, mais do que tudo, esse é elo que nos une, onde fomos mais íntimos desde o começo.

Você começa a gritar enquanto sua buceta se contrai, pulsando com força no meu pau. Sinto seu corpo todo se tensionar enquanto você se pressiona com força contra mim. Seu corpo tenso e pulsante luta contra o meu enquanto não consigo mais me conter. Então sua vagina aperta o meu pau, me agarrando com força, puxando-o para dentro e abrindo suas entranhas.

Até que por fim você consegue tirar de mim o que procura. E o meu gozo de repente se mistura ao seu, jorrando quente dentro de você. Continuo a gozar e meu pau se contrai enquanto eu encho a sua buceta, que o segura com firmeza enquanto eu bombeio dentro de você. Ele desliza fácil por entre os seus lábios inchados, em meio ao seu gemido. E ao final, ele a preenche toda, a ponto de lhe escorrer no instante em que o tiro pra fora.

Então, aos poucos começamos a relaxar e nos aconchegamos nos braços um do outro. Minha cabeça se aninha em seu pescoço enquanto eu te beijo suavemente. E você me sorri, diante do nosso crime.

Não sei de onde me vieram essas palavras, que saíram de mim num só jorro, numa noite, enquanto batia uma punheta. E eu imaginava minha mãe lendo tudo o que eu escrevi, e o que isso provocaria nela.

No dia seguinte, depois de colocar na caixa de correio, eu fiquei esperando pra ver quando ela ia lá pegar. Ainda não sabia qual a reação que a minha carta havia tido na minha mãe. Ela ficou no quarto a manhã toda, quem sabe lendo e relendo. Então, no final da tarde, resolvi fazer um pequeno teste, só pra ver como ela reagiria.

Fui pro banheiro tomar um banho. Mas, propositalmente, esqueci de levar a toalha. E enquanto me ensaboava, me entreguei a uma bela punheta, só pra deixar meu pau com a mesma ereção que minha mãe viu alguns dias antes.

"Mãe, pode me trazer a toalha, por favor?!", eu disse, pela fresta da porta do banheiro.

Instantes depois, ouço os passos da minha mãe vindo em direção à porta entreaberta. Pensei que ela fosse apenas estender a mão e deixar a toalha sobre a pia. Mas até agora nenhum barulho. E quando deslizo pro lado a porta do box, lá estava ela parada, segurando a toalha.

Senti um arrepio me percorrer o corpo, ali parado no box, completamente nu diante da minha mãe, me sorrindo de pé no tapete e segurando a toalha. "Obrigado, mãe."

"Você vem, ou vai ficar aí parado o dia todo?", ela abriu a toalha, me esperando, e, pra minha surpresa, pra me enxugar, como fazia quando eu era pequeno.

"Tudo bem, mãe, eu posso me enxugar", eu disse, meio embaraçado.

"Você é meu filho, e não tem nada de errado em uma mãe cuidar do filho."

"Você não tem jeito mesmo!", eu achava uma certa graça, enquanto ela me envolvia com a toalha e passava pelo meu corpo.

"Eu sei que isso pode parecer estranho pra você, mas só queria que soubesse que você sempre pode contar comigo. Você sempre pode me procurar e me dizer qualquer coisa", ela disse, com uma voz suave.

"Tá bem, mãe".

"Fico feliz que não tenha se ofendido, querido. Você amadureceu bastante desde os tempos em que eu lhe dizia pra escovar os dentes e tomar banho."

"Eu era criança, mãe. As coisas são diferentes agora."

"Sim, você está com esse corpão de homem agora", disse ela. "Mas será sempre meu menino. E é ainda melhor agora, porque também podemos ter uma relação mais madura."

Não tinha certeza exatamente do que isso significava, mas gostei do que ouvi. Esse pequeno trecho de conversa estava, na verdade, me excitando, prolongando o meu prazer incestuoso. Eu me deixava tocar, com seus olhos deslizando pelo meu corpo, junto com a toalha. E meu pau continuava duro feito pedra, especialmente quando ela o envolveu na sua mão.

"Por um instante pensei que tinha feito alguma coisa e que você tivesse brava comigo", eu sorri amarelo.

Me encolhi, na esperança de que minhas palavras não a fizessem ir embora e me deixar ali de pau duro. Mas, pra minha surpresa, houve um breve momento de silêncio, e senti meu rosto começar a corar. Ela não só não estava brava, como disse.

"Não estou brava, querido."

Mas continuava a segurar o meu pau, por sobre a toalha. Na verdade, só agora eu me dava conta de que ela já tinha me enxugado. E agora se ocupava numa discreta punheta no meu pau. E a toalha era apenas uma desculpa.

"Desse jeito, só falta a gente tomar banho juntos", eu disse sem pensar.

"É uma provocação ou um convite?", ela se insinuava, ainda me masturbando ligeiramente.

"Nem sei por que eu disse isso!", e minha respiração começava a ficar meio ofegante.

"Por mim, tudo bem, querido."

"Mãe...", eu suspirava. "Desse jeito, não vou aguentar!"

"Que foi, meu amor?", ela continuava. "Não consegue segurar?"

"Acho que não!”, eu implorava pra que aquilo terminasse logo.

E, como não podia deixar de ser, todo aquele estímulo não podia terminar bem... terminou melhor ainda! Eu ainda tentava me aguentar, quando não deu mais... e eu acabei gozando bem na mão dela.

Não sei se ela desconfiava que fui eu quem tinha escrito a carta. Da mesma forma, não sei se ela tinha noção do que estava fazendo. Mas quando a minha porra começou a jorrar, ensopando a toalha na sua mão, ela levou um susto.

Havia um pouco de esperma na sua barriga, na sua blusa, e umas gotas que chegaram no seu queixo. Ela olhava pra baixo surpresa, enquanto meu pau continuava a pulsar na sua mão.

"Nossa! Tava mesmo com vontade!", ela suspirava ofegante.

Não sei se ela quis dizer aquilo sobre mim, ou sobre ela mesma. E então, quando finalmente conseguiu me fazer gozar, ainda meio assustada, ela de repente voltou a ser a mãe de novo. E até parece que nada tinha acontecido.

"Melhor deixar você terminar agora!", e me beijou no rosto, quase no canto da minha boca, mostrando que havia algo mais ali.

É claro que depois daquilo, eu passei a tarde no meu quarto me masturbando e gozando, com a imagem da minha mãe segurando meu pau. Mas acho que aquilo não teve efeito apenas em mim. Mais tarde, passando na porta do seu quarto entreaberta, notei que ela estava lá.

Olhei pela fresta e fiquei paralisado. Ela tava em pé em frente à penteadeira, arrumando o cabelo. E tava apenas de calcinha — uma calcinha azul-clara com corte em V e detalhes rosa.

Não sei se ela podia me ver pelo reflexo do espelho, porque ela parecia completamente à vontade, colocando as mãos na cintura e fazendo uma cara provocante. Então, ela molhava os lábios com a ponta da língua, com as pernas ligeiramente afastadas.

Fiquei de pau duro na hora. E simplesmente me entreguei ao prazer da atmosfera carregada de sensualidade, à visão estimulante do seu corpo seminu e à visão maravilhosa dos seus seios expostos.

Minha boca salivou e meu pau tava latejando, enquanto minha mãe me entretinha sem nem saber. Ela se inclinou para a frente e pegou nos seios, levantando e apertando um contra o outro. Nossa, eu imaginava meter meu pau ali e fazer uma bela espanhola.

Não conseguia decidir o que era mais sedutor: suas pernas lisas, carnudas e bem torneadas, ou os seios fartos. Ela então abriu o armário e resolveu trocar de calcinha, escolhendo uma vermelha. Caramba, quando ela começou a deslizar na ponta dos dedos a única coisa que cobria o seu corpo, de costas pra mim, eu fui presenteado com a visão maravilhosa da sua bunda.

Ela trocou de calcinha e mais uma vez se inclinou e dessa vez, olhando o seu reflexo no espelho, se tocou entre as coxas. Depois endireitou-se e, segurando um dos seios, começou a se excitar, provocando com os dedos o mamilo eriçado. Nossa, aquilo era incrível!

Mas quando ela enfiou a mão na calcinha, e começou a se penetrar com o dedo, eu fiquei completamente maluco de tesão, e tive vontade de ir até lá.

Caramba, eu estava a poucos metros de distância, vendo minha mãe bater uma bela siririca, e não podia estar com o pau mais duro. Eu olhava pra ela, de olhos fechados e suspirando ofegante... e como adoraria estar fazendo aquilo por ela... talvez com a língua, se ela quisesse.

Então, pra coroar aquele incrível espetáculo, depois de alguns instantes, com o dedo todo enfiado na buceta, ela o tirou e o levou à boca, provando do seu próprio gozo. Na hora, eu quase não aguentei, e faltou pouco pra gozar ali, junto com ela, com meu pau na mão.

Depois, quando ela pegou no armário seu robe vermelho, algo me dizia que ela tava planejando alguma coisa. Na mesma hora, eu voltei pro meu quarto e fiquei lá por um instante, imaginando o que fazer.

Me indagava se ela tava pensando em mim naquele instante, enquanto desfrutava do seu prazer secreto... mas agora estava decidido a descobrir.

Tava na hora de levar o meu plano à segunda faze, um pouco mais ousado e decisivo. E sentia estar mais perto do que nunca o meu sonho de comer a minha mãe.

Continua...

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Comentários (3)

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  • Futchamp: Delicia o conto , vários tem esse dejeso , deve ser até comum por ai , acontece tbm rsrs , T futchamp122 , filhos e mães

    Responder↴ • uid:1dai1nuqra
  • Pica grande: Ela é muito gostosa tem que comer gostoso

    Responder↴ • uid:46kphpcet0b
  • Betão: Muito bom, continua

    Responder↴ • uid:3eexzpceoib