Minha mãe dorme e eu engulo a porra do marido dela na cama ao lado 🔥
Eu tenho 23 anos, sou branquinha, loira de olhos verdes, gordinha no ponto certo, daquelas que fazem o pessoal virar o pescoço na rua. Minha bunda é redonda e empinada, meus peitos são fartos e pesados, e eu sei que chamo atenção. Muita gente já me chamou de gordinha gostosa, e eu adoro ouvir isso.
Meu padrasto, o Jorge, tem 64 anos, mas carrega um corpo moreno, definido, malhado de academia, olhos azuis que parecem perfurar a gente. Minha mãe é branca como eu, também cheinha, e tem dois filhos pequenos com ele. O que eu vou contar aqui é real, aconteceu de verdade e ainda acontece toda vez que dá aquela brecha.
Tudo começou a esquentar de vez quando eu fiz 19. Eu ficava louca só de sentir o calor do corpo dele roçando no meu enquanto a gente assistia TV na sala ou na cama grande do quarto deles. Minha mãe sempre foi mais devagar, reclamava de cansaço, e ele vivia soltando indiretas que ela não dava conta do recado. Eu ouvia tudo calada, mas por dentro fervia de tesão.
Numa tarde quente de Recife, minha mãe saiu pra resolver umas coisas no Shopping RioMar e disse que ia demorar. Jorge ficou na sala mexendo no notebook, concentrado. Meu coração disparou. Subi as escadas correndo, entrei no meu quarto, tranquei a porta só por precaução, liguei o ar-condicionado no máximo e tirei cada peça de roupa devagar, sentindo o ar gelado arrepiar minha pele. Deitei de bruços na cama, bunda empinada, pernas entreabertas, tudo exposto, esperando.
Ouvi os passos dele subindo. A porta rangeu devagar. Ele parou na entrada, o olhar fixo em mim. Fingi que estava dormindo, mas abri os olhos devagar, fazendo cara de surpresa.
— Pô, Selma… que isso? — a voz saiu rouca, ele deu um passo pra trás.
— Calma, Jorge… não é nada demais. Só tava com calor — respondi baixinho, virando de lado pra ele ver melhor meus peitos pesados balançando.
Ele hesitou, mas não saiu. Percebi que o volume na bermuda dele já denunciava tudo. Respirei fundo e falei:
— Vem deitar aqui comigo. Tô assistindo um filme, mas sozinha é chato. Só que… tem que tirar a roupa, senão não rola.
Ele riu nervoso, mas obedeceu. Tirou a camisa, mostrando aquele peito largo e definido, os braços fortes. Ficou só de cueca boxer preta, que mal continha o pau duro. Deitou do meu lado, o calor do corpo dele colando no meu imediatamente. Senti o pau pulsar contra minha bunda, quente, grosso, latejando. Um arrepio subiu pela minha espinha.
Virei devagar pro lado dele. Nossos olhares se encontraram. Ele passou a mão no meu rosto, desceu pro pescoço, apertou de leve meu peito. O beijo veio lento, molhado, sem pressa. Línguas se enrolando, respiração pesada. Ele desceu a boca pro meu pescoço, chupou forte, deixou marca. Desceu mais, lambeu meus mamilos duros, mordeu de leve, me fez gemer alto.
— Caralho, menina… tu é uma delícia — murmurou com a voz grossa.
Chegou na minha buceta já encharcada. Passou a língua devagar, circulando o clitóris inchado. Enfiou dois dedos grossos, mexeu devagar, senti o mel escorrendo. Tirei a cueca dele com os pés, o pau saltou livre, enorme, veias pulsando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo.
— Eu sou virgem… — confessei, voz tremendo de tesão e um pouco de medo.
Ele parou, olhou nos meus olhos.
— Sério? Uma gostosa dessas nunca…? Puta que pariu, os moleques são todos cegos.
— Não gosto de novinho. Quero homem de verdade — respondi, mordendo o lábio.
— Então relaxa. Vou fazer tão gostoso que tu vai implorar por mais.
Voltou a me chupar com vontade, língua rápida no clitóris, dedos curvados batendo no ponto certo. Gozei forte, tremendo toda, gritando o nome dele. Enquanto eu ainda pulsava, ele subiu, encaixou a cabeça grossa na entrada molhada. Empurrou devagar. Senti a dor rasgando, mas misturada com prazer louco. Ele parou, beijou minha boca, esperou eu me acostumar.
— Relaxa, minha putinha… vai ficar tudo bom.
Começou a mexer devagar, entrando mais a cada estocada. A dor virou prazer puro. Gozei de novo, apertando ele dentro de mim, gemendo alto. Ele acelerou, metendo fundo, batendo forte. Senti o pau inchar, ele grunhiu e gozou dentro, enchendo tudo de porra quente.
Depois daquele dia, virou rotina. Toda vez que minha mãe apaga cedo ou sai, ele vem pro meu quarto. Às vezes me pega de quatro, bunda empinada, socando forte enquanto eu gemo baixo pra não acordar ninguém. Outras vezes eu sento no pau dele, rebolo devagar, sentindo cada veia. Já fiz ele gozar na minha boca, engolindo tudo, lambendo até a última gota. Teve dia que ele meteu no meu cuzinho, devagar no começo, mas depois com força. Doeu pra caralho, mas o tesão era tanto que gozei só com ele entrando e saindo, apertado, ardendo, me sentindo completamente dele.
E o mais louco: às vezes, no calor do momento, ele solta um peido baixo enquanto mete, e eu rio, aperto mais forte, porque até isso me deixa louca de tesão com ele.
Pra quem quiser acompanhar mais das minhas aventuras reais, cheias de detalhes sujos e fotos quentes que mostram tudo isso acontecendo, é só procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026.
Quem sabe na próxima eu conto como foi a vez que quase fomos pegos na cozinha, ou quando ele me levou pra um motel escondido em Boa Viagem… Me conta nos comentários o que tu quer ver mais: cuzinho sofrendo, gozada na boca, ou eu rebolando em cima dele até ele implorar pra parar?
Tô esperando teu comentário pra saber se tu quer continuar acompanhando… 😈
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Comentários (2)
Sofininfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Sofirsk
Responder↴ • uid:1e8jh5bda3ijMom: Delíciaaaaaaa Parar pq menina, aproveita muito t. Permitaasse
Responder↴ • uid:1d302j2dytmn