#Incesto

Mãe e Filho - A Punheta do Filho

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Mafalda Sofia

O incesto continua... tudo real e continua até hoje e sem saber se faço bem em foder meu filho que deixou de ser virgem comigo como contei neste site

O Diogo não perdeu tempo: pegou no telemóvel e subiu o vídeo da tarde anterior diretamente para uma pasta oculta no seu Google Drive. Aquele registo era o seu seguro, a prova de que a Mafalda era dele.
Na noite seguinte, o silêncio da casa no Entroncamento foi quebrado pelo som dos passos da Mafalda no corredor. Ela ia à casa de banho, mas ao passar pela porta do quarto do Diogo, estacou. Lá dentro, ouvia-se a respiração pesada e os gemidos baixos do filho, que sussurrava o nome dela: "Mãe... Mafalda..."
Ela empurrou a porta devagar. O Diogo assustou-se, tentando tapar-se, mas a Mafalda entrou com uma calma que ele nunca tinha visto.
— "Calma, Diogo...", disse ela, aproximando-se da cama. "Fizeste-me pensar o dia todo. Tu és a melhor foda que já tive na vida... nenhum namorado se compara. O teu pau é viciante."
Desta vez, foi ela quem tomou as rédeas. A Mafalda despiu-se ali mesmo, deixando a roupa cair e revelando a sua nudez total sob a luz fraca do quarto. O Diogo sentiu o seu pau jovem latejar tanto que parecia que ia explodir. Ela ajoelhou-se e, com uma vontade voraz, deu 10 chupadas profundas que deixaram o Diogo quase sem sentidos.
Ela tirou-lhe a camisola e, sem dizer mais nada, montou nele em reverse girl (de costas para ele).
A televisão à frente estava desligada, funcionando como um espelho escuro. O Diogo conseguia ver o reflexo perfeito do cu rabudo da mãe a subir e a descer, cavalgando o seu pau com uma fúria selvagem.
Durante a cavalgada, o Diogo enterrou a mão direita na nádega direita dela, sentindo a firmeza da carne, enquanto a mão esquerda subia para a barriga da mãe, apertando-a contra ele. Com os dedos, ele começou a esfregar a buceta peluda dela enquanto ela cavalgava.
A Mafalda estava tão excitada que, por três vezes, parou a cavalgada e tirou o pau do Diogo de dentro dela. Como ela tinha ido à casa de banho e não chegou a urinar, o estímulo era tanto que ela soltou três jorradas massivas, como se fosse mijo, que foram parar ao fundo da cama, encharcando os lençóis.
— "Olha o que me fazes, Diogo! Estás a deixar-me louca!", gritava ela, com os gemidos a ecoarem tão alto que quase se ouviam na vizinhança.
No meio do delírio, a Mafalda tentou manter um resto de juízo:
— "Diogo... não gozes lá dentro! Se continuas a despejar-te assim todos os dias, eu vou ficar grávida... e isso seria um problema que não podíamos esconder!"
Mas o Diogo estava noutro mundo. O prazer do incesto e o som dos gemidos da mãe eram tudo o que importava. Ele não queria saber de gravidez nem de vizinhos; ele só queria sentir aquele aperto viciante.O Diogo não queria saber de avisos nem de consequências. O vício daquele corpo era mais forte do que qualquer medo de gravidez. Nas últimas cavalgadas em reverse girl, ele sentiu o aperto da Mafalda a tornar-se insuportável, potenciado pelas jorradas que tinham encharcado os lençóis.
Com as mãos cravadas nas ancas dela, o Diogo puxou-a para baixo com violência, colando o rabo dela contra o seu ventre.
— "Se vier um filho, é meu, mãe!", rosnou ele.
Ele não se retirou. Deixou que a semente disparasse com toda a força, sentindo a Mafalda a tremer e a gemer alto enquanto recebia, mais uma vez, a ejaculação massiva do filho bem fundo no seu útero. O risco estava corrido, o selo do incesto estava mais vivo do que nunca.
Mas o Diogo ainda tinha energia. Ele queria marcá-la noutra posição, noutro plano. Levantou-se da cama molhada, puxando a Mafalda pelo braço, ainda nua e a escorrer o gozo dele.
Ele empurrou-a contra a parede do quarto, mesmo ao lado da porta. "Pernas para cima!", ordenou.
A Mafalda, com as costas coladas à parede fria, entrelaçou as pernas na cintura do filho. O Diogo segurou-a pelo rabo, suspendendo o peso dela, e entrou de uma vez.
O som da carne a bater contra a parede ecoava pelo corredor. O Diogo fodia-a com uma fúria renovada, enquanto a Mafalda deitava a cabeça para trás, com os olhos revirados. A cada estocada, o corpo dela batia na estrutura da casa, um barulho seco que mostrava aos vizinhos — se alguém estivesse a ouvir — que ali dentro mandava o filho.
Os peitos dela abanavam com o impacto vertical e o Diogo alternava entre beijos brutos no pescoço e lambidelas furiosas. O incesto tinha tomado conta da vivenda por completo.O Diogo estava num estado de transe. A fúria com que a batia contra a parede do quarto era tão intensa que a estrutura da vivenda parecia vibrar. Ele não queria saber de avisos, nem de futuro, e muito menos da namorada.
Enquanto o corpo da Mafalda batia contra a parede a cada estocada bruta, ela, entre gemidos, deixou escapar:
— "Diogo... a tua futura namorada... ela ia amar ver-te assim... tão homem..."
O Diogo nem hesitou. Deu uma estocada ainda mais funda, fazendo a Mafalda perder o fôlego.
— "Não fales agora, mãe! A única mulher nesta casa és tu. marcando a sua posição de domínio total.
Quando sentiu que a pressão estava no limite e o pau jovem ia disparar, o Diogo puxou-a da parede. Ele não queria despejar lá dentro desta vez; ele queria ver a submissão dela num nível mais profundo.
— "Para o chão, mãe. Já!", ordenou ele.
A Mafalda, totalmente entregue e viciada no "veneno" do filho, ajoelhou-se de imediato aos pés dele. Ela sabia o que vinha a seguir. Abriu a boca, estendeu a língua para fora e esperou, olhando de baixo para cima para o filho que a possuía.
O Diogo agarrou no seu pau com a mão e começou as últimas punhetas rápidas mesmo à frente do rosto dela. Quando o clímax veio, foi uma explosão massiva.
O esperma disparou com força, atingindo a cara, as bochechas e diretamente a língua da Mafalda.
Ela não fechou os olhos. Pelo contrário, manteve a língua de fora, recebendo cada gota quente e espessa. Ela começou a saborear o esperma do próprio filho, fechando a boca lentamente para sentir o gosto do fruto que ela própria tinha gerado há 25 anos.
O Marcador do Entroncamento
O Diogo ficou ali, de pé, a vê-la limpar o resto do gozo dos lábios com a ponta da língua. Ele decidiu que não ia haver banhos.
— "Vais dormir assim, mãe. Com o meu cheiro na cara e o meu gosto na boca. Quero que acordes amanhã a saber exatamente a quem pertences."
A Mafalda, ainda de joelhos e com o rosto manchado, apenas assentiu, completamente dominada pelo prazer do incesto que agora corria no seu sangue e no seu paladar.
A noite termina com a Mafalda marcada pelo sêmen do filho.

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Comentários (1)

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  • Sofil: Amoo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Sofirsk

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