#Coroa #Traições

O sogro que toda nora carente gostaria de ter

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Provocadora

21 e 45 de uma segunda-feira, São Paulo, tava ameaçando desabar uma chuva a qualquer minuto. Kamila saiu da faculdade apressada e temendo essa tempestade... nisso ela não teve outra opção e assim ligou para seu sogro vir busca-la.

A chuva começou a cair e pegou ela em cheio... porém Otávio chegou, pois ele mora perto da faculdade de Kamila, que mora bem mais longe com o marido Arthur, 27 anos, filho do seu Otávio.

Otávio tem seus 65 anos, um coroa enxuto, corpo atlético, alto, careca, moreno... e enquanto dirigia seu Chevrolet Onix Joy branco, ia conversando sobre tudo um pouco com a nora, a mantendo distraída e até mesmo tirando algumas gargalhadas dela, apesar de estar se sentindo desconsertada por estar molhando o banco do carro dele.

Aliás, pode-se dizer que Kamila tem mais momentos assim de discontração com o sogro do que com o esposo, afinal, Arthur, seu esposo, é um homem super ocupado e vira e mexe tem uma viagem pra fazer pelas cidades de interior de São Paulo.

A chuva apertou, as ruas começaram a dificultar o trajeto dos carros e motos... Otávio então mudou sua rota e decidiu levar a nora para sua casa que era bem mais perto.

Otávio é viúvo, mora sozinho em sua confortável casa no bairro da Consolação... e aqui ele entra junto com a nora, pedindo pra ela ficar a vontade e a leva para seu quarto, onde dá uma toalha seca para ela e uma camiseta, pois as roupas dela estavam bem molhadas... Nisso ele deixou ela sozinha no quarto, Kamila tirou sua roupa de faculdade, enxugou seu corpo e cabelos com a toalha e vestiu a camiseta básica do sogro... e como seu Otávio era um homem alto e encorpado, a camiseta ficou tipo um vestidinho na altura das suas loiras coxas.

Otávio ficou na cozinha esquentanto uma pizza que ele havia pedido antes de ir buscar a nora na faculdade... Já Kamila ficou na sala, no sofá, celular na mão e assustada com a quantidade de raios e trovões lá fora enquanto a tempestade caía forte.

Kamila tem 23 anos, é bonita, loira, estatura mediana, corpo bem feito... aliás, ir para a academia é algo que mantém sua disposição para a rotina chata que ela tem em casa, na verdade Kamila fica a maior parte dos dias na casa da sua mãe porque não gosta de ficar sozinha em casa esperando o marido voltar das viagens de trabalho dele, ela acaba de completar 1 ano e dois meses de casada, mas parece até que nem casou por conta da constante ausência do esposo.

Otávio a chamou na cozinha pra comer a pizza, ela se levantou do sofá e foi... até mesmo meio sem graça por estar ali só numa camiseta e de calcinha e sutiã por baixo, mas beleza, o seu sogro era um homem respeitador e confiável.

O clima estava maravilhoso, nora e sogro sentados à mesa da cozinha, devorando a gostosa pizza quentinha, tomando um gostoso vinho e conversando sobre tudo um pouco, onde Kamila gargalhava com as histórias com tom mentiroso do sogro... E conversas assim, num clima como esse, de tempestade lá fora, num dia aleatório, acabam deixando as pessoas mais desinibidas, onde começam a se abrir, a confessar coisas mais íntimas e tal... Kamila até falou que gostaria de ser mãe, mas o esposo não queria ainda por causa do trabalho, falou que ele era muito introspectivo, sem humor e quase não falava com ela dentro de casa e tal... e o sogro ali falando do filho e tal, explicando como era a vida de casado, mesmo ele sendo viúvo.

Até que em determinado momento, Kamila começou a se perder entre pensamentos maliciosos enquanto obsevava o sogrinho ali falando com ela, tipo:

“Nossa, e não é que o sogrinho é um tesão? Nem parece que é pai do meu marido... Ele tem um jeito, sei lá... Ele deve foder bem gostoso... Olha esses braços grandes dele... ele é todo grandão... vai ver o pau dele também é... Aii meu Deus, tô com tesão no meu sogro, rsrsr... Eu e ele aqui, meu marido viajando... essa chuva toda caindo... nossa, melhor parar de pensar essas coisas... tá me dando uma coisa aqui... Nossa, que tesão.”

E enquanto Kamila pensava essas coisas safadas com o sogro, por baixo da camiseta que ela estava usando, e por dentro da sua calcinha branca em rendinha entre pernas loiras cruzadas, ela sentia em sua buceta os estímulos desses pensamentos maliciosos com o sogro, onde seu grelo tremia compulsivamente, praticamente molhando a sua calcinha. Certamente o momento, o clima frio, a chuva caindo forte lá fora, o fato dela estar carente por conta da ausência do marido e a admiração pela figura máscula e viril do sogro, sem falar do seu jeito amigo, acolhedor... enfim, tudo lhe estimulava.

Kamila perdida entre pensamentos maliciosos com o sogro,
chegou a passar a língua na borda do corpo de vinho enquanto observava ele falando, nisso ele parou de falar e ficou meio notando ela meio que perdida no olhar para ele... de repente foram quase dois minutos de troca de olhares entre eles, sem nada falar.

... Kamila se deu conta disso e logo cortou esse clima falando que iria dormir... Otávio se levantou e foi com ela até o quarto, onde procurou no armário um cobertor pra ela.

Kamila sabia que o seu Otávio iria dormir na sala, pois na casa dele só tem dois quartos, o dele e outro que antes era do filho, seu esposo, quando ainda morava com ele, e que agora é um escritório... O curioso é que enquanto o sogro pegava o cobertor no armário, Kamila, com seus pensamentos maliciosos, junto a sua carência, quase lhe fazem pedir pro sogro dormir ali mesmo na cama com ela... mas claro que ela deixou isso só no pensamento mesmo, pois seria descabível.

Kamila então vai ao banheiro antes de se deitar, seu Otávio ali na sala se ajeita no sofá para dormir... quando de repente um puta trovão seguido com raio corta o céu por sobre a rua de forma estrondosa e que chega a clarear a casa por um segundo, fazendo Kamila gritar do banheiro... seu Otávio corre para ajudá-la... Kamila diante a porta aberta do banheiro é acolhida entre os braços do sogro, que lhe pede calma e logo ela cai na gargalhada por ter levado tamanho susto do raio... ele também ri.

E nisso acontece uma troca de olhar cara a cara, sem os dois falarem nada. Kamila mais baixa e seu Otávio mais alto, ela com suas pequenas mãos no peitoral moreno e nu dele e ele sentindo o corpo dela de camiseta contra seu corpo num abraço.

Nora e sogro se beijam, as mãos de Otávio percorrem o loiro corpo sexy de sua nora, a apertando forte junto ao seu corpo, subindo uma mão por baixo da camiseta dela e agarrando seus peitos num sutiã, sentindo seus mamilos deliciosamente rígidos enquanto o beijo vai rolando intenso e guloso, cheio de chupação de línguas.

Kamila então tira a camiseta diante dele, onde expõe seus lindos peitos loiros saltados pra fora do seu sutiã, ele os acaricia agarrando ambos por baixo das mamas e cai de boca, mamando com tamanha vontade que Kamila geme se encostando na parede ao lado da porta do banheiro, ele a pega pela cintura e a sobe em seu corpo, onde ela se escancha nele com uma chave de pernas na cintura dele... ele caminha com ela, os dois se beijando muito, ela abraçada ao redor do pescoço dele, ele senta ela na mesa da cozinha ali perto, onde ele pega a calcinha dela e puxa pelas pernas dela, depois lhe arreganha e cai de boca no meio dela, lambendo sua depilada buceta rosadinha, enfim ele mete a boca e chupa intenso... deixando a nora descontrolada a gemer se contorcendo deitada na mesa... apoiando uma mão por trás da careca dele ali de rosto entre suas pernas, o puxando para que ele meta mais e mais a boca em sua buceta... ela goza, goza... goza...

Otávio está louco de tesão, e de forma impulsiva desce sua calça pijama e já com seu pau na mão encosta a cabeça na buceta de Kamila, que se senta na beirada da mesa, e toda arreganhada observa o pau do sogro quase lhe penetrando, onde ele fala que não tem camisinha em casa, e ela simplesmente o agarra num abraço ao redor do pescoço dele, o beijando a boca, enquanto ela mesma desce uma mão agarrando o pau dele e o puxa pra sua buceta... onde Otávio em pé e segurando por baixo das pernas loiras da nora, impulsiona seus quadris e lhe mete a rola de uma vez.

Abraçada ao sogro Kamila geme sem parar, agoniada, sentindo o vai e vem da rola do sogro lhe fodendo a buceta com bombadas entre suas pernas... aqui e ali ela olha pra entre seu corpo e o dele pra admirar aquele cacetão enorme em constante movimentação, lhe fodendo a buceta. Assim ela se deita na mesa e deixa ele a vontade pra lhe socar, e ele o faz, segurando ela por baixo das pernas dela e manda ver, batendo virilha e socando forte... fazendo a nora se contorcer deitada, gemendo alto, sufocada... até que goza no vai e vem da rola dele lhe socando sem dó a bucetinha loira.

Logo após gozar na rola do sogro, ela desce da mesa, se ajoelha ao chão, onde agarra seu moreno, grosso, veiudo e enorme pau duro... começando a dar lambidas e mais lambidas na sua cabeça marrom... Kamila geme de tesão enquanto masturba e chupa a rola do sogro, como se tivesse aqui matando sua carência, de tanto que necessitava chupar uma rola... e nisso ela abocanha com toda a voracidade, chegando a engasgar, lacrimejar e tossir babar, levando o sogro a delirar de prazer enquanto esporra forte... Kamila geme sentindo cada esporro enchendo sua boca, ao tempo em que deixa escorregar pela sua garganta abaixo.

Mas a nora quer mais, onde ela empurra o sogrinho que senta numa das cadeiras ali da mesa da cozinha, e logo senta no colo dele, de frente, encaixando sua buceta por sobre o pau dele, até sentar fazendo entrar tudo... onde então ela começa a cavalgar enlouquecida enquanto chacoalha seus peitos loiros na cara dele... Otávio apoia suas mãos nos quadris dela, sentindo todo o remelexo dela enquanto ela lhe fode o pau numa quicada frenética... até que ela goza... se tremendo toda... rebolando no colo dele, apertando o pau dele com a sua bucetinha loira, ao tempo em que espreme seus peitos na cara dele.

A foda ganha um intervalo... onde na sala eles bebem o restante do vinho enquanto conversam sobre o ocorrido... cientes de que foi algo impulsivo, mas sem demonstrar arrependimento, pelo contrário... eles querem mais.

A chuva lá fora parece não ter mais fim, raios e trovões ecoam e clareiam os céus e por dentro da casa semi-escura... enquanto no quarto de Otávio Kamila é brutalmente sacudida de quatro na cama a cada virilhada que toma em sua loira bunda gostosa que se treme toda, conforme sua bucetinha é fortemente estocada pela rola do sogro, entrando toda, arregaçando, batendo o saco peludo dele atrás e com o cabeção espancando bem no fundo dela, levando Kamila a gemer gritando de dor e prazer... entrando em estado de convulsões diante de um avassalador orgasmo.

E não satisfeito, enquanto doma a nora de quatro e olha praquela sua delícia de bunda loira toda gostosinha aberta, onde ele mira seu rosado cuzinho piscando... Otávio tira seu pau da xota dela, cospe bem no centro da bunda dela, esfrega o cabeção bem em cima do cuspe ali no cuzinho dela, onde num movimento brusco ele força... Kamila geme de dor... pois é muita pica pra seu cuzinho... mas ela deixa pra ver se ele consegue meter, pois tudo aqui é permitido em razão do prazer que ela está sentindo e da sua carência por sexo.

Daqui em diante a gostosa da nora seguiu gemendo de dor e prazer enquanto o sogrinho lhe metia a rola no cuzinho... onde ela se esforçou em se manter de quatro pra ele, toda arrebitada pra que ele lhe domasse firme e forte por trás enquanto socava gostoso e sem tirar do meio da sua bundinha loira... só no cu, bem gostoso, num vai e vem ritmado, onde a pica dele ia até o meio e voltava, pois se ele empurrasse tudo seria capaz de arrebentar com suas preguinhas... só que quanto mais ele foi socando, mais e mais o cuzinho de Kamila foi se acostumando e aceitando centímentros a mais da rola dele... onde claramente entre gemidos de prazer ela demonstrava aguentar e querer tudo... e assim ele ia forçando mais e mais, chegando a bater virilha na bunda dela... ao ponto dela gozar sem a necessidade de colocar a mão por baixo e tocar uma siririca na xoxota... só com o pauzão do sogro lhe fodendo o cu, com ele ali todo tarado domando ela pelas ancas e mandando ver.

Otávio parou a enrabada bruscamente enquanto gozava, puxando a nora pelas ancas enquanto lhe enterrava todo o pau no cu, pressionando a virilha na bunda dela, gemendo de prazer ao sentir sua pica jorrando porra dentro da bundinha dela. E quando ele tirou, a porra veio junto escorregando pelas pregas arrombadas do cuzinho da nora... com ela caindo deitada de bruços, se tremendo entre espasmos de dor e completamente consumida de prazer.

A chuva continuou madrugada adentro, afinando e engrossando, embora os raios tenham ido embora... e eles ali na cama, sogro e nora, pelados e abraçadinhos após uma foda impulsiva e não menos deliciosa.

O certo é que Kamila viciou... pois durante todo o ano, sempre aproveitando as semanas de viagens do marido, ela saía da sua faculdade a noite, com ou sem chuva, e ia até a casa do sogrinho pra dar sua bucetinha e sua bundinha pra ele... sendo que ele jamais negou fogo e metia-lhe a rola de um jeito que deixava ela sempre querendo mais e mais... E a foda rolava em cima da mesa da cozinha, na pia, no chão, nos sofás da sala, no terraço entre plantas... em todos os cantos sogro e nora mandaram ver, sempre tarados e empolgados.

E claro, tudo um dia chega ao fim, da mesma forma que um ano e meio depois, o filho, Arthur, marido de Kamila, deixou de viajar a trabalho e sossegou em casa, onde enfim começou a viver de verdade seu casamento com ela, inclusive, ajudando a criar o filho... isso mesmo, Kamila pariu Arthur Jr, ou Arthuzinho... Primeiro filho do casal. Aliás... a cara do avô.

FIM!! Comentem, por favor!

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Comentários (3)

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  • Sofiiizinha: Amo muito conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Sofirsk

    Responder↴ • uid:7btejnnthj
  • Anonimo: Fiquei imaginando seu cu sendo arrombado

    Responder↴ • uid:3ynzegwrm99
  • R_M: Que tesão de conto! ;-)

    Responder↴ • uid:1d9dlrqoopj4