#Gay #Incesto #Teen

Trocando nudes com o papai 3 - As visitas de fim de semana

1.2k palavras | 0 | 4.00 | 👁️
Grok_o_perv

Depois de nosso primeiro sexo completo, eu e meu pai viciamos um no outro.

Parte 2 - /2026/02/conto-126691

Uma semana depois.

O feriado tinha acabado, mas o fogo não. Pelo contrário: só aumentava. Eu aparecia no apartamento dele todo fim de semana, às vezes até durante a semana quando dava pra inventar uma desculpa. Mentia pra mãe que ia estudar na casa de um amigo, ou que tinha treino extra. Ela nem desconfiava. Enquanto isso, a gente vivia num looping de sexo cru, suor, porra e confissões que saíam cada vez mais pesadas, mais sujas.

Naquela sexta chuvosa, cheguei mais cedo. Ele abriu a porta só de boxer cinza surrada, pau já marcando grosso no tecido, barba por fazer, olhos pesados de quem tinha passado o dia pensando em mim. O cheiro dele me acertou como um soco: suor de homem, resto de porra seca da punheta da tarde (ele me mandou foto mais cedo, gozando no próprio peito pensando em mim), e aquele perfume amadeirado que ele passava só pra me deixar louco.

Nem “oi”. Ele me puxou pela nuca, beijo molhado, língua invadindo, mão já dentro da minha calça apertando a bunda. Fechei a porta com o calcanhar, mochila caindo no chão. Ele me prensou na parede do corredor, corpo colado, pau duro roçando no meu através da roupa.

— Caralho, filho… passei o dia inteiro com o cu piscando de tesão — murmurou rouco contra minha boca. — No trabalho, reunião chata, e eu só conseguia imaginar você me abrindo, me fodendo cru. Tive que ir no banheiro bater uma pensando nisso. Gozei pensando no teu leitinho quente enchendo meu cu.

Eu ri baixo, mordendo o lábio dele.

— E desde quando você sonha com isso, pai? Me conta tudo.

Ele parou um segundo, respirou fundo, olhos vidrados. Me puxou mais pra dentro, até a sala, me sentou no sofá e se ajoelhou na minha frente, mãos nas minhas coxas, abrindo devagar.

— Desde que você nasceu, menino. Desde o dia que a enfermeira te entregou pra mim embrulhado na manta, e eu vi que era menino… que tinha um pintinho ali, pequeno, perfeito. Eu segurei você no colo e senti uma coisa estranha, quente, que não era só amor de pai. Era desejo de te proteger de tudo, de te ensinar tudo… inclusive isso. Quando eu trocava sua fralda e olhava aquele corpinho nu, aquele pintinho mole, e já imaginava como seria quando crescesse. Me odiava por isso, mas não parava.

Ele baixou minha calça devagar, meu pau saltou duro, babando. Passou a língua na cabeça, lambeu o pré-gozo, gemeu.

— A primeira vez que vi teu pinto de verdade, de adolescente… você tinha uns 14 anos. Estava tomando banho, porta entreaberta, eu passei no corredor e vi você de costas, água escorrendo, e quando você virou de lado… caralho. Já tava grosso, crescendo, pelinhos começando a aparecer. Meu pau endureceu na hora. Fui pro quarto, tranquei a porta e bati punheta pensando em você. Imaginava você deitado na minha cama, eu te ensinando a se tocar, guiando tua mão, te fazendo gozar pela primeira vez na minha boca. Depois comecei a sonhar com o contrário: com você me fodendo. Com você me abrindo, me enchendo. Eu de quatro, cu piscando, pedindo pro meu próprio filho me arrombar cru. Sonhava com teu pau grosso entrando em mim, gozando fundo, me marcando por dentro como eu queria marcar você. Chorava depois de gozar, de vergonha, mas no dia seguinte sonhava de novo. Anos. Décadas. Toda vez que você vinha passar o fim de semana aqui, eu me masturbava pensando em você dormindo no quarto ao lado… e imaginava você entrando no meu quarto de noite, me acordando com o pau duro na minha boca, depois me virando de bruços e me comendo até eu gemer teu nome.

Meu corpo inteiro arrepiou. O pau latejou na boca dele, babando mais. Aquela confissão era pesada, proibida, mas me deixava em chamas.

— Porra, pai… você sonhando com isso desde que eu nasci… desde que viu meu pintinho… e agora tá aqui, de joelhos, chupando o mesmo pau que você fantasiava.

Ele gemeu em volta da cabeça, chupou fundo, garganta relaxada me engolindo inteiro.

— É… e agora quero tudo. Quero teu leitinho no meu cu. Quero sentir você me enchendo, me fodendo como homem. Sem nada no meio.

Tirei a roupa dele com pressa. Ele se deitou de bruços no sofá, pernas abertas, bunda empinada — peluda, musculosa, já brilhando de suor. Abri as nádegas dele com as mãos, cuspi direto no cu rosado, que piscava de expectativa. Enfiei dois dedos com cuspe, abri devagar, massageando a próstata até ele gemer alto, rebolando.

— Vai, filho… me abre… me fode como eu sonhei desde que você era pequeno…

Encostei a cabeça no cu dele, esfreguei o pré-gozo na entrada. Pressionei devagar. A cabeça passou, ele urrou baixo:

— Caralho… grosso… filho… entra…

Entrei aos poucos, sentindo o calor apertado me envolver sem barreira. Quando tava todo dentro, parei, mãos nas costas dele.

— Como tá se sentindo, pai?

— Cheio… gostoso… como se eu tivesse esperado a vida inteira… mexe comigo… me fode…

Comecei devagar, estocadas longas. Ele empinava mais, pedindo:

— Mais fundo… me arromba… goza dentro do teu pai…

Acelerei. Mãos nas nádegas, abrindo, batendo forte. O barulho da pele ecoava. Ele batia punheta embaixo, gemendo rouco:

— Isso… filho… bate na próstata… me faz gozar…

Ajustei o ângulo, meti inclinado, acertei em cheio. Ele urrou, cu apertando meu pau.

— Aí… porra… não para… vou gozar…

Ele gozou primeiro — jatos grossos no sofá, corpo tremendo, cu me ordenhando. Isso me levou junto. Meti fundo, gozei forte dentro dele, enchendo com jatos quentes, gemendo:

— Pai… tô gozando… dentro de você… toma tudo que você sonhou…

Saí devagar, porra branca escorrendo pelas coxas peludas dele. Deitei em cima, peito nas costas, pau ainda dentro, respirando pesado.

Ele virou o rosto, me beijou lento.

— Desde que vi teu pintinho… eu sonhei com isso. Agora é real. E a gente vai repetir até não aguentar mais.

Eu sorri, mordendo a orelha dele.

— Então levanta. Vamos pro chuveiro. Quero te foder de pé, encostado no azulejo, gozar dentro de novo… e depois você me come na cozinha, cru, enquanto a janta queima.

Ele riu rouco, apertou minha bunda.

— Combinado, filho. Todas as fantasias virando realidade. Só nós dois.

Porra escorrendo pelas pernas, mãos dadas, fomos pro banheiro. A porta fechou. A noite — e o resto da vida — era nossa.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos