Minah mãe: renasce uma puta, desperta um pervertido.
Visitei minha mãe nas férias e reacendeu o meu tesão por ela, mesmo agora que ela está bem safada e cheia de fogo.
Fala seus putos.
De volta pra contar mais aventuras com a tentativa de enrabar minha mãe. Quem leu o primeiro conto, falo sobre como despertei com esse desejo. Desde então, todas as vezes que volto pra casa dele, meu tesão sobe muito acima do que o normal.
O último ano foi bem difícil, a coroa estava bem piranha. Arrumou vários namorados e inclusive um golpista pela internet que a iludiu e fez se apaixonar. Precisei dar várias prensas para ela cair na real. Começou a tirar mais fotos de si, comprar roupas mais joviais e usar biquínis e maiôs quando íamos à praia. Todo mundo da família estava percebendo isso. Sempre estava falando no telefone e mandando fotos pra algum namorado misterioso.
Como tenho acesso ao celular dela, pois sou eu que cadastro tudo, mexo nas configurações e tal. Por segurança, comecei a olhar com mais frequência para me certificar que ela não havia voltado a falar com o golpista. De fato, havia bloqueado ele de tudo. Mas encontrei outras coisas que não imaginava.
Ela estava trocando mensagens com um homem casado, bem mais novo que ela. Por coincidência, tio do menino com quem eu comecei a vida da sacanagem. Aquilo me deixou em choque, com raiva, com tesão. Não era possível! Ele era jovem, a mulher jovem, tinha duas famílias, era amigo da família. Como aquilo teria começado?
As conversas eram dele pedindo para ir lá na casa dela, que queria mamar nos seus peitos, que tava com o pau duraço. Ela recuava bastante, mas provava pelo tom da conversa que não era o primeiro contato. Certamente, ele já tinha ido outras vezes. Eu só imaginava ela fazendo coisas com ele lá na sala. Ele mamando os peitos dela, comendo a bucetinha, ela sofrendo no cacete (que se fosse parecido com o do sobrinho, devia ser enorme). Quase todos da família tinham esse dote. Ela recuou naquele dia e disse que eu estava em casa, mas ele mandava mensagem recorrentemente. Conectei as contas dela no meu celular e fiquei monitorando as mensagens que chegava.
Depois de um tempo tirei, pois fiquei com consciência pesada e precisava deixar ela viver. Não vi mais nada com esse cara, mas ultimamente ela começou a conversar com dois, na faixa etária dela. Ambos de SP, um mais romântico e outro totalmente pervertido, só falando em sexo e mandando nudes o dia todo para ela. A pena é que além de feio, tinha o pau brocha. Chega me dava agonia ver o panaca se achando com o pau mole e ela achando bom aquilo. Confirmando todas as safadezas que ele dizia. Nunca tinha imaginado minha mãe como uma puta daquele jeito. Ele propunha vir encontrá-la, tomar banho juntos, levar pro motel, foder a noite toda. O que mais me agradou foi ela dizer: “A única pessoa que dorme na minha cama é meu filho. Se quiser ficar comigo tem que ser em outro lugar”. Como sou sortudo!
Enfim, quase sempre que vou visitá-la, encontro fotos novas nos apagados do celular dela: fotos da buceta, dela de lingerie, de calcinha fio dental, mostrando os peitos e a bunda. Como disse no outro conto, ela ficou vaidosa, indo sempre se depilar, passando cremes clareadores e etc. Acho que voltou a se sentir mulher.
A última vez que fui lá foi em janeiro, depois do ano novo. Achava que ia me controlar, que não faria mais nada de exibição, mas é impossível. Nas últimas vezes, ela estava indo dormir na casa de uma tia minha que está doente e eu não podia fazer minhas investidas. Logo agora que estava em casa, tinha que rolar algo. Algumas das noites, eu estava muito cansado e dormia rapidamente, mas outras eu ficava acordado ou acordava no meio da noite. Não sei se escutando de verdade a siririca dela ou só imaginando. Tenho essa dúvida se minha cabeça não me confunde às vezes.
Uma das noites, eu fiquei ouvindo pela fresta da porta e fui abrindo devagar para deixar uma fresta e o som passar melhor. (Ela dormindo na sala) Com a porta meio entreaberta, toquei minha punheta na sombra e de frente para o espelho, aparecendo vez ou outra no buraco da porta e fazendo barulho com o pau. Às vezes via movimentos, mas depois ela extremamente quieta. Nesse dia, só estava cansado e fui dormir sem terminar.
No meu último dia lá, o tesão estava a mil, leite guardado muito tempo nas bolas. Mesmo tardão da noite, cada um fingindo dormir, mas ainda escutando ela tossindo. Ao perceber um sinalzinho de barulho, comecei meu show. Tirando a roupa e batendo meu punhetão. Só que dessa vez, eu abri a porta, passeei pela sala nu, fui até o banheiro e fiquei fazendo barulho com o pau babado, só esperando que ela aparecesse sem roupa também e eu só tivesse que cair em cima.
O mel chega escorria do pau e eu fazia questão de ser ouvido. Demorei um pouco e voltei pro quarto, deixando a porta ainda entreaberta. Fingi que ia deitar pra dormir, mas foi aí que me veio a ideia de continuar batendo e gemer externando todo o prazer de gooner que eu estava sentindo. Fiquei deitadão pelado, com a mão no pau. Peguei o lubrificante dela na gaveta e lambuzei tudo. Aumentei a velocidade da punheta e também as gemidas bem alto. Certeza que ela conseguiria ouvir pois era muito perto e ver a sombra também.
Quando cheguei no máximo, gozei feito um cavalo, sem ligar pra nada nem ninguém, só exalando meu cheiro de macho que tem suas necessidades e gosta de mostrar isso. Só peguei a primeira camisa que tinha do lado, me limpei e joguei pro lado. Encostei a porta pra não entrar luz quando amanhecesse e deixei pro universo se ela viu e gostou e aproveitou ou ficou traumatizada.
Agora, escrevendo, me veio a ideia do porquê ela me chamou para conversar no outro dia. Acordei, ela estava chorando na sala, perguntando que horas eu viajaria, falou que queria dizer algo. Pedi que falasse logo e era sobre a história do meu nascimento (fruto de uma traição ahah). Não entendi o atraso em falar disso em 26 anos. Nunca havíamos conversado sobre isso e eu nem senti falta. Já havia ouvido por outras pessoas, só não a versão dela. Ouvi, fingi normalidade, disse que não me importava. Perguntei o porquê disso agora? Ela disse que queria que o ano fosse diferente e não queria mais guardar isso por tanto tempo. Deu a entender que alguém comentou sobre, como se ela fosse a vilã da história. E a curiosidade? Ela disse que no tempo a família disse que era normal, porque o meu pai é irmão da minha tia, mas não era parente dela, errado era se fosse parente sanguíneo. Kkkk E eu rindo por dentro sem saber se minhas esperanças estariam perdidas.
E aí? O que acham? Devo continuar provocando até conseguir e saciar esse fogo que ela ta? Antes meu pau duro que o pau brocha de um velho, não? Comentem aí pra eu voltar e contar os próximos passos.
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Comentários (1)
Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk
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