Primos 4: A Torre dos Escuteiros
ele deitou-se diretamente no chão de cimento, dentro de uma daquelas partes protegidas da torre. O chão estava frio, mas o corpo da Carolina estava a ferver. Ali, naquele espaço sem portas e rodeado por muros, com um lado aberto para a natureza e o outro tapado, o segredo deles estava seguro por uns instantes.
A Carolina, decidida e desejosa, posicionou-se por cima dele. Com o Diogo deitado de costas no chão, ela guiou o pau dele para dentro daquela buceta lisa e rosa. No momento em que sentiu a entrada total, começou a cavalgada ali mesmo, no meio da torre.
Ela subia e descia com força, as mãos apoiadas nos ombros do Diogo para ter equilíbrio. O Diogo, deitado, tinha a visão privilegiada: via o seu pau a desaparecer por completo dentro dela a cada descida, sentindo o aperto daquele corpo pequeno e sem pelos.
Enquanto o vai e vem acontecia, os dois mantinham os olhos atentos. O Diogo olhava para a abertura da torre, vigiando se alguém aparecia no parque de miúdos, enquanto sentia as socadas profundas que a Carolina lhe dava ao sentar-se com todo o peso.
O som da carne a bater no chão da torre e a respiração pesada da Carolina enchiam o espaço. O Diogo sentia o prazer a subir rapidamente devido à adrenalina do sítio. Ele via o seu membro a entrar e sair, todo molhado, enquanto a Carolina acelerava o ritmo, querendo gozar antes de terem de sair dali.
Sem conseguir aguentar mais aquele aperto, o Diogo deu as últimas estocadas de baixo para cima com toda a força. O prazer explodiu e ele deixou o esperma todo lá dentro dela, sentindo o calor a espalhar-se no fundo da buceta enquanto ela se deixava cair sobre o peito dele, exausta e satisfeita. O Diogo não se deu por satisfeito apenas com a cavalgada. Mal sentiu o corpo da Carolina relaxar sobre o dele, o tesão pelo perigo da torre falou mais alto. Ele agarrou-a pela cintura e, ali mesmo naquele chão de cimento da torre, virou-a com rapidez.
A Carolina ficou de quatro, com o rabo pequeno empinado e as mãos apoiadas contra o muro frio. A vista para a natureza estava mesmo ali à frente deles, mas o foco do Diogo era total naquela buceta lisa e rosa que brilhava à luz do dia. Sem perder tempo, ele posicionou-se atrás dela e empurrou o pau com força, entrando de uma vez só.
O impacto foi seco e profundo. O Diogo via o seu pénis a desaparecer lá dentro a cada socada bruta que dava. Ele segurava com força nas ancas dela, marcando a pele, enquanto o vai e vem se tornava selvagem. O eco das batidas da carne contra o muro da torre fazia o coração deles disparar, sempre com o medo de que algum miúdo aparecesse no parque.
Ele não tinha pressa, mas a intensidade era máxima. O Diogo alternava entre a buceta e o cu pequeno dela, sentindo o aperto de cada entrada. Mesmo que ela estivesse um pouco dorida das vezes anteriores, o prazer de estar ali, naquele lugar proibido, falava mais alto. Ele via o seu membro entrar cada vez mais fundo, sentindo as paredes dela a apertarem tudo.
A adrenalina de estarem escondidos mas expostos levou o Diogo ao limite. Ele começou a dar socadas finais, rápidas e curtas, sentindo que ia explodir a qualquer momento. No auge do prazer, ele não hesitou: deu as últimas estocadas bem fundas e deixou o esperma todo lá dentro da buceta dela. Ele sentiu o calor do jato a inundar o fundo, enquanto a Carolina gemia baixinho contra o muro.
Ficaram ali uns segundos naquela posição, com o Diogo colado às costas dela, a recuperar o fôlego antes de terem de se vestir à pressa para ninguém os apanhar na saída da torre.
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