Meu sogro fodeu meu cu antes de meu casamento
Meu nome é Jamile, 24 anos, e se eu te contar tudo que rolou nos últimos meses antes do meu casamento, você vai ficar grudado até o final, querendo saber cada detalhe sujo das minhas aventuras secretas. Foi uma mistura louca de juramento, tesão acumulado, dor que vira prazer e um sogro que não respeita limite nenhum. Tudo aconteceu aqui em Pernambuco, entre as ruas quentes de Boa Viagem e os cantos escondidos de Olinda, e o pior (ou melhor) é que ainda não acabou. Se prepare, porque o que vem pela frente promete ser ainda mais safado.
Eu tava noiva do Leandro, um cara de 26 anos, todo certinho, daqueles que seguem à risca as regras do ídolo dele, um jogador famoso. Ele decidiu que a gente ia casar “puro”, ou seja, três meses sem sexo nenhum. Buceta trancada, rola guardada, só beijinho no rosto e mão boba por cima da roupa. Eu concordei porque amo ele, mas caralho, como foi difícil. Meu corpo pedia socorro toda noite.
Foi aí que o seu Valdemir, pai do Leandro, 54 anos bem vividos, começou a rondar. Coroa alto, barriga de quem come bem, mas com aquele pau grosso que a gente sente só de olhar o volume na calça. Ele já tinha fama no bairro: comia novinha, madura, casada, solteira, não escolhia. Minha amiga Larissa vivia contando que o homem era um animal na cama, fazia gozar de quatro, de lado, em pé, até de cabeça pra baixo se desse. E ela gozava mesmo, dizia que saía tremendo.
Numa tarde que eu fui lá em casa deles pegar umas coisas pro casamento, ele me pegou sozinha na cozinha. Enquanto eu mexia no armário, ele chegou por trás, encostou o corpo quente e falou baixinho no meu ouvido:
— Três meses sem meter nessa bucetinha gostosa? Meu filho tá louco, Jamile. Uma mulher dessas, toda suculenta, e ele quer te deixar secando?
Eu ri nervosa, tentando disfarçar o calor que subiu pela barriga.
— É o combinado, seu Valdemir. Eu respeito ele.
— Respeita ele, mas e você? Tá aguentando mesmo? Porque eu vejo teus olhos brilhando toda vez que me olha.
Ele passou a mão de leve na minha cintura, desceu até a bunda e apertou de leve. Meu corpo inteiro arrepiou.
— Para, vai… alguém pode chegar.
— Ninguém vai chegar agora. E se quiser aliviar essa tensão toda, eu resolvo sem ninguém saber. Só uma ajudinha rápida.
Eu disse não umas três vezes, mas quando ele abriu o zíper e tirou aquele pauzão moreno, grosso, já meio inchado, eu congelei. Uns 21 cm de pura tentação, veias saltadas, cabeça brilhando de tesão. Meu Deus do céu, como eu queria aquilo na boca.
— Só uma chupadinha, seu Valdemir… sem meter, tá? Só pra matar a saudade.
Ele sorriu safado e encostou na bancada. Eu me ajoelhei ali mesmo, na cozinha da casa dele, e engoli devagar. O gosto salgado, o cheiro forte de macho, o jeito que pulsava na minha língua… chupei com vontade, babando tudo, até sentir ele gemer baixo e agarrar meu cabelo. Gozou grosso na minha garganta, eu engoli tudinho, lambendo até a última gota.
Depois disso virou rotina. Sempre que eu aparecia lá, a gente escapava pro quartinho dos fundos, aquele depósito de ferramentas em Olinda onde ele guardava as coisas velhas. Tinha uma caminha encostada na parede, uma TV antiga e um cheiro de graxa misturado com sexo. Eu chupava ele de joelhos, ele metia os dedos na minha buceta molhada, esfregava a rola babada entre meus lábios sem entrar, e gozava na minha boca ou no meu peito. Eu saía de lá com o gosto dele ainda na língua e a calcinha encharcada.
Mas o ápice foi no dia do casamento.
Ele se ofereceu pra me levar até a igreja de São Pedro dos Clérigos, lá no Recife Antigo. Disse que conhecia o caminho melhor, que ia evitar o trânsito da BR-101. Eu vesti o vestido branco, longo, decotado nas costas, calcinha renda branca por baixo, e entrei no carro dele. Só nós dois.
No meio do caminho ele desviou pra uma rua mais quieta perto da Boa Viagem, parou num estacionamento vazio de um prédio antigo. Desligou o motor e veio pro banco de trás.
— Tá nervosa, né, noivinha? Vamos relaxar antes do “sim”.
Ele já tava me agarrando, beijando meu pescoço, subindo a mão por baixo do vestido.
— Seu Valdemir, não… eu prometi pro Leandro que minha buceta ia ser só dele depois do sim.
Ele riu rouco, já abaixando minha calcinha até os tornozelos.
— Então deixa o cu pra mim. O cu não entrou no juramento, entrou?
Eu gelei, mas meu corpo já tava traindo. A buceta pingando, o cu piscando de vontade e medo. Fazia mais de um ano que eu não dava o cu, e o pau dele era enorme.
— Tá bom… mas devagar, por favor. Dói pra caralho se for rápido.
Ele cuspiu na mão, passou no pau e na minha entrada, me virou de quatro no banco de trás, levantou o vestido até a cintura. Senti a cabeça grossa pressionando, abrindo devagar. Entrei gemendo baixo, mordendo o lábio.
— Ai… devagar, seu safado… tá muito grosso…
Ele foi enfiando aos pouquinhos, eu sentindo cada centímetro rasgando, ardendo, mas ao mesmo tempo uma onda de prazer subindo pela espinha. Quando chegou na metade, a parte mais larga, eu pedi pra parar.
— Espera… tá doendo muito… deixa eu respirar.
Ele ficou parado, só a metade dentro, pulsando. Meu cu apertava em volta dele, queimando. Aos poucos a dor virou um formigamento gostoso. Eu empinei mais a bunda.
— Pode ir… mete até o talo devagar…
Ele agarrou minha cintura com força e deu um estocada firme. O pau inteiro entrou de uma vez. Eu gritei alto dentro do carro:
— CARALHO! Meu cu, seu filho da puta!
Ele começou a socar forte, o barulho da carne batendo, meu vestido amassado, o cheiro de sexo tomando o carro. Eu gemia misturado com dor e tesão.
— Isso, toma no cu, sua putinha… amanhã você me dá a buceta, hoje é só esse cuzinho apertado.
Eu rebolava contra ele, sentindo o pau batendo no fundo, o ardor virando prazer puro.
— Amanhã você come minha buceta… hoje fode meu cu até gozar dentro…
Ele acelerou, me segurou pelos quadris e gozou jatos quentes lá no fundo. Eu senti o líquido escorrendo enquanto ele saía. Ele ainda deu uma lambida no meu cu arrombado, eu chupei o pau dele pra limpar, engolindo o resto de porra misturado com meu gosto.
Nos arrumamos rápido, ele ligou o carro e seguimos pra igreja. Durante a cerimônia inteira, enquanto eu dizia “sim” pro Leandro, meu cu ardia, latejava, vazava um pouco do leitinho do sogro. Toda vez que eu mexia o quadril, sentia o ardor e olhava pro seu Valdemir lá na primeira fileira, sorrindo safado.
E sabe o que é mais louco? Isso foi só o começo. Tem muito mais aventura vindo por aí.
Se você quer saber o que rolou na lua de mel, na festa, e como eu continuo me encontrando com ele escondido, é só procurar por mim na internet: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026.
Conta aqui nos comentários: você aguentaria segurar três meses? Ou já teria pulado no primeiro coroa que aparecesse com um pau desses? Me fala, quero saber tudo… e quem sabe na próxima eu conto com mais detalhes ainda mais sujos. 💦
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Comentários (1)
Mamãe sofiazinha: Amoo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Sofirsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk