#Incesto #Teen #Traições

Segredos de mãe e filho

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Provocadora

Luíza, dona de casa, 42 anos... mal tirou sua camisola e já foi aprontar o café da manhã antes do maridão ir pro trabalho.

Com poucos minutos após o esposo ter saído pro trabalho, ela inicia seu dia... e aqui já estava suada enquanto fazia o almoço, pois o calor lá fora estava insuportável... e na sua cozinha ela seguia caminhando aqui e ali, diante da pia, caminhando até o quintal, onde ligou a torneira do tanque para daqui a pouco começar a lavar algumas peças de roupas... entrando de volta na cozinha e esquentando-se diante do vapor das panelas fervendo.

Sua curta camisola na cor azul claro salienta a sua avantajada bunda branca bem redonda, cujas nádegas sobem e descem a cada passo dado por ela... ou enquanto ela balança o corpo ao lavar louças na pia, e nesse jesto as suas suculentas tetas pálidas tremem em seu decote, o mesmo acontece quando ela vai ao fogão e mexe com a colher nas panelas... cujas alças escorregavam por seus ombros e braços quase que expondo um mamilo e outro.

Seus loiros cabelos ondulados estão presos no alto da sua cabeça por uma “piranha”... seu rosto pálido estão com as bochechas coradas do estafante clima... sua pele se encontra meio rosada por estar com calor.

Logo chega na cozinha Renan... seu filho caçula de 17 anos, alto, pele morena que puxou do pai, esbelto, cara de quem tem 12 anos ainda, cabelos negros cacheados... algumas espinhas na cara.

Ele boceja todo sonolento, só de short de dormir, enquanto encoxa a mãe por trás beijando o lado do seu pescoço e dá um rouco bom dia no ouvidinho esquerdo dela... que geme se arrepiando e diz:

- aaii, fiilhoo, mamãe tá suaadaa...

Ele ri, puxa uma cadeira ali mesmo diante da mesa e senta... todo relaxadão, pernas abertas, e de celular na mão começa a bisbilhotar, como qualquer moleque da idade viciado em rede social... Sua mãe se aproxima dele e fica parada, pé diante dele e virada de frente pra ele, onde ela ergue as mãos em seus cabelos, ajeitando a sua piranha... movimento suficiente pra mexer suas tetas fartas em seu decote a poucos centímetros do rosto dele.

Ela ri pra ele, se aproxima mais, em pé por entre as pernas abertas dele ali sentado, e faz um carinho em seus cabelos negros cacheados cafunés por trás das orelhas dele, rindo pra ele... o moleque todo manhoso até revira os olhos por conta do gostoso carinho que lhe arrepia todo. Ele dá um sutil beijo na parte interna do antebraço esquerdo que ela faz cafunés nele.

Ela debruça seu rosto dando um beijo na testa dele, enquanto seus fartos peitos vão de encontro ao rosto dele... ele chega a tocar com seu nariz no decote dela, no meio do repartido dos peitos.

Ainda em pé diante dele sentado de pernas abertas e acariciando os cabelos dele ela pergunta se ele quer tomar café antes de tomar seu matinal banho... ele aceita... Luíza apenas se vira pro lado e debruça seu corpo por sobre a mesa pra pegar a garrafa de café, e nesse gesto de corpo nota-se o desenho curvilíneo empinado da bunda dela sobressaltada pela sua camisolinha, ao mesmo tempo ela que se encontra virada de lado pra ele, e nota-se boa parte do seu peitão branco pela abertura latetal da sua camisola enquanto ela estende mãos pegando a garrafa na mesa. Aliás, essa camisola de Luíza tem duas fendas aos lados das coxas que sobem até a parte de cima das ancas, e tais fendas quando se abrem mediante um movimento qualquer dela, mostram que onde deveriam aparecer a alças da calcinha dela, se encontra apenas as marquinhas dessas alças... deixando claro que não há calcinha por baixo.

Com a garrafa em mãos ela abre desrosqueando a tampa, e conforme o sutil exforço que ela faz ele assiste de frente os peitões dela se mexendo no decote... e facilmente se vê seus rosados mamilos do tamanho de azeitonas transpassando a renda da camisola.

Renan toma seu quente esfumaçante café em uma xícara, servido pela sua prestativa e dedicada mãe. Que deixa ele sozinho e vai rumo ao quintal... antes ela para na porta escancarada que separa a cozinha do quintal enquanto volta a mexer na piranha em seus loiroas cabelos... o detalhe é que a luz do sol vem de frente pra ela... e nisso, Renan, sentado ali atrás, assiste essa luz solar evidenciar a silhueta do gostoso corpo dela transparecer pelo fino tecido da camisola... ela em pé de pernas meio abertas, onde a luz expõe traços por entre coxas e até o formato da sua buceta por baixo... buceta sem calcinha... afinal, Luíza não usa camisola pra dormir, ela dorme pelada porque ela fode com o maridão toda noite, e só pela manhã quando ela sai da cama ela coloca a camisolinha pra poder vir fazer suas tarefas domésticas.
Luíza fica alguns minutos no quintal, no tanque, usando de uma certa força nos braços pra esfregar roupas, e nesse movimento ela acaba se molhando dos peitos pra baixo... e quando ela então volta a entrar na cozinha pra ver o almoço, o tecido molhado da camisola grudado em seu corpo evidencia a cor da pele dos seus fartos peitos, como também as aréolas rosadas e seus graúdos mamilos.

A rotina segue na casa, Renan ora entra em seu quarto, sai, vai pra sala e fica deitado no sofá olhando seu celular, volta a cozinha, bebe uma água, mexe nos armários pegando um biscotinho e outro... e vez e outra chega na mãe por trás numa encoxada, cheirando e beijando seu pescoço, causando nela arrepios e cócegas, onde ela dá aquela afastada nele com os cotovelos enquanto ri.

Sabe quando cai uma coisa no chão e acaba indo pra debaixo de um móvel qualquer? Pois é... e aqui Luíza deixa escapar de sua mão uma colher e a danada vai pra debaixo de um armário... ela então se abaixa de joelhos no chão e se debruça pra pegar... sendo que a sua camisola é curta e ela está sem calcinha... ou seja, fica tudo a mostra diante os olhos do filho sentado ali perto.

Em outro momento ela vai a geladeira e se agacha pra pegar alguns legumes na parte de baixo num compartimento... na mesma hora Renan se aproxima pra pegar uma água na prateleira do meio... e ali, diante da porta aberta da geladeira, Renan em pé, bebendo uma água, fica com sua virilha diante do rosto da mãe agachada... falta pouco pro rosto dela roçar no pau dele... ela chega a se apoiar com uma mão na virilha dele, por sobre o short dele enquanto vai se levantando com a ajuda dele, que abraça ela e a beija no rosto.

Luíza e Renan são carinhosos um com o outro, não se acanham em trocar afagos, porém, são afagos um tanto diferentes se tratando de uma relação entre mãe e filho.

Terminado de fazer o almoço, Luíza chama Renan pra almoçar e tal... ele fala que vai tomar um banho primeiro. E no banho, Renan passa sem pressa um sabonete em seu viril e moreno corpo de moleque... até que, ao ensaboar seu pau, começa a pensar em coisas mais do que safadas... nisso seu pau vai tomando forma no meio de suas mãos ensaboadas, virando uma ereção quase que petrificada, e assim conforme ele vai ensaboando o pau, ele vai batendo uma punheta na intenção de aliviar do seu corpo e mente tamanha vontade de fazer o que não lhe é permitido fazer.

... pois sua cabeça enquanto ele se masturba está cheia das mais sórdidas putarias, com requintes de pecado, onde quanto mais ele pensa, mais seu pau sente prazer em sua mão ensaboada se movimentando pra frente e pra trás numa punheta deliciosa... fazendo ele gemer... gemer de tesão.

Contudo, ele para, antes do esperma ser esguichado, como se algo na sua cabeça lhe alertasse quee... isso que ele está sentindo não é nada bom, é errado, anormal.

Logo ele deixa o banheiro, enrolado numa toalha branca em sua cintura, o cheiro do assado está uma delicia e se espalha pela cozinha, ele se aproxima do fogão e mete a mão na panela, Luíza reclama, mandando ele ir colocar um short e vir pra mesa... ela está bem ali ao lado, de costas pra ele e diante da bancada de pedra ao lado da pia, cortando uns legumes enquanto prepara uma salada... e num ato costumeiro e normal, Renan chega nela agarrando-a por trás ao meio do seu corpo numa sutil encoxada e beija seu pescoço ao lado.

E é quando algo acontece.

Pois de repente Luíza larga a faca, fica de mãos e cotovelos apoiados na bancada, de barriga debruçada, onde é tomada por um silêncio que faz ela e ele ficarem ali, estáticos, ele abraçando ela por trás e ela de barriga na pia... ao tempo em que ela sente o arfado dele soprar enquanto seus lábios roçam na sua orelha direita... as mãos dele meio que apertam ela a segurando pelos quadris e dando uma sutil puxada pra trás ao encontro da virilha dele... onde a sua bunda cola, gruda, e assim ela sente o pulsar da rola do filho, por baixo da toalha que enrola a cintura dele, completamente enrijecida.

O abraço de Renan por trás se torna mais longo, como se ele fosse induzido por uma força maior que ele a continuar abraçando o corpo dela contra o seu, pois é uma sensação deliciosa a pegar assim por trás... logo ele beija de novo o pescoço da mãe, e esse beijo se multiplica... e quanto mais ele beija, mais dá choques nela todinha... ela arfa, as mãos dele vão subindo pelo corpo dela de camisola... Luíza geme revirando os olhos, mordendo o lábio inferior, onde se desencosta da bancada pra dar liberdade pras mãos dele subir e descer em seu corpo... as duas mãos do filho já estão arrancando do decote da camisola dela os seus peitões, que saltam inchados e com os mamilos doendo de tão endurecidos... sua pálida pele está claramente lambuzada do suor do trabalho doméstico, do calor do fogão, do calor natural do seu corpo e do clima que faz... e tudo isso junto ao fogo natural da excitação lhe faz sentir um incêndio interno... ela começa a rebolar sutilmente enquanto sente a dureza do pau de Renan contra a sua bunda, ela de vestido e ele de toalha... ela geme com as mãos dele lhe apalpando os peitos pra fora da sua camisola, chega a colocar as mãos por sobre as mãos dele, na tentativa de para-lo... ele tira as mãos dos peitos dela, escorrega abaixo no corpo dela, onde com a esquerda ele abraça ela ao meio enquanto desce a direita até o meio das pernas meio abertas dela, por baixo da sua camisolinha... Luíza vira o rosto falando com um gemido:

- Nããoohhrr...

Enquanto sente a firme apalpada que toma do filho na sua buceta... onde os dedos longos dele se embrenham nos pelos aloirados até se enfiar no molhado rachado... ao mesmo tempo em que ele dá nela uma encoxada mais forte, pressionando a virilha na bunda dela enquanto beija o pescoço dela, descendo até seu ombro ao lado e o morde... Luíza se sente presa entre os braços do filho enquanto a mão dele ali por baixo do seu vestido, com os dedos lhe socando a buceta lhe deixa tomada por um certo medo... pois no fundo ela sabe que tudo isso não é o correto... mas algo a faz ficar ali, diante da bancada e por entre os braços dele, sendo encoxada por ele e dedilhada na buceta pela mão dele ali por baixo de seu vestido e nisso ela goza... goza se estremecendo toda nos dedos do filho.

E mesmo embriagada pelo orgasmo... ela leva sua mão direita para trás e a enfia por entre a brecha da toalha branca dele e agarra no pau dele... onde com a palma ela sente todo o tamanho, grossura, dureza, temperatura, veias irrigadas e a puxa pra fora da toalha... aliás, a toalha escorrega dele e cai... nisso ela vira o rosto pro lado direito e olha pra baixo enquanto segura a morena rola dele e fica ali tocando uma punheta, de costas pra ele... ele com seu rosto por sobre o ombro direito dela, geme, louco de tesão sentindo a mão da sua mãe lhe punhetando... nisso ela vira o rosto e ele beija a boca da mãe por sobre o ombro dela... ela aumenta a velocidade da punheta... ele interrompe o beijo que dá nela porque geme alto... enquanto o esperma é esguichado afora batendo na porta do armário da bancada ali em frente a Luíza.

Renan geme agoniado, sentindo todo o prazer da gozada... cambaleando as pernas e com seu corpo nu quase que deitado por sobre as costas da mãe... E ela pede a ele:

- Vai te vestir, vai. Eu vou colocar teu almoço.

Renan deixa a cozinha pelado, ofegante... rumo ao seu quarto.

No restante do dia os olhares foram bem diferentes entre mãe e filho, ambos mantendo em segredo o que aconteceu e que jamais deverá ser revelado, pois nunca essa troca de carinho entre eles foi tão longe, jamais ultrapassou tanto os limites... E pela noite eles ficam silenciosos um com o outro na presença do pai e marido de Luíza.

Mas na manhã seguinte, tudo se repete... Dia quente, Luíza de camisola fazendo as tarefas na cozinha e Renan de short... contudo, uma coisa mudou, pois dessa vez Renan não a beija por trás, não se aproxima dela e a encoxa... fica com um certo receio, pois imagina que o que rolou foi feio, errado, pecaminoso e tal... porém, olhar pra sua mãe ali diante da pia, só de camisola, lavando as louças enquanto a sua bunda e aquele seu par de peitões remexem conforme o corpo dela se movimenta a qualquer gesto mais brusco é um tesão e sempre vai ser.

Ele apenas senta numa cadeira diante da mesa, celular na mão... tentando se concentrar em sua rede social, nas mensagens de amigos e tal, vídeos do tik tok... mas não consegue... a sua mãe parece ser a mulher mais tentadora e gostosa do mundo... e nisso ele aponta o celular pra ela meio que disfarçadamente e começa a filma-la por trás... Luíza segue ali de costas pra ele, do balcão pra pia, da pia pro fogão, do fogão pros armários... quando eis que ela percebe o celular na mão dele apontado de forma abaixada na sua direção.

Luíza encara ele desaprovando, Renan faz cara de culpa e abaixa seu aparelho... ela então ri, gargalha, ele também cai na risada... Ela se aproxima dele, parando diante dele ali sentado, de pernas abertas, onde coloca suas mãos na cabeça dele e faz os seus costumeiros cafunés no cachos dos cabelos negros dele com movimentos por trás de suas orelhas... nisso ela puxa o rosto dele, beija a testa e a cabeça dele, chama ele sussurrado de: “Meu menino.” E encosta o rosto dele em seu busto... onde ele fica com sua face direita deitada por sobre as fartas tetas dela diante do decote da sua camisola... e ambos ficam assim, parados por alguns instantes, ela apenas acariciando os cabelos dele, em pé diante dele sentado de pernas abertas... de repente ele vira de frente afundando seu rosto no repartido dos peitões dela... ela sente o roçar dos lábios dele e um começo de beijos... beijos em seus peitos... Luíza então puxa a cara dele dos seus peitos com a mão agarrando cachos dos seus cabelos por trás enquanto encara ele. E por ela estar em pé, o rosto dela fica acima do dele. Ela penetra os olhos dele com um olhar de punição, de negação.

Silêncio.

Quando eis que Luíza, em pé diante do filho Renan ali sentado ao lado da mesa da cozinha, segurando os cabelos dele por trás da cabeça dele com a sua mão esquerda... simplesmente, com sua mão direita, tira um peito seu pra fora do decote da sua camisola e puxa o rosto dele fazendo ele cair de boca.

E ela fica assim, com a mão esquerda apoiada por trás da cabeça dele e com a direita fazendo cafunés nos cabelos dele enquanto dá o mamar pra ele... mas lógico, os peitos de Luíza não tem leite, mas estão cheios de tesão. E Renan mama com força, fazendo barulho estalado, sugando com pressão o gostoso mamilo rosado do tamanho de uma azeitona do pálido peitão direito da sua mãe. Logo Luíza coloca o outro peito pra fora e dá pra ele mamar também... nisso ela geme, curtindo a pegada da boca gulosa do filho lhe chupando guloso os peitos.

Renan aproveita a proximidade da mãe ali em pé diante dele e por entre suas pernas abertas, e sobe uma mão por entre as pernas dela, por baixo da sua camisola, onde ele encaixa toda a bucetona dela na sua palma... Luíza até se impulsiona pra cima no momento que sente a apalpada, gemendo manhosa... a mão dele não só apalpa como esfrega dedos no rachado por entre pelos aloirados.

A buceta é bem carnuda, o rachado é melado, o grelo é grande... a mulher é bem bucetuda, os pelos são macios... ele enfia então dois dedos... Luíza goza...

De forma louca, explodido de tesão, Renan se levanta agarrando a mãe e a beija depravadamente com muita chupada de língua... ao mesmo tempo em que ele ergue ela do chão e a coloca sentada na beirada da mesa, assim ele já vai arreganhando ela e abaixando sua cara, pegando ela por baixo das pernas dela enquanto cai de boca de uma vez na buceta dela... Luíza se deita de costas na mesa num contorcionismo endemoniado ao sentir a chupada violenta que toma na sua buceta... subindo as pernas por sobre os ombros dele, que por entre as pernas dela assiste ela estrebuchar deitada na mesa e aqueles peitões dela pra fora do decote da sua camisola tão inchados, com os mamilos super espetados como se fossem explodir de tesão...

Logo Luíza alcança um puta orgasmo no boquete do filho onde se treme toda, gemendo super agoniada, revirando seus olhos e a cabeça na mesa... a mulher está simplesmente tomada por um prazer diferente, um prazer sem igual, pecaminoso, impuro, errado... e ao mesmo tempo o melhor e maior que ela provou até então.

Renan se ergue de uma vez entre as pernas da mãe, puxa seu pau pra fora do seu short e num movimento pra frente empurra tudo na buceta quente e molhada dela e a segurando por baixo das pernas dela começa a fodê-la sem dó e nem pensar se é errado... foda-se se é pecado, a sua mãe é uma delícia e ele está adorando meter-lhe a pica... batendo virilha no meio das pernas dela, fazendo ela gemer igual uma puta... Luíza alcança o orgasmo com muita rapidez enquanto sente o vai e vem acelerado da viril e deliciosa rola do filho... tão dura, grande como a rola do pai, mas muito mais veloz... nossa, a mulher se acaba de gemer, sendo que a primeira frase que se escuta aqui desde que tudo isso começou, foi: “Não para.”

Renan se encontra completamente descontrolado metendo a rola na mãe, comendo ela com força em cima da mesa da cozinha, derrubando de cima a fruteira, copos... fazendo ela gemer o tempo todo, gozar o tempo todo... até que ele não se aguenta de tanto tesão e goza... parando de repente, se tremendo e desabando de bruços por entre as pernas dela, no corpo dela, gemendo numa agonia que mais parece que ele vai morrer... deitando seu rosto nos peitos dela... ainda se tremendo conforme sua rola enfiada na buceta dela vai esguichando porra.

Quando ele sai de entre as pernas de Luíza... a buceta dela escorre um pouco dessa porra conforme ele puxa o pau. Ela senta, joga seus cabelos pra um lado, muito ofegante... e nisso ela abaixa uma mão por entre suas pernas e passa na sua buceta e lambe, olhando pra ele... que em pé diante dela segura seu pau batendo uma sutil punheta enquanto geme ofegante tamanha a explosão de tesão e prazer que sentiu assim tão repentinamente por ela.

Luíza desce da mesa, ofegante, rindo, faces coradas do tesão, peitos inchados de tão excitados pra fora do decote da sua camisola e com a mesma erguida mostrando a buceta e bunda... onde ela vai até o fogão e desliga o fogo de todas as panelas do almoço. Então ela volta até Renan, pega ele pela mão e sai puxando ele, saindo da cozinha com ele.

Logo em seguida, no quarto dela e do seu esposo, Luíza de quatro recebe do filho Renan uma violenta e barulhenta virilhada na sua bunda, que treme toda enquanto é arremessada para frente e puxada com toda força pelas mãos dele a domando pelas ancas ao meter sem descanso e com toda a rapidez a rola na buceta dela... a mulher simplesmente se acaba de gemer em estado de prazer bruto, com seus peitões chacoalhando a toda velocidade por baixo de seu corpo todo arrepiado e sendo sacudido de quatro enquanto toma uma agressiva surra da seca virilha do filho lhe metendo a rola sem dó numa batida de carne seca TAP TAP TAP TAP TAP e que ecoa no quarto...

Moleque tarado... tarado e do pau grande comendo a buceta da mãe, socando tudo e com toda a força que ele consegue impor em seus quadris para assim mexer o mais veloz e intenso possível seu pau dentro... pois a mãe é uma cavala de uma gostosa e ele ali por trás do rabão dela está completamente enlouquecido de tesão, a pegando firme e forte e arrebentando sua virilha no rabão dela, socando-lhe a pica na pura intenção de esfolar a buceta dela e junto ele segue tatuando as nádegas brancas dela com a marca das suas mãos a cada tapa violento que ele dá, fazendo a puta confessar entre gemidos de dor que adora apanhar no rabo enquanto é fodida.

... que cachorra, que mamãezinha mais vagabunda Renan vai descobrindo que tem enquanto mete a vara nela e faz ela gemer, gozar e pedir aos berros que não pare, pra lhe foder com força, mais força, mais, mais e mais...

O almoço com certeza não vai rolar, pois as panelas estão abandonadas no fogão desligado, a cozinha está sozinha... enquanto aqui no quarto os pratos principais são rola e buceta... E Luíza mais parece que está percorrendo um campo imenso num puro sangue em alta velocidade de tanto que galopa acelerado montada na rola do filho, deitado na cama, gemendo, delirando e se deliciando com os peitões dela chacoalhando conforme ela quica fodendo a mil por hora... a mulher está enlouquecida de tesão, onde para de uma vez explodindo em espasmos lhe consumindo toda enquanto goza absurdamente sentada na virilha do filho... apertando o pau dele com a sua buceta, sufocando entre gemidos arfados.

... tudo o que se ouve agora nesse quarto são gemidos... gemidos de cansaço. Mãe e filho esparramados nos panos amarrotados da cama dela e de seu esposo, panos molhados de suor, suco de gozo de buceta e esperma... ambos respirando ofegante, puxando o ar, corações descompassados, consumidos pós prazer do pecado cometido sem dó nem piedade.

Renan entra no banheiro pra tomar um banho. Logo sua mãe vem em seguida, pelada, se juntando a ele debaixo da ducha, pegando dele o sabonete e se passando... mas ele logo ajuda ela, onde Luíza vira as costas pra ele, que ensaboa ela descendo suas mãos até a bela bunda branca dela, chegando a passar dedos no rego dela, esfregar seu cuzinho... e ela empinando pra ele, com as mãos na parede de azulejos... ele chega mais junto dela, a pegando por trás e encoxando ela, onde ele desliza as mãos pela frente dela, ensaboando os peitões dela, descendo com espuma pela barriga dela, virilha, apalpando sua buceta e a lavando com dedos esfregando o rachado.

Ela também dá banho nele... sendo que a última vez que ela havia dado banho nele foi quando ele ainda era criança... e aqui a intenção de passar as mãos ensaboadas no corpo moreno dele era completamente diferente... onde ela deslizava suas mãos pelo abdômen dele, pela virilha dele e lavava o pau moreno e duro dele, rosqueando e ao mesmo tempo masturbando... chegando a falar pra ele:

- Puxou pro pai.

Enfim Luíza volta pra cozinha pra terminar o almoço. Renan fica na sala diante da TV ligada e com seu celular em mãos, mas com o seu pensamento distante, pensando em toda a loucura cometida com a própria mãe e nas possíveis consequências caso o pai descubra. Luíza chega na entrada da sala e fala pra ele que o almoço está na mesa.

Renan fica sozinho na cozinha, almoçando... ou melhor, mexendo sua comida com a colher, sem fome, na verdade ele pensa constantemente no sexo selvagem que fez com a própria mãe... sendo que ela não está presente, está no quarto, e ele começa a estranhar... Ele deixa a cozinha e vai ver ela... No quarto ele a encontra chorando, ele chega abraçando ela, falando que está tudo bem e que vai ser um segredo deles dois até o fim da vida. Ela pede pra ele larga-la, fala que está com medo, envergonhada e pede que ele deixe-a sozinha.

Renan volta pra cozinha pra terminar o almoço. Luíza vem minutos depois, mais contida... Ela fica ali fazendo as coisas, lavando as panelas, arrumando tudo e tal, tentando levar de boa a rotina depois do acontecido... e ele olhando ela... principalmente olhando pra bunda dela moldando seu vestidinho solto... pois Luíza tem uma bunda branca incrível, e que ele inclusive não só viu nua horas atrás, como bateu virilha contra ela, e deu várias palmadas... e enquanto ele a come com os olhos por trás, ela fica olhando pra ele meio que de canto de olho em meio a um silêncio perturbador pairando no ar. E tal silêncio só faz atiçar os pensamentos de ambos, pois tanto ele como ela estão com suas cabeças repletas das cenas do sexo impulsivo que fizeram.

Renan sequer comeu seu almoço, ficou só mexendo pra lá e pra cá com a colher, pois a sua fome aqui era por outra coisa... nisso ele se levantou e foi com tudo pra cima da mãe, agarrando ela e a fazendo gemer sufocada num beijo... ao mesmo tempo ela empurrou ele de costas na pia, onde ela se abaixou arriando o short dele fazendo seu pau saltar pra fora e assim agarrou firme e caiu de boca com tamanha vontade que fez Renan gemer sentindo a pressão dos lábios dela sugando seu falo quase que arrancando... a mulher socava sua boca velozmente no pau, louca, gemendo, arfando... quando então ele levantou ela pelos cabelos, virou ela de barriga na mesa, enfiou uma mão por baixo do vestido curto dela arrancando a calcinha dela num puxão agressivo e simplesmente lhe meteu a rola no cu que ela gritou...

Luíza ficou a gemer descontrolada de dor enquanto era acossada por trás pelo tarado do filho, a domando pelos quadris e socando frenético da rola em seu cu.

O moleque geme de tesão, se deliciando com o quão gostoso é o cuzinho da sua mamãe, essa safada do rabão branco delicioso, dona de um cuzão vermelho das pregas molinhas. Luíza é acostumada a tomar no cu, pois uma bunda como a sua entra na vara do marido, pai de Renan, toda noite... mas aqui essa bunda sua estava pela primeira vez provando da rola do filho, e ele mandava ver tanto quanto o pai, mas com muito mais vigor.

Eles então voltaram pra cama, mas dessa vez pra cama de Renan, em seu quarto, onde ele pegou sua mãe de quatro e continuou a meter-lhe a pica no rabo, pois a mulher estava louca querendo ao máximo o pau do filho em seu cu... e ela gozava pelo cu sem a necessidade de colocar a mão na buceta e tocar siririca... e assim, nessa pegada dominadora, o moleque a prendeu pelos quadris e a puxou constantemente enquanto fazia as carnes da raba branca da mãe tremer a cada virilhada com força, levando ela a gritar feito uma puta conforme sentia a rola do filho lhe arrombando o cu sem parar.

Agoniado ele deu uma gozada tão forte que desabou se tremendo todo por sobre as costas dela, que desabou junto de bruços na cama.

Depois de tudo isso, de toda essa loucura cometida, Luíza e Renan, mãe e filho, tiveram que tomar uma decisão, ou melhor, decisões... para poder levar suas vidas e conviver dentro da mesma casa.

A primeira decisão foi... não negar o que sentiam um pelo outro, mesmo que sendo pecamisono, errado. A segunda decisão foi saber manter em segredo para não deixar o esposo, pai de Renan, ou algum vizinho descobrir.

E mediante tais segredos, Luíza teve que aprender a dividir o seu tempo como dona de casa, sempre atarefada como era, esposa amável e dedicada ao marido, e como amante fogosa, safada e submissa do seu próprio filho. Já Renan continuou sendo o querido filho obediente, educado, temente e super amigo do seu pai, um ótimo aluno na escola e um comedor vigoroso e tarado da sua mãe.

Onde bastava eles se olharem que o tesão forçava eles a se comerem como dois animais no cio, seja na cozinha, no quintal, na sua cama de casada, ou no quarto dele... Sempre em segredo.

FIM!! Por favor, comentem.

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Comentários (5)

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  • Jelson: Muito bom, rico em detalhes... Incesto é meu favorito. Sempre achei que toda mãe deve ser a primeira mulher e "puta" do filho. Eu comecei comendo a minha tinha 16 anos. Hoje tenho 25 já sou casado, mas ainda como ela. A minha mulher nem imagina que sou amante da minha mãe. [email protected]

    Responder↴ • uid:vpddfvoq
  • AlgueN: Bom, muito bom. Podia ter um pouco mais de negação e desenvolvimento, mas deu de sentir tesão e bater uma.

    Responder↴ • uid:40vohpch6ii
  • IA-ESCREVER: Conto muito bom, se quiserem leiam os meus contos, também são bons

    Responder↴ • uid:2ql48xvv0
  • Andrey: Esse foi o melhor conto que li em muito tempo, por favor, continue escrevendo porque você manda bem demais.

    Responder↴ • uid:1e2hkr3tzziv
  • Ze Paulo: Minha nossa que conto delicioso, a muito que não lia um assim, bem escrito ótimo enredo, sabemos que a maioria é fantasias, mas vc narrou tão naturalmente, que tive sensação de estar ali vendo tudo acontecer, parabens amei

    Responder↴ • uid:1dyswbd6nky6