#Estupro #Gay #Grupal #Incesto

Escravo Familiar: Capítulo 0 (Zero)

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Tártaro

— Eu quero ser o próximo! Meu primo Woody disse ao meu pai.

Esse meu primo é filho do irmão do meu pai, ele é moreno, cabelos lisos e escuros, magro, tem por volta de 1,80m, 33 anos, a pica é grande porém fina, mede 20 cm, preta e cabeçuda, e calça 43.

Ele se levantou de onde estava, vindo de encontro a mim e meu pai. Ao chegar onde estávamos, e antes de iniciar as atividades, sugeriu.

— Antes de iniciar as atividades, sugeriu: eu quero propor algo diferente.

Todos olharam para ele com surpresa.

— Proponho uma nova iniciação, dessa vez por que não fazemos uma grande orgia? O meu primo escravo será reiniciado por todos aqui presentes ao mesmo tempo, aí assim ele se tornará de fato o escravo sexual familiar que todos precisam.

Meu pai tomou a frente depois da sugestão do meu primo.

— Interessante essa proposta. Tá legal, com essa sugestão tenho uma ideia de como conduziremos isso. Mas primeiro vamos precisar ir para um local melhor. Sugiro irmos para o canavial e fazermos um novo ritual à luz da Lua e das estrelas. O que vocês acham?

Nessa hora surgiu um burburinho de concordância, os presentes ali ficaram animados, eu estava no chão de quatro esperando novas ordens.

Com todo o pessoal em acordo, meu pai, junto com alguns de meus tios, me ergueram do chão. Todos fizeram uma fila, eu fui erguido por eles acima de todo mundo pelado, e os primeiros da fila, liderados por meu pai, me carregaram para o canavial, que ficava a uns cinco minutos de onde estávamos.

Marchamos todos juntos, durante o caminho eu era molestado a todo momento, sentia alisarem minhas nádegas, cutucar meu cuzinho, alguns da fila chegaram a me masturbar durante a caminhada.

Nesse tempo também, eles conversavam entre si, combinando como seria essa nova fase. O começo da iniciação tinha sido elaborado para ser na área reservada, ao lado da área de festas, mas naquele momento tudo tinha mudado.

Ao chegarmos no canavial, eu já estava todo gozado. Durante o trajeto, tinha sido molestado, meu pau estava vermelho por conta das punhetas que tinha recebido, meu cuzinho ardia e estava avermelhado pelos dedos dos meus homens que vieram socando eles no meu rabo.

Fui colocado deitado em um novo colchão, esse um pouco menor. A lua acima iluminava todo o canavial onde estávamos. Não havia reparado antes, mas todos os homens que me cercavam carregavam lampiões com uma luz negra. O ambiente que se formou era mágico, o brilho da lua no céu deixava tudo muito mágico em conjunto com a luz negra que estava nos lampiões.

Esses lampiões foram colocados no chão, encostados nas canas. Os meus homens fizeram um novo círculo à minha volta, todos de paus bem duros. Eu me ajoelhei no colchão e esperei a ordem dada pelo meu senhor e pai.

— Nossa, aqui realmente é lindo! Disse meu pai.

— Bom, acho que devemos então começar as atividades. De joelhos, putinha, você vai começar essa nova etapa com um novo boquete para cada um dos presentes.

Fiquei de joelhos e todos se aproximaram, meu pai, como sempre à minha frente, enfiou com força seu pau na minha boca e começou a foder com violência, PLOC PLOC PLOC..., o seu cheiro estava forte, cheiro de sexo bem feito.

Ele surrava minha garganta segurando minha cabeça, depois ele deu espaço ao meu tio Chico, dono da casa.

Meu tio é alguns anos mais velho que ele, tem o cabelo grisalho no tronco e as pontas escuras, seu corpo é firme e parrudo, não tinha pelos e sua pica tem 16 cm, branca e com a cabeça bem rosada. Ele introduziu somente a cabeça da pica na minha boca , me fazendo sugar forte.

— Chupa a pica do titio, chupa! Ele me ordenou de um jeito bem meigo. Eu sugava com vontade, o gosto do meu tio era divino, seu pau cheirava a sabonete masculino, a glande soltava um pré-gozo transparente doce, eu lambia cada centímetro daquela delícia quente, mamava e babava seu pau, alisava com a mão direita suas nádegas já insinuando querer chupar seu cuzinho.

Depois de um tempo, meu tio deu espaço para seu irmão, meu tio Manoel. Esse meu tio é mais baixo, tem por volta de 1,60 m, ele é branco, porém sua pica não deixa nada a desejar, tem por volta de dezoito centímetros, grossa com uma chapeleta grande rosa. Ele enfiou de uma vez sua pica na minha boca, me fazendo engasgar e perder o ar. Eu tossi um pouco, mas ele não deu a mínima e começou a foder com força.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Isso, putinha, chupa! Prove o gosto do seu titio, titio te ama, e é por isso que titio mete em você.

Humm Eu gemia cansado aos seus pés, ele já estava a bombar na minha garganta há 20 minutos, eu olhava no fundo dos seus olhos, enquanto ele metia e alisava meu rosto, depois ele jogou a cabeça para trás e continuou a foder.

— Huum Putinha! Assim! Mãe, seu titio, mana! Aaaaaã

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Vou gozar minha bichinha, toma leite, meu amor, toma! Aaaaaaaaaaaah, Pft! Pfft! Pfft!

Ele gozou fartamente, inundando minha boca. Meu primo Woody, que estava a seu lado, o afastou, me jogou de bruços no colchão e declarou:

— Bora destruir o cu dessa puta, quero todos me ajudando a comer ela!

E assim começou a melhor suruba que eu já fiz.

Todos se aproximaram de uma vez, enfiando o pau na minha cara, um entrava enquanto os outros batiam com os caralhos na minha cara. Eu punhetava dois enquanto tinha um na boca, senti um dos presentes se deitar no chão ao meu lado e me puxar para sua pica.

Eu fiquei de cócoras em cima do meu tio Írio, e ele, com o pau duraço, socou forte no meu cu.

— HUUUUUUUUUUM!

Comecei a chorar, meu tio Írio no meu cu era extremamente violento, socava a pica branca grossa e cabeçuda com muita força no meu cu, ele apertava meu pinto junto com as bolas, me causando dor, eu rebolava na sua pica, e quicava o mais rápido que conseguia.

Suas estocadas eram brutais, meu cu parecia que estava pegando fogo. Ele saiu de baixo depois de dez minutos e depois de gozar fartamente.

Então, meu primo Fernando tomou seu lugar, me penetrou na mesma posição que estava seu pai e começou a foder. No início lento, ele rebolava e afundava bem fundo a sua pica de 18 cm no meu cu.

O tempo foi passando e todos ali presentes me foderam. Em duplas, sozinha, em três, e até mesmo tive o prazer de ser duplamente penetrado pelo meu pai e meu tio Chico.

Depois de cerca de três horas e meia, eu estava cansado e ardido, eu precisava urgentemente de um banho. Meu pai se levantou exausto do chão, me pegou no colo, me beijou, se virou para a entrada da casa e saiu em rumo a ela junto comigo.

— Papai te ama, princesa! Sua iniciação foi concluída, daqui para frente você irá honrar todos nós.

E foi assim que meu castigo mais prazeroso começou.

CONTINUA…

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