Nizam e seu cunhadinho Léo - Parte 2
Comentem para eu saber se estão gostando. Boa leitura!
Sexta à noite, a família reunida na casa dos sogros depois de um churrasquinho. A carne já tava fria, as latas de cerveja jogadas e o cheiro de carvão no ar. Leona, esposa do Nizam, tava no sofá, encostada nele, reclamando da viagem pro velório da tia no dia seguinte
- Mãe, vamos ficar o fim de semana todo! Só voltamos domingo à noite.
A mãe da Leona, baixinha e falante, fez cara de preocupada
- E o Léo fica sozinho? Ele é tão desligado, esquece de trancar a porta, de comer direito, não gosto nada disso.
O pai da Leona, sentado na mesa ainda com o guardanapo no colo, resmungou
- Deixa de drama o moleque tem 18 anos, já é grandinho. Ou então leva ele junto pro velório.
A mãe não se convenceu, olhou pro Nizam bebendo a cerveja dele e teve uma ideia
- Nizam, meu genro, você vai ficar em casa, né? Fica aqui com o Léo! Faz companhia, come com ele, vê se ele não faz besteira. Você é forte e responsável, fico mais tranquila sabendo que você tá de olho.
Nizam arqueou a sobrancelha, olhou pro cunhado, Léo tava no canto da mesa, mexendo no celular, vermelho só de ouvir o nome dele na conversa. Nem olhou pra cima, mas as orelhas ficaram rosas.
A esposa riu e deu um tapa no braço dele
- Vai, amor, fica com ele! O Léo gosta de você, né, maninho? Fica quietinho quando você tá por perto
Léo murmurou um “é… claro” quase sem voz, sem tirar os olhos do celular. O pai resmungou algo tipo “esse vagabundo vai encher o garoto de porcaria” mas ninguém ligou.
A mãe já tava feliz
- Pronto! Resolvido. Nizam fica com o Léo, vocês se viram. Pedem uma pizza, veem um filme… e Nizam, cuida bem do meu filhinho, hein? Ele é sensível, precisa de atenção.
O Nizam sorriu de um jeito que só o Léo entendia. Passou a mão na nuca, fingindo ser inocente:
- Pode deixar, sogra. Eu cuido dele direitinho, não vai faltar nada pro cunhadinho.
Léo engoliu seco, sentiu um arrepio quando o Nizam olhou pra ele, com um olhar que dizia tudo que ele não falava.
A mãe sorriu aliviada
- Que bom, assim eu durmo em paz.
Enquanto a conversa voltava pra viagem, o Nizam se inclinou pro Léo e falou baixinho
- Então fechou, meu bem… fim de semana só nós dois. Prepara porque eu vou te mostrar como é 'cuidar direitinho'.
O Léo apertou o celular com força, tremendo por dentro. Sabia que dali pra frente nada seria igual.
Era um sábado abafado, a casa tava silenciosa porque Leona e a família tinham ido pro velório e só voltariam no domingo à noite. Nizam, 31 anos, moreno, barbudo, com corpo de quem malha na academia, ficou responsável por cuidar do cunhado de 18 anos.
O Léo era o oposto dele: branco quase transparente, cabelo castanho claro caindo no rosto, cílios longos, boca carnuda, corpo magro mas com um bumbum que chamava atenção até na calça de moletom. Andava meio curvado, voz suave, ria escondendo a boca.
Tudo nele era delicado e o Nizam já tinha percebido isso fazia tempo. No começo eram só uns olhares mais longos quando o Léo se abaixava pra pegar alguma coisa. Depois vieram as brincadeiras
- Caramba, Léo… você senta nesse sofá com essa bunda desse jeito, aí fica difícil prestar atenção na TV hein?.
O Léo ficava vermelho, dava uma risadinha e mudava de assunto. Mas nunca pedia pra ele parar, nunca ia embora.
Ficava ali, mexendo no celular, pernas cruzadas, deixando a camiseta cair um pouco no ombro. Com o tempo as brincadeiras foram ficando mais pesadas
- Se você fosse mulher, já tinha te pegado de quatro nesse balcão faz tempo, sabia?.
O Léo engolia seco, os olhos brilhando de vergonha e outra coisa que o Nizam já conhecia bem: tesão.
Naquela tarde de sábado, o Nizam resolveu ir até o fim. Tavam na sala, o Léo deitado de bruços no tapete, jogando no celular, de short de tactel fininho, sem cueca, dava pra ver o formato da bunda e até a divisão quando ele mexia as pernas. O Nizam tava na poltrona, pernas abertas, bermudão de tactel mostrando o volume já meio duro.
- Ei, Léo… – chamou com a voz grossa.
- Hm? – respondeu sem tirar os olhos da tela.
- Vem cá rapidinho.
O Léo ficou na dúvida, mas levantou, foi devagar, quase na ponta dos pés, parou na frente do Nizam, com as mãos na barra da camiseta.
O Nizam abriu mais as pernas, deixou o volume pulsar dentro do tecido.
- Olha pra mim quando eu falo com você.
Léo levantou os olhos, tremendo um pouco.
- Você já chupou alguém Léo?
Silêncio, só a respiração rápida.
- Responde.Não – sussurrou.
Nizam sorriu de canto, malicioso
- Mas já pensou, né? Já imaginou como seria ter um pau na boca, quente, pulsando, enchendo a sua garganta….
O Léo fechou os olhos por um instante, como se doesse de tesão
- Eu vejo como você olha pra mim quando eu tô sem camisa. Como fica quietinho quando eu falo besteira, você quer, né? Quer experimentar.
O Léo não respondeu com palavras. Só mordeu o lábio com força e deu um passo pra frente. Era o sinal que o Nizam esperava.
Ele abaixou o short devagar, deixando o pau grande, escuro, com as veias saltadas, pular pra fora. Já tava brilhando na cabeça.
- Ajoelha.
O Léo obedeceu como se tivesse hipnotizado. Se ajoelhou entre as pernas abertas do Nizam, o cheiro forte de homem, suor e tesão, bateu no rosto dele.
- Abre a boca devagar… mostra a língua.
O Léo abriu, com a língua rosada, pequena, tremendo. Nizam segurou a base da própria piroca e bateu a cabeça na língua dele várias vezes, espalhando o líquido.
- Isso… lambe a cabeça, faz carinho com a língua.
Léo obedeceu, lambeu tímido no começo, depois com mais firmeza, circulando, sentindo o gosto salgado. Nizam gemeu baixo, segurou a nuca dele com sua mão grande
- Chupa, engole o máximo que conseguir.
Léo abriu mais a boca, conseguiu engolir uns 10 cm antes de engasgar, com os olhos cheios de água. Nizam não deixou ele parar.
Segurou firme a cabeça e começou a ir e vir devagar, cada vez mais fundo
- Isso, caramba engole a piroca do seu cunhado, deixa eu acabar com essa boquinha….
Léo gemia, baba escorrendo pelo queixo, olhos vermelhos, mas não tentava escapar. Pelo contrário: as mãos subiram pelas coxas do Nizam e apertaram, como se pedisse mais.
Depois de um tempo, o Nizam tirou com um estalo
- Levanta, tira tudo.
Léo se levantou tremendo, tirou a camiseta, mostrando o peito branco, com os bicos durinhos. Depois o short, ficou só de meias brancas até o tornozelo, com a pequena pica dura, apontando pra cima.
O Nizam se levantou também, virou o Léo de costas, empurrou ele contra o sofá. Abriu com a mão as nádegas brancas
- Olha que delícia parece que nunca foi usado….
- Nunca foi… – o Léo murmurou.
Nizam cuspiu na mão, passou e depois levou dois dedos lambuzados até o cuzinho apertado. Circulou devagar, depois enfiou a ponta de um.
Léo gemeu alto, com o corpo todo tremendo
- Relaxa deixa eu abrir pra entrar….
Foi enfiando devagar. Um, depois dois, o Léo se contorcia, gemia, mas empinava a pedindo mais.
Nizam abriu ele com paciência, até conseguir enfiar três e girar
- Tá pronto pra levar Léo?.
- Quero – saiu quase como um soluço.
Nizam alinhou a cabeça no buraco, cuspiu mais uma vez lá dentro e empurrou devagar. A cabeça entrou com dificuldade.
Léo gritou baixo, cravando as unhas no sofá.
- Calma… respira… deixa eu entrar….
Pouco a pouco, o Nizam foi entrando naquele buraco apertado e quente. Quando encostou na bunda branca, os dois gemeram ao mesmo tempo:
- Caramba… que gostoso
Começou a ir e vir devagar, a cada estocada um gemido mais alto do Léo, logo o ritmo aumentou. O barulho molhado, a pele batendo, os gemidos.
O Nizam segurou os quadris com força, puxando o Léo pra trás a cada metida
- Isso mexe a bunda, mostra como você queria isso….
Léo se mexia sem jeito, mas com vontade e choramingava
- Mais forte… mais forte… - entre soluços de prazer.
Nizam virou ele de frente, levantou as pernas sobre os ombros, enfiou fundo de novo. Agora podia ver o rosto do Léo: olhos revirados, boca aberta, baba escorrendo, lágrimas de tesão
- Vai assim, né? Só com minha piroca dentro de você
- Vou gozar Nizam
Nizam acelerou, enchendo com força. Sentiu o cuzinho fechar ainda mais, pulsar. Léo gozou sem nem tocar na dele, jatos finos e brancos até o peito enquanto o corpo tremia.
Nizam não aguentou, gemeu alto, enchendo o buraco virgem de porra quente. Ficou parado um tempo, respirando fundo, sentindo o buraco do Léo pulsar em volta. Quando saiu, um fio grosso de porra escorreu pela coxa branca do Léo.
Os dois ficaram em silêncio, sem fôlego, Léo, tremendo, olhou pra cima com os olhos brilhantes
- Vai contar pra ela?.
Nizam passou o dedo na boca lambuzada dele, sorriu de lado
- Só se você não quiser que eu te coma de novo amanhã de manhã antes dela chegar.
Léo fechou os olhos, sorriu pequeno, envergonhado e satisfeito
- Então não conta.
Nizam deu um tapa na bunda lambuzada:
- Vai tomar banho e deixa a porta aberta, quem sabe eu não entro pra te ajudar a lavar as costas.
Léo saiu devagar, com as pernas bambas, com a porra do cunhado ainda escorrendo por dentro dele. E o Nizam ficou ali, ainda duro, pensando que o fim de semana tava só começando.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
Anônimo: Excelente conto , eu quero sentar no Nizam
Responder↴ • uid:2ql02r51z