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Nizam e seu cunhadinho Léo - Parte 3

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angel_157k

Ah, cara se eu soubesse que aquela sexta-feira ia mudar tudo, eu teria tido mais alto quando a sogra pediu pra eu “cuidar” do Léo. A família acha que ele é só tímido, distraído, mas eu sabia que tinha algo ali, um fogo escondido esperando pra ser aceso. E naquele fim de semana, eu acendi de vez, transformei o Léo na minha mulherzinha particular, e ele amou cada segundo disso.
No outro dia quando acordamos agora com a casa só pra nós, eu ia testar os limites.
Enquanto ele mexia nas xícaras, eu levantei e fui até a cozinha, parando bem atrás dele. Senti o cheiro de shampoo no cabelo dele, e pus as mãos nos ombros magros.
- Relaxa, Léo. Sua mãe pediu pra eu cuidar de você, lembra? Vou fazer isso direito.
Ele congelou, a colher tremendo na mão. Eu me encostei mais, deixando ele sentir o meu corpo contra o dele, e sussurrei no ouvido:
- Você sabe o que eu quero, né?
Ele engoliu em seco, virando o rosto devagar.
- Nizam a gente não pode, você é casado com a minha irmã.
Mas a voz dele era fraca, quase um gemido, e os olhos brilhavam de um jeito que dizia o oposto. Eu ri baixo, virando ele de frente pra mim com uma mão no queixo.
- E daí? Ela não tá aqui. E você quer, viadinho, quer que eu te mostre de novo como é ser tratado como uma mulherzinha de verdade.
Antes que ele pudesse protestar, eu o beijei. Forte, possessivo, empurrando ele contra a pia. Ele resistiu por um segundo, mas depois cedeu, abrindo a boca e deixando a língua dançar com a minha.
As mãos dele subiram pros meus braços, apertando como se quisesse mais.
Quebramos o beijo, e eu vi o rosto dele vermelho, ofegante.
- Vai pro quarto, Léo. Tira a roupa e me espera na cama.
Ele hesitou, mas eu dei um tapa leve na bunda dele, e ele obedeceu, sumindo pelo corredor com as pernas tremendo. Eu dei uma risada sozinho na cozinha, pensando em como aquilo era fácil, o moleque tava pronto pra mim há meses.
Quando entrei no quarto dele, ele tava lá, nu na cama, cobrindo o corpo com os lençóis, olhos baixos. O quarto era simples, posters de bandas na parede, uma mesa com livros da faculdade. Eu tirei a camisa devagar, mostrando o peito largo, os músculos que eu malhava todo dia.
- Olha pra mim, mulherzinha. Quero ver você se abrindo pra mim.
Ele obedeceu, mordendo o lábio, e eu me aproximei, tirando o resto da roupa. Meu pau já tava duro, pronto, e os olhos dele se arregalaram quando viram o tamanho.
Comecei devagar, pra não assustar, deitei do lado dele, beijando o pescoço, descendo a mão pelo peito liso, até chegar entre as pernas. Ele gemeu alto quando eu toquei nele, arqueando as costas.
- Isso, Léo… geme pra mim como uma putinha.
Eu o masturbei devagar, enquanto mordia o lóbulo da orelha, e ele se contorcia, pedindo mais sem palavras. Depois, virei ele de bruços, espalhando as pernas.
-Relaxa, vai doer um pouco no começo por conta de ontem, mas você vai amar.
Usei cuspe e os dedos pra preparar ele, e ele choramingava no travesseiro, chamando meu nome baixinho.
Quando entrei nele, foi como se o mundo parasse. Ele ainda era apertado, quente, e gritou no começo, mas eu segurei os quadris dele e empurrei devagar, até o fundo.
-Isso, aguenta, mulherzinha. Você é minha agora.
Comecei a me mover, forte, ritmado, e ele foi se acostumando, empurrando de volta contra mim, gemendo como uma vadia no cio. Eu o fodia com força, batendo na bunda dele, chamando de “minha putinha”, “minha mulherzinha”, e ele respondia com “sim, Nizam… me fode… sou sua”.
Durou uns vinte minutos, até eu gozar dentro dele, e ele gozar nos lençóis, tremendo todo. Depois, ficamos deitados, eu abraçando ele por trás, como se fosse minha esposa.
Ele tava quieto, mas sorrindo, e eu beijei a nuca dele.
- Gostou, né? Agora você é minha mulherzinha pros fins de semana. Sempre que eu quiser
Ele murmurou um “sim”, envergonhado, mas feliz. O resto do sábado foi assim: fodi ele no sofá enquanto víamos TV, fiz ele me chupar na cozinha durante o almoço que era só sanduíche, porque quem liga pra comida quando tem isso? À noite, pedi pizza, e enquanto esperávamos, fiz ele vestir uma calcinha da irmã que achei no armário. Ele corou horrores, mas vestiu, e eu ri, dizendo que ele ficava lindo de mulherzinha.
Tranquei a porta, deitei ele na mesa da sala e comi ele ali mesmo, com as pernas dele no meu ombro, ele gemendo alto o suficiente pra vizinhos ouvirem se não fossem discretos. No domingo, acordei cedo e o peguei de novo na cama, devagar dessa vez, como um namorado carinhoso. Fiz café pra nós dois, e enquanto comíamos, conversei com ele sobre a vida, como se fôssemos um casal. Ele abriu o jogo: confessou que sempre fantasiava comigo, que via pornô gay e se imaginava no lugar das bottoms. Eu sorri, orgulhoso.
- Agora você não precisa imaginar. Você é minha.
À tarde, antes da família voltar, fodi ele uma última vez no chuveiro, lavando o suor e o sêmen, deixando ele limpo pra ninguém suspeitar. Quando a sogra chegou à noite, elogiou como a casa tava arrumada e como o Léo parecia “feliz e relaxado”. Eu pisquei pro moleque, e ele corou.
- Cuidei direitinho dele, sogra. Como prometi!
Ela nem imaginava o quanto, desde então, Léo virou minha mulherzinha de verdade: faz o que eu mando, geme o que eu quero, e ama cada minuto.
A família acha que somos só cunhados próximos, mal sabem eles que atrás das portas fechadas, ele é todo meu.

Dois dias após a chegada deles, Leona tava lá de boa no sofá, cabeça no meu colo, mexendo no celular. Eu fazia um carinho no cabelo dela, fingindo que via a novela. Mas a real é que eu tava pensando no Léo… no perfume dele, nos gemidos baixinhos quando a gente transava forte, na cara de safado que ele fazia quando chegava ao auge nos meus braços.
Do nada, ela jogou o celular no peito e me encarou com aquela cara de quem tá bolando algo.
— Mô… já sacou como o Léo é?
Continuei alisando o cabelo dela, com a voz de quem não tá entendendo nada.
— Sacado como? Que que tem o garoto?
Ela soltou uma risadinha, tipo quando as mulheres acham que vão revelar um segredo.
— Ah, fala sério… ele é gay, né? Tipo, na certa. Vejo como ele fica quietinho perto de homem, todo vermelho, sem encarar… e sério, ele nunca trouxe nenhuma namorada aqui, nunca comentou de menina. Nem no grupo da família ele posta foto com garota, aposto que ele é bicha.
Senti um calorão no peito, mas não era raiva, era tesão misturado com satisfação. Porque eu sei a real, o Léo não é só gay. Ele agora é meu, minha putinha particular. E ninguém, nem a própria irmã, vai saber disso enquanto eu quiser.
Mandei um tom suave, quase sem ligar, como se fosse só mais um papo furado.
— Gay? Que nada, Leona. O Léo é só tímido, meninos de 18 anos, criado nessa proteção toda, com a mãe sempre no pé… normal ser mais na dele. Talvez esteja se descobrindo ainda, mas acho que não é gay, não. Ele só é… sensível.
Ela levantou uma sobrancelha, sentando no sofá pra me encarar de frente.
— Sensível? Nizam, para. Ele vive se requebrando sem querer, fala baixinho, fica secando os caras de ladinho. Lembra do churrasco da prima, quando o Thiago tirou a camisa pra jogar bola? O Léo quase derrubou o refri de tanto olhar, eu vi!
Dei uma risada baixa, balançando a cabeça como quem acha graça da imaginação dela.
— Tá vendo coisa demais, Leona. O guri tava com calor, o Thiago é bombado, todo mundo olha. E esse negócio de rebolar? Ele é magrelo, anda assim mesmo. Relaxa, se fosse gay, já teria dado um sinal mais claro. Tipo… sei lá, maquiagem escondida, namoradinho no Insta. Mas nada, é só timidez, mesmo.
Ela bufou, cruzando os braços.
— Timidez… sei. Juro que se eu botar ele pra trocar ideia com algum amigo gay meu, ele se derrete na hora. Ou… quem sabe ele já tá saindo com alguém e tá escondendo. Mas ele é gay, mô, sinto no sangue de irmã.
Me inclinei pra frente, dei um beijo na testa dela de leve, com a mão descendo pelas costas como quem quer acalmar.
— Fica tranquila, beleza? Se fosse gay, ele ia te contar. Vocês são unha e carne e se não contou, é porque ainda não se achou. Deixa o cara viver a vida dele, sem rótulos. Ele é só um menino na dele, sensível, quando quiser namorar, vai trazer alguém… homem ou mulher, tanto faz. Mas acho difícil ser gay.
Ela fechou a boca por um segundo, depois deitou de novo no meu colo, resmungando.
— Tá bom, seu desligado. Mas vou ficar de olho, se eu flagrar ele te olhando daquele jeito… aí sim vou ter certeza.
Meu coração deu um pulo, mas eu só ri de novo, mais alto, pra ninguém notar.
— Me olhando? Imagina. Ele me respeita demais, sou o cunhado, o cara que vai casar com a irmã dele. Ele me admira, só isso para de inventar.
Ela riu também, mas não insistiu mais. Pegou o celular de novo, e eu continuei afagando o cabelo dela, enquanto pensava no Léo. No jeito que ele gritava “Nizam” quando eu segurava a cintura dele e afundava tudo. No perfume dele misturado com o meu suor, na cara de vadia que ele fazia quando eu chamava de “minha mulherzinha”.
Gay? Nada disso, Leona. Ele não é só gay, ele é meu. E enquanto você acha que é timidez, eu continuo cuidando “direitinho” dele sempre que você viaja, e ele ama.
Dei um sorriso sozinho, olhando pra TV sem prestar atenção.
— Amor? — ela chamou, já quase dormindo.
— Fala, meu bem.
— Você é o melhor cunhado que ele podia ter, sabia? Sempre cuidando dele…
Abracei ela de leve, falando baixo e carinhoso.
— Pode deixar. Eu cuido dele direitinho, sempre.
E no fundo, falei em silêncio: Até ele não aguentar mais de tanto me dar, porque agora ele é minha putinha de verdade.

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Comentários (1)

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  • Mato Grosso 7: Meu ficou muito bom , no próximo deixa uma foto da bunda do Leo aqui pra gente ver si é tudo isso mesmo

    Responder↴ • uid:fuor96t09