No começo eu via apenas um gay com um rabo lindo. Mas não ficou só nisso.
Sabe o gay assumido da rua, que faz a alegria dos pivetes? DUDA era um desses, só que eu já era adulto quando o conheci e virou coisa séria.
O despertar do sexo é muito interessante, pirralha tem tesão de comer até árvore e assim vai até decidir o que gosta no sexo.
Quando novo, onde morei, e foram em alguns lugares diferentes, sempre tinha a safadeza entre os amigos e colegas, porém sempre tinha um ou outro que era a alegria da turma, o que virava o “depósito de leite” e nem ligava. Mas tinha também um outro tipo, normalmente já adulto, gay assumido, que dava a bunda para quem quisesse e se fosse novinho melhor ainda. DUDA era um desses.
Ele tinha por volta de 18 anos no máximo, era ajudante em um restaurante na vizinhança e todos sabiam o seu tesão por novinhos. Não raro se via DUDA andando na frente e um ou dois pirralhas em distância segura atrás, seguindo-o e todos se perdendo em algum terraço de casa fechada ou terreno baldio. Mesmo assim DUDA era querido e respeitado por todos na vizinhança.
Fui morar nessa rua quando já tinha mais de 22 anos de idade e conheci DUDA e outras figuras da região. O que me chamou a atenção em DUDA foi que ele, bem mocinha no falar e nos trejeitos, foi a rabeta dele, uma bunda bonita que se destacava quando ele usava uns shorts curtinhos. Ele notou que eu curtia a bunda dele e não perdia a chance de rebolar a traseira quando passava por mim. Até então, DUDA era apenas uma figura carismática que dava a bunda aos meninos da rua e que era sempre a atração em festas, por seu lado espalhafatoso. Foi numa época de São João que isso mudou. O pessoal da rua fez uma quadrilha junina e foi tudo maravilhoso; DUDA circulou pela festa mas não dançou a quadrilha, sendo uma atração à parte, pois colocou um chapéu, uma camisa quadriculada, uma calça jeans apertada e botas, muito bem vestido, porém a calça jeans era o que se dizia à época “jeans com lycra” (a moda era um jeans que era bem flexível). A bunda dele ficou linda demais, o modelo da calça era feminino e todo mundo elogiou e tirou onda com DUDA. “Hoje eu queria ser um menino para comer essa bunda deliciosa”, pensei quando vi DUDA passar por mim.
A festa na rua começou cedo e pouco depois das 23h eu resolvi ir embora para casa. Do local da festa para minha casa eu poderia pegar uma travessa, tipo um beco mais largo, para cortar caminho, o que fiz e passava em frente da casa de DUDA. Eu ia em passos ligeiros quando ouço alguém dizer “parece que está fugindo da polícia”, olho para trás e era DUDA que estava indo para a casa dele.
- Tô fugindo da festa, para mim já deu, expliquei rindo
- Eu também, rapaz. Essas botas estão me matando de dor, estou louca para tirar tudo, tomar um banho e dormir, respondeu DUDA
- Vou fazer o mesmo, DUDA. Aliás, você era a verdadeira Rainha do Milho da festa, a mais bonita, mandei essa por costume e com a brincadeira que todos tiravam de tratá-lo como mulher
- Ah, obrigada. Tá falando sério?
- Claro, e essa calça “causou” (não sei se era a expressão usada à época)
- Mentira sua... Verdade isso?
- Ninguém tirava os olhos, eu posso garantir isso
- Obrigada, que pena que ninguém, apesar de não tirar os olhos, ninguém meteu a mão ah ah ah
- E hoje está merecendo umas boas palmadas nessa rabeta linda
- Eu estou sozinha, é só você entrar e fazer essa justiça com a Rainha do Milho
DUDA morava numa kitnet que havia no quintal de um casa; o dono da casa a construiu quando o filho dele se casou e não tinha onde morar, o filho depois foi morar em sua própria casa e o dono da casa resolveu alugar o espaço, mas só para pessoas conhecidas. DUDA morava lá há alguns anos e o dono da casa e sua esposa já eram idosos, achavam até bom ter alguém por lá. Ocorre que para ir para a “casa” de DUDA, a gente entrava no terraço, passava pelo lado da casa principal e chegava na casa de DUDA, ou seja, o casal de idosos veria quem estava entrando. Pensei nisso, só que olhei o horário, não vi luz acesa na casa e como ninguém estava passando, entrei ligeiro e DUDA veio atrás. Quando entramos no kitnet, fiquei mais tranquilo. “O problema vai ser a saída, mas agora é tarde”.
DUDA fechou a porta e já foi balançando o rabo para mim, tirando a calça e mostrando que usava uma calcinha fio dental de renda, daquelas que de lado é uma rendinha mas deixa o rabo sem nada, só o fio. Abaixei a calça e meu cacete pulou já duro. DUDA não perdeu tempo, apenas de calcinha veio me pagar um boquete delicioso. “Se a boca é desse jeito, imagine esse rabo”, falei. DUDA mandava ver e chupou meu pau muito, deixando-o molhado. Sem muita demora, pedi para meter, eu estava meio nervoso ainda. DUDA me levou para a cama dela (ou dele, sei lá), ficou de quatro, puxou a calcinha para o lado e pediu pica. “Tem gel?”, perguntei. Ela apontou em cima de um mesa de cabeceira onde estava. Untei o cacete e fui metendo. Fui devagar. O rabo de DUDA era lindo demais, lisinho, uma bunda maravilhosa. Quando meti a cabecinha, ela disse “delícia, gostoso”. Enfiei tudo e fiquei metendo naquela bunda linda, macia e com o cu quente. “Sempre quis comer esse pau”, dizia ela. Meti e gozei sem me importar muito com DUDA, gozei e pronto. Eu já ia subir a minha calça e ir embora, mas ela percebeu e disse:
- Se sair agora é mais perigoso, gato. Vamos brincar um pouco mais e você sai mais tarde
- É mesmo, concordei
Enquanto eu tomava um banho, DUDA sentou no vaso para “cuspir” meu leite do cu. Ela ria olhando para mim, cara de satisfeito. Vi seu cacete: era de médio para pequeno e ainda estava duro quando ele se sentou no vaso. Tomei banho e me deitei na cama dele; ele veio depois, após o banho. Deitou-se ao meu lado e ficou me alisando, dizendo que desde que me viu queria “me comer” (expressão dele) mas que não via muita chance, mesmo notando que às vezes eu olhava para o rabo dele. Confirmei que olhava e disse que jamais apostaria em meter rola nele, pois DUDA era muito visado por todos. Ele começou a me alisar, bem mocinha, era totalmente depilado, e me deu um beijo na boca. Retribuí e partimos para o segundo round, não antes de fazermos 69 e eu dizer que queria que ele gozasse também. Meti em DUDA em várias posições, o cu dele estava ainda mais gostoso. O rabo era lindo mesmo, destacado. Gozei com ele montado em mim e nessa posição ele se masturbou e gozou muita porra que jorrou na minha barriga, no meu peito e até um pouco no meu rosto. DUDA ficou um pouco sentado e se deitou sobre mim, para me beijar e lamber a sua própria porra. “Ai, assim eu me apaixono”, disse ela.
Fui embora eram quase duas horas da manhã, após levar muitos beijos na boca e ela me fazer levar um pedaço de bolo junino que tinha comprado. Saí parecendo um fugitivo saindo da cadeia, olhando para todos os lados, morrendo de medo de ser flagrado e, quando peguei a rua, agradeci por não ter ninguém ter me visto. Cheguei em casa tendo adorado a trepada e querendo saber como poderia repetir isso sem tanto estresse de entrar e sair sem ser visto. Eu não tinha carro, não queria ser visto com DUDA e ao mesmo tempo queria comer aquele rabo lindo e gostoso de novo.
Teve a festa de São Pedro, uma semana depois, sem tanta empolgação nas ruas, porém suficiente para eu estar 11 da noite de novo na casa de DUDA. Dessa vez ele fez um jantar para mim e eu levei para ele uma camisola que tinha comprado numa loja, dizendo ser para uma namorada gordinha que eu tinha (DUDA não era gordo, mas seu tamanho não era P e o tamanho M ia ficar muito apertado por conta da bunda). DUDA quase chora quando recebeu o presente. Jantamos no carinho e na cama foi tudo melhor; dessa vez botei DUDA deitada de frente, com as pernas levantadas e eu metia e conseguia dar beijos nela. Gozei e continuei metendo porque ela gozou logo em seguida. Demos duas trepadas maravilhosas e ela dormiu ao meu lado vestido com a camisola. O despertador tocou às 4 da manhã e eu corri para evitar sair depois do nascer do sol. Mesma agonia da vez anterior. Era muito bom na casa dele, mas para mim, que até hoje vivo no armário para esses relacionamentos, era desgastante demais. Partimos para o motel nas vezes seguintes. Cada um em um táxi, mas a logística era cara e ruim. Adotamos então o domingo à noite como nosso dia, eu chegando às 22h e saindo às 4h da manhã. Domingo a vizinhança era toda na preguiça e ficava menos difícil para eu entrar.
O nosso namoro/relacionamento foi ficando mais sério do que eu poderia aguentar. Cheguei a transar algumas vezes com DUDA numa casa abandonada que tinha na vizinhança, onde ele tanto deu a bunda aos meninos, por não aguentarmos esperar até o domingo ou não podermos durante a noite. Trepada nervosa e deliciosa pelo perigo do flagra. DUDA fazia jantares maravilhosos para me esperar e eu lhe dava chocolates, perfumes e roupas íntimas femininas. Ele me confessou que reduziu muito os meninos que o comiam, mas não pôde parar com todos porque iria chamar a atenção não somente dos meninos mas de todos da vizinhança. Eu tinha ciúmes dos pivetes enrabando DUDA e ele um enorme ciúme de mim.
Ao mesmo tempo, ele foi me cobrando para eu assumir, queria conhecer minha família, ir para festas, cinemas e shoppings comigo, nada mais justo. Só que eu não conseguia, tremia em imaginar alguém sabendo ou DUDA me dando lição de moral na frente dos outros. Por outro lado, aquele rabo era demais, eu o chupava muito, comia demais e nossas trepadas eram cada dia melhores. DUDA adorava gozar na minha boca!
Essa dubiedade minha foi pesando demais, DUDA foi se sentindo cada vez incomodado, percebi que ele dizia “sem querer” que estava dando mais a bunda aos meninos (para quem sempre comprava lembrancinhas pela trepada) para me testar (era verdade, ele voltou a dar mais a bunda por vingança contra mim) e o estopim foi que recebi uma proposta de emprego bem melhor para morar em Alagoas, o que me afastou de vez de DUDA. A promessa era de ele depois ir passar um tempo comigo em Maceió, porém jamais ocorreu isso e resolvemos nos afastar numa boa. DUDA chorou demais nesse dia, eu saí abalado mas com a certeza de que não poderia continuar fazendo com DUDA aquele tipo de coisa, que era manter o relacionamento sério no sigilo.
Passados alguns anos, soube que DUDA tinha ido abrir um barzinho no interior onde sua família morava e nunca mais soube nada dele.
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Comentários (1)
Lagartixa: Macho fraco. O importante é gostar da pessoa
Responder↴ • uid:1se6zw43