#Assédio #Estupro #Gay #Teen

O Silêncio do Sertão - Cap 2

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Testemunha do Silêncio

Fazendo o que nasceu pra fazer: Dar a bundinha.

O menino começou, aos poucos, a se adaptar à rotina que seguiria por muitos anos.

Na escola, permanecia quase sempre calado. Havia poucos alunos, a maioria filhos de famílias das roças ao redor do vilarejo, e tudo era facilmente notado pelos professores. Logo ficou conhecido como o aluno de baixo rendimento, lento nas atividades e pouco participativo. Naquela época, não havia qualquer atenção psicológica ou avaliação especializada; ninguém pensava em investigar se havia alguma dificuldade real por trás do comportamento. Para todos, ele era apenas mais um menino “fraco de estudo” que precisava se esforçar mais.

Naquele dia, ao chegar com Dermeval, ainda sentia o corpo cansado das pancadas que recebeu na Baia do caminhão. Passou a manhã inteira de cabeça baixa sobre a carteira, parado, como se estivesse dormindo, embora estivesse acordado.

A professora interpretou aquilo como desinteresse e desrespeito. Depois de chamá-lo duas vezes e não obter resposta, mandou que fosse até a sala do diretor por mau comportamento. Na escola, a disciplina era levada com rigidez, e o diretor era conhecido por ser ainda mais severo somente com os meninos. Muitos dos garotos tinham medo dele. Entre professores e conselho escolar, aquela postura dura era vista como necessária e até elogiada, coisa comum naquele tempo.

Ele entrou na sala do diretor logo atrás da professora, que o deixou ali e fechou a porta. A sala era pequena e fechada, sem janelas, o que fazia o calor das dez da manhã ficar preso lá dentro. A única luz vinha de uma lâmpada amarelada no teto, que deixava o ambiente pesado e abafado. Um ventilador antigo, preso alto na parede, girava devagar, fazendo um ruído contínuo que só aumentava o silêncio constrangedor do lugar. Para quem entrava ali pela primeira vez, a sensação era de estar encurralado, sem muito para onde olhar além da mesa à frente.

Atrás dela estava o diretor. Um homem por volta dos quarenta e cinco anos, grande, de ombros largos, com a barriga levemente saliente. Usava barba já grisalha e tinha duas entradas marcadas no cabelo. Entre as professoras, circulavam comentários frequentes de interesse amoroso por ele, mas todos diziam que nunca correspondia a nenhuma investida. Falavam que era muito ligado à esposa e que mantinha distância de qualquer envolvimento dentro da escola.

A professora falou o ocorrido de desrespeito, por ignorá-la e dormir na sala. Terminou o relato, virou-se e saiu, fechando a porta pesada atrás de si. A porta só abria por dentro; por fora, apenas com chave.

O menino ficou em pé diante da mesa, sem saber onde colocar as mãos, sentindo o barulho do ventilador girando acima da cabeça e o peso do silêncio da sala. O diretor ainda não tinha dito nada. Só observava.

O diretor apontou para uma cadeira no canto da sala e mandou que ele se sentasse. A posição era de lado, afastada da mesa, obrigando-o a virar a cabeça sempre que quisesse olhar para o homem na sala.

Sem dizer mais nada, o diretor voltou a escrever nos papéis espalhados sobre a mesa. A sala ficou em silêncio. Só se ouvia o som constante do ventilador girando devagar e o risco repetido da caneta atravessando as folhas, como se o tempo ali dentro passasse mais lento.

O diretor então parou o que estava fazendo, e ficou atrás da mesa encarando o menino. Até que quebrou o silêncio.

- Sabe ler?

O menino ignorou também. E ele logo gritou:

- SABE LER!!!??

O menino levou um susto e encolheu os ombros e logo concordou com a cabeça.

Apontou pro quadro e disse para ler o que estava escrito de giz.

[ Quem desobedecer levará punição.]
[ Punição: levar palmatória ------]

Tinha numerações e nome de infrações.

Dormir em sala era palmatória na bunda. E desrespeitar professor era na mão.

O diretor logo levanta, e um detalhe foi sua excitação. Ele amava corrigir os meninos. As meninas por outro lado, nem sabiam o que era entrar naquela sala.

Sua calça estava estourando ali, e fez questão de deixar aparente para que o menino olhasse o monte.

Pegou a palmatória e foi em direção ao menino.

- Levanta e abaixa o short.

O menino fez cara de choro, mas ele ignorou.

- LEVANTA!

Ele com medo levantou e abaixou.

O diretor então deu uma palmada e ecoou um barulho seco pela sala abafada. O menino então deu um grito arfado de dor e passou a mão bem onde foi atingido.

- Ainda quer levar palmada?

O menino fez que não com a cabeça ainda gemendo e passando a mão onde doía.

- Tenho uma condição. Quer fazer?

O menino olhou pra ele com os olhos lacrimejando e fez sim com a cabeça.

O diretor então desvencilha o cinto, desabotoa a calça, abre o zíper, abaixa a calça no joelho, e põe um pau grosso, meia bomba, cor escurecida, pra fora. Um tom um pouco mais escuro que o dono do pau.

O menino, mal sabia o diretor, já estava acostumado a chupar o próprio avó, que tinha uma pau ainda maior que aquele e ainda tomava leite todas as manhãs.

Ele levanta o menino e o senta na cadeira e então aproxima o pau. O menino sem ser mandado, coloca o pau na boca, surpreendendo o diretor.

- olha só o que temos aqui, um mamador de piroca.

O menino então chupa o pau, com experiência, sem arranhar. Igualzinho seu avô o ensinou mandando fazer no pau grosso que mal cabia na boca.

O diretor ficou admirando a visão dele mamando igual um bezerro no peito da vaca. Ele estava nas estrelas.

Ele cheio de tesão pelo boquete babado, logo ameaçou gozar.

Mas tirou. E mandou o menino levantar.

- Agora você vai sentar em mim, moleque.

O menino continuou em silêncio.

O diretor sentou na cadeira, cuspiu na mão, e foi passar no cuzinho e sentiu diferente, não parecia um cuzinho cheio de pregas. Ele então fez força pro menino empinar a bunda, abriu as bandas e viu um cu inchado como se tivesse sido usado.

Ele então percebeu que o menino tava sendo usado e pensou que talvez fosse esse o motivo dele ser tão mudo como era.

- Que delícia. Quem tá te comendo, moleque??

O menino não respondeu.

- Não vai responder, né. Pois vou ser mais um que vai te comer todo dia, essa bucetinha aqui vai ser usada por mim.

Então puxa o menino, o levanta com o abraço de um só braço, posiciona como que de lado e pincela o pau no cuzinho.

Na hora que foi forçar pra entrar. Deslizou bem facilmente, como se por dentro tivesse lubrificado. O que na verdade era a porra de Dermeval. Que gozou duas vezes no meio do mato, na estrada.

O menino dá um gemido alto.

- Eita porra, caralho!! Que delicia. Nunca tinha comido um menino que entrasse assim tão fácil.

Ele então ficou movimentando o menino que tava dando em silêncio absoluto, pois seu avó não deixava ele gemer, pra ninguém escutar, e ele aprendeu a aguentar caladinho.

O único barulho que fazia era a respiração e o barulho das nádegas do menino nas virilha do diretor da escola.

O diretor fode ele por 5 minutos e então goza muito dentro dele.

Ele termina, limpa tudo e libera o menino.

O menino vai mais quieto ainda pra sala que já era outra professora, quem não se importou muito, pois ele sempre andava calado.

O menino vai embora com o seu Dermeval, mas ele estava com a esposa junto, então a viagem foi tranquila.

Chegou às 13h em casa, e foi tomar banho e almoçar.

Ele conseguia conversar mais com o vó. Nesses momentos ele ficava perguntando sobre as plantas que o vô deixou pra ele tomar conta e aprender cultivar também.

Os tios já estavam com mais intimidade com ele, e de vez em quando ajudava ele em alguma atividade dele. Em troca de ele limpar os quartos deles, pois o avô colocou regras pra não explorarem o coitado.

A noite, na hora de dormir, o menino mal deitou e apagou. O companheiro de cama dele não quis atrapalhar o sono, e liberou ele essa noite.

Pela manhã, Dermeval logo buzina lá e o menino pede pro avô pra faltar aula. O avô pensa, e dessa vez ele deixou, pois tinha umas coisas pra fazer lá na roça.

Continua...

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Comentários (1)

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  • seisei: Otimo conto, quero saber quando amiguinhos da idade dele vao comer ele tbm...

    Responder↴ • uid:16n3q3x2k8ig