#Gay #Incesto #Teen

Levando vara dos primos caipira

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Jeitinho caipira

As férias de Lúcio foi excelente, levou muita vara no rabo do primos caipira, voltou pra casa com o toba todo esporriado

O ano era 1975, quando Lúcio um garoto de 14 anos resolveu ir passar as férias no interior de São Paulo, naquela época era comum as pessoas da cidade grande passar o tempo nas cidades pequenas, contemplar a natureza, nadar nós rios, passear de charrete, andar a cavalo e Lúcio não era diferente. Despediu da família e pegou o ônibus no terminal sozinho, claro com permissão pais e partiu para interior.
Chegou na cidadezinha umas 9 horas da manhã era uma cidade bem pequena, parecia mais um povoado e foi recebido pelos primos João mais conhecido como Jão e o Zelão que lhe deram as boas vindas.
Os primos moravam em um sítio que ficava a uns 5 km da cidadania. Se ajeitaram na charrete e foram para o sítio, Lúcio foi sentado no meio dos dois e durante o caminho a prosa comeu solto, Jão era o mais curioso.
Jão era um rapaz muito simpático, tinha seus 23 anos, de olhos verdes e Zelão tinha as mesmas características do irmão, só que mais reservado, 19 anos não falava muito.
Lúcio tava adorando a prosa, ali no meio daqueles dois caipiras brutos, aquele cheiro suor, bem como deu pra perceber Lúcio era um gaysinho assumido já tinha experiência na escola quando soltava a rosca para os amiguinhos atrás do pátio, só que no interior o pessoal conhecia como afeminado.
Bem chegaram no sítio, seus tios lhe deram boas vindas, perguntaram como foi a viagem e como estavam seus pais. Tomou um banho,se refrescou, descanso bem e logo almoço, pois as pessoas do interior naquela época almoçavam cedo.
Não demoro Lúcio começou a desfrutar das coisas do interior, andou a cavalo, foi pescar com os primos, nadou na cachoeira, roubaram frutas sítio do vizinho, tava com Lúcio queria. E assim Lúcio foi pegado intimidade com os rapazes, já tava mais solto. Outra coisa coisa que não contei a casa era pequena e Lúcio teve que dividir a cama com Jão. Na primeira noite os dois dormiram de ladinho na cama quase de conchinha e nessa de mecher na cama encostou a bunda na virilha de Jão e mexe pra lá, mexe pra cá, Lúcio sentiu um arrepio na espinha, pois a piroca do primo tava ereta, parecia uma espeça de tão dura. Na primeira noite só ficou nisso, mas com o passar do tempo ele percebeu que o primo já tava sarrando na sua bunda, teve uma noite que ele sentiu algo batendo na sua bunda e fingindo estar dormindo deixou aquilo da continuação, não demoro sentiu algo quente na bunda, tipo um líquido, disfadamente, passou a mão na bunda, seu short tava melado, seu primo tinha acabado de gozar na sua bunda.
Os dias foram passando e os primos mudaram com ele , começaram uma brincadeira de passar a mão e Lúcio virou o alvo, era cada pegada que fazia Lúcio levantar do chão e naquela noite Jão cedeu o lugar dele na cama para Zelão e mesma coisa aconteceu, levou um gosada na bunda.
Já não dava para esconder, os primos percebeu que Lúcio era um afeminado ou gay.
Claro que os primos não ia deixar passar barato, em uma manhã de domingo levaram Lúcio para um banho de cachoeira, com certeza as intenções era outras.
Na cachoeira os primos não fizeram cerimônia, ficaram pelados na frente de Lúcio que ficou admirando com o tamanhos daquela piroca. E Lúcio acabou ficando nu , exibindo seu corpo nu e aquela piroquinha que parecia uma minhoquinha na frente das do primos. Entraram os três água e água tava fria que arrepiou Lúcio inteiro.
Lúcio foi se acostumando a água fria , seu corpo foi se adequando , já não sentia tanto frio. Foi então que começou as brincadeiras, Jão pegava Lúcio por trás e começava a sarrar , Lúcio lutava para se safar , mas um muleque de 14 anos lutando contra uma jaguar de 23 anos, ele sempre perdia e depois vinha o Zelão fazia o mesmo, a piroca s dos primos já estavam em pé , mas Lúcio fingia não perceber , foi quando Jão o agarrou por trás e sentiu mão de Jão na sua piroca , não deu nega, sua piroca ficou em pé na hora.
O que Lúcio não sabia e que o irmãos era sitião, bruto rústico criado na força bruta , nada delicados como os garotos da cidade.
E numa distração sentiu a cabeça da rola do Jão no toba e antes dele falar vai devagarinho, aquilo foi entrando queimando, só deu tempo dele arregalar o olho e solta um uiiiiii.
E naquele dia Lúcio sentiu a Jeba do primo no toba, no começo ele sentiu uma dor intensa, mas a dor foi dando a um prazer intenso, a piroca do primo entrava e saia, os lábios do primo no seu ombro e na sua nunca enquanto uma das mais primo massageava sua piroca. O primo era bruto, sentia piroca sair quase fora do seu ânus, pra depois entrar tudo de novo, era uma socada atrás da outra.
Enquanto isso Zelão assistia Jão solando o cu do priminho, foi quando Jão tirou toda piroca pra fora e Zelão ocupou o lugar dele. Lúcio sentiu a madeira entrando no se cu já judiado. Zelão já era mais fominha, deu várias estocada no toba de Lúcio e explodiu numa gozada intensa, enchendo o cu de Lúcio de porra e também fazendo Lúcio esporriar longe . Só que Jão não havia gozado ele não ia deixar de soltar sua porra dentro daquele rabo , junto Lúcio de novo e enterrou sem dó , só soltou quando quando esporriou, deu três estocado bruta e depois soltou Lúcio que caiu de bruços com a bunda toda melada. Foi brutal mas Lúcio sobreviveu. E naquele dia Lúcio levou mais estocada e passou as férias inteira levando rola dos primos, voltou pra casa de toba largo, mas feliz com aventura que tinha vivido no interior.

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Comentários (1)

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  • Luiz: Eta Lucio de sorte!!! o moleque de 14 anos aguentando dois machos adultos continua conta mais

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic